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quarta-feira, outubro 31, 2012

Internet, um meio irreversível para os veículos de comunicação

Trocar informações no facebook, twitter, orkut, blogs, ler jornal, ouvir rádio, ver programas de televisão. Estes são alguns dos benefícios que a internet trouxe para a área jornalística que vivemos atualmente. Faz parte da convergência midiática.

Se há alguns anos atrás, você caro leitor, tinha que ir até a banca do seu Zé, comprar o seu jornal favorito, regional ou nacional, ou você que gosta de ouvir transmissões esportivas de outro estado brasileiro, com aquele ruído que atrapalha a identificação dos jogadores e fazem você ficar irritado, a internet veio para somar para os dois lados. Tanto para os veículos de comunicação, quanto para os consumidores.

Isso porque a internet abriu as portas para o público que não tinha acesso a determinado veículo de comunicação, a oportunidade de conhecer ele, assim ganhando mais apreciadores de seu conteúdo, resultando em mais um meio de faturar.

Mas este meio virtual não trouxe somente isto. Com ele veio o jornalismo em tempo real. Hoje por meio do facebook, blog, twitter, entre outros, posso postar informações que aconteceram em apenas cinco minutos atrás. Exemplo prático: estou andando tranquilamente pela rua XV de Novembro, centro de Blumenau, e presencio um acidente de automóveis. Com acesso a internet e um dispositivo móvel posso informar meu público sobre o fato que aconteceu e com foto para ilustrar.

O meio virtual veio para somar ao profissional da comunicação e aos consumidores das informações. A internet abriu de vez o diálogo entre quem informa e quem recebe a mensagem. E a ética jornalísta, mas do que nunca, está sendo testada por estas pessoas ávidas pelas informações.

Por Léo Bruno Manke

quarta-feira, outubro 17, 2012

Convergência midiática no mundo globalizado

O novo jornalista de web tem a responábilidade analisar além dos padrões normais de informação. Um novo modelo de profissão com mensagens claras e objetivas norteando as expectativas do novo leitor.  A globalização traz uma preocupação a mais para o jornalista, tornar a informação ágil e rápida em um mundo tecnológico. Hoje qualquer pessoa com um celular e uma câmera pode reportar a notícia e compartilhar essa informação para milhares de pessoas.

A convergência midiática é o resumo desse estilo que embora muitos teóricos acreditam que não é algo novo, todos concordo que se trata de um tema que lida com situações novas a cada dia. “O mercado de trabalho torna-se mais competitivo, pois a tecnologia dá mobilidade e permite multi-funcionalidade aos profissionais da comunicação, na opinião de Fernando Firmino.  O repórter passa a trabalhar para ‘marcas’ e não mais para veículos em particular" Afirma Marcelo Freire,  mestrando em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia.

TV, rádio, jornal impresso, internet, esses diversos meios de mídias, se por um lado unificam as possibilidades no acesso a informação, por outro exige que o jornalista crie uma narrativa própria e adequada para cada meio, pois em sua individualidade cada suporte apresenta características diferentes e tem que ser manuseada dessa forma.

Uma das possibilidades desse meio  é a integração de cada veiculo, a internet por exemplo pode reproduzir as informações dos jornais impressos, revistas e TV. Por sua vez a revista pode reproduzir as informações do rádio, TV, internet e assim consecutivamente com os outros veículos. Diferente do que muitos autores de livros sobre comunicação pensavam as novas possibilidades não interferem umas as outras, mas sim as completam.

Por Jean Volpato

Convergência midiática e o futuro da mídia tradicional


Foi-se o tempo em que a informação estava concentrada nas mãos dos detentores dos veículos de comunicação de massa. Com o advento da internet e a popularização dos dispositivos móveis com conexão banda larga, esse poder concentrado começou a perder força. Hoje, qualquer indivíduo pode se fazer ser ouvido através das redes sociais on-line. Para tal, basta ter em mãos o conteúdo e a oportunidade de compartilhá-lo.

A rede formal de comunicação precisa estar atenta às informações postadas nas redes on-line. A fonte de seu furo jornalístico pode estar, a qualquer momento, postando o potencial assunto do dia de amanhã em uma rede social como o Facebook, por exemplo.  Saber rastrear o fluxo de informações e mensurar temas com tendência de ascensão é fundamental para o profissional de jornalismo.

Tão importante quanto ser informado rapidamente  e veicular em primeira mão, é ter a ética de checar a credibilidade da fonte. Fontes com pouca autoridade ou relevância sobre o tema da informação devem ser postas em dúvida e melhor averiguadas.


Televisão e rádio: mídias que precisaram se reinventar

O rádio agora vai muito além do “radinho à pilha”: profissionais podem veicular podcasts, ou seja, programas radiofônicos gravados em arquivo de áudio digital e disponibilizados via web. Os assinantes de blogs e feeds RSS desses canais são notificados quando da disponibilização de um novo programa e, a partir daí, podem realizar seu download. Uma vez baixado, o arquivo pode ser transferido para qualquer dispositivo de reprodução de áudio.

Ao contrário da versão analógica, na internet o rádio e a televisão podem ter sua memória preservada, com o histórico completo dos programas já gravados disponíveis para visualização ou audição, a qualquer tempo.

Outro ponto que não pode ser esquecido é a ausência de fronteiras. Enquanto as rádios são limitadas à amplitude que o sinal pode atingir, na web essa limitação inexiste.  Pode-se escutar uma estação européia, chinesa ou australiana sem qualquer interferência ou perda de sinal.

