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terça-feira, novembro 13, 2012

Igual milho de pipoca

Por Larissa Neumann

Divulgação
De acordo com o Guia do Estudante, jornalista é o profissional da notícia. Ele investiga e divulga fatos e informações de interesse público, redige e edita reportagens, entrevistas e artigos, adaptando o tamanho, a abordagem e a linguagem dos textos ao veículo e ao público a que se destinam. Senso crítico, capacidade de expressão, domínio do português e de técnicas de redação são fundamentais no exercício da profissão. O jornalista precisa dominar, também, os softwares de edição de textos, de áudios e de imagens.

Ou seja, fazemos de tudo um pouco, somos aquele tipo de profissional que precisa estar em constante atualização. Penso que atualização, nesse caso, anda junto com a mudança. Não física, mas sim, mental, de ideais e ideias. Há três anos atrás – alguns mais tempo – quando começamos a faculdade, não sabíamos o que esperar. Os cadernos estavam vazios enquanto os ‘corações’ estavam cheios de idealismo. De lá pra cá, muitos foram ficando no caminho ou mudando de rumo e outros (nem) tantos, se juntaram ao pessoal da sala 410.

quarta-feira, novembro 09, 2011

A notícia como mercadoria

O surgimento de novas tecnologias e a era digital não modificou apenas a relação entre as pessoas, ele mudou também o jornalismo.

Com o avanço da internet e a postagem de conteúdo por cada vez mais gente, os meios de comunicação precisaram se adaptar para continuar atingindo grande parte do público, que a essa altura, já encontrava muito conteúdo gratuito na rede.

Os veículos tiveram que agregar serviços e transportá-los cada vez mais para web onde estão acessíveis a pessoas de todos os lugares. Nesse momento, atividades como radiodifusão, telejornalismo e jornalismo impresso entre outras, passaram por mudanças radicais.

Já não bastava mais produzir o conteúdo habitual e a convergência midiática virou questão de sobrevivência. A população não se contentava mais em ler e pagar por um jornal, por exemplo, cujas matérias poderia ter a seu dispor digitalmente  e sem gastar nada com isso.

Para não perderem espaço, todos os veículos precisaram se reinventar em algumas áreas e aprender a arte da conquista. Foi o que aconteceu com a Folha de São Paulo, um dos maiores jornais do país.

Ela criou um  site e ofereceu a seus leitores a opção de verem além da reportagem tradicional, um vídeo sobre o assunto em seu hotsite, o comentário de um especialista e até mesmo interagir com outros leitores em um grande debate sobre o tema.

Foi necessário encontrar uma forma de mostrar aos seus leitores que mesmo com tanta facilidade na rede, ainda valia a pena pagar pelos meios de comunicação tradicionais.

O jornalismo nunca mais foi o mesmo, e todos os profissionais da área também seguiram o novo caminho. Além de dar ao público um leque de opções, os comunicadores investiram mais em qualidade e provaram que num ambiente onde todos produzem conteúdo e noticiam fatos, a ética é fundamental.

A população ainda quer  boas informações e por isso as notícias, tratadas como mercadoria, exigem do jornalista a mesma responsabilidade de antes. Como ao comprar qualquer outro item, os consumidores querem levar para “casa” um ótimo produto . Neste caso, a verdade dos fatos e uma informação correta e precisa.

Por Helena Marquardt

A vista da nação

Revolução. Esta é, provavelmente, a palavra-chave mais adequada para definir com precisão o impacto da internet no dia a dia da sociedade contemporânea. Hoje, estar presente na web deixou de ser luxo empresarial ou acadêmico. Em outras palavras, se você não interage com a plataforma, a regra é clara: você não existe. No jornalismo, este conceito passou a ser obrigatório. Empresas que não trabalham com mídias sociais estão muito atrás das organizações já conectadas. Isso porque o feedback instantâneo gerado por ferramentas como Twitter e Facebook podem ajudar – e muito – os negócios das companhias atuais. Com apenas alguns cliques do mouse, o empreendedor moderno consegue evitar crises, reparar erros e, de quebra, marcar pontos com seu consumidor-alvo através da teoria popular de que se “a gente conversa, a gente se entende”.


O boom da comunicação em tempo real também permite que qualquer internauta pratique o exercício da profissão. Mesmo sem diploma ou experiência na área, é muito fácil – e útil, deve-se ressaltar – criar um blog a serviço público. Assim, surge a troca remota de informações e opiniões. O jornalista Marcelo Tas é um dos maiores entusiastas da prática jornalística simultânea. Segundo o comunicador, o acesso livre à rede facilita a identificação de eventuais contestações do público-alvo e, inevitavelmente, adiciona novos horizontes às futuras projeções jornalísticas virtuais.

