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quarta-feira, novembro 20, 2013

Desafio Profissional

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Hoje não se trata mais de ser apenas um jornalista, que senta e escreve, o profissional se transformou em um jornalista digital, do simples papel e caneta, para o mundo da tecnologia.

Uma revolução está em curso com isso um novo tipo de vida para o profissional e para o mercado de trabalho, não existe limitação na hora de criar, apenas de exportar para algum aparelho é que se torna um grande desafio.

quarta-feira, outubro 05, 2011

O domínio da Geração Y

Eles nasceram no meio da revolução da internet. São multitarefas, adoram trocar ideias, sonham em conciliar lazer e trabalho e são extremamente ligados às tecnologias e às novas mídias. Além disso são impacientes, preocupados com si próprio e acham possível construir um mundo melhor. A geração Y, nascida entre os anos 1980 e 2000, debate sobre qualquer tema e faz as coisas do seu jeito. É assim que eles estão virando de cabeça para baixo o mercado de trabalho.
Esses jovens não tem bandeiras e não são como os das décadas de 60 e 70, mas estão provocando uma revolução com a mesma força daquelas vividas na história. Eles sabem que as normas do passado não funcionam nesse milênio e, sozinhos, estão inventando as novas.

Dentro de todos os supostos “problemas” criados por eles o mais crítico deles é o emprego. Na empresa onde trabalho é possível notar essa diferença. Os setores ficam bem dividos. A parte administrativa concentra um grupo maior de baby boomers. Tem aqueles da geração Y perdidos no meio. Mas, por ser uma empresa de comunicação a idade não é um grande problema. Pois todos estão antenados nas novas mídias e nas novas tecnologias. A parte mais ligada ao jornalismo é recheado de jovens Ys. Os colegas de trabalho estão sempre conectados a tudo que tem de novo no meio. E o compartilhamento das informações colobora para que os novatos não se sintam excluidos e também aprendam a estar mais ligados.

Mas não são todas as empresas que conseguem se adaptar com essa garotada. Principalmente o setor de RH tem as maiores dificuldades. A geração Y não veste a camisa com a mesma gama que os baby boomers– nascidos entre 40 e 60. Os jovens irreverentes fazem o que sentem prazer. Eles têm pressa em ser reconhidos profissionalmente e por isso não esperam por promoção, pulam de emprego para outro. Pelos mais experientes são considerados desatentos, superficiais, egoístas, distraídos, mas isso tudo é um diferencial.

Antigamente trabalhar horas demais era dedicação. Para a geração Y é incompetência. Por mais que amem o trabalho, eles têm uma vida fora dele e preferem não trocá-la por nada. Por isso, tudo é muito instântaneo. Mas, apesar dos vários “apelidos”, são profissionais estremamente éticos e priorizam as relações humanas.

Por terem nascidos em “berço digital”, os jovens dessa geração preferem mandar um e-mail do que telefonar. Para eles seria muito melhor se as reuniões nas empresas fossem pelo skype, twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que possibilitasse essa conversa pela internet. Essa foi a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com o pai filmando seus primeiros segundos de vida. E a internet também possibilitou a esses jovens capazidades para, enquanto estudam, por exemplo, ler notícias, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa de quem está ao lado. Para eles a velocidade é outra. São motivados por desafios e necessitam obter resultados quase que imediatos. Isso os deixa vários pontos a frente no mercado.
E por causa deles, as empresas estão se reorganizando. A importância de seus valores e a vida pessoal, características próprias desses profissionais, fazem com que as organizações comecem a flexibilizar as hierarquias, agindo em rede e priorizando a ética e a responsabilidade social. E, se antigamente a questão era saber equilibrar a vida íntima com a profissional, hoje isso não é nem sequer questionado. A vida fora do escritório é muito mais importante. E assim eles vivem mudando constantemente o mundo e acreditam que o futuro será brilhante.

Por Erivelton Schmidt
Foto: Divulgação

sexta-feira, dezembro 03, 2010

E-comerce

Se você acha que para economizar a hora na das compras é preciso caminhar muito, perde horas indo de loja em loja e ao fim de tudo isso enfrentar fila no caixa para pagar é porque não conhece a nova modalidade de compra. A compra coletiva.



