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terça-feira, setembro 18, 2012

Gerações e tecnologia


Primeiro conheci o email, depois as salas de bate papo, mais tarde o Fotolog, MSN, Orkut, blog, YouTube, Flickr, Facebook, Twitter, e tantas outras que nem sei para que servem. Durante esse processo foram criadas novas linguagens (próprias da internet), emotions, comunidades, fóruns, grupos, curti, descurtir, seguir, adicionar. E com cada nova invenção, um aprendizado novo e uma febre mundial.

O email que no começo era checado a cada minuto, ficou abandonado até chegar à faculdade e se tornar uma profissional, daí por diante tornou-se indispensável. As pessoas que antes deixavam scraps no Orkut, hoje, te marcam no Facebook. A conversa do MSN também foi para o Facebook. E lá você ainda pode compartilhar fotos e vídeos.

Hoje as mídias sociais fazem parte do meu trabalho. E sempre tem alguém dentro da empresa que é o responsável por essa área, aquele que ama, vive e entende do mundo virtual. E não são só os da Geração Y, a Geração X também busca o aprimoramento neste meio.

O convívio no dia a dia, com pessoas de diferentes gerações, é sempre uma experiência nova, tantos dos mais velhos, quanto dos bem mais novos.

É muito interessante saber como as pessoas viviam sem o celular, o computador, as câmeras digitais, os iPods, iPhones, iPads, mesmo que seja uma realidade tão distante.

Ao mesmo tempo, por mais que eu tenha acompanhado parte desse processo tecnológico, muitas coisas ainda parecem gregas. De uma hora para outra os celulares passam a ter apenas um botão, o computador pode ser carregado na bolsa e a comunicação com o mundo inteiro se torna possível através desses meios.
Pelos desafios e por tudo que posso perceber no dia a da, a melhor opção é buscar o aperfeiçoamento de acordo com as mudanças. Cada geração vai conhecer um pouco mais sobre o seu tempo. E as pessoas não devem parar nele. As coisas mudam e o mundo muda. E tanto no trabalho, quanto na vida pessoal e acadêmica, as novidades sempre acham um jeito de fazer parte do nosso cotidiano. Principalmente para nós, futuros jornalistas que precisamos estar ligados no mundo.

Postado por Letícia Oberger

quarta-feira, setembro 05, 2012

Candidatos de Blumenau aderem às redes sociais

Foto: Juliane M. Costa \ Reprodução blog Usina de ideias
As mídias sociais tornaram-se o foco e o meio pelo qual as pessoas se comunicam sobre qualquer assunto. As redes ditam o quê ou quem está no auge, além da repercussão de informações e opiniões ser imediata, chegam aos smartphones e computadores numa questão de segundos.

Nas eleições municipais 2012 não pode ser diferente: a grande maioria dos candidatos da cidade de Blumenau tem perfis em redes sociais como o Twitter, Facebook e até canais no Youtube.  Apesar de ainda alternarem entre o perfil do candidato e o particular, muitos candidatos a vereador da cidade não deixam de alimentar dados em seus perfis. O candidato pelo Vicente Marquetti (PSDB) é um dos que utiliza o Facebook para disponibulizar vídeos e informações sobre sua campanha.  Altair Pimpão (PV) é outro que frequentemente posta informações de sua campanha a seus seguidores.

O alcance da internet no Brasil foi divulgado recentemente em uma pesquisa do Ibope, em parceria com a Nielsen Online,  afirmando que o número de pessoas com acesso à web no país chegou a 82,4 milhões no primeiro trimestre de 2012: um aumento de 5% em relação ao mesmo período de 2011. Isso indica que aproximadamente 43% dos brasileiros têm acesso à internet.
E  desta forma os candidatos tentam se aproximar de seus eleitores e da imprensa por meio do Facebook, principalmente.  Analistas de mídias sociais acreditam que um simples post nas redes sociais pode decidir uma eleição, seja ele a favor ou contra o candidato, tamanha a influência que as mídias sociais vem exercendo.

Caroline Rhenns (PP), a candidata a vereador mais jovem de Blumenau também é adepta das mídias sociais como auxílio a disputa. É certo  a internet permite ao candidato conhecer mais seu público e passar a tratá-lo de maneira mais próxima, diferente de como ocorre na televisão ou no rádio.
Por Juliane Mateus Costa

domingo, outubro 02, 2011

Redes Sociais se tornam aliadas dos Políticos


 A internet e as redes sociais vieram como uma revolução na política do Brasil pois, escândalos que antigamente demorariam meses, talvez anos para serem descobertos, agora aparece em segundos diantes dos nossos olhos, tudo isso graças a web.

As pessoas costumam dizer que no passado não havia tanta corrupção como existem nos dias de hoje mas a verdade é que existiam sim, a diferença é que as informações eram “colocadas para de baixo do tapete”, agora com o avanço das mídias digitais, não tem como esconder as informações e o mais assustador, elas demoram somente alguns segundos para aparecerem nos sites,a internet se tornou uma ferramenta indispensável, através do Twitter podemos começar manifestações sem sair de casa.