Em meio a tantas coisas boas, surge a vertente que assusta e provoca polêmica absoluta entre a classe: a ética. Sabe-se que o jornalista é um profissional supostamente qualificado para transmitir a notícia bem estruturada e a opinião devidamente argumentada. Com isso em mente, é importante lembrar que a população – principalmente no Brasil – é profundamente influenciada pela imprensa como um todo. Isso significa que, mesmo no Twitter, você, sendo jornalista (ou estudando para se tornar um), deve ter consciência de que está afetando as convicções e a as ideias de muita gente. Por isso, a partir do momento em que decide “existir” na internet, o profissional deve priorizar a ética jornalística para prestar um serviço de credibilidade a seus respectivos leitores, seguidores ou fãs. Afinal, já disse Ruy Barbosa: “A imprensa é a vista da nação”.

Por Camila Iara

quarta-feira, outubro 26, 2011

Jornalismo em tempo real

Uma das cenas mais comum que podemos observar em diversas casas do mundo inteiro é: João sentado diante da tela do computador, sozinho, mas falando com o mundo. Milhares de pessoas se comunicam hoje com sentenas de outras através da poderosa web e, estão cada vez mais sozinhas. Essa tal de internet facilita a troca de informações online e ajuda muito o dia-a-dia da sociedade, trazendo muitos benefícios, mas ao mesmo tempo afasta as pessoas uma das outras.

Alguns acreditam ser interessante se comunicar pela tela do computador, pois assim podem criar um 'eu' virtual que na verdade não existe. Hoje é normal você trocar e-mail com alguém que está a cinco metros de distância, por exemplo. Os pais, ocupados com suas dificuldades e trabalhos, acabam deixando seus filhos entregues a essa mídia online e, permitem que aprendam os ensinamentos da vida sozinhos.

Os dois vídeos apresentados em sala, dos jornalistas Luis Nassif e Marcelo Tas, apresentam um conteúdo sobre a prática jornalística na era da internet. Na entrevista com Nassif, pode-se perceber que mesmo após 15 anos de jornalismo online no Brasil, as alterações estão ocorrendo mais na prática do que na adaptação textual ou de linguagem. Tas fala sobre a mudança dos meios de comunicação desde sua infância até os dias atuais. Mostra como tem poder a grande rede de informações que estamos conectados, na qual nos permite trocarmos informações com o mundo todo, possibilitando a consciência do tempo real que estamos vivendo. O jornalismo em tempo real pode ser considerado uma figura de linguagem utilizada para associar a proximidade e a rapidez com que a informação é transmitida, até o momento em que ocorre o fato, chegando aos receptores, sejam eles leitorestelespectadores ou ouvintes.

A jornalista Sylvia Moretzsohn, autora do livro Jornalismo em "tempo real" comenta: "O tempo do mercado financeiro dita a regra: rush or perish – a rapidez é a condição da sobrevivência, sem que, entretanto, se saiba em que sentido é preciso ser rápido. Mas o jornalismo do tempo real esconde a crítica e encobre a lógica do capital, ao contrário, celebra a nova utopia tecnológica representada pela internet e sua possibilidade de interligar o mundo com informações instantâneas e em fluxo contínuo".

A escolha por utilizar o jornalismo em tempo real, ao invés do jornalismo online, deve ser pelo fato desses termos transmitirem uma falsa sensação da comunicação mediata, através do computador, criada por Castells, enquanto que na verdade, o jornalismo online teve início com a invenção do telégrafo de Morse, em 1844. Apesar de se tratar de um anglicismo, a tradução de online para o português seria “em linha” e assim, a expressão descaracterizaria a ideia do termo original em inglês.

A questão ética

ética dos jornalistas se confunde com os interesses de muitos políticos. Hoje a imprensa, mais do que em qualquer outra época, esta sendo pautada por informações que vazam. Aparentemente parece que vão denegrir a imagem de políticos, que são publicadas baseadas nas suas declarações, com isso, os jornalistas procuram verificar o quanto essas notícias podem ser real.

Com todo esse avanço da internet os meios de comunicação sofreram com a perda de assinaturas e de ibope. As grandes empresas acreditam não poder concorrer com essa nova tecnologia e, se aliaram a ela, assim surge a convergência, onde as vária mídias podem ser encontradas na internet. Esse processo ainda vem acontecendo, é uma tendência que já chegou no Brasil, vindo de experiências de empresas estrangeiras e copiadas pelas nacionais. Sendo assim, convergência midiática é uma tendência que os meios de comunicação estão aderindo para poder ser adaptar a internet.

Por Liana Formento.
Fotos: Google Images.

A convergência midiática e o estudante de jornalismo

Para muitos estudantes de jornalismo o assunto "Convergência Midiática", não é novidade, mas ainda há muito que ser analisado, praticado e experimentado, pois é a hora de novas aprendizagens exigidas na profissão. Todos devem acompanhar as transformações, a maneira como circulam e são utilizadas todas as informações que estão ao redor.

De tempos em tempos surge uma nova formar de se comunicar, temos o Youtube, Flickr, fotologs, sites, blogs, a internet possui as mais diferentes mídias, sejam elas novas ou velhas conhecidas nossas, de maneira conjunta, convergente.

