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quarta-feira, outubro 05, 2011

A geração nossa de cada dia


Dá pra fazer tudo ao mesmo tempo? (Foto: Google Imagens)
Quando o quarteto de rock britânico The Who lançou o single “My Generation”, em 1965, o mundo testemunhava mudanças comportamentais drásticas e transgressoras entre os jovens da época: os cortes de cabelo bem comportados e popularizados pelos Beatles começavam a perder espaço, e o movimento das roupas coloridas, dos cabelos sujos e dos chinelos de dedo dava seus primeiros passos rumo à majestade. Chamados de hippies (termo derivado da palavra em inglês hipster), os adeptos da contracultura acreditavam na preservação ambiental, na prática do nudismo, na libertação sexual e, acima de tudo, na paz e no amor. Diferentemente da geração anterior, estas pessoas questionavam os valores centrais vigentes nos Estados Unidos e não queriam saber de bens materiais. Trabalhar cercado por quatro paredes? Nem pensar. A rebeldia, enfim, reinava.

Exatos 46 anos se passaram. Hoje, o cenário é um pouco diferente. Os movimentos de comportamento esfriaram e, de repente, a personalidade deu o ar da graça. O que você é já não é definido por aquilo que você faz – são as suas características, preferências e particularidades que vão decidir o tipo de pessoa e de profissional que você vai se tornar.

Conflito de gerações

Na época da explosão populacional, depois da Segunda Guerra Mundial, quem dominava o espaço profissional eram os Baby Bommers. Estes profissionais formam a primeira geração que cresceu em frente à televisão, e que valoriza a experiência, o relacionamento duradouro e o padrão de vida estável; prefere qualidade à quantidade, não se influencia facilmente por outras pessoas e é firme e maduro nas decisões que toma. Os Baby Boomers podem ser classificados como opostos – mas, veja bem, dependentes - da Geração Y.

Conhecida pelos modos despojados, as roupas descoladas e a constante inquietação frente a tudo que acontece a seu redor, a Geração Y soma a fé nas conquistas rápidas e o sucesso prematuro às suas principais vertentes. À primeira vista, a tribo parece confiante demais, individualista demais, intrometida demais. Não se engane: estas pessoas estão tão conectadas a si próprias e fazem tantas coisas ao mesmo tempo, que é quase impossível acompanhar seus ritmos (a não ser, é claro, que você seja um deles). Este traço multifuncional é tão cotado e presente nas empresas contemporâneas, que não é raro presenciar pedidos de ajuda do chefe ao funcionário.



A Geração X, por sua vez, segue por outro caminho. Politicamente apáticas e refletindo a desilusão da geração anterior, estas pessoas buscam o equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal, sem dar muita importância para as formalidades no ambiente de trabalho. Ao mesmo tempo, mantêm a fidelidade aos seus ideais pessoais, e não aos da organização. Profissionais X também não veem com bons olhos um currículo de 20 anos de trabalho para a mesma empresa.

Preocupada com a conectabilidade com os demais indivíduos de forma permanente é a Geração Z, conhecida por ser tecnológica e virtual. Os adolescentes são adeptos a este tipo de personalidade, que emprega a vida dependente do computador, do celular, dos videogames e das TVs de alta definição. A vida destes jovens é regada a muita informação, num ambiente fácil, bem desenvolvido e habitado pelos amigos. O paradoxo é inevitável: ao mesmo tempo em que estão conectados a um número imensurável de pessoas, estão isolados e completamente sozinhos em seus mundinhos particulares.

E eu, onde fico nessa história?

Estamos em 2011. A internet, as redes sociais e o compartilhamento de informações frescas e rápidas nunca estiveram tão febris, e a vontade de crescer profissionalmente em um ambiente que consiga suprir nossas necessidades pessoais nunca esteve tão viva. Podemos pensar no mundo como um só corpo “hospedando” um número bastante significativo de ramificações geracionais. No fim do dia, os empreendedores e gestores precisam abrir os olhos e enxergar com clareza o que todo mundo vê: são as empresas as responsáveis pelo conforto do profissional em seu ambiente de trabalho.

Não é necessário desperdiçar tempo e dinheiro com um consultor organizacional, quando a resposta está bem diante de seus olhos. Por isso, fica a dica para os executivos e chefes do mundo todo: procurem descobrir qual é a melhor forma de se relacionar com seu funcionário. Não espere que ele vá lhe dizer o que há de errado na empresa, sabendo que não vai adiantar. Como já dizia a canção do The Who, mencionada no início deste texto: “Espero morrer antes de ficar velho”. Acredite: seu funcionário também pensa assim. Por isso, esteja aberto a novas sugestões de diretrizes e desista da ideia de que mudanças são ruins. Pelo contrário – elas são necessárias.

Por Camila Iara

quarta-feira, abril 13, 2011

Análise do site da Revista Claudia

A Revista Claudia é uma publicação mensal da Editora Abril, seu portal online  é um site voltado ao publico feminino, que aborda os assuntos mais relevantes da vida da mulher como: Moda, Beleza, Sexo, Família e Filhos, Carreira entre tantos mitos que envolvem esse universo.