A compra coletiva é uma modalidade de comércio eletrônico onde o cliente se cadastra no site que reúne vários estabelecimentos como restaurantes, bares, spas, lojas e bares conveniados. O objetivo é oferece produtos e serviços, para um número mínimo de consumidores, com um super desconto. Mas é preciso ficar atento às condições para aproveitar o beneficio. As ofertas ficam disponíveis por tempo pré determinado e se número de pessoas não for atingido a promoção não válida.



Inspirado no modelo de e-comerce norte americano, onde o serviço já existe a mais de dois anos, surgiu o site carioca Peixe Urbano. O primeiro do Brasil. O serviço foi tão bem recebido pelos internautas que com apenas quatro meses de atividade, o site já atuava em quatro cidades brasileiras. Hoje 56 regiões do país contam com as promoções coletiva.



Inclusive Blumenau que além do Peixe Urbano conta também com as ofertas do GaloInacio, Megaoportunidade e OfertaVale.



Com o final de ano, os sites de compras coletivas, são boas opções para encontrar presentes para o Natal a preços bem baixos. Mas a tradicional compra no comércio de rua e shoppings também esperam ansiosos pela data mais importante do comércio brasilerio. Em Blumenau, as lojas já estão enfeitadas e com a chegada do décimo terceiro salário a expectativa é grande. A Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade espera que as vendas no Natal deste ano sejam 12% maiores do que em 2009.

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O Jornalismo hoje

As novas tecnologias a serviço do jornalismo são necessária e imprescindíveis, mas geram debates em torno da substituição do homem pela máquina e assusta aos profissionais que estão estabelecidos no mercado. Apesar da aparente novidade, a convergência midiática, no entanto, já acontece há muito tempo.

O jornal impresso incluiu a fotografia e hoje tem versões para internet e outros suportes. A tecnologia criou a descentralização da produção pois, em tese, qualquer pessoa com um celular ou uma câmera de vídeo pode gerar notícias.

A convivência da TV, do rádio e do jornal em um mesmo suporte, a internet, é um problema a ser resolvido, já que “cada suporte tem um formato peculiar”, afirma Marcelo Freire, mestrando em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia. O mercado de trabalho se torna mais competitivo, pois a tecnologia dá mobilidade e permite multi-funcionaidade aos profissionais da comunicação.

A convergência midiática não é apenas a transposição do formato de um veículo para outro. “A questão da linguagem é peculiar em cada suporte. A nova função do jornalista é dar sentido ao que publica na web e criar mecanismos para fidelizar o internauta”, conclui Marcelo.

Hoje existe também o jornalismo em tempo real. A expressão é uma figura de linguagem utilizada para associar a proximidade da instantaneidade com que a informação que é transmitida, do momento em que ocorre o fato que é noticiado ao momento em que chega aos receptores, sejam eles leitores, telespectadores ou ouvintes.

Para sobreviver a essa nova era na profissão, precisa estar preparado para enfrentar, com criatividade competência e ética jornalística os problemas do cotidiano, ser flexível, tolerante e atento às questões da diversidade cultural da nossa sociedade para evitar que a ética seja confundida com interesses escusos de algumas pessoas.

Mesmo com todas essas novas mídias e suportes para a divulgação das notícias, o princípio básico do jornalismo continua sendo o mesmo:  escrever para o seu leitor, exercitar a seriedade e a ética é a base da confiança que surge entre o jornalista e seus leitores.


Por Monica Souza

Jornalismo digital: A ética prevalece

A Comunicação Social passou por uma considerável mudança nos últimos anos e parece que a tendência é continuar. Deixando de lado o simples formato de informação que circula em jornais impressos, agora a informação pode expandir de forma intensa por diferentes canais e sistemas midiáticos: o jornalismo digital.

Hoje em dia os conteúdos das novas e velhas mídias se misturam, trabalham conjuntas. Há um cruzamento entre redes sociais e de massa, caracterizando a era da convergência midiática.

Em Cultura da Convergência, Henry Jenkins, propõe um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais percebidas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação.

