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quarta-feira, outubro 16, 2013

Twitter: o Big Bang da informação

Imagem ilustrativa faz referência ao Big Bang
Tudo bem que a analogia pode até parecer estranha, mas por que não comparar o impacto da informação no Twitter com o Big Bang? Pra que não sabe, essa teoria é um estudo científico que tenta provar que o que é o universo hoje em dia é fruto de uma grande explosão, 13 bilhões de anos atrás.

Tá, e daí? O que isso tem a ver com a internet?

quarta-feira, outubro 17, 2012

Convergência midiática e o futuro da mídia tradicional


Foi-se o tempo em que a informação estava concentrada nas mãos dos detentores dos veículos de comunicação de massa. Com o advento da internet e a popularização dos dispositivos móveis com conexão banda larga, esse poder concentrado começou a perder força. Hoje, qualquer indivíduo pode se fazer ser ouvido através das redes sociais on-line. Para tal, basta ter em mãos o conteúdo e a oportunidade de compartilhá-lo.

A rede formal de comunicação precisa estar atenta às informações postadas nas redes on-line. A fonte de seu furo jornalístico pode estar, a qualquer momento, postando o potencial assunto do dia de amanhã em uma rede social como o Facebook, por exemplo.  Saber rastrear o fluxo de informações e mensurar temas com tendência de ascensão é fundamental para o profissional de jornalismo.

Tão importante quanto ser informado rapidamente  e veicular em primeira mão, é ter a ética de checar a credibilidade da fonte. Fontes com pouca autoridade ou relevância sobre o tema da informação devem ser postas em dúvida e melhor averiguadas.


Televisão e rádio: mídias que precisaram se reinventar

O rádio agora vai muito além do “radinho à pilha”: profissionais podem veicular podcasts, ou seja, programas radiofônicos gravados em arquivo de áudio digital e disponibilizados via web. Os assinantes de blogs e feeds RSS desses canais são notificados quando da disponibilização de um novo programa e, a partir daí, podem realizar seu download. Uma vez baixado, o arquivo pode ser transferido para qualquer dispositivo de reprodução de áudio.

Ao contrário da versão analógica, na internet o rádio e a televisão podem ter sua memória preservada, com o histórico completo dos programas já gravados disponíveis para visualização ou audição, a qualquer tempo.

Outro ponto que não pode ser esquecido é a ausência de fronteiras. Enquanto as rádios são limitadas à amplitude que o sinal pode atingir, na web essa limitação inexiste.  Pode-se escutar uma estação européia, chinesa ou australiana sem qualquer interferência ou perda de sinal.

A programação radiofônica e televisiva precisa aprender a conversar com o público e tirar proveito das novas possibilidades de diálogo pelas redes sociais. O ouvinte ou o telespectador hoje pode ter contato direto com o veículo. Cabe a ele saber canalizar esse potencial em prol de uma comunicação interativa, participativa e muito mais interessante.

Todas as mídias podem lucrar com as possibilidades que a internet abre. O potencial de retorno real, viralização,  a ausência de fronteiras e  a perenidade são características que precisam ser avaliadas e melhor aproveitadas.

Por Paula C. Laun

quarta-feira, novembro 23, 2011

A digitalização do jornalismo contemporâneo

Nos últimos anos, o boom da tecnologia digital tem se mostrado cada vez mais intenso. Empresas do mundo inteiro estão conectadas às redes sociais, e é raro encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar em Twitter ou Facebook. Verdade seja dita: a internet deixou de ser uma mera plataforma e se tornou algo muito maior que qualquer um pudesse imaginar.

No jornalismo, essa realidade é ainda mais verossímil. Você pode até se isentar de qualquer contato com o universo virtual, mas precisa, no mínimo, ter algum conhecimento sobre o que acontece no dia a dia da chamada “vida paralela”.

Em se tratando de jornalismo digital, não basta saber: é preciso saber fazer. O usuário 2.0 não quer saber de textos muito longos, parágrafos extensos e conversas desconexas. Para ser bem sucedido na internet, o jornalista contemporâneo e ligado nas exigências do público-alvo sabe que é preciso ser ágil, direto e relativamente conciso. Além disso, o uso da imagem continua tão forte quanto sempre foi: visualizar o que se lê é muito importante. Descrições detalhadas combinadas a fotos de alta resolução concedem credibilidade a textos de internet e, assim, evitam que o leitor se canse rapidamente e desista da leitura.

O ciberespaço possibilita a informação instantânea e de longo alcance, mas os cuidados com a apuração dos fatos são os mesmos. Antes de postar qualquer notícia nas redes sociais ou em sites pessoais, é vital que o profissional de comunicação saiba que aquilo que está propagando é, de fato, verdadeiro. Mesmo sendo uma ferramenta importantíssima para o manuseio da informação, a web deve ser utilizada com prudência e bom senso. De nada adianta lotar o cérebro do leitor com informações, se o que está sendo dito não tem relevância ou veracidade suficientes para impactar a tomada de decisões do mesmo.

Jornalismo Digital na faculdade: limitações incoerentes

Infelizmente, muitas instituições de ensino superior ainda não estão bem informadas sobre a necessidade do uso da internet e das redes sociais pelos cursos de Jornalismo. Como já foi dito, estas plataformas se tornaram essenciais para divulgar serviços, desenvolver ideias e antecipar informações. Convenhamos: qualquer notícia chega primeiro ao Twitter ou ao Facebook, hoje em dia.