De acordo com a análise realizada no site da Revista Claudia, podemos observar que participam das redes sociais visto que logo na Home Page estão localizados os ícones com links para Twitter, Facebook, Orkut entre outros.
 

As matérias no site não utilizam links nem mesmo negritos que pudessem auxiliar o site no crescimento de visitas através dos buscadores.

Quanto à acessibilidade o site utiliza muitos banner's em flash, o que dificulta muito a navegação através de softwares específicos para uso da internet por deficientes fisicos.
 
Os endereços das matérias não são URL amigáveis diminuindo a visualização através de buscas relacionadas aos assuntos específicos tratados pela revista, como este link:  ( http://claudia.abril.com.br/materias/4808/?sh=33&cnl=27 ) . Entretanto quando se fala das áreas da revista estas estão muito bem endereçadas facilitando a navegação por temas, como quando o internauta quer acessar apenas a sessão de saude ele pode digitar: http://claudia.abril.com.br/saude este endereço leva o visitante direto para as matérias de saúde.
 
Já o layout do site é bastante estruturado facilitando a navegação a partir de botões que identificam as diversas áreas do site, e também pelas matérias em destaque na capa, demonstrando na Home Page ainda as matérias mais lidas e as mais recentes.

As matérias tem espaço para comentários, integrando o publico que pode comentar as matérias que desejar.

Na página principal tem uma área com dicas sobre as matérias mais lidas, as mais comentadas e as de maior destaque, este campo pode ser visualizado no canto direito da tela auxiliando a navegação.


Alunas: Danielle, Francine e Katia

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O futuro é dos prodígios!


Quatro gerações diferentes já existem hoje em dia e mais uma se aproxima. Se essa situação é normal pra você, tudo bem. Mas, na verdade, não é e nem será tão simples assim. O conflito de gerações existente nos dias atuais acontece o tempo todo e em qualquer lugar do mundo.

Como assim?

Em um mesmo ambiente de trabalho está a Geração Tradicional, que são os nascidos até a década de 50; a geração dos Baby Boomers, nascidos entre 1951 e 1964; a geração X, nascidos entre 1965 e 1983 e a geração Y representada por todos nascidos depois do ano de 1984.

O turbilhão de ideias, opiniões, os inúmeros 'eu acho' diferentes dessas gerações que surgem em um ambiente de trabalho é o que chamamos de conflito. Como mostrar para o dono de uma empresa, que faz parte da Geração Tradicional, de que a ideia do indivíduo da geração Y de fazer um twitter para divulgar a empresa é a melhor opção? De fato, é complicado, pois tudo isso envolve costumes, cultura e hábitos, todos difíceis de se modificar.

Os filhos da Geração Tradicional eram dedicados e diziam 'amém' para tudo que a autoridade falasse. A maioria dos integrantes dessa geração são pessoas que, na época, eram recém libertados de um período de guerra, autoritarismo e escravidão.

Os Baby Boomers já são diferentes. Eles vem de um período pós-guerra em que o ideal era o otimismo e, ideais e pensamentos positivos povoavam as cabeças e ações desses cidadãos.


A Geração X não tem mais aquela ideia da Geração Tradicional de que autoridade tinha a ver com hierarquia. Na geração X a autoridade se conquista com competência. Já havia um pouco de tecnologia nessa época e, atualmente é a Geração X que domina a maioria das organizações. 

Mark Zuckerberg
A Geração Y é a de meninos e meninas prodígios que nasceram com tecnologia, informação e, consequentemente, mais conhecimento ao seu alcance sem se esforçar pra isso. Já dominam o blog, o Iphone, o twitter, são a geração do mouse. Quando menos se espera, aquele sócio majoritário está sendo substituído por um 'nerd' cheio de ideias e inovações, conhecimento tecnológico para alavancar uma empresa, um site, uma organização. Através das redes sociais, crianças, adolescentes e adultos prodígios, integrantes da Geração Y, se conectam ao mundo e, dessa forma, conectam o mundo a eles. O diretor do site de relacionamentos Facebook, Mark Zuckerberg, é a prova viva de como uma mente nova e aberta a ideias pode criar maravilhas.

Assim, frases como 'no meu tempo era assim' e 'mas meu pai dizia que...' se tornam vagas pro mercado de trabalho. O que tem impacto são as 'retwittadas', o último post de determinado blog e quais candidatos se inscreveram na vaga que foi colocada no facebook.

Postado por Natália Vicentini

Comportamento de Gerações

Quando o jovem começa em uma empresa, precisa aprender a lidar com as com picuinhas do mundo corporativo. O relacionamento com seus colegas, até a adaptação as tarefas, tudo deve ser pensado nesse processo de aprendizado, presente desde o processo seletivo até os últimos dias na organização.

