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quarta-feira, novembro 09, 2011

A vista da nação

Revolução. Esta é, provavelmente, a palavra-chave mais adequada para definir com precisão o impacto da internet no dia a dia da sociedade contemporânea. Hoje, estar presente na web deixou de ser luxo empresarial ou acadêmico. Em outras palavras, se você não interage com a plataforma, a regra é clara: você não existe. No jornalismo, este conceito passou a ser obrigatório. Empresas que não trabalham com mídias sociais estão muito atrás das organizações já conectadas. Isso porque o feedback instantâneo gerado por ferramentas como Twitter e Facebook podem ajudar – e muito – os negócios das companhias atuais. Com apenas alguns cliques do mouse, o empreendedor moderno consegue evitar crises, reparar erros e, de quebra, marcar pontos com seu consumidor-alvo através da teoria popular de que se “a gente conversa, a gente se entende”.


O boom da comunicação em tempo real também permite que qualquer internauta pratique o exercício da profissão. Mesmo sem diploma ou experiência na área, é muito fácil – e útil, deve-se ressaltar – criar um blog a serviço público. Assim, surge a troca remota de informações e opiniões. O jornalista Marcelo Tas é um dos maiores entusiastas da prática jornalística simultânea. Segundo o comunicador, o acesso livre à rede facilita a identificação de eventuais contestações do público-alvo e, inevitavelmente, adiciona novos horizontes às futuras projeções jornalísticas virtuais.

Em meio a tantas coisas boas, surge a vertente que assusta e provoca polêmica absoluta entre a classe: a ética. Sabe-se que o jornalista é um profissional supostamente qualificado para transmitir a notícia bem estruturada e a opinião devidamente argumentada. Com isso em mente, é importante lembrar que a população – principalmente no Brasil – é profundamente influenciada pela imprensa como um todo. Isso significa que, mesmo no Twitter, você, sendo jornalista (ou estudando para se tornar um), deve ter consciência de que está afetando as convicções e a as ideias de muita gente. Por isso, a partir do momento em que decide “existir” na internet, o profissional deve priorizar a ética jornalística para prestar um serviço de credibilidade a seus respectivos leitores, seguidores ou fãs. Afinal, já disse Ruy Barbosa: “A imprensa é a vista da nação”.

Por Camila Iara

terça-feira, maio 10, 2011

Analise Folha de Blumenau

O site Folha de Blumenau se propõe a ser um jornal diário online e com edição impressa semanal.  Nele são divulgadas noticias e acontecimentos de Blumenau e região. Ao analisar o seu conteúdo e a sua interatividade com novas mídias e a acessibilidade para deficientes costa-se que o layout da página principal é pobre. A diagramação faz com que as noticias sejam locadas de forma não uniforme, somado a isso a aba para as editorias ficam alocadas no final da página de forma a dificultar a navegação .  Existe ainda algumas legendas de fotos e vídeos que saem da caixa de diálogo.
  Não é possível a leitura das noticias que estão na edição impressa por não assinante do mesmo, o que inviabiliza a idéia de um jornal online. O não assinante tem a opção de leitura de uma edição digital em flash, que se abre em uma nova página. Além dessa opção ficam disponíveis ao leitor as notícias do “plantão folha”.
 O site não disponibiliza um acesso facilitado para os usuários de programa de leitura usado por deficientes visuais, assim como o seu layout não facilita encontrar as notícias uma vez que a sua versão digital é em flash e não há como o programa fazer a leitura por esse meio.
 Na pagina central não há uma padronização das fontes, onde pode se encontrar até três tonalidades diferentes de cores para os textos e mais algumas para os títulos. A única padronização se encontra no jornal digital, que segue o padrão impresso sem nenhuma interatividade com o leitor.
 A folha de Blumenau disponibiliza no alto da pagina o link para o twitter e facebook, assim como duas caixas uma de cada lado da pagina, onde mostra as ultimas atualizações.