Por isso, faculdades do mundo, prestem atenção nas mudanças de comportamento e de hábitos no mercado de seus respectivos cursos. Qualquer estudante que se preze precisa estar de olho no que acontece na internet. Limitar o acesso é limitar, também, a voz de uma geração que tem a faca e o queijo nas mãos.

Por Camila Iara

quarta-feira, novembro 09, 2011

Convergência midiática: A informação em tempo real

Nos últimos tempos, a internet evoluiu com o fortalecimento das redes sociais e o surgimento de vários aplicativos. Os meios de comunicação tradicionais começarama perder espaço e consequentemente os seus leitores, que passaram a buscar notícias em tempo real.

Para acompanhar este avanço, os veículos de comunicação tiveram que se adaptar. È a chamada convergência midiática. Os jornais impressos hoje já têm versões para internet. As Rádios e a TVs utilizam links de transmissão ao vivo para repassar a informação aos seus ouvintes e telespectadores. Aliás, divulgar as notícias na internet, à medida que os fatos vão acontecendo, tem sido uma das preocupações dos meios de comunicação. Cada vez mais eles estão busca da transmissão em tempo real.

Além de fazerem uso do jornalismo on-line e instantâneo, os veículos também aproveitam os surgimentos de novos aplicativos para espalhar seu conteúdo de forma diferenciada, tentando, manter, aumentar e atingir diferentes públicos. Uma utilização bastante comum da convergência midiatica, por exemplo, é o uso de vídeos para complementar a informação. Os veículos que possuem jornais impressos publicam os vídeos relacionados ao assunto em seus próprios sites. Além disso, muitos veículos também disponibilizam todo o material que sai impresso na rede. De uma forma ou de outra, todos usam a internet como ferramenta de interação. Isso integra ainda mais o leitor ao jornal.

O rádio também ganhou maiores proporções com a internet, seu alcance passou a ser mundial com as web rádios, por exemplo. A convergência midiática possibilitou à qualquer usuário colocar suas produções radiofônicas na rede. A televisão digital também é um bom exemplo da convergência midiática. Basicamente ela é a junção da TV tradicional e da internet. As diferenças são a interatividade do telespectador com a emissora. Na TV digital quem escolhe a programação que quer assistir é o próprio usuário. E ainda é possível acessar a internet e ter notícias em tempo real.

Com todo este avanço, abre-se a discussão sobre a ética jornalística. Publicar informações com tanta rapidez, tem sido um desafio para os jornalistas, pois com a internet ao alcance de grande parte da população e as facilidades que ela proporciona ao internauta, qualquer um pode divulgar informações. Encontrar vídeos, fotos, e qualquer outra dado na rede, é bastante comum. Por isso, os veículos de comunicação precisam se atentar se estão divulgando uma informação segura. A seleção e publicação das notícias precisa ser feita por um profissional habilitado, e sempre precisa ser checada.

Por Stéfany Pessoa
Fotos: Divulgação/Google

quarta-feira, outubro 26, 2011

Jornalismo em tempo real

Uma das cenas mais comum que podemos observar em diversas casas do mundo inteiro é: João sentado diante da tela do computador, sozinho, mas falando com o mundo. Milhares de pessoas se comunicam hoje com sentenas de outras através da poderosa web e, estão cada vez mais sozinhas. Essa tal de internet facilita a troca de informações online e ajuda muito o dia-a-dia da sociedade, trazendo muitos benefícios, mas ao mesmo tempo afasta as pessoas uma das outras.

Alguns acreditam ser interessante se comunicar pela tela do computador, pois assim podem criar um 'eu' virtual que na verdade não existe. Hoje é normal você trocar e-mail com alguém que está a cinco metros de distância, por exemplo. Os pais, ocupados com suas dificuldades e trabalhos, acabam deixando seus filhos entregues a essa mídia online e, permitem que aprendam os ensinamentos da vida sozinhos.

Os dois vídeos apresentados em sala, dos jornalistas Luis Nassif e Marcelo Tas, apresentam um conteúdo sobre a prática jornalística na era da internet. Na entrevista com Nassif, pode-se perceber que mesmo após 15 anos de jornalismo online no Brasil, as alterações estão ocorrendo mais na prática do que na adaptação textual ou de linguagem. Tas fala sobre a mudança dos meios de comunicação desde sua infância até os dias atuais. Mostra como tem poder a grande rede de informações que estamos conectados, na qual nos permite trocarmos informações com o mundo todo, possibilitando a consciência do tempo real que estamos vivendo. O jornalismo em tempo real pode ser considerado uma figura de linguagem utilizada para associar a proximidade e a rapidez com que a informação é transmitida, até o momento em que ocorre o fato, chegando aos receptores, sejam eles leitorestelespectadores ou ouvintes.

A jornalista Sylvia Moretzsohn, autora do livro Jornalismo em "tempo real" comenta: "O tempo do mercado financeiro dita a regra: rush or perish – a rapidez é a condição da sobrevivência, sem que, entretanto, se saiba em que sentido é preciso ser rápido. Mas o jornalismo do tempo real esconde a crítica e encobre a lógica do capital, ao contrário, celebra a nova utopia tecnológica representada pela internet e sua possibilidade de interligar o mundo com informações instantâneas e em fluxo contínuo".

A escolha por utilizar o jornalismo em tempo real, ao invés do jornalismo online, deve ser pelo fato desses termos transmitirem uma falsa sensação da comunicação mediata, através do computador, criada por Castells, enquanto que na verdade, o jornalismo online teve início com a invenção do telégrafo de Morse, em 1844. Apesar de se tratar de um anglicismo, a tradução de online para o português seria “em linha” e assim, a expressão descaracterizaria a ideia do termo original em inglês.