 Uma das situações que mais pesa ao jovem é o relacionamento com pessoas de gerações diferentes.A maioria dos diretores e presidentes de empresas de grande porte e multinacionais nasceram antes de 1940 os chamados veteranos, são considerados rígidos e seguidores das regras aos mínimos detalhes.
A uma geração que segue os modismos e estão no auge de seu esplendor financeiro e intelectual chamados de baby Boomers, tem de 40 a 60 anos e tem como objetivo crescimento pessoal, saúde e bem estar.Indivíduos nascidos entre 1960 e 1980 são conhecidos por geração X.

Para essas faixas de pessoas a família e os amigos são as coisas mais importantes da vida.                                                                            
Geração Y valoriza mais ambiente de trabalho agradável que salário Essa geração foi a primeira a utilizar a tecnologia de ATM e internet Banking. A galera jovem causa espanto em muito adulto experiente, nasceram entre 1980 e 2000 são chamados de geração Y. São otimistas, não passaram por guerras nem grandes crises. Desde que nasceram utilizam computadores e celulares para tudo o que fazem, e estão sempre fazendo duas coisas ao mesmo tempo.
A geração X batalhou uma vida inteira para conseguir seu espaço e são fieis as empresas, a muitos ficam anos na mesma função não se preocupam em correr  atrás de novas oportunidades 

  Essas idéias e princípios diferentes de cada geração levam a uma agitação entre as gerações mais novas. O jovem agarra a primeira oportunidade que paga mais, não cria vínculos com empresas, para ele o que importa é a galera. Cabe ao gestor das grandes empresas a difícil tarefa de ser o intermediário dessas gerações, pois uma não vive sem a outra. O mundo dos jovens é mais complexo do que o dos adultos, mas estão mais preparados para enfrentá-lo e tem em suas mãos ferramentas melhores. Tem facilidades que seus antecessores do mercado sequer imaginavam que iriam existir.

Por:Wilson Pereira Junior

Gerações conflitantes

Há alguns anos, distanciava-se uma geração da seguinte por um espaço de tempo de cerca de 25 anos, segundo alguns especialistas. Este espaço de tempo está diminuindo cada vez mais. Hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada 10 anos. É cada vez mais comum ver pessoas de diferentes gerações convivendo e conflitando no mesmo ambiente de trabalho ou lazer.

Em 1945, os Estados Unidos e o restante das Forças Aliadas declararam vitória na Segunda Guerra Mundial. Os soldados voltaram pra casa, a economia americana encontrou uma força renovada ao fornecer mercadorias ao mundo livre para reconstruir suas economias e as pessoas se estabeleceram e começaram a ter filhos. Muitos filhos.

Desta explosão populacional surgiu o que passou a ser chamado de Geração Baby Boomer, expressão que vem de Baby Boom, ou, em tradução livre, Explosão de Bebês.

Essa geração sobreviveu à ditadura militar, viu chegar o rock’n’roll nos anos 50, experimentou todos os tipos de amor e drogas trazidas pelos anos 60.

Os baby boomers fazem parte de uma geração que respeitava e obedecia os pais e os mais velos sem questionar, demonstrando respeito pela família consolidada e “feliz”.

Almejam uma carreira sólida e duradoura em uma empresa de sucesso, apresentam maior preferência por produtos de alta qualidade, ao invés da quantidade e usam as experiências passadas – histórias de êxito dos pais e avós – como lição para o futuro.

Mas um tempo depois a geração dos boomers cresceu e deu à luz a uma nova geração, a Geração X. Eles nasceram aproximadamente entre os anos de 1960 e 1980.

Buscam a individualidade sem abandonar a convivência em grupo, buscam seus direitos e procuram conquistar a “liberdade.

Por sua vez assistiram – e lutaram – as Diretas Já, eram os “caras pintadas”, derrubaram o presidente Collor, sobreviveram à crise da inflação, viram a AIDS chegar e levar o ídolo Cazuza.

“Ele é apegado a títulos, apegado a cargos, gosta de deixar claro a posição em que está, porque, para ele, é mérito de muito esforço que ele teve”, diz Renato Trindade, presidente da Bridge Research, empresa paulista de pesquisa especializada no público jovem

É também a geração que viu chegar a Internet e a tecnologia tomar conta de tudo. Estão sempre conectados mas não sentem necessidade de buscar inovações a todo momento.

Veio então, a Geração Y, os filhos da Geração X e netos da Geração Baby Boom.

Essa geração - nascidos entre 1980 e 2000 - chegou com a democracia e economia brasileiras no lugar e mais conectados à internet que nunca.

São inquetos, procuram informação fácil e imediata, preferem computadores a livros, preferem emails a cartas, digitam ao invés de escrever, vivem em redes de relacionamento. Não tem medo de seguir em frente e passar para a concorrência se o atual emprego não os agrada.

Quando reunidos no mesmo local de trabalho essas três gerações podem gerar conflitos pois os mais velhos não aceitam ser chefiados pelos mais novos, não admitindo que esses, da Geração Y, possam ter maior conhecimento do mundo globalizado que não conhecem. Assim como os mais novos não querem apenas obedecer ordem e sim participar das decisões da empresa, opinar, discutir.

