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quarta-feira, setembro 14, 2011

UFC movimenta as redes sociais e Rede TV se beneficia do evento

Realizado no dia 27 de agosto de 2011 no Rio de Janeiro, o UFC (sigla em inglês para Ultimate Fighting Championship) foi transmitido ao vivo pela emissora Rede TV, pouco tradicional no meio televisivo, mas que foi a mais comentada durante o acontecimento do evento, acompanhado por milhares de telespectadores. Em uma sociedade nacional que está acostumada ao futebol, as Artes Marciais Misturadas (sigla em inglês, MMA) chamaram a atenção do público neste que foi uma realização muito importante para o esporte.

Com nomes brasileiros de peso como Maurício Shogun, Rodrigo Minotauro e Anderson Silva, o Aranha, o país pode ser bem representado no UFC Rio deste ano. Estes lutadores conseguiram chamar a atenção para a realização do evento, pouco tradicional para a audiência regular das emissoras de TV. Com o sucesso deste, muitas outras emissoras se interessaram em obter os direitos de exibição da competição, como a Rede Globo e a Rede Bandeirantes.

Tal fato nos remete a constante luta entre as emissoras pelos direitos de exibição de eventos esportivos, cada vez mais freqüente agora, com o crescimento do segmento e também uma disputa mais acirrada entre as emissoras de televisão. Com uma emissora de pequeno porte com um evento tão bem sucedido, as demais buscam apoderar-se deste trunfo.

Graças a Rede TV, o UFC pôde ser transmitido à grande massa através da TV aberta (o evento também foi transmitido no canal pago SporTV e no canal específico Combate). Liderando a audiência por 14 minutos, a emissora bateu as suas concorrentes com um conteúdo diferenciado, fugindo dos shows e demais conteúdos comumente exibidos. Com isso, centenas de milhares de comentários sobre o UFC foram ganhando espaço nas redes sociais.

No Twitter e no Facebook, a grande maioria dos usuários foi comentando em tempo real os acontecimentos do evento transmitido pela TV, mas que também estava disponível via Stream, meio de se assistir via web, também em tempo real. Porém, para esta, é necessário uma boa conexão.

O evento, portanto, movimentou as redes sociais, que foram comentando, discutindo e discorrendo sobre o assunto, abordando também novas temáticas. Debates como estes são comuns em outros acontecimentos, de maior notoriedade, como o Oscar e o semanal futebol, ou mesmo naqueles direcionados ao público mais jovem, como o VMA ou seriados de TV americanos. E, apesar de ser direcionado ao público masculino, o UFC conseguiu também o diferencial de chamar a atenção das mulheres.

É dessa forma que precedentes são quebrados com grandes realizações como esta: mesmo quem não estava assistindo, sabia o que estava acontecendo. As redes sociais acabam disseminando um novo tipo de jornalismo, mais amador e coloquial, como são as pessoas que estão postando, e as que estão lendo. Também, outros paradigmas e tabus são deixados para trás, como o pouco reconhecimento que pequenas emissoras de TV têm, a prática de esportes pelas mulheres, e o tradicionalismo do esporte nacional.

Saiba mais sobre o UFC no Site Oficial: http://br.ufc.com/

Aluno: Matheus Gritten

Bandeirantes e Globo começam a disputa para tirar UFC da RedeTV! em 2012


Com o crescimento do Ultimate Fighting Championship UFC, organização que agrupa o Mixed Martial ArtsMMA , aqui no Brasil, a Globo e a Bandeirantes já se preparam para adquirir os direitos da transmissão em 2012. A RedeTV!  liderou por 14 minutos a programação da TV aberta com 12,8 pontos no Ibope contra 12,6 pontos da emissora global, sendo que cada ponto é considerado como 58 mil domicílios na grande São Paulo. O tempo foi o necessário para os telespectadores verem a luta de Anderson Silva, conhecido com “Spider”, contra o japonês Yushin Okami, final que deu a vitória fácil ao brasileiro. Das outras sete lutas que envolviam brasileiros, seis deles foram vitoriosos, entre eles Maurício Shogun e Rodrigo Minotauro que venceram por nocaute.


O gás para o início da briga entre as emissoras se deu neste último fim de semana, onde a RedeTV! foi a única emissora de canal aberto a transmitir as lutas que aconteceram no Rio de Janeiro. O SPORTV da Canal Combate, ambos da TV fechada e pertencentes à Rede Globo, também transmitiram o evento.

A emissora global já poderia ter em suas mãos o direito de transmissão, mas não quis receber, há cerca de um ano, representantes da Cia de Lutas, organizadores do evento, para fechar o contrato. A Globo tem o costume de comprar os direitos de transmissão de vários eventos internacionais, mas não os transmite, tática para despistar a concorrência. Como exemplo é a compra dos direitos da Champions League, que em 2009 a emissora não passou os jogos do torneio, nem as suas fases semifinais, só dando ênfase para a final do campeonato. Nada preocupa a Globo contra o seu quadro geral, quase sempre imbatível e inalcançável. Geralmente quando alguém se aproxima demais no ibope, a emissora da um jeito de abocanhar o programa da concorrência e acoplá-lo de alguma forma a sua grade de programação.


