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quarta-feira, novembro 17, 2010

Compras Coletivas

Impulsionados pelas datas comemorativas de fim de ano os consumidores investem em agrados e aquecem a economia da região nessa época. As classes C/D, por exemplo, estão cada vez mais atuantes no mercado.  Um levantamento feito pelo Instituto Data Popular mostra que essas classes representam cerca de R$ 834 bilhões na economia. 

Pensando no poder de compra que as classes estão adquirindo com o passar do tempo foi criado sites de “Compras Coletivas” que estimulam a compra através de um click, além de proporcionar descontos que chamam atenção. 

A idéia de compra coletiva ganhou destaque no Brasil recentemente, mas já faz sucesso nos Estados Unidos. Segundo dados do IBOPE, em março desse ano eram apenas 123 mil, cerca de 0,3%, dos internautas que acessavam esse tipo de site.  Em agosto o número subiu para 3,6 milhões de pessoas. As vendas pela internet faturaram R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010. A expectativa é que no final do ano as vendas ultrapassem R$ 15 bilhões.

Um dos sites de maior destaque no assunto é o peixe urbano. O site, em parcerias com outras empresas, divulga produtos e serviços com preços abaixo do que custariam normalmente. Isso por que quanto mais pessoas compram o produto, maior o retorno para a empresa e para os consumidores. É divulgado uma “super-promoção” por dia. E o site usufrui das redes sociais para divulgar seus serviços ao seu público alvo.

Saiba mais sobre compras coletivas:

A novidade também já chegou a Blumenau e Região. No último dia 11, foi ao ar o primeiro site de compras coletivas da cidade. O megaoportunidade é voltado a oportunidades e descontos da região do Vale do Itajaí.
Confira a reportagem do Estúdio SC sobre a expansão do serviço na região:


Por: Danielle Silvano de Oliveira

Jornalismo na WEB

Em meio a “era digital” o fluxo de informação é imenso. Tantos artifícios exigem uma especificação a mais do usuário: saber filtrar.

Na internet cada um pode ser o que quiser, a liberdade de expressão é usada ao “pé da letra”. Por isso, o cuidado ao consumir todo o tipo de informação deve ser levado em conta. A ética jornalística, geralmente, vem agregada a um nome de prestígio ou marca relevante na internet. Mas o conveniente seria que cada usuário tivesse agregado ao poder de expressão uma responsabilidade com o que é verídico. 

Afinal, na internet há espaço para a prestação de serviço como também para o entretenimento. Basta que essa diferença salte aos olhos de quem está consumindo-a.
No meio digital as coisas acontecem de maneira simultânea. As postagens não têm uma longa vida útil, entretanto ficam armazenadas para serem consultadas a qualquer momento. Para Pollyana Ferrari, autora do livro Jornalismo Digital “para uma ferramenta ser realmente útil, precisa permitir ao usuário completar a tarefa que se propôs”. Está aí um grande desafio na internet...

Cada usuário pode criar e divulgar sua própria notícia. Jerry Lonson, colunista do site On-line Journalism Review, afirma que “Na Web, os visitantes controlam praticamente tudo. Como internauta, cada leitor pode até se transformar em narrador. As histórias não começam e terminam simplesmente. Elas começam onde o usuário quer começar e acabam onde ele termina de ler”.


Com a Web os jornalistas tiveram que criar novas formas de escrever. O escritor deve conhecer o público e manter o foco nas necessidades e expectativas do leitor. Além do texto a internet possibilita um leque de opções ao jornalista para tornar seu conteúdo mais atrativo. Ele pode usar áudio, gráficos, vídeo, links, entre outros recursos que busquem expor a notícia de uma maneira diferenciada aos outros meios de comunicação.

Uma coisa é certa, a internet exige ainda mais criatividade dos profissionais do jornalismo. Nela os usuários têm o poder com apenas um click e opções é o que não faltam. Eles não se inibirão ao procurarem informação mais adequada ou completa. Afinal, no universo digital eles são livres e sem identidade declarada.

Por Danielle Silvano de Oliveira

quarta-feira, novembro 10, 2010

O jornalismo na era digital


Antigamente era raro, vermos comentários sobre alguma coisa que não tenha saído no radio, jornal impresso ou na TV. Com passar dos anos os tempos mudaram hoje se fala muito de assunto vistos na internet.Muitos conteúdos da Web, infelizmente pautam a programação de  programas da  TV brasileira.O You tube é um dos mais comentados. Hoje entre os jovens é raro não ouvir alguém comentar sobre o programa em que Jô soares estava entrevistando e bebendo ao mesmo tempo. A maioria não assistiu ao programa, mas viu no You tube.