Para se entenderem, essas gerações precisam apenas se ouvir, discutir sem preconceito e com muito respeito.

Afinal, “idade não é documento”.

Por Monica Souza

terça-feira, novembro 30, 2010

Interagindo na rede


A tecnologia se desenvolve com a velocidade da luz...

"É decisiva para criar marcas de tempo”diz o educador Mário Sérgio Cortella, e completa "O intervalo entre uma geração e outra ficou mais curto, hoje, já se pode falar em uma nova geração a cada dez anos."

E a juventude vem com tudo, destemidos e principalmente com pressa, de viver e acessar, já nasceu antenada e não conseguem entender como as pessoas conseguiam sobreviver sem o Google.

“Se não tem no Google é porque não existe!" quando alguém soltou essa frase, achei ótima, porque se alguém em algum lugar do mundo, colocou algo parecido com o que procura em uma página, lista de discussões, fóruns, ou qualquer coisa que guarda histórico acessível por http, o Google encontra para
você (pode imaginar o tamanho do banco de dados para comportar isso?).

Atualmente a rede está cada vez mais popular, o acesso é fácil, notebooks, wi-fi.Por exemplo, nunca foi tão simples e rápido produzir e editar vídeos, publicar e divulgar trabalhos, opiniões, músicas, enfim interagir com o mundo do audiovisual.

O que tornou as pessoas mais descoladas e exibicionistas, por exemplo, os sites de relacionamento contribuíram com o desenvolvimento da fotografia, de vídeos caseiros ou independentes, onde o internauta, posta seus melhores ou piores momentos (dependendo é claro da personalidade e criatividade de cada um) para grupos de amigos, conhecidos, família e profissionais.

A melhor idade também se rende a internet, interagindo com os mais jovens. O mais incrível disso tudo é
ensinar os seus avós, a acessar a internet, navegar na rede e romper o receio á tecnologia, trocando
informações e experiências.


Por Priscila Gilinski.







segunda-feira, novembro 29, 2010

O natal do eu Posso

O natal é uma época do ano que todos se dispõem para comprar, pode ser algo simples para se presentear no amigo invisível ou um objeto de sonho muito almejado. Visando esse desejo de compra, por parte da maioria da população, a mídia entra com a “idéia “ de onde você pode gastar.


Os comerciantes entram na onda e a aproveitam a injeção de moeda liquida no mercado, para criar produtos e propagandas para atrair o consumidor, bombardeandos com todos os tipos de publicidade. Das mais básicas panfletagens nas ruas, avenidas e sinaleiras, a verdadeiros folders direcionados via correio eletrônico ou convencional a cada consumidor em potencial.

A propaganda aliada a vendedores comissionados gera uma situação de concorrência por consumidor. Há algum tempo atrás o consumidor fazia pesquisa e procurava o melhor custo e beneficio. Hoje ele e abordado e acuado a comprar.


Pesquisa realizada pelo instituto Data Popular mostra que quase 60 milhões de pessoas, a maioria da classe D já responde por boa parte da intenção de compra total dos principais itens de consumo, como TV de plasma, computador e geladeira. De cada R$ 100 gastos em móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, em 2010, R$ 44 reais são desta fatia da base da pirâmide. De acordo com o sócio diretor do data popular, Renato Meirelles “Este será o Natal do Eu posso.” Pelas facilidades e condições de pagamentos especiais ,pessoas compram tudo o que desejam, ou melhor, quase tudo.  O desejo das pessoas e na maioria das vezes atrelado ao que se fala na mídia. Todos na sua    maioria tem seus desejos pautados pelo que vem em filmes, novelas e até mesmo na internet

Nossos olhos são direcionados a gostar de um determinado produto desejá-lo e adquiri-lo, mesmo que venhamos nos endividar. Hoje, tudo se reduz a uma questão de marketing. A intenção do markteting nos dias de hoje não  simplimente vender  um  produto ,é criar um consumidor para seu produto .O Natal não é mais uma data de confraternização mas se tornou um desafio.Ganha que vende mais , comerciantes e gerentes de lojas  pagam  comissão  e distribuem  premios para o vendedor que mais atrair lucros para sua empresa.O consumidor está podendo compra com condições facilitadas,mas deve ficar atento para não compra gato por lebre. 
Por Wilson Pereira Junior

domingo, novembro 28, 2010

Conflitos entre gerações

Ainda existem pessoas que acreditam que ficar vinte anos em uma empresa é questão de orgulho. Mas para a geração mais jovem, o importante é estar atualizado. Eles defendem a idéia de que é preciso mudar, inovar, buscar sempre novas oportunidades. Esta é considerada a geração Y, que faz uso constante das tecnologias e se adapta a elas com grande rapidez.