A programação radiofônica e televisiva precisa aprender a conversar com o público e tirar proveito das novas possibilidades de diálogo pelas redes sociais. O ouvinte ou o telespectador hoje pode ter contato direto com o veículo. Cabe a ele saber canalizar esse potencial em prol de uma comunicação interativa, participativa e muito mais interessante.

Todas as mídias podem lucrar com as possibilidades que a internet abre. O potencial de retorno real, viralização,  a ausência de fronteiras e  a perenidade são características que precisam ser avaliadas e melhor aproveitadas.

Por Paula C. Laun

segunda-feira, outubro 15, 2012

Convergência midiática: um avanço no modo de fazer jornalismo que não altera seu compromisso com a ética

Hoje, a Internet já está com proporções tão elevadas a ponto dizer que estamos completamente dependentes do mundo online. O mundo está passando por momentos de crescentes mudanças, em que pessoas de todas as partes do mundo estão interligadas, se comunicam, interagem e tornam o que é longe, perto até demais. E no jornalismo não é diferente.

Claudia Galante, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, diz que vemos nascer um novo paradigma dentro do processo comunicacional: a convergência dos meios.

A convergência midiática se refere a uma tendência que os meios de comunicação estão aderindo para poder se adaptar à Internet, consiste em usar este suporte como canal para distribuição de seu produto.


Claudia Galante, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, diz que, no emergir nesse novo paradigma dentro do processo comunicacional, as novas e antigas mídias interagem de forma complexa e inesperada, alterando significativamente nossa relação não só com os meios de comunicação, mas também nossas relações sociais, políticas e culturais. Esta tecnologia possibilita que todos nós possamos ser não só consumidores de informação, mas também produtores e, desta forma, expandir nossa participação nos processos democráticos.


Outra questão que gera discussão é o fato de que, com o mundo digital, qualquer pessoa pode ser jornalista. Na realidade, com isso passou a ser possível a participação do público na produção do conteúdo jornalístico. E isso facilitou o trabalho do profissional de jornalismo.


Bruno Luiz Cardoso Tavares Antônio aponta que, com a junção de jornalismo e tecnologia, surge o chamado jornalismo em tempo real. Com isso, uma notícia pode ser conhecida no mundo inteiro em questão de minutos.

Um exemplo que podemos citar é o fato histórico acontecido no dia 11 de setembro de 2001 em New York. Em poucos minutos, as pessoas dos quatro cantos do mundo já sabiam do atentado às Torres Gêmeas. No vídeo, Luiz Nassif falou sobre o tema. Ele mostrou sua opinião sobre isso e foi bem claro. “Depois de cerca de 15 anos de atuação no Brasil, a prática jornalística está passando por mudanças bem profundas”, disse.

O meio online tem muito a somar com o profissional de jornalismo. No texto “Jornalismo na web: Por um código de ética específico”, Jorge Lima considera que a verdade continua o principal pressuposto jornalístico e ético. Com todas as mudanças acarretadas pela convergência midiática, em que, o público pode participar da produção da notícia e pode ser assim, considerado como uma fonte de pesquisa. Cabe ao profissional manter seu compromisso com a ética jornalística.

Postado por Josiane Caitano

quarta-feira, outubro 03, 2012

Convergência midiática e a profissão de jornalista


Impulsionados pelo avanço da tecnologia nos últimos cinco anos, os veículos de comunicação têm mudado o jeito com que produzem o conteúdo para atender a parcela consumidora. Antes, se um internauta acessava as informações de um site de notícias no computador de casa, após o dia de trabalho, hoje o público está nos smartphones acessando o Twitter e o Facebook. Com isso, os veículos enxergaram a necessidade de convergir, já que de uma maneira geral o público está cada vez mais exigente perante a informação.  Há pouco tempo, notas  dava conta de explicar a notícia, hoje, esperam que além da melhor abordagem, o veículo de comunicação publique  fotos, vídeos e o que mais for possível.

Até veículos tradicionais como o rádio entrou nessa onda de fazer tudo ao mesmo tempo. Emissoras do  mundo inteiro já tem sites de notícias com fotos, vídeos e informações de texto, algo inimaginável para os seus criadores. Em Blumenau, um exemplo de convergência é a Rádio Nereu Ramos, que há dois anos investe em recursos no seu repertório online.

Esse tipo de iniciativa visa em primeiro lugar, o lucro. É claro que as empresas de comunicação se interessam por informar o público da maneira que eles esperam, mas essas mudanças nunca aconteceriam se as empresas não lucrassem. Uma rádio que disponibiliza, por exemplo, o conteúdo online está abrindo o leque de público e com certeza visando conseguir mais anunciantes. É uma espécie de cultura da convergência: o veículo de comunicação atende as vontades do público e gera receita, sendo também favorecido.

Porém, a convergência da mídia criou não apenas uma extensão do mercado e produto de oferta, mas também o desafio para o profissional de comunicação. Hoje não basta ser um profissional de um veículo só, é preciso ser multimídia. Tirar foto, fazer texto, ser criativo para as redes sócias e preservar a ética. Com tanta demanda é possível que o jornalista se depare com situações onde se pergunte se está sendo ético ou não. A agilidade necessária nesse novo cenário exige que decisões sejam tomadas imediatamente. Não dá para esperar um setor jurídico avaliar uma foto em que aparecem crianças em um cenário humilhante, por exemplo. Nesses casos, os bons e velhos conceitos éticos do jornalismo serão usados, pois esses, nunca estarão desatualizados.