Um exemplo recente disso foi a ação anticorrupção que saiu do virtual e foi as ruas se tornando real ,um grupo inconformado com tanta corrupção na política brasileira, usaram as redes sociais para conseguir mais pessoas, no Facebook juntaram mais de 30 mil pessoas.

Além desse lado, a web 2.0 pode ser um aliado aos políticos, que descobriram nessa ferramenta uma maneira de se promoverem,os responsáveis pelo marketing do político ou candidato é que geralmente cuidam dessa parte.
São criados perfis nas redes sociais, a onde o político sabe o que o seu eleitor pensa e o que ele quer.

Vale lembrar que no Brasil só em Agosto foram registrados 2,2 milhões de novos acessos a internet  nosso país  lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, com isso cresce a procura por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais, cirando sites, blogs, e outros contatos com os eleitores.


O PT saiu na frente dos outros partidos, ao manter um portal com vários colaboradores para a toda hora, alimentarem ferramentas todas as redes sociais, com informações, notícias e videos com matérias sobre as pessoas do partido, com isso quando os internautas forem pesquisar em sites de busca sobre o candidato,mostre somente coisas positivas sobre o politico.


Foto: Google Imagens

Por: Jaade P. de Andrade Soares

 

sexta-feira, setembro 23, 2011

Política e a Web 2.0

Desde a segunda metade desta década, mudanças vêm ocorrendo na web, no jornalismo e no modo de se comunicar na rede. Simplesmente divulgar conteúdo já não é o bastante, e agora, além de se fazer conteúdo, e inovar, e necessário também interagir. Foi com este intuito que surgiram as redes sociais, que definem a Web 2.0. Ao invés de vir como uma substituta da “web comum”, a Web 2.0 surge para agregar algo de novo ao que estamos habituados, e complementar aquilo que já temos.

Dessa forma, está se tornando possível que haja uma maior comunicação entre os usuários da rede, com maior intensidade que existia até certo tempo atrás. Além de se compartilhar informações, também se faz presente atualmente o debate relacionado a estas. Hoje em dia, uma ideia não fica sozinha na internet. Surgirão palpites, sugestões de melhoria e iniciativas de execução desta ideia, tudo baseado em comentários daqueles que ficaram sabendo.

Pensando assim, muitas pessoas passaram a explorar esta nova web e utilizar estas novas ferramentas. Começando com os usuários mais freqüentes da web, os chamados “internautas”. São aqueles usuários mais comuns, que acessam de suas próprias casas. No entanto, essas ferramentas posteriormente passaram a ser utilizadas por empresas, companhias, bem como instituições, como governos.

Facebook, Orkut, Twitter, são as chamadas redes sociais que surgiram nesta primeira década do milênio, modificando a web. O primeiro tem um caráter mais de “reunião de amigos”, proposta com o qual foi criado. Porém, com seu avanço, tornou-se a rede mais utilizada no mundo, com personalidades criando perfis para divulgar seu material e ser “curtido”, na linguagem do site; o Orkut é semelhante ao Facebook, mas tem um foco mais social e simples, e já está caindo em desuso, após uma grande popularidade. As limitações do site fizeram com que os usuários migrassem para redes mais complexas e abrangentes, onde perfis mais elaborados pudessem ser criados. E por último, o Twitter, a rede social do momento, que tem um conceito mais informativo. Os usuários buscam esta rede para postar suas idéias, divulgar seus conteúdos, e assim, colocá-los para debate. O imediatismo do site também é um diferencial, com postagens na hora, e cobertura de grandes eventos, que são discutidos e analisados em primeira mão pelos usuários.
                                              
Políticos do Brasil nas redes sociais

Com a disseminação das redes sociais, até mesmo os políticos tiveram sua atenção voltada para as constantes mudanças da web e avanço da web 2.0. Para se aproximar do seu público, grandes personalidades deste segmento procuraram criar perfis no Facebook, perfil próprio no Twitter, a fim de manter contato com aqueles que fazem suas carreiras: os eleitores.

Como grande diferencial nas campanhas eleitorais recentes, o twitter foi a ferramenta mais utilizada pelos políticos no ano de 2010. Marina Silva, acumulou votos da maioria jovem no país. Com uma campanha, vista por muitos como inovadora, a candidata do PartidoVerde (na época) recrutou ainda mais eleitores na rede social. Bem como JoséSerra, com updates diários em seu perfil.

Dessa forma, e usado de maneira mais sábia, o twitter contribuiu para a campanha destes candidatos, a nível nacional. O mesmo se repetiu nas campanhas estaduais, com governadores, senadores, e deputados. Mesmo após as eleições e o período de campanhas, os políticos continuam a se conectar, com o intuito de manterem-se antenados com o que a população pensa, e assim, estar mais próximo da comunidade e quebrar o estigma com que são vistos, geralmente de maneira ruim pela sociedade.