Mas devemos saber que o jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e distribuição das notícias. Com isso, as mídias tradicionais, diante de uma nova exigência de mercado, precisam investir em novas tecnologias para acompanhar o ritmo das mudanças.

Fazer o jornalismo on-line  é um desafio diário, pois muita coisa acontece a cada dia, hora, minuto. O verdadeiro jornalismo não acaba,pelo contrário, somente ganha novos instrumentos.

Mas como profissionais da área, devemos saber lidar com essas novas formas de gerar informação, mas sempre lembrando as teorias repassadas a nós, para nossa formação profissional.

Seja no jornal impresso, televisão, rádio ou nas diversas redes que utilizamos na Internet, a ética deve prevalecer. Devemos lembrar que somos formadores de opinião e temos grande responsabilidade social.

Continuar abraçando esta causa é extremamente preciso para que nossa profissão tenha mesma essência: informação, veracidade e qualidade.

As matérias, seja onde será divulgada, deve ser antes de tudo construída com consciência, checagem de dados e informações. Porque nosso trabalho continua sendo a construção e dissiminaçanação da realidade.

Por Aline Marquardt

segunda-feira, novembro 29, 2010

Da Floresta para as Ondas Magnéticas da Internet

Futuro online é mais que real, Marcelo Tas já disse nos anos 80 que dentro de pouco tempo o mundo estaria se comunicando por ondas magnéticas. O Brasil ainda não é um dos países mais atualizados em tecnologia no mundo, mas progrediu muito nos últimos 10 anos.


As formas de se comunicar pela web são praticamente infinitas. São as noticias de rádios, telejornais e impressos que permitem ao leitor internauta navegar e se informar sobre tudo a sua volta, tecer comentários, publicar fotos , vídeos e até ter aula virtual, uma das últimas tecnologias para quem quer sempre aprender mais e não tem muito tempo de sair de casa ou do próprio trabalho. Tem as paginas de entretenimento que são as famosas comunidades do Orkut, twiter, face book, MSN e weblogs, que além de tornarem a pessoa mais popular entre os amigos servem para trabalho e lazer.

O acesso a internet possibilita a tecnologia ao alcance das mãos. Todas as classes sociais se unem, e o conceito social e político no país e no mundo se conectam, tornam se uma só linha de informações.

A rede da web ajuda muito na preservação da natureza, hoje índios tem acesso a internet. Isso é uma grande evolução para o Brasil, que é um país indígena e de terceiro mundo. A partir disso a sociedade interligada pode lutar por um mundo mais digno, em estrutura e direitos.

O triste é saber que em uma nação cheia de lugares lindos, com povos de varias raças e etnias, tem uma população com grande diferença social, pois o contraste de informação, igualdade e poder são distintos, e ainda existem pessoas que não tem acesso a internet. Parece tão distante , mas é uma realidade que está bem pertinho. O governo investe em educação, para massificar o acesso a internet e acelerar o desenvolvimento econômico e social, assim promovendo a inclusão digital, emprego e renda.

Dentro de aproximadamente dez anos, o esperado é que todos tenham acesso a internet gratuita, e respeitem a liberdade de expressão do internauta. Isso é um sonho brasileiro que pode não estar longe de ser realizado, pois segundo Marcelo Tas, a internet muda de ano pra ano muito rapidamente. Voltamos a falar da evolução dos indios, que deixaram o sinal de fumaça para teclar  na web,do meio da floresta para o futuro online,  sendo assim só resta dizer, que o ser humano só não faz o que não quer.


Por Laide Braghirolli - Acadêmica de Jornalismo

O natal do eu Posso

O natal é uma época do ano que todos se dispõem para comprar, pode ser algo simples para se presentear no amigo invisível ou um objeto de sonho muito almejado. Visando esse desejo de compra, por parte da maioria da população, a mídia entra com a “idéia “ de onde você pode gastar.


Os comerciantes entram na onda e a aproveitam a injeção de moeda liquida no mercado, para criar produtos e propagandas para atrair o consumidor, bombardeandos com todos os tipos de publicidade. Das mais básicas panfletagens nas ruas, avenidas e sinaleiras, a verdadeiros folders direcionados via correio eletrônico ou convencional a cada consumidor em potencial.