No caso da Bandeirantes, a situação foi um pouco mais complicada. A emissora chegou a fazer uma proposta aos executivos da Cia de Lutas quase que em cima da hora. Os organizadores poderiam receber muito mais, só que a parceria de três anos com a RedeTV! pesou mais. Resolveram deixar como estava.


O UFC pretende fazer aqui no Brasil pelo menos quatro eventos por ano, aumentando ainda mais a especulação das grandes emissoras. Lembrando que o contrato termina da RedeTV! com a Cia de Lutas termina em dezembro deste ano, abrindo a porta para novas propostas de todos os canais!


Clique aqui para saber o que Ricardo Feltrin, colunista do site Uol, entende sobre tudo isso.


Por: Gustavo Woerner

quarta-feira, abril 13, 2011

Portal G1

Em tempos onde à internet e seus recursos estão sendo reinventados, muitas são as possibilidades dos portais de notícias de incorporarem novas tecnologias. O G1 absorveu essa demanda e fez o seu dever de casa. Para auxiliar aos usuários a divulgarem notícias do portal, criam endereços amigáveis das notícias facilitando o acesso - normalmente o link é o nome da matéria que o internauta vai visualizar. No final do texto, disponibiliza ainda um endereço alternativo, um atalho, menor, fácil de incluir em postagens de redes sociais. Com isso, dispensa a necessidade do usuário de copiar o endereço e recorrer a alguma ferramenta ou site para reduzir o link.

Grandes acontecimentos merecem destaque no portal mas, e se o usuário quiser ver todas as matérias relacionadas a um assunto? O G1 criou sua solução para isso. Grandes fatos ganham também, um endereço amigável para visualizar tudo o que estiver relacionado a ele. Como exemplo o g1.globo.com/revolta-arabe, /u2-no-brasil, /tragédia-em-realengo, e por ai vai.

Um dos diferenciais do site G1 é a sua disponibilidade de versões para os dispositivos móveis. Para cada dispositivo como celulares e iPads, o site apresenta uma versão adaptada, para que as pessoas possam interagir com as novidades onde quer que elas estejam. No universo das facilidades, onde a busca pela agilidade na informação é essencial, os endereços podem variar de um dispositivo para outro. Alguns sites trocam o “www” do endereço por “m”, enquanto outros preferem deixar o endereço normal e identificar apenas, que o acesso vem do dispositivo móvel. O site G1 é um dos sites de notícia que possui endereço diferenciado em dispositivos móveis: m.g1.globo.com.

Versão do G1 para tablets

O Site G1, possui os textos das matérias relativamente concisos. Há momentos, dependendo do tema abordado, em que os textos acabam sendo prolongados. O diferencial deste site de notícias, é que há em cada matéria, link e tópicos relacionando-as com temas relevantes a ela. O G1 também possui imagens e vídeos relacionados. Onde a dimensão do tema pode estar sendo percebida pelo leitor, no exato momento da leitura. As fotos matéria também são um diferencial, pois dão a ideia compacta da notícia. Sem deixar o leitor com a sensação de não ter entendido o tema. Há a galeria de fotos da semana, onde os principais fatos podem ser encontrados, de maneira ilustrada e informativa. Além disso, os leitores podem fazer suas críticas, sugestões e comentários sobre os temas, na sessão de “Comentários”.

O portal possui twitters para cada área. Na área de tecnologia, o twitter @g1tecnologia traz informações sobre as novidades tecnológicas do mundo e dos games. A divisão por segmento facilita para que a pessoa siga apenas o assunto que mais lhe interessa. Apenas o twitter é divido por área. As demais mídias sociais são gerais, como no Orkut e no Facebook. Todas as notícias que são publicadas no facebook através de uma frase, onde o internauta clica e é levado diretamente ao site G1 com a matéria na íntegra. No Orkut possuem mais de 5 perfis, porém não são oficiais. Não são postadas informações, apenas está aberto para que as pessoas possam adicionem como comunidade e usuário. De acordo com o site Tweetrank, o site G1 está em terceiro lugar entre os melhores do twitter do Brasil com 568.371 seguidores. Outro diferencial do site é a acessibilidade, onde as pessoas que tem deficiência visual também podem utilizar com mais facilidade, pois ela já especifica o tema.


Um dos pontos negativos do site G1 são algumas publicidades que aparecem logo que a pessoa entra no site. Elas sobrepõem a página, e você precisa buscar o botão de “fechar” que geralmente é no canto da imagem e de difícil visibilidade. Porém, o portal não apresenta muitas propagandas. Elas se encontram no canto direito da tela, e no rodapé Somente abrem, se forem clicadas.



Equipe:
Fabrício Theophilo Rigon Pereira
Francielle Andressa Pereira Furtado
Karina Beatrice Frainer