Por Matheus Gritten
Fotos: Divulgação

quarta-feira, setembro 21, 2011

Políticos do Brasil não sabem usar rede sociais

O passo principal para a grande revolução das mídias veio em 2004, quando surge a Web 2.0, termo usado para designar a segunda geração de comunidades e serviços e trazendo aplicativos baseados em tecnologia da informação e rede sociais. Os impactos da internet nas empresas e práticas jornalísticas foram rapidamente percebidos com a popularização da web 2.0. O envolvimento de cidadãos comuns, antes considerados meros leitores, na publicação e edição de conteúdos jornalísticos tem se tornado uma prática cada vez mais comum.

Além disso, muita coisa vem mudando nesses tempos de internet, e agora vemos cada vez mais políticos aderirem as novas redes sociais para se comunicarem com seu eleitorado. Para a geração que cresceu assistindo propaganda política na TV, comandadas pelos mestres da publicidade, ter acesso direto aos seus candidatos representa um grande passo.

Um dos maiores exemplos de sucesso dessa nova propaganda eleitoral é o do Presidente dos EUA. O Twitter foi uma das ferramentas escolhida por Barack Obama para apresentar suas idéias durante o período que precedeu as eleições.

O governo americano também tentou, sem muito sucesso, abrir um canal de opinião para a população para a definição da nova “cara” do governo no século 21. Mesmo tendo atingido apenas algumas milhares de pessoas, muitas delas com algum envolvimento político, a ação é positiva e pode abrir caminhos futuros para essa relação.

No Brasil, algumas medidas vêm acontecendo como a liberação do uso de e-mail, blogs, sites de relacionamento e até do Twitter nas campanhas eleitorais. Alguns políticos, como o ex- governador de São Paulo José Serra pode ser seguido no Twitter.

Para o superintendente de jornalismo e esportes da Rede TV!, Américo Martins, os políticos do Brasil não utilizam corretamente as redes sociais. Ao participar de um painel Congresso de Comunicação Mega Brasil, ele citou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como exemplo de figura pública que soube se inserir na nova plataforma de mídia.

No Brasil, durante as eleições do ano passado, não vi isso (a interação dos candidatos com os internautas presentes nas redes sociais). "O que acompanhei foram políticos conservadores querendo ter o mesmo discurso tradicional, que usa em outros lugares, nas redes sociais", avaliou Martins, durante sua apresentação no evento realizado em São Paulo.

Além do Brasil, o profissional da Rede TV!, com passagem pela BBC, disse que a região do Reino Unido também sofre com os mesmos problemas quando o tema é a forma com que os políticos encaram as redes sociais. "Eles estão na plataforma, mas querem impor suas mensagens. Não dá certo", declarou

Nos resta agora acompanhar as próximas eleições e ver como se dará a campanha on line. Será que entrarão os marketeiros de plantão com sua força? Ou veremos um debate mais aberto com os candidatos? É esperar pra ver! O que conta mesmo é que os canais estão aí, acessíveis a todos e, com isso, torna-se cada vez mais fácil questionar, debater e esclarecer questões.

Jailson Angeli

quarta-feira, novembro 10, 2010

Troca- troca: um clique por informação

Os reflexos da louca mudança cultural estão por toda parte, basta um clique. O século XXI promete ser de revolução na era da comunicação. Já é. Segundo o Ibope/Nielsen, dezembro de 2009, são 67,5 milhões de internautas brasileiros e as convergências midiáticas fazem parte desta revolução: jornais, revistas, programas de TV e rádio têm a linguagem adaptada para o mundo digital.

Conectado a internet, com apenas um clique, você lê o jornal favorito no seu PC, iPad, notebook sem precisar sair de casa, ou ir à banca, ou sem correr o risco de ficar sem a informação porque naquele dia não foram feitas a entrega do jornal, da revista... Sem contar o imediatismo do jornalismo em tempo real. Ocorre algum nascimento, catástrofe, morte, revoluções, as redes sociais (como o twitter, por exemplo) já estão dando a notícia em primeira mão.

Imediatismo, inclusive, parece ser a palavra de ordem do momento. Enquanto escrevo meu artigo, de vez em quando, verifico o meu twitter para saber o que anda acontecendo no mundo. Um clique aqui, uma troca de informação ali. Os grandes jornais já entenderam o recado e há tempos estão se adequando a este novo mercado, o mundo “virtual”.

O que não dá para esquecer é da ética e da responsabilidade na informação, que também cresce, afinal, ao mesmo tempo em que morre uma notícia (que poderia ser o enredo de uma semana) um simples comentário pode se tornar motivo de assunto para uma semana inteira. Quem decide agora é o interlocutor, que acompanha, que segue (sites, twitter, blogs, facebook...) e ao mesmo tempo emite sua opinião. Tornando o leitor/consumidor, mais crítico e participativo.

Ops! Um momento... O mundo virtual me chama, volto logo!

Por Eliane Pereira