Postado  por Suellen Venturini

terça-feira, outubro 02, 2012

Convergência midiática: o jornalismo na internet


Muito se fala em convergência midiática e como será o futuro dos meios de comunicação. Em debates, salas de aulas, no local de trabalho, a discussão gira em torno do avanço tecnológico e da forma com que os meios convencionais vão sobreviver. O jornal impresso, por exemplo, em diversos momentos falou-se que iria acabar, porém ele ainda é bastante presente no dia a dia da sociedade. Além disso, as rádios, TVs e revistas também não perderam suas características principais, apenas se adequaram ao “novo modelo” de transmitir a informação ao público.

Hoje, a tecnologia é uma aliada dos meios de comunicação. O jornal impresso é disponibilizado na internet, as rádios e TVs também estão por lá. Na maioria dos casos, os veículos utilizam seus sites e mídias sociais para aprofundarem os assuntos que já haviam apresentado, mas que por falta de tempo disponível, não puderam trazer mais informações sobre determinado fato. Além disso, os portais são uma forma de manter informados aqueles que não podem, por algum motivo, assistir TV, ou acompanhar as notícias através do rádio.

Isso é o que chamamos de jornalismo em tempo real. Um bombardeio de informações, a qualquer momento do dia, sem pausas para almoço, janta, café e até mesmo para dormir. Porém, vale a pena destacar que na internet todos tem a oportunidade de postar aquilo que bem entender, o que nem sempre pode ser verdade. Ai então é necessário que o leitor tenha discernimento para aproveitar aquilo que realmente possui credibilidade e ética jornalística, daquilo que não possui fontes confiáveis.

A internet chegou como uma aliada, porém o conteúdo que nela é postado deve seguir a risca os mesmos critérios que são utilizados nos meios comuns. A veracidade não pode faltar em momento algum, afinal os sites e mídias são os representantes dos veículos de comunicação na internet.

Postado por Letícia Oberger

quarta-feira, setembro 26, 2012

Tecnologia no mercado de trabalho é um obstáculo para as gerações?

Choque entre as gerações estão presentes tanto em casa, no trabalho, como no lazer. Faz parte de nosso dia-a-dia, não tem como mudar. A maior diferença que se possa notar no conflito entre as gerações de baby boomers, geração X, Y e Z é na área da tecnologia. Enquanto as últimas três gerações citadas têm uma afinidade muito grande com a tecnologia, envolvendo as mídias digitais como twitter, facebook, orkut, blog, sites, entre outras formas, os baby boomers possuem uma dificuldade mais perceptível em acompanhar as demais.


Não é por falta de querer aprender, mas a cultura da época mais antiga não foi moldada para a atual transformação que nossa geração vem sofrendo. Quem nasceu após a implantação da internet no Brasil, tem a obrigação de saber usar as mídias sociais, e todas as tecnologias que rodeiam nossa realidade. Não é mais questão de diferencial para o mercado de trabalho, e sim de uma base para ele. Entende-se diferencial de mercado, pessoas que buscam aperfeiçoar estes conhecimentos na sua área de atuação.

A cada dia, semana, mês, ano, surge algo novo em nosso meio. Um novo aplicativo para celular, um novo modelo de computador, iPad, tablet, celular, novas mídias digitais, enfim o ser humano sempre está em busca de poder evoluir o que já está a disposição das pessoas e buscar a inovação. É o capitalismo pulsando cada vez mais forte na sociedade. E o mercado de trabalho está de olho nos profissionais que tenham uma maior aproximação neste meio. Neste ponto, as crianças e jovens largam na frente.

Mas os baby boomers e geração “X” tem outras virtudes que são imprescindíveis para um profissional de sucesso: a experiência e a paciência para tomar as decisões certas. Trabalhar com diferentes gerações dentro de um ambiente de trabalho pode significar tanto o sucesso quanto o insucesso. O que vai diferenciar o resultado final nas relações entre as gerações citadas é cada um respeitando as dificuldades de cada indivíduo e contribuir da melhor forma possível em sua função.

Em minha breve experiência no mercado de trabalho, observei já os baby boomers pedirem a geração Y, dicas para aperfeiçoar suas técnicas nas mídias sociais, no caso do exemplo acima, foi para o facebook. Mas não é somente eles que vem até nós. Geralmente os novos (Y e Z), vão até os mais antigos pedirem dicas no âmbito do trabalho e também na vida pessoal. A vida na verdade, é uma troca de experiências entre os diversos seres que constituem nossa sociedade. 

Por Léo Bruno Manke

terça-feira, setembro 18, 2012

Gerações e tecnologia


Primeiro conheci o email, depois as salas de bate papo, mais tarde o Fotolog, MSN, Orkut, blog, YouTube, Flickr, Facebook, Twitter, e tantas outras que nem sei para que servem. Durante esse processo foram criadas novas linguagens (próprias da internet), emotions, comunidades, fóruns, grupos, curti, descurtir, seguir, adicionar. E com cada nova invenção, um aprendizado novo e uma febre mundial.