A propaganda aliada a vendedores comissionados gera uma situação de concorrência por consumidor. Há algum tempo atrás o consumidor fazia pesquisa e procurava o melhor custo e beneficio. Hoje ele e abordado e acuado a comprar.


Pesquisa realizada pelo instituto Data Popular mostra que quase 60 milhões de pessoas, a maioria da classe D já responde por boa parte da intenção de compra total dos principais itens de consumo, como TV de plasma, computador e geladeira. De cada R$ 100 gastos em móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, em 2010, R$ 44 reais são desta fatia da base da pirâmide. De acordo com o sócio diretor do data popular, Renato Meirelles “Este será o Natal do Eu posso.” Pelas facilidades e condições de pagamentos especiais ,pessoas compram tudo o que desejam, ou melhor, quase tudo.  O desejo das pessoas e na maioria das vezes atrelado ao que se fala na mídia. Todos na sua    maioria tem seus desejos pautados pelo que vem em filmes, novelas e até mesmo na internet

Nossos olhos são direcionados a gostar de um determinado produto desejá-lo e adquiri-lo, mesmo que venhamos nos endividar. Hoje, tudo se reduz a uma questão de marketing. A intenção do markteting nos dias de hoje não  simplimente vender  um  produto ,é criar um consumidor para seu produto .O Natal não é mais uma data de confraternização mas se tornou um desafio.Ganha que vende mais , comerciantes e gerentes de lojas  pagam  comissão  e distribuem  premios para o vendedor que mais atrair lucros para sua empresa.O consumidor está podendo compra com condições facilitadas,mas deve ficar atento para não compra gato por lebre. 
Por Wilson Pereira Junior

quarta-feira, novembro 24, 2010

Compra virtual ou não?

Lembra da correria de natal? Ruas entulhadas de gente, lojas lotadas, stress, correria pelo melhor preço e muitas vezes mau atendimento. Nos dias de hoje só fica nesse sufoco quem não tem acesso a internet, pois com tantas facilidades que a rede oferece, sair de casa pra quê?


Os Correios registram a cada ano crescimento no volume de entregas feitas por compras realizadas pela internet para o natal, durante esse período as encomendas tem volume 80% superior à média do restante do ano.

E a tendência é de alta para os próximos anos, em virtude do aumento do número de internautas, do barateamento de computadores e serviços de acessos à Internet. A comodidade para o consumidor, as facilidades oferecidas pelo comércio virtual também contribuem para o fortalecimento desse canal de compras.

Hoje existem inumeros sites que trabalham somente nesse processo, garantindo o melhor preço e o melhor produto. Basta um clic e alguns amigos para fazer a parceria na compra do ano! São os sites de compra coletiva. O MidiaBom publicou uma lista com alguns desses sites que oferecem esse novo nicho de mercado no Brasil. Confira aqui.


E mesmo com todas as facilidades que encontramos, existem aqueles que gostam do transtorno nas aquisições natalinas. Como se isso fizesse parte de uma tradição. Décimo terceiro nas mãos, férias e um mundo de lojas para visitar. Presente para um, lembrancinha pra outro e muitas sacolas a mais no final dessa jornada.

E como diz o velho ditado: O que seria do azul se todos gostassem do branco? O que para você pode ser uma comodidade, para outros não interessa e sim aquele velho hábito de tocar, cheirar e ver a etiqueta.

Comércios se abastecem de grande quantidade de mercadoria, sites criam novas maneiras de vender e todo mundo ganha, afinal, o natal ainda é a época do ano onde as compras crescem absurdamente. E vale apostar sempre na melhor oferta, seja ela virtual ou não.