Existem várias opções, texto, vídeo, áudio, fotos, alguns com tudo junto, para formar um mundo completo e cada vez mais atraente na comunicação. Hoje em dia, uma empresa de comunicação, seja de rádio, impresso ou televisão, tem quase como obrigação disponibilizar seus conteúdos em um próprio site ou em redes sociais.

Aos poucos os veículos de comunicação vêm mudando a sua rotina na produção das notícias jornalísticas, utilizando diversas ferramentas para a construção dela. O conteúdo está mais atraente, mais chamativo, pois uma mesma matéria é apresentada em diferentes formatos, ela possui ao mesmo tempo texto, uma galeria de fotos, um ou mais vídeos ou áudio, tornando-se assim mais completa.

Nos dias atuais as maneiras de se fazer notícias não faltam, a produção de um conteúdo inédito, por exemplo, pode vim através de um celular, um acessório útil na vida de todos, que pode ser uma grande ferramenta de comunicação. Com uma câmera fotográfica e filmadora, o aparelho se torna o próprio instrumento de produzir notícia.

Por isso o jornalista multimídia, deve estar atento a essas novas técnicas e maneiras de se fazer notícia que estão surgindo, sempre é claro estando atento a ética acima de tudo. O jornalismo atualmente não é baseado somente em escrita, muitas vezes um vídeo ou gravação pode valer muito mais.


Por Camila Tibes

(Fotos: Google Images)

domingo, junho 26, 2011

Icom 2011 apresenta: Mesa redonda sobre as Novas mídias

O perfil dos jornalistas na internet


As novas tendências do Jornalismo digital são debatidas em uma conversa descontraída com profissionais da área os jornalistas Rodrigo Pereira e Fábio Ricardo, do Portal Análise em Foco, e a editora do DC Online, do Grupo RBS, Alexandra Zanela. Como mediador Alexandre Gonçalves coordenador do curso de Jornalismo  da faculdade Ibes Sociesc. Acompanhe alguns momentos, marcantes desta távola redonda.



Por Priscila Gilinski Machado

quarta-feira, maio 25, 2011

O jornal impresso, segundo Vito Gianotti

Os acadêmicos dos cursos de Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Porpaganda), da faculdade IBES SOCIESC, tiveram uma palestra com Vito Gianotti, na quarta-feira, dia 27 de abril, no auditório da própria instituição.

Na palestra, Vito falou sobre o futuro do jornal impresso. Para o jornalista, os brasileiros recorrem muito aos meios de comunicação audiovisuais, como por exemplo, televisão, internet, dentre outros. Devido a isso, os brasileiros não têm o hábito de ler jornais (acrescento livros e revistas também!).

Para Vito, um dos fatores que poderiam incentivar, despertar interesse e o hábito pela leitura, seria a distribuição gratuíta de jornais, revistas, livros. O palestrante também diz que, como é necessário pagar esses meios de comunicação para obter informação, então a solução é buscar informação na internet.

Um pouco sobre Vito Gianotti

Nascido na Itália em 1943, Vito Gianotti reside no Brasil há mais de cinquenta anos. Quando veio morar aqui, participou da militância na oposição sindical dos metalúsgicos de São Paulo. Foi o fundador do Núcleo Piratininga de Comunicação - NPC. Durante muitos anos participou de lutas sindicais e populares contra a Ditadura Militar. Atualmente, Vito têm trabalhado com palestras, e o público da mesma já ultrapassa dez mil espectadores. Vito já escreveu quase 30 livros, e um dos mais conhecidos é Muralhas da Linguagem, publicado em 2004.

por Lucian Cesar da Silva.

domingo, maio 01, 2011

Centro Acadêmico de Jornalismo promove palestra com Vito Giannotti.


Giannotti nasceu na Itália em 1943.
E há 45 anos mora no Brasil.
 Quarta-feira, 27 de abril, 18h30. Vito Giannotti chega silencioso ao auditório da faculdade IBES Sociesc. Com um sorriso simpático, de sandálias, calça jeans, e camiseta de malha, ele diz que tem apenas uma hora e trinta minutos para falar. E que isso era pouco. O tema do assunto “O Futuro do Jornal Impresso”. Na plateia: acadêmicos e professores do curso de Jornalismo e Publicidade e Propaganda do IBES.

Giannotti, aos 68 anos, é enérgico na fala, começa com uma chuva de estatísticas sobre a tiragem dos jornais impressos. Os melhores, os piores, e argumenta de que no Brasil a tiragem, de todos os jornais, está na média de seis milhões, enquanto que o maior jornal do Japão, País de leitores, segundo o palestrante, vende 14 milhões por dia. “Dizer que o jornalismo impresso acabou é uma piada, aqui no Brasil ele ainda nem começou”, comenta. Defende o jornal gratuito (pago por anúncios) para incentivar a leitura dos menos favorecidos: trabalhadores têxteis, metalúrgicos e outros.