A questão ética

ética dos jornalistas se confunde com os interesses de muitos políticos. Hoje a imprensa, mais do que em qualquer outra época, esta sendo pautada por informações que vazam. Aparentemente parece que vão denegrir a imagem de políticos, que são publicadas baseadas nas suas declarações, com isso, os jornalistas procuram verificar o quanto essas notícias podem ser real.

Com todo esse avanço da internet os meios de comunicação sofreram com a perda de assinaturas e de ibope. As grandes empresas acreditam não poder concorrer com essa nova tecnologia e, se aliaram a ela, assim surge a convergência, onde as vária mídias podem ser encontradas na internet. Esse processo ainda vem acontecendo, é uma tendência que já chegou no Brasil, vindo de experiências de empresas estrangeiras e copiadas pelas nacionais. Sendo assim, convergência midiática é uma tendência que os meios de comunicação estão aderindo para poder ser adaptar a internet.

Por Liana Formento.
Fotos: Google Images.

A fragilidade e a força da informação na internet

Com o surgimento de redes sociais como o Twitter, Facebook e o recente Google+, todos os tipos de informações correm livremente pela rede. A mobilidade da informação permite que um fato seja publicado no momento que ele esteja acontecendo. Atualmente temos celulares com acesso a internet 3G, smartphones, iPhone, Blackberry, tablets de diversas plataformas, netbooks e wireless gratuitas em locais públicos. A facilidade de ser fonte e a necessidade de dá-las em primeira mão, aumenta a chance de não passar a situação correta para quem está lendo. Diversas vezes fatos são inventados, e a imprensa noticia erroneamente o “acontecido”.

Um exemplo recente de quando isso acontece é o caso do comediante da Rede Record, Amin Khader. Surgiu um boato no Twitter de que Khader havia morrido em seu apartamento, vítima de um infarto. Vários portais da internet, inclusive o R7 (que pertence à Record), confirmaram a morte do comediante. O fim da picada foi quando os apresentadores do programa Hoje em Dia, da própria Record, deram ao vivo a notícia da morte de Amin. Eventos como este mostram a fragilidade que temos de aderir a notícias falsas, vindas da rede.

Em Blumenau, vimos que o jornalismo digital fez a diferença em um momento difícil para a cidade, que foi as cheias de setembro. Com a dificuldade da circulação de jornais, televisões fora do ar, a população teve apenas dois meios para se informar: as rádios e a internet.

Um meio de comunicação que usa as redes sociais para tapar buracos de pauta são os portais. É compreensível quando a informação é usada apenas como ideias para pauta. Mas temos visto muitos destes portais usar a informação de um Tweet, ou de uma citação no Facebook, na íntegra, sem ao menos checar com a possível fonte. Além de perder a qualidade da notícia, por se tratar do assunto de forma tão superficial e mal feita, fere os princípios do jornalismo e faz a empresa de comunicação perder a credibilidade.


Por: Guilherme Lemos
Fotos: Divulgação

quarta-feira, setembro 28, 2011

Redes sociais e política: guia de sobrevivência para candidatos amadores

Obama: pioneiro no uso das redes sociais (Foto: Google Images)
O presidente estadunidense Barack Obama foi pioneiro no uso das redes sociais na campanha eleitoral de 2008. Aplicando técnicas para conquistar eleitores sem os filtros da mídia convencional, o democrata fez com que a conta da Casa Branca no Twitter atingisse a marca de 2,2 milhões de seguidores em apenas algumas semanas. Além disso, promoveu encontros virtuais com internautas norte-americanos para falar sobre emprego, saúde, educação, saneamento básico e economia, entre outros temas. Estas estratégias não apenas garantiram a vitória de Obama, como também revolucionaram os pensamentos de uma geração que, até então, não queria saber de política.

Hoje, líderes mundiais como Nicolas Sarkozy, Angela Merkel e Silvio Berlusconi utilizam as redes sociais para expor suas opiniões e ideais, esclarecer dúvidas, estimular debates, divulgar propostas e, acima de tudo, interagir com seus eleitores em potencial. No Brasil, o interesse da classe política pelo assunto já se provou eficiente na campanha da presidente Dilma Rousseff, em 2010, e antecipa a nova metodologia de marketing político para as próximas eleições.

Consciência digital: item indispensável

Foi-se o tempo em que bastava ter um site atualizado para chamar a atenção do eleitor e erguer a bandeira de uma comunicação online eficiente. Nos dias de hoje, é preciso ter presença digital e estar em todos os canais. Para o candidato político contemporâneo, controlar o que é dito sobre si é essencial para evitar ou reverter situações indesejadas.

Que rede social é coisa séria, (quase) todo mundo sabe. Entretanto, não é raro testemunhar situações delicadas e perigosas nas contas eleitorais espalhadas pela twittosfera: respostas mal interpretadas, afirmações infelizes e até mesmo erros de digitação podem comprometer todo o trabalho de uma campanha.

Dados recentes do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) mostram que 87% dos internautas brasileiros estão conectados a algum tipo de rede social. Neste contexto, fica evidente que a influência e o alcance das redes sociais são grandes, e podem transformar a cultura participativa da sociedade no processo político. Por isso, de nada adianta se animar com a possibilidade de utilizar a internet como plataforma política ou para arrecadar fundos para custear a campanha. Antes, é preciso ter consciência digital.