Temos também a geração X, a que fica entre a Y e a Baby Boomer. Essa galera aprendeu com a forma conservadora dos mais velhos, conseguiu mudar um pouco esta postura, e agora, tenta adaptar-se a nova geração. A geração X tenta buscar um equilíbrio entre a garotada que inova tudo e aprende com mais facilidade, e os mais velhos que defendem idéias conservadoras.

É difícil dizer quem está certo e quem esta errado pois cada pessoa tem sua bagagem cultural. Enquanto os mais antigos acreditam que o modo certo é como aprenderam em sua época, a juventude trata esta geração como ultrapassada.

Se os conflitos entre as gerações ocorressem somente nas famílias entre pais, netos e avós, estes poderiam ser resolvidos mais facilmente. 
No entanto, a dificuldade maior é sentida quando esse tipo de conflito começa a ocorrer nos ambientes de trabalho.
As diferentes gerações muitas vezes não se entendem. A Baby Boomer, geração dos mais velhos, aquela que valoriza a experiência, constantemente tem problemas com a geração Y, formada por jovens de até trinta anos. Os mais velhos defendem seu modo conservador, os jovens defendem a atualidade, as tecnologias e inovações. E quem fica mais confusa ainda é a geração X, que fica entre as outras duas.  Esta, não consegue defender nenhum dos dois lados pois um está muito ultrapassado e o outro muito adiantado.

Este é um problema constante na atualidade. Nas empresas existem psicólogos específicos para resolver problemas de conflitos organizacionais. É comum haver conflitos entre pessoas de diferentes idades, pois gerações diferentes têm visões de mundo diferentes.
 O que os especialistas em terapia de grupo e psicólogos recomendam é o diálogo.

É preciso que um se coloque no lugar do outro, pelo menos para amenizar um pouco os conflitos. Esta é uma das dicas para manter a harmonia no ambiente de trabalho apesar das diferenças entre as gerações.

Por: Julcimery Schreiber

Geração Y e o mercado de trabalho

Conhecendo um pouco de cada geração:
Tradicionais (até 1945): é a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicado, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos.

Baby Boomers (1946 a 1964): são os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e , mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Tem relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros.

Geração X (1965 a 1977): nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década d 80, também se tornaram céticos e superprotetores.

Geração Y ( a partir de 1978): com o mundo relativamente estável, ele cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividade que não faz sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridade como se eles fossem um colega de turma.

Várias gerações misturadas, mas no mercado de trabalho a geração Y são pessoas que lutam por direitos iguais e almejam grandes posicionamentos dentro das empresas. Querem ser livres em todos os sentidos e lutam por um mundo melhor. São impacientes, preocupados com si próprios e em pouco tempo vão tomar conta do planeta.

A geração Y sabe que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos. O lado negativo dessa geração: folgados, distraídos, superficiais e insubordinados, eles são pessoas que hoje em dia têm entre 20 e 30 anos. Que nasceram na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, estão acostumados a pedir e ter o que querem.

As empresas podem ser afetadas, pois, aquelas que são familiares e os controladores são da “Velha Guarda”ainda vivem da lembrança de que “no meu tempo era bem mais fácil” e está colocando dentro da empresa, já em processo de liderança, filhos ou parentes dentro do perfil Y, que desejam “liberdade” de expressão e ideias no local de trabalho.

O volume de pessoas da geração Y é grande e deve ser olhado com atenção, e se a alta direção da empresa (as grandes) ou os donos (médias e pequenas) não forem suficientemente hábeis para usar a parte positiva do comportamento dessa geração, pode se estabelecer uma gestão não muito favorável para o empreendimento. Entregar o volante e o acelerador para a “geração Y” sem um prévio planejamento da sucessão pode ser visto como um risco, mas um bom diálogo sobre as diferenças faz a diferença.

 
Por Eliane Pereira

quinta-feira, novembro 25, 2010

O menino chegou para ser o chefe

Pense no mundo em 1940. Agora pense no mundo em 2010. Atualmente, vivemos em um mundo altamente dinâmico, evolutivo e instável.

Os próximos cinco anos mudarão mais que os últimos trinta. Esta aceleração da mudança nos trouxe a necessidade de adaptação em vários campos da nossa vida, desde a forma de pensar, de se vestir, até a forma de agir.

Esta necessidade de mudar e adaptar-se são fatos. Porém, a forma como encaramos a situação e os resultados perante ela se tornam diferentes de pessoa para pessoa, e de geração para geração.

Quem nunca se deparou com uma pessoa de uma geração mais antiga, que por necessidade teve que aprender (com sacrifício), a usar um computador, e que até hoje ainda não o domina? E com aquela criancinha de três anos que, sem ninguém ensinar, já impressiona usando tal maquina? São pessoas que nasceram em diferentes épocas, e por isso, pensam diferente.

Assim como na vida, nas empresas é cada vez maior a interação entre as pessoas de diferentes gerações. O intervalo de tempo entre elas está diminuindo. E isto está trazendo conflitos dentro do mercado de trabalho, que está abrigando três gerações diferentes.