Por Rose Leite

Conflito de gerações


Uma geração capaz de vencer todos os desafios e obstáculos em busca de um bom emprego. Mas, se aparecer outro melhor, lá vão eles.
Eles são jovens, criativos, espertos, ousados e estão sempre dispostos a aprender. Desafiam regras e tem a caraxterística de não respeitar hierarquia, além de adotar uma postura individualista na hora de atingir metas. Possuem rapidez de raciocínio e são capazes de absorver um grande volume de informações de diferentes assunto. Têm pressa em crescer na carreira e alcançar cargos de chefia, querem mais, sempre mais. Ficam frustrados se não são promovidos em até um ano após serem contratados e não querem que o trabalho seja sua vida. Sua meta é trabalhar se divertindo, ser promovido e ter liberdade.Exercem diversas funções simultaneamente e não gostam de monotonia e regras.
Estamos falando da chamada geração Y, das pessoas nascidas a partir da década de 80. Com pouco ligação a empresa em que trabalham, não hesitam em ir embora caso seus desejos não sejam correspondidos. Não esperam permanecer no mesmo emprego por muito tempo, gostam de desafios e enjoam com facilidade da função que exercem.
É uma geração muito diferente daquela que todos conhecem, onde fazer carreira dentro de uma empresa era o sonho de muitos. Seu surgimento é responsável por uma equipe eclética, que mistura gerações. Jovens e experientes exercendo a mesma função e dividino o mesmo espaço, de igual para igual.

Os conflitos internos passaram a ser comuns nas empresas devido a mistura de profissionais.O grupo dos baby boomers ou dos nascidos na década de 40, por exemplo, sempre foi obcecado pelo trabalho, gosta de regras, planejamento e ainda acredita nas longas carreiras em uma mesma empresa. O lema é “Eu trabalho para viver e não vivo para trabalhar”.

Diferente das antigas gerações a geração Y vem crescendo mais rapidamente porque exige constantes retornos dos patrões, nao têm medo de procurar o patrão para expôr ideias e dizer o que pensa.

É natural existir um choque entre as gerações mais antigas e as mais novas. O que não se pode aceitar é fazer de conta que essas diferenças não existem, cada profissional tem suas qualidades e valores diferentes. O valor de um profissional independe de sua idade, o mais importante é o respeito mútuo e valorizar o que cada um tem de melhor.

Confira a reportagem sobre o tema no site Pessoas de Negócios

Fonte de pesquisa: Administradores

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 17, 2010

Comércio Virtual - Compra Coletiva

Chega ao mercado a Compra Coletiva, novo tipo de serviço que tem ganhado espaço no mercado e que tem sido considerado o novo modelo de e-commerce no mundo. Uma ação simples, porém criativa, comprar em grande quantidade para ter vantagens na negociação.

Porém, os compradores podem nem se conhecer, mas possuem interesse pelo mesmo produto. O site faz a oferta, geralmente com desconto significativo, que pode passar de 80%, então os consumidores compram, e são serviços dos mais variados tipos, como restaurantes, salões de beleza, shows, teatros.

Negócio que começou em 2008 nos Estados Unidos e está ganhando o mundo, o tipo de venda baseada no conceito de oferecer preço muito menor para ganhar no volume de compradores pegou o internauta brasileiro de jeito.


Entre os sites de compra coletiva podemos citar o Peixe Urbano, Clickon,Citybest, Mega Oportunidade e o Zipme que é um site agregador, que reúne todos os sites de compra coletiva e mostra todas as ofertas do dia, por cidade.


Esta também torna-se uma grande oportunidade para esta Natal, comprar produtos de qualidade por um preço bem menor que o comércio comum. Além de oferecer super descontos e opções diversificadas, a praticidade e a oportunidade de um bom negócio são aliadas neste tipo de compra.


Mas a tradicional compra no comércio de rua e shoppings também esperam ansiosos o período considerado mais lucrativo, o Natal.

Em Blumenau, o comércio já iniciou a temporada de Natal. As lojas já estão com enfeites alusivos a data e variedade de produtos. A Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade espera que as vendas no Natal deste ano sejam 12% maiores do que em 2009.

Com a chegada do décimo terceiro salário, um impulso para o comércio, a expectativa é grande. Até o dia 24 de dezembro a correria atrás dos presentes deve permanecer, após o Natal, ocorrem as trocas dos presentes e logo após as tradicionais liquidações.
Comércio aquecido, boas oportunidades e clientes satisfeitos, uma combinação perfeita.
Confira na reportagem

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 10, 2010

O jornal impresso vai acabar?

