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| Imagem ilustrativa faz referência ao Big Bang |
Tá, e daí? O que isso tem a ver com a internet?
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| Imagem ilustrativa faz referência ao Big Bang |
Outro ponto que não pode ser esquecido é a ausência de fronteiras. Enquanto as rádios são limitadas à amplitude que o sinal pode atingir, na web essa limitação inexiste. Pode-se escutar uma estação européia, chinesa ou australiana sem qualquer interferência ou perda de sinal.
Para acompanhar este avanço, os veículos de comunicação tiveram que se adaptar. È a chamada convergência midiática. Os jornais impressos hoje já têm versões para internet. As Rádios e a TVs utilizam links de transmissão ao vivo para repassar a informação aos seus ouvintes e telespectadores. Aliás, divulgar as notícias na internet, à medida que os fatos vão acontecendo, tem sido uma das preocupações dos meios de comunicação. Cada vez mais eles estão busca da transmissão em tempo real.
Os dois vídeos apresentados em sala, dos jornalistas Luis Nassif e Marcelo Tas, apresentam um conteúdo sobre a prática jornalística na era da internet. Na entrevista com Nassif, pode-se perceber que mesmo após 15 anos de jornalismo online no Brasil, as alterações estão ocorrendo mais na prática do que na adaptação textual ou de linguagem. Tas fala sobre a mudança dos meios de comunicação desde sua infância até os dias atuais. Mostra como tem poder a grande rede de informações que estamos conectados, na qual nos permite trocarmos informações com o mundo todo, possibilitando a consciência do tempo real que estamos vivendo. O jornalismo em tempo real pode ser considerado uma figura de linguagem utilizada para associar a proximidade e a rapidez com que a informação é transmitida, até o momento em que ocorre o fato, chegando aos receptores, sejam eles leitores, telespectadores ou ouvintes.
A escolha por utilizar o jornalismo em tempo real, ao invés do jornalismo online, deve ser pelo fato desses termos transmitirem uma falsa sensação da comunicação mediata, através do computador, criada por Castells, enquanto que na verdade, o jornalismo online teve início com a invenção do telégrafo de Morse, em 1844. Apesar de se tratar de um anglicismo, a tradução de online para o português seria “em linha” e assim, a expressão descaracterizaria a ideia do termo original em inglês.
Com o surgimento de redes sociais como o Twitter, Facebook e o recente Google+, todos os tipos de informações correm livremente pela rede. A mobilidade da informação permite que um fato seja publicado no momento que ele esteja acontecendo. Atualmente temos celulares com acesso a internet 3G, smartphones, iPhone, Blackberry, tablets de diversas plataformas, netbooks e wireless gratuitas em locais públicos. A facilidade de ser fonte e a necessidade de dá-las em primeira mão, aumenta a chance de não passar a situação correta para quem está lendo. Diversas vezes fatos são inventados, e a imprensa noticia erroneamente o “acontecido”.![]() |
| Obama: pioneiro no uso das redes sociais (Foto: Google Images) |
Dessa forma, e usado de maneira mais sábia, o twitter contribuiu para a campanha destes candidatos, a nível nacional. O mesmo se repetiu nas campanhas estaduais, com governadores, senadores, e deputados. Mesmo após as eleições e o período de campanhas, os políticos continuam a se conectar, com o intuito de manterem-se antenados com o que a população pensa, e assim, estar mais próximo da comunidade e quebrar o estigma com que são vistos, geralmente de maneira ruim pela sociedade.
Realizado no dia 27 de agosto de 2011 no Rio de Janeiro, o UFC (sigla em inglês para Ultimate Fighting Championship) foi transmitido ao vivo pela emissora Rede TV, pouco tradicional no meio televisivo, mas que foi a mais comentada durante o acontecimento do evento, acompanhado por milhares de telespectadores. Em uma sociedade nacional que está acostumada ao futebol, as Artes Marciais Misturadas (sigla em inglês, MMA) chamaram a atenção do público neste que foi uma realização muito importante para o esporte.![]() |
| Mark Zuckerberg |
Seja no jornal impresso, televisão, rádio ou nas diversas redes que utilizamos na Internet, a ética deve prevalecer. Devemos lembrar que somos formadores de opinião e temos grande responsabilidade social.