Vito Giannotti é coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), autor de livros, que têm como principais temas a “história das lutas dos trabalhadores” e "a importância da comunicação dos trabalhadores para a disputa de hegemonia”. Foi metalúrgico e militante, em São Paulo, durante quase três décadas. Giannotti é membro da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e durante a palestra deixa bem claro que é de esquerda (política). Entre uma história e outra deixa visível também seu repúdio as grandes empresas midiáticas de direita, como a Rede Globo. Destaca que a mídia no Brasil não é imparcial, e que imparcialidade é história de carochinha.

A palestra promovida pelo Centro Acadêmico de Jornalismo Fernando Arteche (CAJFA) termina com Giannotti defendendo o uso das redes sociais, de que tem  até twitter e facebook . Relembra a importância dos jornais impressos e das rádios comunitárias. “Temos que usar todas as formas de comunicação a favor do povo”, encerra Giannotti.


 Por Eliane Pereira

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Web jornalismo

O jornalismo tem passado por profundas mudanças nos últimos tempos e muito se deve ao avanço da tecnologia e a popularização da internet. Se há algum a tempo a divulgar fatos e distribuir informação era exclusividade para jornalistas profissionais, e ao restante da população caberia o papel de consumidor de informação em três suportes diferentes: jornal, rádio e TV, esse tem ficou no passado.


A internet absorve todos os meios de comunicação. É possível ouvir música, assistir vídeos e programas exclusivos e até ler o jornal. As grandes redes de TV estão internet como G1, da rede Globo; e R7, da rede Record, emissoras de rádio  e jornais que possuem versão impressa e on-line. Ou no caso do jornal do Brasil, um dos mais antigos do país, somente a versão on-line já que não circula mais a versão impressa.

Mas podemos ir além. Hoje com tantos canais a disposição para se comunicar até mesmo um leigo pode dar informação e furar os meios tradicionais usando redes sociais como, por exemplo, facebook, Twitter e o Orkut atingindo um número tão grande pessoas quanto os profissionais da imprensa. Principalmente se levado em conta o número de celulares no Brasil, mais de 157 milhões. Quase todos com acesso a internet.

A principal diferença é que o jornalista por formação tendem a obedecer à agenda da grande imprensa, enquanto os amadores seguem os impulsos e critérios próprios. Caberá ao webjornalismo a missão de ser imediato factual e ao rádio e a TV ser mais analítico dando mais atenção para os desdobramentos da notícia. Além da credibilidade que as empresas jornalísticas pregam e da ética profissional guiada pelos conceitos do jornalismo para checar antes de publicar.
 
Por Eneias Mutte

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O Jornalismo hoje

As novas tecnologias a serviço do jornalismo são necessária e imprescindíveis, mas geram debates em torno da substituição do homem pela máquina e assusta aos profissionais que estão estabelecidos no mercado. Apesar da aparente novidade, a convergência midiática, no entanto, já acontece há muito tempo.

O jornal impresso incluiu a fotografia e hoje tem versões para internet e outros suportes. A tecnologia criou a descentralização da produção pois, em tese, qualquer pessoa com um celular ou uma câmera de vídeo pode gerar notícias.

A convivência da TV, do rádio e do jornal em um mesmo suporte, a internet, é um problema a ser resolvido, já que “cada suporte tem um formato peculiar”, afirma Marcelo Freire, mestrando em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia. O mercado de trabalho se torna mais competitivo, pois a tecnologia dá mobilidade e permite multi-funcionaidade aos profissionais da comunicação.

A convergência midiática não é apenas a transposição do formato de um veículo para outro. “A questão da linguagem é peculiar em cada suporte. A nova função do jornalista é dar sentido ao que publica na web e criar mecanismos para fidelizar o internauta”, conclui Marcelo.

Hoje existe também o jornalismo em tempo real. A expressão é uma figura de linguagem utilizada para associar a proximidade da instantaneidade com que a informação que é transmitida, do momento em que ocorre o fato que é noticiado ao momento em que chega aos receptores, sejam eles leitores, telespectadores ou ouvintes.

Para sobreviver a essa nova era na profissão, precisa estar preparado para enfrentar, com criatividade competência e ética jornalística os problemas do cotidiano, ser flexível, tolerante e atento às questões da diversidade cultural da nossa sociedade para evitar que a ética seja confundida com interesses escusos de algumas pessoas.

Mesmo com todas essas novas mídias e suportes para a divulgação das notícias, o princípio básico do jornalismo continua sendo o mesmo:  escrever para o seu leitor, exercitar a seriedade e a ética é a base da confiança que surge entre o jornalista e seus leitores.


Por Monica Souza

E-consumidores

A internet já faz parte da rotina dos brasileiros. E esse público - que não consegue ais viver longe da rede - tende a tornar-se cada vez maior. Segundo pesquisa do IBGE, 67,9 milhões de brasileiros utilizaram a internet em 2009. número 21,5% maior que o de 2008. Mais do que lazer, entretenimento e informação, a rede é usada hoje como canal de compras, facilitando a vida dos consumidores.