Quero começar meu texto sendo o mais clichê possível. Porque é isso que, hoje em dia, define a tecnologia.

Para a nossa – a minha, pelo menos – geração, que não nasceu mergulhada na tecnologia, ainda pode haver algumas novidades. Celulares cada vez maiores para abrigar cada vez mais funcionalidades, computadores cada vez menores, objetos para acessar internet cada vez mais diferentes (como o iPad,o iTablet).

Porém existe uma geração que já está nascendo na modernidade, no conforto de ter que apenas apertar um botão para esquentar a comida, conforto de poder receber e trocar informação e interagir em qualquer lugar. Essa geração já nasceu esperando a novidade. Computador já é coisa do passado. Eles querem sempre mais.
Mas o que fazer com esse mais? Pra que esse mais?

A exemplo de Marcelo Tas, que em uma palestra a estudantes da USP, falou de sua trajetória da faculdade de Engenharia até o CQC, havia uma época em que não se tinha lugar para publicar vídeos, textos, e os estudantes também nem tinham tanta experiência, mas faziam as coisas, “metiam a cara”. “A TV Gazeta foi o meu YouTube" (sobre o primeiro emprego em uma rede de televisão).

Já no tempo de Luiz Nassif, que começou a trabalhar como jornalista há cerca de quinze anos, o leitor, o consumidor de informação, só tinha que acreditar naquele repórter que dava a notícia na televisão, naquele jornal principal de sua cidade, não havia muitos modos de contestar a informação que estava sendo distribuída.

Hoje, o consumidor de informação, ou seja, o leitor, o telespectador, se transforma em um personagem só: o internauta. Qualquer pessoa pode se tornar, também, um distribuidor de informação. E se duvidar, mais confiável até que algum veículo de informação. Um exemplo disso é o Twitter. Todo veículo de informação, nos modernos dias de hoje, tem site. E mais do que isso, tem a mais nova – ou não – ferramenta de comunicação em tempo real: o tal do twitter. Assim, quem atualiza o site, automaticamente atualiza o twitter, jogando na timeline de seus seguidores links de notícias fresquinhas. Vamos pegar como exemplo, o site de notícias da Globo, o G1. O Joãozinho, que é seguidor do twitter do G1, vê uma notícia em sua timeline. Clica no link, absorve o conteúdo e gera um comentário. Retuíta o link para os seus seguidores. Assim, mesmo quem não segue o jornal, vai saber o que Joãozinho está lendo e pensando neste exato momento. Mariazinha segue Joãozinho, viu seu retweet e também leu, absorveu e comentou sobre a notícia. E daí por diante. Na segunda-feira, quando se encontrarem no colégio, toda a turma vai estar por dentro do que está acontecendo no mundo.

Até mesmo os jornais impressos estão participando dessa transição midiática. Ano passado o Jornal de Santa Catarina passou a ter suas notícias parcialmente publicadas no site e também conta com seus colunistas utilizando espaços do site como blog, como os famosos Valther Osterman e Maicon Tenfen

Mas não é só um veículo de informação que gera notícia. Vejamos o exemplo de nosso colega Jaime Batista da Silva. Jaime trabalha como bancário, mas faz coisas que muito jornalista não faz. Jaime usa seu twitter para publicar links que direcionam o leitor ao seu blog, recheado de notícias sobre Blumenau, desde assaltos e mortes até fotos sobre o movimento nos principais cemitérios da cidade no dia de Finados. Jaime vai aos lugares, ele está lá, vendo, fotografando, tornando confiável o conteúdo de seu blog. Esse é só um exemplo de várias pessoas que hoje utilizam a internet como meio de publicar as coisas que vêem e pensam. Coisa que não existia há cerca de 20 anos.

Será que o jornal impresso vai acabar? Sinceramente, eu acho que sim. As pessoas que lêem jornal hoje em dia não vão durar para sempre. A humanidade tende a ir se adaptando às facilidades apresentadas como opção. E se a facilidade a que temos acesso é ler o jornal no aparelho celular, de manhã, debaixo das cobertas, porque não?