Este fato é um exemplo da força da internet. Agora falando em informação jornalística a situação se complica. Sempre existiu uma idéia e uma vontade de se saber a noticia de amanhã, até seriados com esse tema se criou. Essa busca louca pela informação que não aconteceu, se tornou quase real.A idéia agora e a noticia de hoje, de agora, do momento, do instante atual.Aqui mora a grande sacada e o grande problema.

No universo da internet, o jornalista não esta sozinho, todos os usuários das redes sociais são consumidores e fornecedores de informação, sendo ela real ou produto de imaginação dos mesmos. Em meio a tantos “ajudantes “ o jornalista se vê numa situação delicada .Para fornecer uma informação real, nova,e em tempo real de forma atrativa é preciso estar conectado as redes, e ter um diferencial .O jornalista deve fazer um texto criativo que faça com que o internauta flutue e se torne fiel a suas informações.

A questão ética deve ser observada pelo jornalista, texto iguais ou apenas com pequenas diferenças, são fáceis de serem encontrados. O jornalista deve usar todos os recursos, mas jamais usurpar textos e opiniões dos colegas.Deve fazer  com mérito e ser diferente.

Por Wilson Pereira Junior

quarta-feira, outubro 27, 2010

O avanço de acesso à internet

Pessoas e a divulgação de informações – a interação e transmissão de dados relevantes é conhecida desde sempre pelo homem e a necessidade de fazê-lo, é cada vez mais importante. Com formas limitadas e restritivas de passar adiante as notícias, estavam sujeitas a censura e a alteração da realidade, trabalhadas para vender uma história diferente. Em 1960 surgiu a idéia de uma rede mundial de computadores, que originou o que hoje é a internet.

Com o passar dos anos, a rede acabou se popularizando. O Brasil possui mais de 67,5 milhões de usuários. O mundo neste ano ultrapassará 2 bilhões, aproximando-se de um terço da população mundial. O primeiro contato de novos internautas acaba sendo as redes sociais.

O usuário e a internet

Nos primeiros acessos: a tentativa nas redes sociais. Muito popular no Brasil, o Orkut acaba sendo um dos principais canais de contato dos novos integrantes, tem hoje em torno de 35 milhões de usuários no planeta. O serviço de microblog Twitter (que permite o registro de frases de até 140 toques no teclado) também tem se popularizado. De 2009 para 2010 o serviço teve crescimento de 1460%, chegando aos atuais 44,5 milhões de pessoas. Estes canais acabam sendo muito utilizados para disseminação e divulgação de opiniões e de páginas pessoais, como Blogs.

A geração de conteúdo próprio promove grande revolução no acesso ao atual. Diariamente os internautas acabam realizando um grande filtro de relevância de conteúdo, escolhendo que sites de notícias, blogs e quais perfis do Twitter seguir. O contato facilitado com o público permite a grandes veículos e entidades, divulgarem suas marcas e idéias, usando o espaço para promover conceitos e opiniões.

Os resultados

Uma das grandes marcas das eleições presidenciais americanas, em 2004 foi pela primeira vez, o uso em massa da internet para promoção de um candidato. O democrata Barack Obama teve muitos esforços direcionados para esse veículo. Foi considerado o principal instrumento de captura de recursos para a campanha e conquista de votos pelo público jovem, que o elegeu. Mais próximo a nossa realidade, Marina Silva que concorreu a presidencia do Brasil, foi uma forte candidata com pouco tempo de propaganda eleitoral, se apoiou e apostou na rede para promover sua campanha - obtendo resultados. Alcançou picos de 80% de relevância da sua marca na web, contra 58% de José Serra e 57% de Dilma Roussef. Com este resultado, saltou dos iniciais 4% nas intenções de votos, chegando a 20%, com mais de 19 milhões de votos que foram decisivos para o segundo turno.

A internet gera a todo tempo informações, sendo recebida e repassada pelos usuários como verdades. Idéias benéficas ou negativas sobre pessoas e marcas são promovidos constantemente. O sucesso de divulgação e aceitação pelo público cria coro, que altera a opinião popular em muitos momentos. Uma mesma informação pode ser vista por vários ângulos de forma facilitada na web. Cabe aos usuários utilizarem das notícias disponíveis.

Ter acesso as informações, questionar o que foi recebido - confirmar por fontes oficiais e manter a veracidade ao divulgar os fatos. Todos os usuários acabam tendo importância fundamental no dia-a-dia da rede. Os jornalistas são referência, gerando conteúdo próprio, transmitem com a segurança necessária e imparcialidade para que, cada usuário possa tomar conhecimento sobre os fatos, antes de passá-los adiante.

Por Fabrício Theophilo