Por Camila Iara

sábado, setembro 24, 2011

POLÍTICOS ONLINE



A eleição de Barack Obama, mudou a relação entre políticos e eleitores. A experiência americana reflete também aqui.

Se antes  político só era visto e encontrado em época de eleição, agora todos eles, de direita ou de esquerda  estão cada vez mais presentes. Todos os deputados estaduais catarinenses, por exemplo, possuem sítios na internet. Alguns são localizados em mais de um endereço, com páginas segmentadas para públicos diferentes e blogs.

O fenômeno das redes sociais  é recente entre os parlamentares catarinenses. Porém à grande maioria faz do twitter, uma ferramenta para confessar ao eleitor cada passo na agenda parlamentar. A maior parte das frases tuitadas, relata o que o  político está fazendo naquele momento.

Mesmo que, não gostar de política seja uma máxima entre grande parte da população, uma rápida busca no Facebook mostra que a maioria dos deputados estaduais tem milhares de seguidores na rede.

O deputado Ismael dos Santos, conta com mais de 15 mil amigos nas redes sociais. Divididos entre o Orkut, Twitter e facebook. O blumenauense fez da internet diferencial na busca pela vaga no parlamento na última eleição. Sua campanha no Orkut contava com uma rede de 5 mil amigos, que disseminavam a mensagem do candidato na rede. Militância virtual que transformou o candidato em deputado eleito, com a sétima maior votação, entre os mais de 200 concorrentes. O deputado também mantém um site, onde é possível encontrar além da biografia e  das últimas notícias, um canal para recebimento de sugestões.

Porém, se Obama é referencial mundial do uso das redes sociais, a candidata que saiu da selva em busca da cadeira presidencial, Marina Silva é o exemplo de eficiência no uso da internet em campanha eleitoral aqui no Brasil.  Com tempo reduzido no horário eleitoral, em um partido pequeno e sem dinheiro para financiar sua campanha, a Verde focou as estratégias para uma campanha  através da internet.  




A mobilização conseguida por Marina surpreendeu até mesmo os analistas políticos. Nenhuma  das pesquisas de opinião conseguiu registrar a força resultante da mobilização virtual chamada de “MOVIMENTO MARINA”.  Com a abertura das urnas, os 20 milhões de votos da candidata Verde, revelaram o potencial da rede.

Mais que ferramenta de campanha, mesmo que ainda de forma muito tímida, a internet está transformando-se em ferramenta de acompanhamento da ações e da forma de pensar dos políticos.

A interação entre político e cidadão deixou de acontecer apenas de quatro em quatro anos. Passou a ser instantânea. Não apenas para receber o conteúdo de interesse de quem busca periodicamente voto. Mas também, para expressar e fazer ouvir a voz do cidadão comum, que através da internet muitas vezes é potencializada.  Nenhum político pode desprezar o poder da internet. Toda mensagem precisa ser considerada.   A internet reduziu a distância entre o eleitor e seu representante a apenas alguns clicks.



Postado por: Emerson Antunes

sexta-feira, setembro 23, 2011

Política e a Web 2.0

Desde a segunda metade desta década, mudanças vêm ocorrendo na web, no jornalismo e no modo de se comunicar na rede. Simplesmente divulgar conteúdo já não é o bastante, e agora, além de se fazer conteúdo, e inovar, e necessário também interagir. Foi com este intuito que surgiram as redes sociais, que definem a Web 2.0. Ao invés de vir como uma substituta da “web comum”, a Web 2.0 surge para agregar algo de novo ao que estamos habituados, e complementar aquilo que já temos.

Dessa forma, está se tornando possível que haja uma maior comunicação entre os usuários da rede, com maior intensidade que existia até certo tempo atrás. Além de se compartilhar informações, também se faz presente atualmente o debate relacionado a estas. Hoje em dia, uma ideia não fica sozinha na internet. Surgirão palpites, sugestões de melhoria e iniciativas de execução desta ideia, tudo baseado em comentários daqueles que ficaram sabendo.

Pensando assim, muitas pessoas passaram a explorar esta nova web e utilizar estas novas ferramentas. Começando com os usuários mais freqüentes da web, os chamados “internautas”. São aqueles usuários mais comuns, que acessam de suas próprias casas. No entanto, essas ferramentas posteriormente passaram a ser utilizadas por empresas, companhias, bem como instituições, como governos.

Facebook, Orkut, Twitter, são as chamadas redes sociais que surgiram nesta primeira década do milênio, modificando a web. O primeiro tem um caráter mais de “reunião de amigos”, proposta com o qual foi criado. Porém, com seu avanço, tornou-se a rede mais utilizada no mundo, com personalidades criando perfis para divulgar seu material e ser “curtido”, na linguagem do site; o Orkut é semelhante ao Facebook, mas tem um foco mais social e simples, e já está caindo em desuso, após uma grande popularidade. As limitações do site fizeram com que os usuários migrassem para redes mais complexas e abrangentes, onde perfis mais elaborados pudessem ser criados. E por último, o Twitter, a rede social do momento, que tem um conceito mais informativo. Os usuários buscam esta rede para postar suas idéias, divulgar seus conteúdos, e assim, colocá-los para debate. O imediatismo do site também é um diferencial, com postagens na hora, e cobertura de grandes eventos, que são discutidos e analisados em primeira mão pelos usuários.
                                              
Políticos do Brasil nas redes sociais

Com a disseminação das redes sociais, até mesmo os políticos tiveram sua atenção voltada para as constantes mudanças da web e avanço da web 2.0. Para se aproximar do seu público, grandes personalidades deste segmento procuraram criar perfis no Facebook, perfil próprio no Twitter, a fim de manter contato com aqueles que fazem suas carreiras: os eleitores.