O email que no começo era checado a cada minuto, ficou abandonado até chegar à faculdade e se tornar uma profissional, daí por diante tornou-se indispensável. As pessoas que antes deixavam scraps no Orkut, hoje, te marcam no Facebook. A conversa do MSN também foi para o Facebook. E lá você ainda pode compartilhar fotos e vídeos.

Hoje as mídias sociais fazem parte do meu trabalho. E sempre tem alguém dentro da empresa que é o responsável por essa área, aquele que ama, vive e entende do mundo virtual. E não são só os da Geração Y, a Geração X também busca o aprimoramento neste meio.

O convívio no dia a dia, com pessoas de diferentes gerações, é sempre uma experiência nova, tantos dos mais velhos, quanto dos bem mais novos.

É muito interessante saber como as pessoas viviam sem o celular, o computador, as câmeras digitais, os iPods, iPhones, iPads, mesmo que seja uma realidade tão distante.

Ao mesmo tempo, por mais que eu tenha acompanhado parte desse processo tecnológico, muitas coisas ainda parecem gregas. De uma hora para outra os celulares passam a ter apenas um botão, o computador pode ser carregado na bolsa e a comunicação com o mundo inteiro se torna possível através desses meios.
Pelos desafios e por tudo que posso perceber no dia a da, a melhor opção é buscar o aperfeiçoamento de acordo com as mudanças. Cada geração vai conhecer um pouco mais sobre o seu tempo. E as pessoas não devem parar nele. As coisas mudam e o mundo muda. E tanto no trabalho, quanto na vida pessoal e acadêmica, as novidades sempre acham um jeito de fazer parte do nosso cotidiano. Principalmente para nós, futuros jornalistas que precisamos estar ligados no mundo.

Postado por Letícia Oberger

quarta-feira, setembro 05, 2012

Eleições 2012: A utilização da Internet nas campanhas de candidatos a vereador em Blumenau


A Internet tem tudo para ser uma importante ferramenta de comunicação. Um exemplo disso é que ela pode ser uma grande aliada nas eleições 2012.

O facebook é a rede social que mais se destaca atualmente. Mesmo sendo usada por um número elevado de blumenauenses, na cidade, a rede acaba deixada de lado, enquanto poderia contribuir com a campanha de muitos candidatos nas eleções para vereador. Ou mesmo os que usam, usam muito pouco para a finalidade da campanha. Há algumas exceções de poucos que, ou já estão envolvidos no meio político ou têm algum conhecimento avançado na área da comunicação.

Depois de praticamente dois meses de candidatura, é que Jairo Santos, candidato a vereador pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), passou a utilizar o seu perfil no facebook para auxiliar na sua campanha. A partir do dia 30 de agosto, ele passou a fazer pastagens na rede social que fossem focados na sua candidatura.

Na campanha para vereador em Blumenau, a diversidade é perceptível. A candidata Laura Isabel Guimarães de Souza, do Partido da República (PR), se apresenta como representante dos jovens na Câmara de Vereadores da cidade. Conhecida como Laurinha, ela é uma das candidatas mais novas, ela é estagiária há três anos na câmara de vereadores.

Mesmo com sua juventude, o que, muitas vezes é citado como uma facilidade para a utilização das redes sociais, esses meios não são utilizados com foco na sua candidatura.

Não são muitos casos que ousam um pouco mais. Ao utilizar os recursos da web em favor a sua campanha, o candidato Vanderlei Paulo de Oliveira, do Partido dos Trabalhadores (PT), estabelece uma interação com os eleitores. Utiliza de algumas plataformas como site, facebook e twiter para se comunicar. E, ao fazer isso, ele ainda utiliza dos próprios recursos que esses instrumentos ferramentas podem proporcionar como a inserção de vídeos, áudio, ou mesmo, o acesso às demais redes utilizadas por ele e que revelem sua campanha.

Esses dados mostram, mais uma vez, como o mundo da web ainda está em processo de adaptação e evolução. A Internet tem muito a auxiliar também no mundo político, o que ainda falta é a um maior conhecimento que proporcione mais formas de utilização desse meio.



Publicado por Josiane Caitano.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Crimes Virtuais

Por Jaade P. de Andrade Soares

Com o avanço da internet,  hoje em dia ela é uma ferramenta fundamental mas não são só coisas boas que a rede trouxe, com a chegada da web, apareceram novos tipos de crimes, os virtuais.

Esta cada vez mais crescendo esse tipo de prática online, bandidos trocam os assaltos nas ruas pelos assaltos virtuais, uma maneira mais fácil de conseguir o que eles querem, seja por golpes através de emails ou pelas redes sociais, fica claro que precisamos tomar todo o cuidado enquanto estamos navegando na internet, os mais conhecidos são os famosos emails de bancos dizendo para a pessoa confirmar os dados pessoais, os bancos avisam e alertam a população sobre isso dizendo que não mandam esse tipo de aviso pela internet.

Muitos não sabem onde ir para denunciar esses crimes e outros, para isso existe a SaferNet Brasil, uma associação civil sem fins lucrativos que coopera com o Ministério Público Federal e a Justiça Federal, só no começo desse ano foram recebidos 2782 denúncias, o número mais assustador foi de que desses denúncias 1.761 foram só de pornografia infantil.

No  site da SaferNet Brasil tem todas as informações necessárias para se fazer uma denúncia e a pessoa não precisa se identificar.