Com o crescimento do número de internautas, o comércio eletrônico precisou se adequar a essa nova realidade. Hoje, aproximadamente 23 milhões de e-consumidores são responsáveis por movimentar mais de 10 bilhões de reais por ano no mercado nacional. São diferentes tipos de produtos, como livros, roupas equipamentos eletrônicos e, até mesmo carros e jóias.

Para o designer e diretor de Promo Web da AMPRO PR/SC – Associação de Marketing Promocional, Julian Inrusta, em entrevista à revista Ler&Cia, não há público consumidor fora da internet, pelo menos não em número expressivo. “Em maior ou menor escala, todos os cidadãos economicamente ativos estão usando a rede. Se não é para comprar, é para obter informações sobre os produtos, ou, ainda, para recomendá-los positiva ou negativamente a amigos”. Na internet tudo acontece de forma extremamente rápida e dinâmica e, para se adequar às exigências e à rotina dos cliente entram em cena as ferramentas da web 2.0.

Com o Natal se aproximando, os destaques são para os sites de compra online, como o Submarino ou o Mercado Livre que ajudam a pesquisar o que comprar, comparar preços, sem sair de casa. E em geral as comprar saem bem mais em conta do que ao “bater perna” pela cidade no horário de almoço.

Mas a novidade mesmo está na dita compra coletiva. Não sabe o que é? “Compra Coletiva é uma modalidade de comércio eletrônico que tem como objetivo vender produtos e serviços para um número mínimo pré-estabelecido de consumidores por oferta.”

São sites de compras que oferecem descontos em vários estabelecimentos como restaurantes, bares, spas, lojas, bares com quem tem parceria. Essas ofertas ficam disponíveis nos sites por um determinado tempo e só são válidas se um número x de pessoas se compromete a comprá-las.

Alguns sites de compras mais conhecidos na região são o Peixe Urbano, Mega Oportunidade, Galo Inácio e Oferta Vale.

Aproveitando essas dicas, boas compras... online!



Por Monica Souza

Jornalismo digital: A ética prevalece

A Comunicação Social passou por uma considerável mudança nos últimos anos e parece que a tendência é continuar. Deixando de lado o simples formato de informação que circula em jornais impressos, agora a informação pode expandir de forma intensa por diferentes canais e sistemas midiáticos: o jornalismo digital.

Hoje em dia os conteúdos das novas e velhas mídias se misturam, trabalham conjuntas. Há um cruzamento entre redes sociais e de massa, caracterizando a era da convergência midiática.

Em Cultura da Convergência, Henry Jenkins, propõe um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais percebidas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação.

Mas devemos saber que o jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e distribuição das notícias. Com isso, as mídias tradicionais, diante de uma nova exigência de mercado, precisam investir em novas tecnologias para acompanhar o ritmo das mudanças.

Fazer o jornalismo on-line  é um desafio diário, pois muita coisa acontece a cada dia, hora, minuto. O verdadeiro jornalismo não acaba,pelo contrário, somente ganha novos instrumentos.

Mas como profissionais da área, devemos saber lidar com essas novas formas de gerar informação, mas sempre lembrando as teorias repassadas a nós, para nossa formação profissional.

Seja no jornal impresso, televisão, rádio ou nas diversas redes que utilizamos na Internet, a ética deve prevalecer. Devemos lembrar que somos formadores de opinião e temos grande responsabilidade social.

Continuar abraçando esta causa é extremamente preciso para que nossa profissão tenha mesma essência: informação, veracidade e qualidade.

As matérias, seja onde será divulgada, deve ser antes de tudo construída com consciência, checagem de dados e informações. Porque nosso trabalho continua sendo a construção e dissiminaçanação da realidade.

Por Aline Marquardt

domingo, novembro 28, 2010

Jornalismo e ética na era digital

Passamos no mínimo quatro anos na faculdade em busca de conhecimento. Nosso principal objetivo é aprender como agir ao nos depararmos com o mercado de trabalho. A prática pode ser muito diferente da teoria, mas quando saímos da academia a bagagem cultural que adquirimos faz a diferença.



Temos uma disciplina chamada ética no jornalismo, matéria essa fundamental para compreendermos melhor as maneiras de trabalhar com o jornalismo e ao mesmo tempo mantermos a ética como profissionais. Infelizmente é comum muitos profissionais se corromperem perante o mercado capitalista em que vivemos. Por muito pouco, jornalistas divulgam fatos insignificantes e plantam notícias sensacionalistas.


Para ser ético é preciso ir muito além de divulgar dados, é necessário ouvir os dois lados, talvêz até um terceiro. É indispensável averiguar o conteúdo veiculado, verificar a veracidade das fontes, ser objetivo e principalmente imparcial, divulgando de fato o que realmente aconteceu.

Estamos na era da convergência midiática, tudo se modifica rapidamente, a internet é uma ferramenta importantíssima e na maioria dos casos ela é fundamental.



Para que o jornalismo possa se aprimorar é necessário aderir as novas tecnologias. No entanto, muitas vezes a instantaneidade e a proximidade da notícia tornam o jornalismo mais acessível ao público, mas também surgem muitas informações duvidosas.