Como grande diferencial nas campanhas eleitorais recentes, o twitter foi a ferramenta mais utilizada pelos políticos no ano de 2010. Marina Silva, acumulou votos da maioria jovem no país. Com uma campanha, vista por muitos como inovadora, a candidata do PartidoVerde (na época) recrutou ainda mais eleitores na rede social. Bem como JoséSerra, com updates diários em seu perfil.

Dessa forma, e usado de maneira mais sábia, o twitter contribuiu para a campanha destes candidatos, a nível nacional. O mesmo se repetiu nas campanhas estaduais, com governadores, senadores, e deputados. Mesmo após as eleições e o período de campanhas, os políticos continuam a se conectar, com o intuito de manterem-se antenados com o que a população pensa, e assim, estar mais próximo da comunidade e quebrar o estigma com que são vistos, geralmente de maneira ruim pela sociedade.

Por Matheus Gritten
Fotos: Divulgação

sábado, setembro 17, 2011

Mobilização na Web Ajuda a Salvar Vidas em Santa Catarina

Blumenau sofreu com mais uma enchente em sua história. Ao longo de seus 161 anos, a cidade passou por situações parecidas em algumas dezenas de vezes. Contudo, essa deixa um marco diferente tanto aqui, quantos nos outros municípios atingidos.

A mobilização cibernética que envolveu a população em prol da vida e do repasse de informações foi algo de que podemos nos orgulhar, tanto quanto, a força da cidade para se erguer depois de mais uma catástofre.

A integração das pessoas com os canais de comunicação dos orgãos públicos, como a Defesa civil, o Seterb e a própria Prefeitura Municipal foi massiva. O que trouxe a todos os moradores do Vale do Itajaí, atingidos mais uma vez pela fúria da natureza, uma importante ferramenta de apoio.

Pessoas foram salvas graças as redes sociais. Notícias chegavam em volumes imensos as rádios e tvs que cobriram incansavelmente todos os acontecimentos.

Obviamente, com todo esse volume, houve quem achou, por bem, repassar falsas informações mas, a estes, só cabe nosso repúdio.

Blumenau está, mais uma vez, de parabéns! A pouco mais de uma semana vivíamos um caos que, hoje, foi superado e novamente seguimos firmes e fortes. Sem esquecer de divulgar tudo isso, claro!

Texto: Ricardo Theiss
Fotos: Jaime Batista da Silva

quarta-feira, setembro 14, 2011

UFC movimenta as redes sociais e Rede TV se beneficia do evento

Realizado no dia 27 de agosto de 2011 no Rio de Janeiro, o UFC (sigla em inglês para Ultimate Fighting Championship) foi transmitido ao vivo pela emissora Rede TV, pouco tradicional no meio televisivo, mas que foi a mais comentada durante o acontecimento do evento, acompanhado por milhares de telespectadores. Em uma sociedade nacional que está acostumada ao futebol, as Artes Marciais Misturadas (sigla em inglês, MMA) chamaram a atenção do público neste que foi uma realização muito importante para o esporte.

Com nomes brasileiros de peso como Maurício Shogun, Rodrigo Minotauro e Anderson Silva, o Aranha, o país pode ser bem representado no UFC Rio deste ano. Estes lutadores conseguiram chamar a atenção para a realização do evento, pouco tradicional para a audiência regular das emissoras de TV. Com o sucesso deste, muitas outras emissoras se interessaram em obter os direitos de exibição da competição, como a Rede Globo e a Rede Bandeirantes.

Tal fato nos remete a constante luta entre as emissoras pelos direitos de exibição de eventos esportivos, cada vez mais freqüente agora, com o crescimento do segmento e também uma disputa mais acirrada entre as emissoras de televisão. Com uma emissora de pequeno porte com um evento tão bem sucedido, as demais buscam apoderar-se deste trunfo.

Graças a Rede TV, o UFC pôde ser transmitido à grande massa através da TV aberta (o evento também foi transmitido no canal pago SporTV e no canal específico Combate). Liderando a audiência por 14 minutos, a emissora bateu as suas concorrentes com um conteúdo diferenciado, fugindo dos shows e demais conteúdos comumente exibidos. Com isso, centenas de milhares de comentários sobre o UFC foram ganhando espaço nas redes sociais.

No Twitter e no Facebook, a grande maioria dos usuários foi comentando em tempo real os acontecimentos do evento transmitido pela TV, mas que também estava disponível via Stream, meio de se assistir via web, também em tempo real. Porém, para esta, é necessário uma boa conexão.

O evento, portanto, movimentou as redes sociais, que foram comentando, discutindo e discorrendo sobre o assunto, abordando também novas temáticas. Debates como estes são comuns em outros acontecimentos, de maior notoriedade, como o Oscar e o semanal futebol, ou mesmo naqueles direcionados ao público mais jovem, como o VMA ou seriados de TV americanos. E, apesar de ser direcionado ao público masculino, o UFC conseguiu também o diferencial de chamar a atenção das mulheres.