Por Bruna Carolina de Souza

segunda-feira, novembro 08, 2010

O jornalista e a internet

A Internet mudou a forma de fazer jornalismo. Criou novas possibilidades de captar, armazenar e distribuir informações, nascendo assim, um veículo de comunicação inovador, capaz de compartilhar diferentes formatos e permitir um nível de interatividade sem limites.

O mundo moderno produz uma quantidade cada vez maior de informação, interpretação e opinião este novo jornalismo surge com o crescimento da rede mundial.

Os programas de TV respeitam seus horários na emissora, mas são vistos a qualquer hora nos sites de vídeos, as revistas estão disponíveis nos endereços eletrônicos e os jornais diários podem ser lidos na integra. O tal “furo” de notícia pode ser dado por qualquer pessoa, o imediatismo das informações faz com que tenhamos a sensação de atraso constante. O jornal impresso se aprofunda na notícia com detalhes minuciosos e a rede de forma mais enxuta e direta nos bombardeia de informações. Temos acesso a tudo, a qualquer momento, sobre qualquer coisa.

O jornalismo na internet apresenta possibilidades de conteúdo como nunca existiu em qualquer outra mídia. A limitação do papel sempre foi um obstáculo enfrentado pelo jornal impresso, assim como a atualização de notícias e a impossibilidade de mostrar imagens e sons daquilo que se é contado. Com o jornalismo online atravessamos todas as fronteiras.

Ser jornalista neste mundo virtual é ainda mais complexo, você pode fazer o feijão com arroz, ou pode ser um super jornalista, atualizado, ágil, antenado e bem relacionado. Os jornalistas tradicionais que foram para a nova mídia tiveram que se ambientar neste espaço e aprender o que os recursos da informática podem oferecer para o conteúdo. Talvez este seja o segredo, estar conectado nas redes sociais, ter um mailing completo e estar atento às novidades oferecidas neste universo digital.

Personalidades como Marcelo Tas e William Bonner são algumas das pessoas que aderiram às redes sociais. Uma forma de se aproximar do público, de saber o que pensam a seu respeito e expor opiniões. O profissional nunca esteve tão próximo do seu público, a facilidade de acesso e a rapidez são as ferramentas essenciais neste contato.

Saber o que interessa ao meu público e de que forma eles consomem as minhas informações é o caminho do sucesso. Todas essas facilidades não dispensam a apuração dos fatos. A responsabilidade e a ética precisam estar em primeiro lugar, assim como um jornalista de jornal ou de televisão, a ética faz parte da profissão e não do suporte que você utiliza.

O bom jornalista é capaz de apurar, informar, esclarecer, surpreender e principalmente contar para o seu público o que ele quer e precisa saber.

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 03, 2010

A interatividade das redes sociais no trabalho do jornalista

De duas décadas para cá a vida do jornalista foi em muito facilitada. De telefonemas, mensagens de telex e viagens para encontrar fontes de informação a apenas um clique de deixar a matéria disponível para todo mundo e se comunicar por webcam com quem está a meio planeta de distância. A internet proporcionou mudanças drásticas no trabalho do jornalista, que agora tem a chance de manter uma interatividade muito maior com seus leitores, telespectadores e ouvintes.

As redes sociais são as principais responsáveis por este amplo contato entre os dois lados. Orkut, Facebook, Twitter e Blog viraram meios de o jornalista publicar e divulgar seu trabalho e/ou do veículo onde trabalha, de receber feedback dos leitores, telespectadores ou ouvintes, de contatar fontes de informação para as matérias e ainda interagir com os internautas. Há alguns anos, os consumidores dos veículos de comunicação apenas recebiam as informações fornecidas, sem chance, ou até interesse, de opinar sobre. Com a internet, essa interação tornou-se muito mais facilitada e incentivada por parte das emissoras, que precisam saber se os consumidores gostam do produto que está sendo ofertado especialmente para ele.