Os “baby boomers”, nascidos logo após a Segunda Guerra, aprenderam a valorizar a estabilidade e a experiência. A geração X, que nasceu entres os anos 60 e 70, viu a tecnologia chegar a suas casas e hoje valoriza as posições que ocupa. Já a geração Y, dos anos 80, quer mesmo é ir atrás da própria felicidade, sem medo de correr riscos.

A mentalidade organizacional e empreendedora de pessoas que pertencem à geração de “baby boomers” evolui e se adapta de forma diferente da geração X, e ainda mais da geração Y.

É como se a geração Y estivesse com a mania de olhar para fora da empresa, pensar nos seus sonhos e objetivos, e não se importar em criar laços, criar vínculos com a organização. Ela não tem a necessidade de se sentir segura no emprego, ou de “vestir a camisa” da empresa. Se há uma oferta de um concorrente que supri as metas e objetivos, ela não se sentirá mal em abandonar a empresa e perseguir seus sonhos.

 
Já a geração X, mais conservadora, valoriza a experiência. Não há como evitar o conflito.
As companhias buscam dinamismo, criatividade e resultados.  Para as gerações de vanguarda, é necessário ter boas idéias, buscar energia e não criar raízes, ou aceitar o fato de ter um gestor de 30 anos ou menos!

O Jornal da Globo fez uma série especial sobre Gerações, que você pode conferir abaixo.






Por Francielle Buzzi

quarta-feira, novembro 24, 2010

Conflitos de Gerações nas Empresas

Choques de culturas são constantes em nossa convivência diária. Dentro das gerações o processo é o mesmo: mudam os valores, aumentam as estranhezas. Esse é um dos grandes problemas de relacionamento que ocorrem nas empresas nos dias de hoje.

Jovens, classificados como Y, são hiperativos, dinâmicos e os meios de telecomunicações são seus companheiros diários. Esses jovens mudam com freqüência de empregos, atrás de novas oportunidades e objetivos. Isso tudo contraria os valores da geração X, mais conservadores e que valorizam a estabilidade e os anos de empresa. Acima dessa geração ainda há a dos “Baby Boomers”, classificados por aqueles que participaram da Guerra do Vietnã, a primeira geração que cresceu em frente à televisão.

Essas três gerações são como uma pirâmide, que juntas formam uma empresa e que devem permanecer unidas para gerar um crescimento. A questão é que essa “integração” muitas vezes gera conflitos. A maneira de trabalhar dessas gerações é distinta. O grupo Y, por exemplo, nasceu e cresceu acompanhando os avanços da tecnologia. Em função disso, eles fazem várias funções ao mesmo tempo: trabalham ouvindo música, conectados a redes sociais, entre outros. O grupo X, por sua vez, ao se depararem com essas cenas acham que o funcionário não está produzindo e às vezes levam tal atitude à falta de educação.

O gerente executivo da Serasa Experian, Elcio Trajano, explica essa forma de agir dos jovens: “Ele nasceu, cresceu, com estímulos, de música, internet, com amigos no colégio, isso vem para organização, é a extensão do dia a dia. É o que faz ter prazer, então ele está trabalhando aqui, é lógico, no seu local de trabalho, mas escutando uma música, escutando um som que ele gosta e isso só colabora, só estimula”.

Com a forma de se comunicarem e fazerem acontecer, os jovens estão ultrapassando as idades e chegando aos topos das corporações. A princípio há uma rejeição por parte dos mais velhos em serem chefiados por jovens com até 30 anos. Mas conforme vai passando o tempo os que querem se inovar precisam aceitar e incorporar as mudanças do mercado.



Confira a matéria do Jornal da Globo sobre o assunto:




Por: Danielle Silvano de Oliveira

Conflito de gerações


Uma geração capaz de vencer todos os desafios e obstáculos em busca de um bom emprego. Mas, se aparecer outro melhor, lá vão eles.
Eles são jovens, criativos, espertos, ousados e estão sempre dispostos a aprender. Desafiam regras e tem a caraxterística de não respeitar hierarquia, além de adotar uma postura individualista na hora de atingir metas. Possuem rapidez de raciocínio e são capazes de absorver um grande volume de informações de diferentes assunto. Têm pressa em crescer na carreira e alcançar cargos de chefia, querem mais, sempre mais. Ficam frustrados se não são promovidos em até um ano após serem contratados e não querem que o trabalho seja sua vida. Sua meta é trabalhar se divertindo, ser promovido e ter liberdade.Exercem diversas funções simultaneamente e não gostam de monotonia e regras.
Estamos falando da chamada geração Y, das pessoas nascidas a partir da década de 80. Com pouco ligação a empresa em que trabalham, não hesitam em ir embora caso seus desejos não sejam correspondidos. Não esperam permanecer no mesmo emprego por muito tempo, gostam de desafios e enjoam com facilidade da função que exercem.
É uma geração muito diferente daquela que todos conhecem, onde fazer carreira dentro de uma empresa era o sonho de muitos. Seu surgimento é responsável por uma equipe eclética, que mistura gerações. Jovens e experientes exercendo a mesma função e dividino o mesmo espaço, de igual para igual.