Fotos: Google Imagens

quarta-feira, novembro 23, 2011

Internet e suas facilidades

Por Marcos Maia Borges

Estamos sendo alvos de uma invasão. Sim. A internet chegou no início da década de 1990 e já está em todo o lugar. Não conseguimos fazer coisa alguma sem apelar para a rede mundial de computadores. Tente. Passe uma semana sem acessar a web, sem comprar com cartão de crédito e débito, sem usar o computador no trabalho, e sem usar este serviço para quaisquer outras atividades que você faça que necessite dele. Poucos, muito poucos, conseguirão.

A eficácia e a luxúria trazida pela internet também atinge os “assuntos sérios” da nossa sociedade: governo e informação. No passado, as falcatruas não foram punidas, mas, atualmente, a sociedade civil fiscaliza o poder público de perto. Como? Claro, via internet. Há uma lei, chamada Lei da Transparência, que obriga os órgãos públicos a disponibilizarem as suas finanças com fácil acesso aos internautas, sob risco de punição pelo Tribunal de Contas. Como exemplo existe o site impostômetro.

O jornalismo também foi dominado por esta tecnologia. Os grandes grupos de comunicação possuem portais de informação que recebem milhares de acessos diários, e são tão influentes como os tradicionais jornais na vida política do país. Essas mesmas companhias estão nas redes sociais, como twitter, e interagem com as pessoas em tempo real, dando a oportunidade de o receptor participar, efetivamente, do veículo. Com isso, a lógica da formação do jornalista mudou. O Ibes/Sociesc integrou à sua grade a disciplina de Jornalismo Digital com esta ideia. Lá ensina-se como direcionar os conteúdos e definir o público da melhor forma.

A internet nos viciou com a facilidade por ela fornecida às pessoas que passaram séculos tendo de trabalhar duro para ter as coisas. Hoje, já não é mais preciso pegar fila na lotérica ou no banco, paga-se online; já não é mais preciso gastar horas ouvindo um vendedor numa loja para comprar mercadorias, compra-se online; já não é mais preciso ligar para o amigo, conversa-se online. Ou seja, até mesmo nos menores detalhes do nosso dia a web marca território.

O jornalismo ganhou mais uma ferramenta na sua luta por deixar os cidadãos a par do que lhes cerca; e os cidadãos têm em mãos um instrumento de fiscalização e facilitação poderoso.

A digitalização do jornalismo contemporâneo

Nos últimos anos, o boom da tecnologia digital tem se mostrado cada vez mais intenso. Empresas do mundo inteiro estão conectadas às redes sociais, e é raro encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar em Twitter ou Facebook. Verdade seja dita: a internet deixou de ser uma mera plataforma e se tornou algo muito maior que qualquer um pudesse imaginar.

No jornalismo, essa realidade é ainda mais verossímil. Você pode até se isentar de qualquer contato com o universo virtual, mas precisa, no mínimo, ter algum conhecimento sobre o que acontece no dia a dia da chamada “vida paralela”.

Em se tratando de jornalismo digital, não basta saber: é preciso saber fazer. O usuário 2.0 não quer saber de textos muito longos, parágrafos extensos e conversas desconexas. Para ser bem sucedido na internet, o jornalista contemporâneo e ligado nas exigências do público-alvo sabe que é preciso ser ágil, direto e relativamente conciso. Além disso, o uso da imagem continua tão forte quanto sempre foi: visualizar o que se lê é muito importante. Descrições detalhadas combinadas a fotos de alta resolução concedem credibilidade a textos de internet e, assim, evitam que o leitor se canse rapidamente e desista da leitura.

O ciberespaço possibilita a informação instantânea e de longo alcance, mas os cuidados com a apuração dos fatos são os mesmos. Antes de postar qualquer notícia nas redes sociais ou em sites pessoais, é vital que o profissional de comunicação saiba que aquilo que está propagando é, de fato, verdadeiro. Mesmo sendo uma ferramenta importantíssima para o manuseio da informação, a web deve ser utilizada com prudência e bom senso. De nada adianta lotar o cérebro do leitor com informações, se o que está sendo dito não tem relevância ou veracidade suficientes para impactar a tomada de decisões do mesmo.

Jornalismo Digital na faculdade: limitações incoerentes

Infelizmente, muitas instituições de ensino superior ainda não estão bem informadas sobre a necessidade do uso da internet e das redes sociais pelos cursos de Jornalismo. Como já foi dito, estas plataformas se tornaram essenciais para divulgar serviços, desenvolver ideias e antecipar informações. Convenhamos: qualquer notícia chega primeiro ao Twitter ou ao Facebook, hoje em dia.


Por isso, faculdades do mundo, prestem atenção nas mudanças de comportamento e de hábitos no mercado de seus respectivos cursos. Qualquer estudante que se preze precisa estar de olho no que acontece na internet. Limitar o acesso é limitar, também, a voz de uma geração que tem a faca e o queijo nas mãos.

Por Camila Iara

Entender a Internet faz parte dos cursos de Jornalismo

Por Karin Bendheim

O mundo está cada vez mais digital. Em poucos anos a Internet se tornou acessível há grande parcela da população mundial e conquistou muitos seguidores. O que antes era considerada atividade para jovens, hoje navegar na rede mundial de computadores é sinônimo de trabalho, dinheiro, informação, entretenimento entre outros.

Em meio a isso é preciso profissionalizar essa ferramenta tão ágil e instantânea. Para quem deseja propagar informações nessa grande teia é imprescindível conhecer o funcionamento da Internet e saber alguns truques que fazem toda a diferença.