Passamos no mínimo quatro anos na faculdade em busca de conhecimento. Nosso principal objetivo é aprender como agir ao nos depararmos com o mercado de trabalho. A prática pode ser muito diferente da teoria, mas quando saímos da academia a bagagem cultural que adquirimos faz a diferença.
Para ser ético é preciso ir muito além de divulgar dados, é necessário ouvir os dois lados, talvêz até um terceiro. É indispensável averiguar o conteúdo veiculado, verificar a veracidade das fontes, ser objetivo e principalmente imparcial, divulgando de fato o que realmente aconteceu.
Para que o jornalismo possa se aprimorar é necessário aderir as novas tecnologias. No entanto, muitas vezes a instantaneidade e a proximidade da notícia tornam o jornalismo mais acessível ao público, mas também surgem muitas informações duvidosas.
Além disso temos um agravante, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que jornalista não precisa mais de diploma para exercer a profissão. Fato este que muito nos preocupa, pois, se já com formação existem muitos profissionais que não agem com ética no mercado, imagina sem!
Com a globalização e com as facilidades das redes sociais, que pode ser considerada uma certa definição de convergência midiática, tudo é muito rápido. O que ocorre no outro lado do mundo leva apenas segundos para que todos que têm acesso a internet fiquem sabendo.
O jornalismo em tempo real tornou-se algo benéfico, pois temos acesso a tudo que acontece em todo o mundo, independente das distâncias. Porém há um agravante, nem tudo que é veiculado nestes meios é verdadeiro e confiável.
Uma geração capaz de vencer todos os desafios e obstáculos em busca de um bom emprego. Mas, se aparecer outro melhor, lá vão eles.
Estamos falando da chamada geração Y, das pessoas nascidas a partir da década de 80. Com pouco ligação a empresa em que trabalham, não hesitam em ir embora caso seus desejos não sejam correspondidos. Não esperam permanecer no mesmo emprego por muito tempo, gostam de desafios e enjoam com facilidade da função que exercem.
É natural existir um choque entre as gerações mais antigas e as mais novas. O que não se pode aceitar é fazer de conta que essas diferenças não existem, cada profissional tem suas qualidades e valores diferentes. O valor de um profissional independe de sua idade, o mais importante é o respeito mútuo e valorizar o que cada um tem de melhor.
A convergência midiática é muito comum nos dias atuais. Convergência é unir diversos meios de mídias diferentes em um só produto. O Iphone, por exemplo, fornece serviços de telefonia, música, Internet e câmera digital.
Outro exemplo é o recebimento de email, notícias e informações através da telefonia ou o acesso em banda larga feito por empresas de TV por assinatura. Um dos principais motivos para que essa convergência seja possível foi o crescimento do formato digital nas áreas de música, TV, cinema e vídeo. As próprias revistas e jornais hoje em dia são produzidas primeiro no meio digital para depois serem impressas. O aumento e a evolução dos conteúdos digitais foi um fator muito importante para o crescimento da convergência midiática.
Com tanta informação, acessibilidade e rapidez de difusão das notícias, fica difícil medir o nível ético em que o jornalismo se encontra. Se hoje qualquer mortal pode filmar um acidente em tempo real e instantaneamente difundir o acontecimento em uma rede social da qual faça parte, a ética se perde aí no meio, não é fiscalizada. Dependemos apenas e somente do bom senso dos 'novos jornalistas', dos jornalistas autônomos, que fazem jornalismo por hobby e que são difusores de informação e não de opinião. Afinal, informação de qualidade nunca é demais.
Chega ao mercado a Compra Coletiva, novo tipo de serviço que tem ganhado espaço no mercado e que tem sido considerado o novo modelo de e-commerce no mundo. Uma ação simples, porém criativa, comprar em grande quantidade para ter vantagens na negociação.
Entre os sites de compra coletiva podemos citar o Peixe Urbano, Clickon,Citybest, Mega Oportunidade e o Zipme que é um site agregador, que reúne todos os sites de compra coletiva e mostra todas as ofertas do dia, por cidade.
Mas a tradicional compra no comércio de rua e shoppings também esperam ansiosos o período considerado mais lucrativo, o Natal.