Os conflitos internos passaram a ser comuns nas empresas devido a mistura de profissionais.O grupo dos baby boomers ou dos nascidos na década de 40, por exemplo, sempre foi obcecado pelo trabalho, gosta de regras, planejamento e ainda acredita nas longas carreiras em uma mesma empresa. O lema é “Eu trabalho para viver e não vivo para trabalhar”.

Diferente das antigas gerações a geração Y vem crescendo mais rapidamente porque exige constantes retornos dos patrões, nao têm medo de procurar o patrão para expôr ideias e dizer o que pensa.

É natural existir um choque entre as gerações mais antigas e as mais novas. O que não se pode aceitar é fazer de conta que essas diferenças não existem, cada profissional tem suas qualidades e valores diferentes. O valor de um profissional independe de sua idade, o mais importante é o respeito mútuo e valorizar o que cada um tem de melhor.

Confira a reportagem sobre o tema no site Pessoas de Negócios

Fonte de pesquisa: Administradores

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 17, 2010

Comércio Virtual - Compra Coletiva

Chega ao mercado a Compra Coletiva, novo tipo de serviço que tem ganhado espaço no mercado e que tem sido considerado o novo modelo de e-commerce no mundo. Uma ação simples, porém criativa, comprar em grande quantidade para ter vantagens na negociação.

Porém, os compradores podem nem se conhecer, mas possuem interesse pelo mesmo produto. O site faz a oferta, geralmente com desconto significativo, que pode passar de 80%, então os consumidores compram, e são serviços dos mais variados tipos, como restaurantes, salões de beleza, shows, teatros.

Negócio que começou em 2008 nos Estados Unidos e está ganhando o mundo, o tipo de venda baseada no conceito de oferecer preço muito menor para ganhar no volume de compradores pegou o internauta brasileiro de jeito.


Entre os sites de compra coletiva podemos citar o Peixe Urbano, Clickon,Citybest, Mega Oportunidade e o Zipme que é um site agregador, que reúne todos os sites de compra coletiva e mostra todas as ofertas do dia, por cidade.


Esta também torna-se uma grande oportunidade para esta Natal, comprar produtos de qualidade por um preço bem menor que o comércio comum. Além de oferecer super descontos e opções diversificadas, a praticidade e a oportunidade de um bom negócio são aliadas neste tipo de compra.


Mas a tradicional compra no comércio de rua e shoppings também esperam ansiosos o período considerado mais lucrativo, o Natal.

Em Blumenau, o comércio já iniciou a temporada de Natal. As lojas já estão com enfeites alusivos a data e variedade de produtos. A Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade espera que as vendas no Natal deste ano sejam 12% maiores do que em 2009.

Com a chegada do décimo terceiro salário, um impulso para o comércio, a expectativa é grande. Até o dia 24 de dezembro a correria atrás dos presentes deve permanecer, após o Natal, ocorrem as trocas dos presentes e logo após as tradicionais liquidações.
Comércio aquecido, boas oportunidades e clientes satisfeitos, uma combinação perfeita.
Confira na reportagem

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 10, 2010

O jornalismo na era digital


Antigamente era raro, vermos comentários sobre alguma coisa que não tenha saído no radio, jornal impresso ou na TV. Com passar dos anos os tempos mudaram hoje se fala muito de assunto vistos na internet.Muitos conteúdos da Web, infelizmente pautam a programação de  programas da  TV brasileira.O You tube é um dos mais comentados. Hoje entre os jovens é raro não ouvir alguém comentar sobre o programa em que Jô soares estava entrevistando e bebendo ao mesmo tempo. A maioria não assistiu ao programa, mas viu no You tube.

Este fato é um exemplo da força da internet. Agora falando em informação jornalística a situação se complica. Sempre existiu uma idéia e uma vontade de se saber a noticia de amanhã, até seriados com esse tema se criou. Essa busca louca pela informação que não aconteceu, se tornou quase real.A idéia agora e a noticia de hoje, de agora, do momento, do instante atual.Aqui mora a grande sacada e o grande problema.

No universo da internet, o jornalista não esta sozinho, todos os usuários das redes sociais são consumidores e fornecedores de informação, sendo ela real ou produto de imaginação dos mesmos. Em meio a tantos “ajudantes “ o jornalista se vê numa situação delicada .Para fornecer uma informação real, nova,e em tempo real de forma atrativa é preciso estar conectado as redes, e ter um diferencial .O jornalista deve fazer um texto criativo que faça com que o internauta flutue e se torne fiel a suas informações.

A questão ética deve ser observada pelo jornalista, texto iguais ou apenas com pequenas diferenças, são fáceis de serem encontrados. O jornalista deve usar todos os recursos, mas jamais usurpar textos e opiniões dos colegas.Deve fazer  com mérito e ser diferente.