Jornalistas também compartilham informações e para fazer com que elas cheguem mais longe é preciso usar as ferramentas adequadas e da maneira correta.

Por isso o curso de jornalismo do Ibes Sociesc adicionou à grade curricular a disciplina de jornalismo digital. Para quem dominava as redes sociais e achou que já estava por dentro de tudo se enganou.

Mais que aprender as utilizar essas redes, as aulas passam pela parte teórica de como surgiu a Internet até como escrever para os robôs de buscas. Muitas postagens no blog da disciplina foram feitas para aperfeiçoar a escrita na web.

O que mais chama a atenção do leitor? Como não perdê-lo? O que fazer para que a postagem apareça nas buscas? Qual o melhor horário para "tuitar"? Como utilizar as fotos? Esses conhecimentos foram repassados ao longo do semestre.

Ficou um questionamento comum entre os colegas.  Como uma faculdade de comunicação social que insere a disciplina de jornalismo digital tem dificuldades de oferecer a Internet sem restrições aos acadêmicos?

Não foram poucas as vezes que a turma enfrentou problemas para dar continuidade às aulas devido às grandes limitações da Internet da faculdade. Ao final do semestre o sistema está melhor, mas longe do ideal.

Imagens: Google

quarta-feira, novembro 09, 2011

Convergência midiática: A informação em tempo real

Nos últimos tempos, a internet evoluiu com o fortalecimento das redes sociais e o surgimento de vários aplicativos. Os meios de comunicação tradicionais começarama perder espaço e consequentemente os seus leitores, que passaram a buscar notícias em tempo real.

Para acompanhar este avanço, os veículos de comunicação tiveram que se adaptar. È a chamada convergência midiática. Os jornais impressos hoje já têm versões para internet. As Rádios e a TVs utilizam links de transmissão ao vivo para repassar a informação aos seus ouvintes e telespectadores. Aliás, divulgar as notícias na internet, à medida que os fatos vão acontecendo, tem sido uma das preocupações dos meios de comunicação. Cada vez mais eles estão busca da transmissão em tempo real.

Além de fazerem uso do jornalismo on-line e instantâneo, os veículos também aproveitam os surgimentos de novos aplicativos para espalhar seu conteúdo de forma diferenciada, tentando, manter, aumentar e atingir diferentes públicos. Uma utilização bastante comum da convergência midiatica, por exemplo, é o uso de vídeos para complementar a informação. Os veículos que possuem jornais impressos publicam os vídeos relacionados ao assunto em seus próprios sites. Além disso, muitos veículos também disponibilizam todo o material que sai impresso na rede. De uma forma ou de outra, todos usam a internet como ferramenta de interação. Isso integra ainda mais o leitor ao jornal.

O rádio também ganhou maiores proporções com a internet, seu alcance passou a ser mundial com as web rádios, por exemplo. A convergência midiática possibilitou à qualquer usuário colocar suas produções radiofônicas na rede. A televisão digital também é um bom exemplo da convergência midiática. Basicamente ela é a junção da TV tradicional e da internet. As diferenças são a interatividade do telespectador com a emissora. Na TV digital quem escolhe a programação que quer assistir é o próprio usuário. E ainda é possível acessar a internet e ter notícias em tempo real.

Com todo este avanço, abre-se a discussão sobre a ética jornalística. Publicar informações com tanta rapidez, tem sido um desafio para os jornalistas, pois com a internet ao alcance de grande parte da população e as facilidades que ela proporciona ao internauta, qualquer um pode divulgar informações. Encontrar vídeos, fotos, e qualquer outra dado na rede, é bastante comum. Por isso, os veículos de comunicação precisam se atentar se estão divulgando uma informação segura. A seleção e publicação das notícias precisa ser feita por um profissional habilitado, e sempre precisa ser checada.

Por Stéfany Pessoa
Fotos: Divulgação/Google

A notícia como mercadoria

O surgimento de novas tecnologias e a era digital não modificou apenas a relação entre as pessoas, ele mudou também o jornalismo.

Com o avanço da internet e a postagem de conteúdo por cada vez mais gente, os meios de comunicação precisaram se adaptar para continuar atingindo grande parte do público, que a essa altura, já encontrava muito conteúdo gratuito na rede.

Os veículos tiveram que agregar serviços e transportá-los cada vez mais para web onde estão acessíveis a pessoas de todos os lugares. Nesse momento, atividades como radiodifusão, telejornalismo e jornalismo impresso entre outras, passaram por mudanças radicais.

Já não bastava mais produzir o conteúdo habitual e a convergência midiática virou questão de sobrevivência. A população não se contentava mais em ler e pagar por um jornal, por exemplo, cujas matérias poderia ter a seu dispor digitalmente  e sem gastar nada com isso.

Para não perderem espaço, todos os veículos precisaram se reinventar em algumas áreas e aprender a arte da conquista. Foi o que aconteceu com a Folha de São Paulo, um dos maiores jornais do país.

Ela criou um  site e ofereceu a seus leitores a opção de verem além da reportagem tradicional, um vídeo sobre o assunto em seu hotsite, o comentário de um especialista e até mesmo interagir com outros leitores em um grande debate sobre o tema.

Foi necessário encontrar uma forma de mostrar aos seus leitores que mesmo com tanta facilidade na rede, ainda valia a pena pagar pelos meios de comunicação tradicionais.

