
O final de ano está
chegando e com ele os gastos aumentam devido as compras de
natal.
Já ouviu falar em
compras coletivas? É a nova febre de consumo da Internet. Difícil a pessoa que não goste de uma
promoção ou de um preço mais acessível para adquirir seus produtos, principalmente na época em que estamos, final de ano, natal, compras, etc.
As
compras coletivas ou clube de compras como também é chamada, começou em 2008 nos Estados Unidos e conquistou o mundo todo muito rápido. O conceito desse tipo de venda é oferecer o
menor preço possível de um produto para conquistar um
volume maior de consumidores. Por exemplo, oferecer um corte de cabelo em um salão de beleza conceituado da cidade que custa R$100,00 normalmente, por R$33,00 para os primeiros cem internautas que se cadastrarem nessa oferta. O preço do seu produto/serviço é reduzido, mas o volume de pessoas que se interessam pela oferta aumenta consideravelmente, rendendo maiores
lucros. É bom para quem oferece o produto e é bom para o consumidor.
O conceito do negócio é gerar a compra por
impulso. As pessoas acabam comprando um mês de academia, uma pizza, uma hidratação pro cabelo, simplesmente pelo preço ser tentador e 'imperdível'.
Um dos sites mais famosos nesse ramo atualmente é o
Peixe Urbano. É o primeiro site de compras coletivas do Brasil e oferece descontos de 50% a 90% em diversos produtos e serviços de várias cidades do país. Para que o consumidor possa de fato usufruir da oferta em que se cadastrou, ela precisa alcançar um número mínimo de compradores.
Com o final de ano, os sites de compras coletivas, mesmo sendo relativamente 'novos' no Brasil, são ótimas opções para encontrar presentes e ofertas super acessíveis, e o brasileiro já está ligado nisso. Dados do
Serasa confirmam: de abril a outubro deste ano o crescimento de sites desse ramo foi absurdo: 13.000% !! O
Ibope Nielsen Online mostra outro dado exorbitante: já são mais de cinco milhões e meio de pessoas cadastradas nos sites de compras coletivas e, de agosto para setembro, o aumento de cadastrados foi de 27% e só tende a aumentar.
Fora das telas do computador, os
varejistas também estão
empolgados com a expectativa de vendas pro natal deste ano. Um dos motivos para essa motivação é o
aumento de empregos que ocorreu em 2010 que, consequentemente, criam novos consumidores e maior poder de compra.
Opções não faltam. O natal deste ano apresenta ao público consumidor a inovação das compras coletivas mas, o comércio varejista não perde seu posto. Entre
sites onlines e
lojas de rua, o importante é pesquisar produtos e preços acessíveis para que o final do ano não 'pese' no bolso de ninguém.
Postado por Natália Vicentini