É dessa forma que precedentes são quebrados com grandes realizações como esta: mesmo quem não estava assistindo, sabia o que estava acontecendo. As redes sociais acabam disseminando um novo tipo de jornalismo, mais amador e coloquial, como são as pessoas que estão postando, e as que estão lendo. Também, outros paradigmas e tabus são deixados para trás, como o pouco reconhecimento que pequenas emissoras de TV têm, a prática de esportes pelas mulheres, e o tradicionalismo do esporte nacional.

Saiba mais sobre o UFC no Site Oficial: http://br.ufc.com/

Aluno: Matheus Gritten

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O futuro é dos prodígios!


Quatro gerações diferentes já existem hoje em dia e mais uma se aproxima. Se essa situação é normal pra você, tudo bem. Mas, na verdade, não é e nem será tão simples assim. O conflito de gerações existente nos dias atuais acontece o tempo todo e em qualquer lugar do mundo.

Como assim?

Em um mesmo ambiente de trabalho está a Geração Tradicional, que são os nascidos até a década de 50; a geração dos Baby Boomers, nascidos entre 1951 e 1964; a geração X, nascidos entre 1965 e 1983 e a geração Y representada por todos nascidos depois do ano de 1984.

O turbilhão de ideias, opiniões, os inúmeros 'eu acho' diferentes dessas gerações que surgem em um ambiente de trabalho é o que chamamos de conflito. Como mostrar para o dono de uma empresa, que faz parte da Geração Tradicional, de que a ideia do indivíduo da geração Y de fazer um twitter para divulgar a empresa é a melhor opção? De fato, é complicado, pois tudo isso envolve costumes, cultura e hábitos, todos difíceis de se modificar.

Os filhos da Geração Tradicional eram dedicados e diziam 'amém' para tudo que a autoridade falasse. A maioria dos integrantes dessa geração são pessoas que, na época, eram recém libertados de um período de guerra, autoritarismo e escravidão.

Os Baby Boomers já são diferentes. Eles vem de um período pós-guerra em que o ideal era o otimismo e, ideais e pensamentos positivos povoavam as cabeças e ações desses cidadãos.


A Geração X não tem mais aquela ideia da Geração Tradicional de que autoridade tinha a ver com hierarquia. Na geração X a autoridade se conquista com competência. Já havia um pouco de tecnologia nessa época e, atualmente é a Geração X que domina a maioria das organizações. 

Mark Zuckerberg
A Geração Y é a de meninos e meninas prodígios que nasceram com tecnologia, informação e, consequentemente, mais conhecimento ao seu alcance sem se esforçar pra isso. Já dominam o blog, o Iphone, o twitter, são a geração do mouse. Quando menos se espera, aquele sócio majoritário está sendo substituído por um 'nerd' cheio de ideias e inovações, conhecimento tecnológico para alavancar uma empresa, um site, uma organização. Através das redes sociais, crianças, adolescentes e adultos prodígios, integrantes da Geração Y, se conectam ao mundo e, dessa forma, conectam o mundo a eles. O diretor do site de relacionamentos Facebook, Mark Zuckerberg, é a prova viva de como uma mente nova e aberta a ideias pode criar maravilhas.

Assim, frases como 'no meu tempo era assim' e 'mas meu pai dizia que...' se tornam vagas pro mercado de trabalho. O que tem impacto são as 'retwittadas', o último post de determinado blog e quais candidatos se inscreveram na vaga que foi colocada no facebook.

Postado por Natália Vicentini

Jornalismo digital: A ética prevalece

A Comunicação Social passou por uma considerável mudança nos últimos anos e parece que a tendência é continuar. Deixando de lado o simples formato de informação que circula em jornais impressos, agora a informação pode expandir de forma intensa por diferentes canais e sistemas midiáticos: o jornalismo digital.

Hoje em dia os conteúdos das novas e velhas mídias se misturam, trabalham conjuntas. Há um cruzamento entre redes sociais e de massa, caracterizando a era da convergência midiática.

Em Cultura da Convergência, Henry Jenkins, propõe um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais percebidas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação.

Mas devemos saber que o jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e distribuição das notícias. Com isso, as mídias tradicionais, diante de uma nova exigência de mercado, precisam investir em novas tecnologias para acompanhar o ritmo das mudanças.

Fazer o jornalismo on-line  é um desafio diário, pois muita coisa acontece a cada dia, hora, minuto. O verdadeiro jornalismo não acaba,pelo contrário, somente ganha novos instrumentos.

Mas como profissionais da área, devemos saber lidar com essas novas formas de gerar informação, mas sempre lembrando as teorias repassadas a nós, para nossa formação profissional.

Seja no jornal impresso, televisão, rádio ou nas diversas redes que utilizamos na Internet, a ética deve prevalecer. Devemos lembrar que somos formadores de opinião e temos grande responsabilidade social.

Continuar abraçando esta causa é extremamente preciso para que nossa profissão tenha mesma essência: informação, veracidade e qualidade.

As matérias, seja onde será divulgada, deve ser antes de tudo construída com consciência, checagem de dados e informações. Porque nosso trabalho continua sendo a construção e dissiminaçanação da realidade.

Por Aline Marquardt

domingo, novembro 28, 2010

Jornalismo e ética na era digital

Passamos no mínimo quatro anos na faculdade em busca de conhecimento. Nosso principal objetivo é aprender como agir ao nos depararmos com o mercado de trabalho. A prática pode ser muito diferente da teoria, mas quando saímos da academia a bagagem cultural que adquirimos faz a diferença.