Os profissionais da área de comunicação estão cada vez mais atentos aos meios digitais. Fazer jornalismo nos dias atuais tornou-se algo fácil, mas ao mesmo tempo muito perigoso. É o chamado jornalismo em tempo real. São inúmeras as ferramentas disponibilizadas pela internet. A interação com o público juntamente com a facilidade que as redes sociais proporcionam permite que qualquer pessoa faça “jornalismo”.


Além disso temos um agravante, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que jornalista não precisa mais de diploma para exercer a profissão. Fato este que muito nos preocupa, pois, se já com formação existem muitos profissionais que não agem com ética no mercado, imagina sem!


 Com a globalização e com as facilidades das redes sociais, que pode ser considerada uma certa definição de convergência midiática, tudo é muito rápido. O que ocorre no outro lado do mundo leva apenas segundos para que todos que têm acesso a internet fiquem sabendo.


O jornalismo em tempo real tornou-se algo benéfico, pois temos acesso a tudo que acontece em todo o mundo, independente das distâncias. Porém há um agravante, nem tudo que é veiculado nestes meios é verdadeiro e confiável.

Muito lixo eletrônico pode ser confundido diariamente com notícias. Utilizar destes meios é indispensável para o jornalista, porém, a veracidade do conteúdo e a credibilidade do veículo que publicou o material deve ser divulgado.




Por: Julcimery Schreiber

Gerações unidas jamais serão vencidas

O intervalo de tempo entre uma geração e outra, que há algum tempo era de cerca de 25 anos, segundo alguns especialistas, está diminuindo cada vez mais. Hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada 10 anos. É cada vez mais comum ver pessoas de diferentes gerações convivendo no mesmo ambiente, seja no trabalho – em diferentes empresas – ou em casa.


Existe a geração chamada “baby boomer”, que é daquelas pessoas que nasceram logo após a Segunda Guerra Mundial – época em que, terminada a guerra, os soldados voltaram para casa e houve um “boom” de bebês, você deve imaginar por quê. A geração baby boomer, que hoje são as pessoas que tem aproximadamente 65 anos, é a das pessoas que passaram pela ditadura militar, da Jovem Guarda, rock’n’roll e lutou, literalmente pelos ideiais.

“A ideia da geração ‘baby boomer’ foi construir uma carreira que fosse sólida, na qual a gente tivesse uma fidelização ao trabalho. Uma carreira que nos realizasse, e não necessariamente nos oferecesse apenas um aporte material”, afirma o educador Mário Sergio Cortella.

A educação era bem mais rígida. Nas empresas, os “baby boomers” geralmente ocupam cargos de chefia, presidência. São a geração que se acostumaram com o respeito aos pais e com a autoridade dos mais velhos.

O fim dos anos 60 dá lugar a outra geração. É a chamada geração X. É a geração que assistia ao movimento das Diretas Já. Essa geração conheceu a AIDS – e ficou com medo dela, que levou um ídolo: Cazuza. Essa geração derrubou um presidente e viu a tecnologia chegar.

É a geração da inflação, por isso existe aquele sentimento de trabalhar para ganhar mais dinheiro. “Ele é apegado a títulos, apegado a cargos, gosta de deixar claro a posição em que está, porque, para ele, é mérito de muito esforço que ele teve”, diz Renato Trindade, presidente da Bridge Research, empresa de pesquisa que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia

Como afirma Alessandro Lima, CEO (Chief Executive Officer) da E.Life, essa geração não é tão apegada à tecnologia e inovações em informática como a próxima geração, a geração Y.

Essa geração nasceu com o Brasil “pronto”: com economia e política já instituídos. Essa geração conhece o mundo por meio da internet. E como conhece...!

É uma geração com uma inclinação maior para pensar as ações em relação a quanto prazer elas possam dar. Em relação ao trabalho, é um jovem que procura algo em que ela possa participar junto com o chefe ou outros colegas, não simplesmente obedecer ordens, ele quer participar. Esse jovem da geração Y não está tão preocupado com estabilidade. Ele quer aliar as ofertas financeiras com novas experiências, novos caminhos.

São 3 diferentes tipos de pensamento convivendo, trabalhando e pensando juntos. Algumas vezes há alguns conflitos entre essas gerações.

O pessoal da geração Y consegue, muitas vezes, fazer mais coisas ao mesmo tempo. Como trabalhar e escutar música, por exemplo. O que é visto como falta de comprometimento da parte da geração X ou dos “baby boomers”.

Porém, a harmonia prevalece, pois todas as gerações dependem umas das outras, principalmente no que se diz respeito a empregos e desenvolvimento profissional.

Por Bruna Carolina de Souza

Fonte das imagens http://sites.google.com/site/tempozero2012/baby-boomers-gerao-x-e-net

Nova tendência de compras

Quando o ano começa a acabar, uma preocupação começa a aparecer na cabeça das pessoas: o que comprar para as pessoas à nossa volta como presente de natal?

Ao mesmo tempo, o comércio de repente fica muito bonzinho, cheio de promoções de encher os olhos do povo.