O jornalismo nunca mais foi o mesmo, e todos os profissionais da área também seguiram o novo caminho. Além de dar ao público um leque de opções, os comunicadores investiram mais em qualidade e provaram que num ambiente onde todos produzem conteúdo e noticiam fatos, a ética é fundamental.

A população ainda quer  boas informações e por isso as notícias, tratadas como mercadoria, exigem do jornalista a mesma responsabilidade de antes. Como ao comprar qualquer outro item, os consumidores querem levar para “casa” um ótimo produto . Neste caso, a verdade dos fatos e uma informação correta e precisa.

Por Helena Marquardt

Internet: A Resposta Imediata dos Fatos

A internet possibilitou nos dias de hoje que qualquer pessoa se torne um emissor de informações, isso facilita que
pessoas comuns podem escrever o que pensam e sem censura, através do Twitter, Facebook, blogs, entre outros.

Na visão de muitos jornalistas e críticos da comunicação, o jornalismo online esta sendo realmente valorizado.

Hoje também várias pessoas, muitas até sem nenhuma qualificação, encontraram na internet a oportunidade de criar até o seu próprio negócio.  O que chama a  atenção é os inúmeros portais, que surgem todos os dias de compras  coletivas e também na área de entretenimento.

O grande avanço da internet ajudou a sociedade em vários aspectos, por exemplo o jornal de bairro que você tinha que ir até na banca para pegar ou  na padaria da esquina, hoje com o avanço da tecnologia você já encontra muitos já digitalizados.

Cito o exemplo do Jornal de Indaial um jornal que vem recheado de fotos, algumas notícias da prefeitura e o destaque sempre fica na área do lazer.

Após a publicação ser distribuído nas ruas, é postado os conteúdos na internet. Com esse trabalho, só veio agregar valores e ganhar mais credibilidade perante seus anunciantes, colunistas e a sociedade em um geral.
 
Por Rosangela Lara Foto: Google imagens

Precisão e velocidade duelam na internet

A internet é a maior revolução que o mundo assistiu nas últimas décadas. Agora, as pessoas podem se comunicar em tempo real de qualquer canto do mundo; as empresas podem expor os seus produtos para uma quantidade muito maior de possíveis clientes do que somente aquela comunidade em torno das suas lojas; e a imprensa tradicional ganhou mais um concorrente na busca pelo direito de informar as pessoas.

Que a internet é extremamente importante no mundo atual ninguém duvida, mas, com grandes facilidades, vêm grandes responsabilidades. Isso se aplica, sobretudo, àqueles que utilizam a rede mundial de computadores profissionalmente. Será que vale a pena colocar um post mínimo com informação pela metade e comprometer uma fonte só pra ser o primeiro a noticiar? Essa é uma discussão que está na maioria das academias Brasil afora.

Em minha opinião, não. Não vale a pena dar mais importância à velocidade em relação à precisão. O jornalismo tem como objetivo esclarecer os assuntos que pautam a vida das pessoas. De que me adianta ler uma cobertura em tempo real da invasão de um morro? Deve-se mostrar as implicações e os outros fatores. Aprofundar, não simplesmente jogar na cara do leitor.

Essa responsabilidade na hora de postar algo aplica-se também aos usuários comuns, que acessam a web por entretenimento. No último ano, temos visto seguidamente pessoas que se expressam de maneira polêmica ante um assunto e depois enfrentam conseqüências sérias por isso. Esse foi o caso da estudante Mayara Petruso, que manifestou uma opinião racista contra os nordestinos. Resultado: perdeu o emprego.

Redes sociais e todo este universo de aplicativos e programas que permitem mil e uma coisas são úteis e atraem milhares de internautas ávidos por conhecer as últimas da rede, porém, é bom que todos – profissionais e usuários particulares – tomem cuidado com o que dizem, pois ali tudo é potencializado. Isso vale para o bem e para o mal.

Por Marcos Maia Borges

quarta-feira, outubro 26, 2011

A convergência midiática e o estudante de jornalismo

Para muitos estudantes de jornalismo o assunto "Convergência Midiática", não é novidade, mas ainda há muito que ser analisado, praticado e experimentado, pois é a hora de novas aprendizagens exigidas na profissão. Todos devem acompanhar as transformações, a maneira como circulam e são utilizadas todas as informações que estão ao redor.

De tempos em tempos surge uma nova formar de se comunicar, temos o Youtube, Flickr, fotologs, sites, blogs, a internet possui as mais diferentes mídias, sejam elas novas ou velhas conhecidas nossas, de maneira conjunta, convergente.

Existem várias opções, texto, vídeo, áudio, fotos, alguns com tudo junto, para formar um mundo completo e cada vez mais atraente na comunicação. Hoje em dia, uma empresa de comunicação, seja de rádio, impresso ou televisão, tem quase como obrigação disponibilizar seus conteúdos em um próprio site ou em redes sociais.

Aos poucos os veículos de comunicação vêm mudando a sua rotina na produção das notícias jornalísticas, utilizando diversas ferramentas para a construção dela. O conteúdo está mais atraente, mais chamativo, pois uma mesma matéria é apresentada em diferentes formatos, ela possui ao mesmo tempo texto, uma galeria de fotos, um ou mais vídeos ou áudio, tornando-se assim mais completa.