Temos uma disciplina chamada ética no jornalismo, matéria essa fundamental para compreendermos melhor as maneiras de trabalhar com o jornalismo e ao mesmo tempo mantermos a ética como profissionais. Infelizmente é comum muitos profissionais se corromperem perante o mercado capitalista em que vivemos. Por muito pouco, jornalistas divulgam fatos insignificantes e plantam notícias sensacionalistas.


Para ser ético é preciso ir muito além de divulgar dados, é necessário ouvir os dois lados, talvêz até um terceiro. É indispensável averiguar o conteúdo veiculado, verificar a veracidade das fontes, ser objetivo e principalmente imparcial, divulgando de fato o que realmente aconteceu.

Estamos na era da convergência midiática, tudo se modifica rapidamente, a internet é uma ferramenta importantíssima e na maioria dos casos ela é fundamental.



Para que o jornalismo possa se aprimorar é necessário aderir as novas tecnologias. No entanto, muitas vezes a instantaneidade e a proximidade da notícia tornam o jornalismo mais acessível ao público, mas também surgem muitas informações duvidosas.


Os profissionais da área de comunicação estão cada vez mais atentos aos meios digitais. Fazer jornalismo nos dias atuais tornou-se algo fácil, mas ao mesmo tempo muito perigoso. É o chamado jornalismo em tempo real. São inúmeras as ferramentas disponibilizadas pela internet. A interação com o público juntamente com a facilidade que as redes sociais proporcionam permite que qualquer pessoa faça “jornalismo”.


Além disso temos um agravante, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que jornalista não precisa mais de diploma para exercer a profissão. Fato este que muito nos preocupa, pois, se já com formação existem muitos profissionais que não agem com ética no mercado, imagina sem!


 Com a globalização e com as facilidades das redes sociais, que pode ser considerada uma certa definição de convergência midiática, tudo é muito rápido. O que ocorre no outro lado do mundo leva apenas segundos para que todos que têm acesso a internet fiquem sabendo.


O jornalismo em tempo real tornou-se algo benéfico, pois temos acesso a tudo que acontece em todo o mundo, independente das distâncias. Porém há um agravante, nem tudo que é veiculado nestes meios é verdadeiro e confiável.

Muito lixo eletrônico pode ser confundido diariamente com notícias. Utilizar destes meios é indispensável para o jornalista, porém, a veracidade do conteúdo e a credibilidade do veículo que publicou o material deve ser divulgado.




Por: Julcimery Schreiber

quarta-feira, novembro 24, 2010

Conflito de gerações


Uma geração capaz de vencer todos os desafios e obstáculos em busca de um bom emprego. Mas, se aparecer outro melhor, lá vão eles.
Eles são jovens, criativos, espertos, ousados e estão sempre dispostos a aprender. Desafiam regras e tem a caraxterística de não respeitar hierarquia, além de adotar uma postura individualista na hora de atingir metas. Possuem rapidez de raciocínio e são capazes de absorver um grande volume de informações de diferentes assunto. Têm pressa em crescer na carreira e alcançar cargos de chefia, querem mais, sempre mais. Ficam frustrados se não são promovidos em até um ano após serem contratados e não querem que o trabalho seja sua vida. Sua meta é trabalhar se divertindo, ser promovido e ter liberdade.Exercem diversas funções simultaneamente e não gostam de monotonia e regras.
Estamos falando da chamada geração Y, das pessoas nascidas a partir da década de 80. Com pouco ligação a empresa em que trabalham, não hesitam em ir embora caso seus desejos não sejam correspondidos. Não esperam permanecer no mesmo emprego por muito tempo, gostam de desafios e enjoam com facilidade da função que exercem.
É uma geração muito diferente daquela que todos conhecem, onde fazer carreira dentro de uma empresa era o sonho de muitos. Seu surgimento é responsável por uma equipe eclética, que mistura gerações. Jovens e experientes exercendo a mesma função e dividino o mesmo espaço, de igual para igual.

Os conflitos internos passaram a ser comuns nas empresas devido a mistura de profissionais.O grupo dos baby boomers ou dos nascidos na década de 40, por exemplo, sempre foi obcecado pelo trabalho, gosta de regras, planejamento e ainda acredita nas longas carreiras em uma mesma empresa. O lema é “Eu trabalho para viver e não vivo para trabalhar”.

Diferente das antigas gerações a geração Y vem crescendo mais rapidamente porque exige constantes retornos dos patrões, nao têm medo de procurar o patrão para expôr ideias e dizer o que pensa.

É natural existir um choque entre as gerações mais antigas e as mais novas. O que não se pode aceitar é fazer de conta que essas diferenças não existem, cada profissional tem suas qualidades e valores diferentes. O valor de um profissional independe de sua idade, o mais importante é o respeito mútuo e valorizar o que cada um tem de melhor.

Confira a reportagem sobre o tema no site Pessoas de Negócios

Fonte de pesquisa: Administradores

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 17, 2010

Compras Coletivas

Impulsionados pelas datas comemorativas de fim de ano os consumidores investem em agrados e aquecem a economia da região nessa época. As classes C/D, por exemplo, estão cada vez mais atuantes no mercado.  Um levantamento feito pelo Instituto Data Popular mostra que essas classes representam cerca de R$ 834 bilhões na economia. 

Pensando no poder de compra que as classes estão adquirindo com o passar do tempo foi criado sites de “Compras Coletivas” que estimulam a compra através de um click, além de proporcionar descontos que chamam atenção. 