Por Wilson Pereira Junior

Oportunidades para todos

As vendas de Natal nesse ano devem crescer 10% a mais do que em relação a 2009. É a expectativa do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Blumenau, Paulo Cesar Lopes, segundo matéria da Rádio Nereu Ramos. Para que esse aumento se concretize, serão contratados 900 trabalhadores temporários, 300 a mais do que no ano passado. O setor de eletro-eletrônicos crescerá ainda mais de acordo com a CDL, com aumento esperado de 17% nas vendas.

O que proporciona o crescimento das vendas no fim de ano é a transformação que as classes sociais vêm sofrendo nos últimos anos. De acordo com matéria do programa de televisão Reclame, do canal Multishow, todos os diferentes tipos de consumidores têm grande potencial de compra.

A reportagem pode ser conferida abaixo.

A classe A, com renda média de R$ 6,6 mil, está menos associada ao luxo e a segregação, e mais associada ao despojamento, intelecto e procura pela reflexão interior. Ela procura produtos que agreguem valor, como o aspecto social da marca (se esta preza pelo lado social e ambiental, por exemplo). A classe B, com renda entre R$ 2,2 e 6,6 mil, anseia pelo novo, é a que mais se arrisca e se endivida. É também a que escolhe preço, gosta de investir em lazer e serviços. Já a classe C, com renda entre R$ 800 e 2,2 mil, tornou-se mais consumidora, conectada e sedenta por conteúdo, tendo evoluído na questão das próprias exigências com o mercado.
 

Com idéia e propósito de abranger todas estas classes sociais e fazer com que elas explorem as cidades onde moram, um grupo de jovens criou o site Peixe Urbano. O portal trabalha em parceria com os melhores estabelecimentos de vários municípios para oferecer promoções que atraiam e agradem os usuários. As promoções permanecem no ar por um curto período de tempo e só são válidas se um número mínimo de pessoas participarem. Os usuários do site compram com cartão de crédito e recebem um código, o qual apresentam no estabelecimento. O site contempla a cidade de Blumenau, mas ainda não há empresas blumenauenses participando. Também foi criado um site de compra coletiva próprio para a cidade, o Mega Oportunidade, que ainda não está no ar.

A matéria, produzida pelo programa Mundo S/A, do canal de televisão Globo News, pode ser conferida abaixo.
 


Matéria produzida por Letícia Maria Klein

segunda-feira, novembro 08, 2010

O jornalista e a internet

A Internet mudou a forma de fazer jornalismo. Criou novas possibilidades de captar, armazenar e distribuir informações, nascendo assim, um veículo de comunicação inovador, capaz de compartilhar diferentes formatos e permitir um nível de interatividade sem limites.

O mundo moderno produz uma quantidade cada vez maior de informação, interpretação e opinião este novo jornalismo surge com o crescimento da rede mundial.

Os programas de TV respeitam seus horários na emissora, mas são vistos a qualquer hora nos sites de vídeos, as revistas estão disponíveis nos endereços eletrônicos e os jornais diários podem ser lidos na integra. O tal “furo” de notícia pode ser dado por qualquer pessoa, o imediatismo das informações faz com que tenhamos a sensação de atraso constante. O jornal impresso se aprofunda na notícia com detalhes minuciosos e a rede de forma mais enxuta e direta nos bombardeia de informações. Temos acesso a tudo, a qualquer momento, sobre qualquer coisa.

O jornalismo na internet apresenta possibilidades de conteúdo como nunca existiu em qualquer outra mídia. A limitação do papel sempre foi um obstáculo enfrentado pelo jornal impresso, assim como a atualização de notícias e a impossibilidade de mostrar imagens e sons daquilo que se é contado. Com o jornalismo online atravessamos todas as fronteiras.

Ser jornalista neste mundo virtual é ainda mais complexo, você pode fazer o feijão com arroz, ou pode ser um super jornalista, atualizado, ágil, antenado e bem relacionado. Os jornalistas tradicionais que foram para a nova mídia tiveram que se ambientar neste espaço e aprender o que os recursos da informática podem oferecer para o conteúdo. Talvez este seja o segredo, estar conectado nas redes sociais, ter um mailing completo e estar atento às novidades oferecidas neste universo digital.

Personalidades como Marcelo Tas e William Bonner são algumas das pessoas que aderiram às redes sociais. Uma forma de se aproximar do público, de saber o que pensam a seu respeito e expor opiniões. O profissional nunca esteve tão próximo do seu público, a facilidade de acesso e a rapidez são as ferramentas essenciais neste contato.

Saber o que interessa ao meu público e de que forma eles consomem as minhas informações é o caminho do sucesso. Todas essas facilidades não dispensam a apuração dos fatos. A responsabilidade e a ética precisam estar em primeiro lugar, assim como um jornalista de jornal ou de televisão, a ética faz parte da profissão e não do suporte que você utiliza.

O bom jornalista é capaz de apurar, informar, esclarecer, surpreender e principalmente contar para o seu público o que ele quer e precisa saber.

Por Monique Becker