Na era da informação digital, a comunicação tornou-se um caminho de duas mãos: ao mesmo tempo em que o consumidor precisa dos veículos para se informar e entreter, os produtos precisam do internauta para continuar evoluindo e competindo no mercado conforme exige a demanda. Neste sistema, os consumidores ajudam as emissoras e editoras a melhorar e inovar seus produtos para que eles ainda tenham público fora do espaço virtual. Ao contrário do rumor de que a internet acabaria com o jornal impresso, por exemplo, ela acaba fortalecendo o veículo por meio da interatividade que promove entre ele e os seus consumidores.

Por Letícia Maria Klein

quarta-feira, novembro 11, 2009

A HISTÓRIA DAS COISAS

O mês de dezembro está próximo e com ele vemos o consumo desenfreado crescer a cada ano. Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista. Ele apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim. Vale à pena fazer uma reflexão. O vídeo foi bem produzido e tem uma linguagem de fácil compreensão para entendermos como funciona a sustentabilidade.



FONTE

Por Béio Cardoso

sexta-feira, novembro 06, 2009

CLICK ÁRVORE

O Projeto Click Árvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras, e agora também pela própria sociedade civil através de uma nova ferramenta de *e- commerce.

A Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril unem seus esforços neste Programa para captar recursos e convertê-los em árvores com a ajuda da Internet. Para cada click, uma árvore será plantada. Assim, pretendemos mudar o atual quadro de devastação da Mata Atlântica.
O clickarvore é uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, com o apoio de empresas patrocinadoras.

COMO FAZER

Para contribuir com o reflorestamento da Mata Atlântica, é só entrar no site oficial do projeto (www.clickarvore.com.br), cadastrar-se e plantar a sua muda. Você pode plantar uma muda de árvore por dia, e gratuitamente. O projeto é vital para que as matas brasileiras sejam protegidas, e para que possamos reconstituir o que já foi destruído.

*e-commerce: Comércio eletrônico e empreendedorismo; negócios pela internet.

Por Camila Iara Marcos

O Projeto Click Árvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras, e agora também pela própria sociedade civil através de uma nova ferramenta de *e- commerce.
A Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril unem seus esforços neste Programa para captar recursos e convertê-los em árvores com a ajuda da Internet. Para cada click, uma árvore será plantada. Assim, pretendemos mudar o atual quadro de devastação da Mata Atlântica.
O clickarvore é uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, com o apoio de empresas patrocinadoras.

COMO FAZER

Para contribuir com o reflorestamento da Mata Atlântica, é só entrar no site oficial do projeto (www.clickarvore.com.br), cadastrar-se e plantar a sua muda. Você pode plantar uma muda de árvore por dia, e gratuitamente. O projeto é vital para que as matas brasileiras sejam protegidas, e para que possamos reconstituir o que já foi destruído.

*e-commerce: Comércio eletrônico e empreendedorismo; negócios pela internet.

Por Camila Iara Marcos

sexta-feira, setembro 25, 2009

WEB 2.0 – Nós somo a máquina ou ela esta nos usando?

Por Béio Cardoso


Uma das principais características de um jornalista, sustentou Juan Luis Cebrián, é a sua curiosidade. Ele observa o mundo através das suas lentes culturais, sociais e o seu ângulo de visão é determinado pelo local de onde olha, que é o seu posto de trabalho.

O impacto sobre a atividade jornalística é inevitável. A mídia globalizada, o tempo real, o mercado da notícia, tudo está modificando as bases do trabalho do jornalista. O espaço para um caçador de notícias, analista de fatos e informações, o formador de opinião, cada vez é mais restrito.

Após essa breve introdução vamos ao assunto desse post: O paradigma Web 2.0. E não poderia faltar o famoso vídeo do professor Michael Wesch, criado inicialmente como ferramenta para suas aulas de Antopologia Cultural na Kansas University

Em entrevista a John Battelle, Wesch revela que o vídeo foi elaborado para fazer as pessoas refletirem sobre sua relação com a tecnologia. Se estamos apenas alimentando a máquina com dados ou ela está nos usando. Se aproveitamos a máquina para intensificar nossas relações com outras pessoas, então nós somos a web, nós fazemos parte da máquina. Vale a pena refletir e conferir!