A idéia de compra coletiva ganhou destaque no Brasil recentemente, mas já faz sucesso nos Estados Unidos. Segundo dados do IBOPE, em março desse ano eram apenas 123 mil, cerca de 0,3%, dos internautas que acessavam esse tipo de site.  Em agosto o número subiu para 3,6 milhões de pessoas. As vendas pela internet faturaram R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010. A expectativa é que no final do ano as vendas ultrapassem R$ 15 bilhões.

Um dos sites de maior destaque no assunto é o peixe urbano. O site, em parcerias com outras empresas, divulga produtos e serviços com preços abaixo do que custariam normalmente. Isso por que quanto mais pessoas compram o produto, maior o retorno para a empresa e para os consumidores. É divulgado uma “super-promoção” por dia. E o site usufrui das redes sociais para divulgar seus serviços ao seu público alvo.

Saiba mais sobre compras coletivas:

A novidade também já chegou a Blumenau e Região. No último dia 11, foi ao ar o primeiro site de compras coletivas da cidade. O megaoportunidade é voltado a oportunidades e descontos da região do Vale do Itajaí.
Confira a reportagem do Estúdio SC sobre a expansão do serviço na região:


Por: Danielle Silvano de Oliveira

Convergência midiática: tudo ao seu alcance, aqui e agora.

Textos, vídeos, links, fotos e áudio se misturam todos os dias no jornalismo atual. Interatividade é a palavra da moda e traduz a situação da mídia com a qual estamos convivendo.

O papel não deixa de existir, ele se transforma em mídia digital muito mais interativa. Jornais e revistas impresso continuam alimentando o público que opta pelo papel mas, há algum tempo já percebeu a grande procura que existe pelo seu material também na mídia digital. Assim o papel não precisa sumir, ele continua, e a Internet agrega mais valor às informações do veículo jornalístico.

A convergência midiática é muito comum nos dias atuais. Convergência é unir diversos meios de mídias diferentes em um só produto. O Iphone, por exemplo, fornece serviços de telefonia, música, Internet e câmera digital.

Outro exemplo é o recebimento de email, notícias e informações através da telefonia ou o acesso em banda larga feito por empresas de TV por assinatura. Um dos principais motivos para que essa convergência seja possível foi o crescimento do formato digital nas áreas de música, TV, cinema e vídeo. As próprias revistas e jornais hoje em dia são produzidas primeiro no meio digital para depois serem impressas. O aumento e a evolução dos conteúdos digitais foi um fator muito importante para o crescimento da convergência midiática.

O jornalismo em tempo real com o qual nos deparamos a qualquer momento é essa convergência midiática agregada a instantaneidade. O fato em si e sua disseminação por todos os tipos de mídia é hoje, aqui e agora, sejam os receptores leitores, telespectadores, ouvintes ou internautas. Jornalismo em tempo real é o nível máximo de rapidez relativa a fato e transmissão do mesmo.

Com tanta informação, acessibilidade e rapidez de difusão das notícias, fica difícil medir o nível ético em que o jornalismo se encontra. Se hoje qualquer mortal pode filmar um acidente em tempo real e instantaneamente difundir o acontecimento em uma rede social da qual faça parte, a ética se perde aí no meio, não é fiscalizada. Dependemos apenas e somente do bom senso dos 'novos jornalistas', dos jornalistas autônomos, que fazem jornalismo por hobby e que são difusores de informação e não de opinião. Afinal, informação de qualidade nunca é demais.

Postado por Natália Vicentini

Comércio Virtual - Compra Coletiva

Chega ao mercado a Compra Coletiva, novo tipo de serviço que tem ganhado espaço no mercado e que tem sido considerado o novo modelo de e-commerce no mundo. Uma ação simples, porém criativa, comprar em grande quantidade para ter vantagens na negociação.

Porém, os compradores podem nem se conhecer, mas possuem interesse pelo mesmo produto. O site faz a oferta, geralmente com desconto significativo, que pode passar de 80%, então os consumidores compram, e são serviços dos mais variados tipos, como restaurantes, salões de beleza, shows, teatros.

Negócio que começou em 2008 nos Estados Unidos e está ganhando o mundo, o tipo de venda baseada no conceito de oferecer preço muito menor para ganhar no volume de compradores pegou o internauta brasileiro de jeito.


Entre os sites de compra coletiva podemos citar o Peixe Urbano, Clickon,Citybest, Mega Oportunidade e o Zipme que é um site agregador, que reúne todos os sites de compra coletiva e mostra todas as ofertas do dia, por cidade.


Esta também torna-se uma grande oportunidade para esta Natal, comprar produtos de qualidade por um preço bem menor que o comércio comum. Além de oferecer super descontos e opções diversificadas, a praticidade e a oportunidade de um bom negócio são aliadas neste tipo de compra.


Mas a tradicional compra no comércio de rua e shoppings também esperam ansiosos o período considerado mais lucrativo, o Natal.

Em Blumenau, o comércio já iniciou a temporada de Natal. As lojas já estão com enfeites alusivos a data e variedade de produtos. A Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade espera que as vendas no Natal deste ano sejam 12% maiores do que em 2009.

Com a chegada do décimo terceiro salário, um impulso para o comércio, a expectativa é grande. Até o dia 24 de dezembro a correria atrás dos presentes deve permanecer, após o Natal, ocorrem as trocas dos presentes e logo após as tradicionais liquidações.
Comércio aquecido, boas oportunidades e clientes satisfeitos, uma combinação perfeita.
Confira na reportagem

Por Monique Becker