Uma opção muito utilizada hoje em dia, com o avanço da tecnologia, é a compra pela internet, por isso é que muitas lojas já têm site e outros espaços virtuais.

Muito sites que já são especializados em venda pela internet fazem mega promoções, como o site Submarino, por exemplo, que vende de tudo, principalmente livros e DVDs.  Todos os produtos do site com descontos enormes, como os quatro livros da série As Brumas de Avalon por R$ 29,90.

Porém há uma nova moda rolando no Brasil. São os sites de compra coletiva. Começou nos Estados Unidos há cerca de dois anos e chegou aqui com tudo.

Um dos principais sites dessa modalidade por aqui é o Peixe Urbano. Mas o que é essa tal de compra coletiva?

É um estabelecimento que oferece seus produtos ou serviços por um preço com até 90% de desconto. Mas para isso deve haver um numero mínimo de pessoas interessadas, para validar a oferta.

Esse tipo de oportunidade é boa para os consumidores, que economizam dinheiro e ficam conhecendo novos lugares da cidade e também é bom para as empresas, que investem em um tipo diferente de marketing.

Em Blumenau também já há alguns espaços para essa modalidade de compra. São eles o Mega Oportunidade, o Galo Inacio e o Oferta Vale. Os moradores também já podem participar dessas super promoções coletivas.

Por Bruna Carolina de Souza

quarta-feira, novembro 17, 2010

Convergência midiática: tudo ao seu alcance, aqui e agora.

Textos, vídeos, links, fotos e áudio se misturam todos os dias no jornalismo atual. Interatividade é a palavra da moda e traduz a situação da mídia com a qual estamos convivendo.

O papel não deixa de existir, ele se transforma em mídia digital muito mais interativa. Jornais e revistas impresso continuam alimentando o público que opta pelo papel mas, há algum tempo já percebeu a grande procura que existe pelo seu material também na mídia digital. Assim o papel não precisa sumir, ele continua, e a Internet agrega mais valor às informações do veículo jornalístico.

A convergência midiática é muito comum nos dias atuais. Convergência é unir diversos meios de mídias diferentes em um só produto. O Iphone, por exemplo, fornece serviços de telefonia, música, Internet e câmera digital.

Outro exemplo é o recebimento de email, notícias e informações através da telefonia ou o acesso em banda larga feito por empresas de TV por assinatura. Um dos principais motivos para que essa convergência seja possível foi o crescimento do formato digital nas áreas de música, TV, cinema e vídeo. As próprias revistas e jornais hoje em dia são produzidas primeiro no meio digital para depois serem impressas. O aumento e a evolução dos conteúdos digitais foi um fator muito importante para o crescimento da convergência midiática.

O jornalismo em tempo real com o qual nos deparamos a qualquer momento é essa convergência midiática agregada a instantaneidade. O fato em si e sua disseminação por todos os tipos de mídia é hoje, aqui e agora, sejam os receptores leitores, telespectadores, ouvintes ou internautas. Jornalismo em tempo real é o nível máximo de rapidez relativa a fato e transmissão do mesmo.

Com tanta informação, acessibilidade e rapidez de difusão das notícias, fica difícil medir o nível ético em que o jornalismo se encontra. Se hoje qualquer mortal pode filmar um acidente em tempo real e instantaneamente difundir o acontecimento em uma rede social da qual faça parte, a ética se perde aí no meio, não é fiscalizada. Dependemos apenas e somente do bom senso dos 'novos jornalistas', dos jornalistas autônomos, que fazem jornalismo por hobby e que são difusores de informação e não de opinião. Afinal, informação de qualidade nunca é demais.

Postado por Natália Vicentini

Jornalismo na WEB

Em meio a “era digital” o fluxo de informação é imenso. Tantos artifícios exigem uma especificação a mais do usuário: saber filtrar.

Na internet cada um pode ser o que quiser, a liberdade de expressão é usada ao “pé da letra”. Por isso, o cuidado ao consumir todo o tipo de informação deve ser levado em conta. A ética jornalística, geralmente, vem agregada a um nome de prestígio ou marca relevante na internet. Mas o conveniente seria que cada usuário tivesse agregado ao poder de expressão uma responsabilidade com o que é verídico. 

Afinal, na internet há espaço para a prestação de serviço como também para o entretenimento. Basta que essa diferença salte aos olhos de quem está consumindo-a.
No meio digital as coisas acontecem de maneira simultânea. As postagens não têm uma longa vida útil, entretanto ficam armazenadas para serem consultadas a qualquer momento. Para Pollyana Ferrari, autora do livro Jornalismo Digital “para uma ferramenta ser realmente útil, precisa permitir ao usuário completar a tarefa que se propôs”. Está aí um grande desafio na internet...

Cada usuário pode criar e divulgar sua própria notícia. Jerry Lonson, colunista do site On-line Journalism Review, afirma que “Na Web, os visitantes controlam praticamente tudo. Como internauta, cada leitor pode até se transformar em narrador. As histórias não começam e terminam simplesmente. Elas começam onde o usuário quer começar e acabam onde ele termina de ler”.