Nos dias atuais as maneiras de se fazer notícias não faltam, a produção de um conteúdo inédito, por exemplo, pode vim através de um celular, um acessório útil na vida de todos, que pode ser uma grande ferramenta de comunicação. Com uma câmera fotográfica e filmadora, o aparelho se torna o próprio instrumento de produzir notícia.

Por isso o jornalista multimídia, deve estar atento a essas novas técnicas e maneiras de se fazer notícia que estão surgindo, sempre é claro estando atento a ética acima de tudo. O jornalismo atualmente não é baseado somente em escrita, muitas vezes um vídeo ou gravação pode valer muito mais.


Por Camila Tibes

(Fotos: Google Images)

A fragilidade e a força da informação na internet

Com o surgimento de redes sociais como o Twitter, Facebook e o recente Google+, todos os tipos de informações correm livremente pela rede. A mobilidade da informação permite que um fato seja publicado no momento que ele esteja acontecendo. Atualmente temos celulares com acesso a internet 3G, smartphones, iPhone, Blackberry, tablets de diversas plataformas, netbooks e wireless gratuitas em locais públicos. A facilidade de ser fonte e a necessidade de dá-las em primeira mão, aumenta a chance de não passar a situação correta para quem está lendo. Diversas vezes fatos são inventados, e a imprensa noticia erroneamente o “acontecido”.

Um exemplo recente de quando isso acontece é o caso do comediante da Rede Record, Amin Khader. Surgiu um boato no Twitter de que Khader havia morrido em seu apartamento, vítima de um infarto. Vários portais da internet, inclusive o R7 (que pertence à Record), confirmaram a morte do comediante. O fim da picada foi quando os apresentadores do programa Hoje em Dia, da própria Record, deram ao vivo a notícia da morte de Amin. Eventos como este mostram a fragilidade que temos de aderir a notícias falsas, vindas da rede.

Em Blumenau, vimos que o jornalismo digital fez a diferença em um momento difícil para a cidade, que foi as cheias de setembro. Com a dificuldade da circulação de jornais, televisões fora do ar, a população teve apenas dois meios para se informar: as rádios e a internet.

Um meio de comunicação que usa as redes sociais para tapar buracos de pauta são os portais. É compreensível quando a informação é usada apenas como ideias para pauta. Mas temos visto muitos destes portais usar a informação de um Tweet, ou de uma citação no Facebook, na íntegra, sem ao menos checar com a possível fonte. Além de perder a qualidade da notícia, por se tratar do assunto de forma tão superficial e mal feita, fere os princípios do jornalismo e faz a empresa de comunicação perder a credibilidade.


Por: Guilherme Lemos
Fotos: Divulgação

quarta-feira, outubro 05, 2011

A troca de experiências entre as gerações

Quem ainda não ouviu falar sobre as gerações que surgiram, ao longo da história, os chamados Baby Boomers, gerações X, Y e a mais recente, Z? São grupos de pessoas com especificidades distintas que estão tentando aprender a conviver com as gigantescas diferenças que existem entre elas.
Estas gerações se distinguem em todos os aspectos, desde personalidades, crenças e atitudes. São costumes e valores que influenciam, e muito, nas relações sociais e principalmente no mercado de trabalho, já que há profissionais de diferentes faixas etárias convivendo juntos no mesmo ambiente.

Na empresa onde trabalho, não é diferente. As gerações Baby Boomers, X e Y estão presentes em vários setores. Apesar disso, os conflitos não são tão frequentes. Quando surgem divergências, os chefes que são, em sua maioria, das gerações Baby Boomers e X, tentam resolver sempre da melhor forma possível. Os jovens da geração Y são a maioria na empresa.  Eles sempre tem espaço para explanar suas ideias e por isso estão sempre em busca de novos desafios.

No setor onde trabalho, minha chefe é da geração X, e eu sou da geração Y. E é aí que é possível sentir as diferenças. Eu sou mais impaciente, tento fazer as coisas tudo para já e sou inquieta, especialmente quando temos que aprender a lidar com novos sistemas, novas tecnologias. Quando é necessário fazer algo e dependemos de um sistema que não sabemos mexer, sou eu quem sempre "fuça" e revira todas as funções para aprender a lidar.

Acostumada com esse meu jeito mais "rápido" e "ligado" de ser, segundo ela própria, minha chefe nem sempre perde tempo tentando descobrir como algo funciona. Na maioria das vezes, sou eu quem aprende a lidar com as novas tecnologias e depois repasso as informações.

Em contrapartida, tenho aprendido a ter mais paciência e a ser mais minuciosa e detalhista. Com a geração X aprende-se que nem sempre fazer as coisas "correndo" é a melhor saída. Trocar experiências com as gerações que existem dentro da empresa, é a melhor forma de se desenvolver profissionalmente.
Não só no setor onde trabalho, mas em todos os outros setores é possível ver esta troca de experiência entre as gerações. Prova disso, são os jovens da geração Y, dentro da empresa que assumem cargos de supervisores dos setores. Apesar da geração Y ter características mais individualistas, eles também são inovadores, rápidos e atualizam a gestão da geração X e Baby Boomers com o que está acontecendo no mundo online.

É claro que sempre surgirá algum tipo de conflito e divergência, mas, a experiência e paciência das gerações mais antigas, Baby Boomers e X, e a pró atividade e energia da geração Y, se somam, contribuindo para o crescimento da empresa.

Texto: Stéfany Pessoa
Foto: Divulgação/Google