Com a Web os jornalistas tiveram que criar novas formas de escrever. O escritor deve conhecer o público e manter o foco nas necessidades e expectativas do leitor. Além do texto a internet possibilita um leque de opções ao jornalista para tornar seu conteúdo mais atrativo. Ele pode usar áudio, gráficos, vídeo, links, entre outros recursos que busquem expor a notícia de uma maneira diferenciada aos outros meios de comunicação.

Uma coisa é certa, a internet exige ainda mais criatividade dos profissionais do jornalismo. Nela os usuários têm o poder com apenas um click e opções é o que não faltam. Eles não se inibirão ao procurarem informação mais adequada ou completa. Afinal, no universo digital eles são livres e sem identidade declarada.

Por Danielle Silvano de Oliveira

Comércio Virtual - Compra Coletiva

Chega ao mercado a Compra Coletiva, novo tipo de serviço que tem ganhado espaço no mercado e que tem sido considerado o novo modelo de e-commerce no mundo. Uma ação simples, porém criativa, comprar em grande quantidade para ter vantagens na negociação.

Porém, os compradores podem nem se conhecer, mas possuem interesse pelo mesmo produto. O site faz a oferta, geralmente com desconto significativo, que pode passar de 80%, então os consumidores compram, e são serviços dos mais variados tipos, como restaurantes, salões de beleza, shows, teatros.

Negócio que começou em 2008 nos Estados Unidos e está ganhando o mundo, o tipo de venda baseada no conceito de oferecer preço muito menor para ganhar no volume de compradores pegou o internauta brasileiro de jeito.


Entre os sites de compra coletiva podemos citar o Peixe Urbano, Clickon,Citybest, Mega Oportunidade e o Zipme que é um site agregador, que reúne todos os sites de compra coletiva e mostra todas as ofertas do dia, por cidade.


Esta também torna-se uma grande oportunidade para esta Natal, comprar produtos de qualidade por um preço bem menor que o comércio comum. Além de oferecer super descontos e opções diversificadas, a praticidade e a oportunidade de um bom negócio são aliadas neste tipo de compra.


Mas a tradicional compra no comércio de rua e shoppings também esperam ansiosos o período considerado mais lucrativo, o Natal.

Em Blumenau, o comércio já iniciou a temporada de Natal. As lojas já estão com enfeites alusivos a data e variedade de produtos. A Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade espera que as vendas no Natal deste ano sejam 12% maiores do que em 2009.

Com a chegada do décimo terceiro salário, um impulso para o comércio, a expectativa é grande. Até o dia 24 de dezembro a correria atrás dos presentes deve permanecer, após o Natal, ocorrem as trocas dos presentes e logo após as tradicionais liquidações.
Comércio aquecido, boas oportunidades e clientes satisfeitos, uma combinação perfeita.
Confira na reportagem

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 10, 2010

Jornalismo: renovação e confiabilidade na internet

De tempos em tempos, renovam-se as maneiras de fazer algo. Com a comunicação, não é diferente. A forma com que as pessoas se comunicam muda de geração para geração. Mudam as gírias, seus significados, a até o modo de pensar e agir.

Atualmente, estamos vivendo algo ainda maior. Além da influência cultural, a tecnologia está nos levando a um patamar diferente na hora de expressar pensamentos, produzir e divulgar notícias.

É o jornalismo sendo renovado.

Isto é um grande desafio, tanto para jornalistas que já atuam desde o tempo da máquina de escrever, até para os estudantes, que discutem a convergência midiática em sala de aula, tentando se preparar para um futuro que não é possível prever. A adaptação é obrigatória. Ao mesmo tempo em que as notícias devem ser publicadas em tempo real, através da internet, a produção do material jornalístico também é feita através da rede.
E isto pode ser prejudicial, por desqualificar o jornalista. Além de abrir portas para qualquer um publicar o que bem entender, o jornalista perde a confiabilidade do leitor.

A nova geração comunicadora deve se desvincular da comodidade. Muitos deixam de ir à campo, porque as informações estão a um clique.
Ao se tornar um profissional, o estudante deve tornar-se uma referência, indo atrás das informações pessoalmente, para que ele se torne também uma fonte de consulta confiável.

Em sala de aula, a produção de muitos artigos é feita através de informações procuradas na rede. Isto pode tanto ser encarado como falta de ética jornalística, ou de seriedade na hora de produzir trabalhos para a faculdade. A comodidade e a falta de recursos para ir direto à fonte também são motivos válidos para que isto aconteça.

Este costume deve ser discutido e perdido, já que ao publicar seu trabalho na internet, ele corre o risco de divulgar informações frias. E se está informação está errada, dificilmente será corrigida. Com a velocidade da rede, ela pode dar a volta ao mundo em pouco tempo. Por isso é importante a discussão do jornalismo na internet. É preciso lutar para que o jornalismo digital conquiste também a confiança que grandes veículos impressos conseguiram.

Postado por Francielle Buzzi