 Fica claro para qualquer visitante a dificuldade de se navegar pela página da Folha de Blumenau, a sua versão digital foge do padrão de interatividade que se procura ao buscar noticia em um meio digital. O internauta tem pouco material visual, assim como não pode se aprofundar nas matérias. O uso das novas mídias limita-se ao Twitter e Facebook, com links paras as matérias existentes no site. A acessibilidade por deficientes visuais é praticamente nula.

Dimas F. Carvalho

domingo, maio 01, 2011

Centro Acadêmico de Jornalismo promove palestra com Vito Giannotti.


Giannotti nasceu na Itália em 1943.
E há 45 anos mora no Brasil.
 Quarta-feira, 27 de abril, 18h30. Vito Giannotti chega silencioso ao auditório da faculdade IBES Sociesc. Com um sorriso simpático, de sandálias, calça jeans, e camiseta de malha, ele diz que tem apenas uma hora e trinta minutos para falar. E que isso era pouco. O tema do assunto “O Futuro do Jornal Impresso”. Na plateia: acadêmicos e professores do curso de Jornalismo e Publicidade e Propaganda do IBES.

Giannotti, aos 68 anos, é enérgico na fala, começa com uma chuva de estatísticas sobre a tiragem dos jornais impressos. Os melhores, os piores, e argumenta de que no Brasil a tiragem, de todos os jornais, está na média de seis milhões, enquanto que o maior jornal do Japão, País de leitores, segundo o palestrante, vende 14 milhões por dia. “Dizer que o jornalismo impresso acabou é uma piada, aqui no Brasil ele ainda nem começou”, comenta. Defende o jornal gratuito (pago por anúncios) para incentivar a leitura dos menos favorecidos: trabalhadores têxteis, metalúrgicos e outros.

Vito Giannotti é coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), autor de livros, que têm como principais temas a “história das lutas dos trabalhadores” e "a importância da comunicação dos trabalhadores para a disputa de hegemonia”. Foi metalúrgico e militante, em São Paulo, durante quase três décadas. Giannotti é membro da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e durante a palestra deixa bem claro que é de esquerda (política). Entre uma história e outra deixa visível também seu repúdio as grandes empresas midiáticas de direita, como a Rede Globo. Destaca que a mídia no Brasil não é imparcial, e que imparcialidade é história de carochinha.

A palestra promovida pelo Centro Acadêmico de Jornalismo Fernando Arteche (CAJFA) termina com Giannotti defendendo o uso das redes sociais, de que tem  até twitter e facebook . Relembra a importância dos jornais impressos e das rádios comunitárias. “Temos que usar todas as formas de comunicação a favor do povo”, encerra Giannotti.


 Por Eliane Pereira

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Web jornalismo

O jornalismo tem passado por profundas mudanças nos últimos tempos e muito se deve ao avanço da tecnologia e a popularização da internet. Se há algum a tempo a divulgar fatos e distribuir informação era exclusividade para jornalistas profissionais, e ao restante da população caberia o papel de consumidor de informação em três suportes diferentes: jornal, rádio e TV, esse tem ficou no passado.


A internet absorve todos os meios de comunicação. É possível ouvir música, assistir vídeos e programas exclusivos e até ler o jornal. As grandes redes de TV estão internet como G1, da rede Globo; e R7, da rede Record, emissoras de rádio  e jornais que possuem versão impressa e on-line. Ou no caso do jornal do Brasil, um dos mais antigos do país, somente a versão on-line já que não circula mais a versão impressa.

Mas podemos ir além. Hoje com tantos canais a disposição para se comunicar até mesmo um leigo pode dar informação e furar os meios tradicionais usando redes sociais como, por exemplo, facebook, Twitter e o Orkut atingindo um número tão grande pessoas quanto os profissionais da imprensa. Principalmente se levado em conta o número de celulares no Brasil, mais de 157 milhões. Quase todos com acesso a internet.

A principal diferença é que o jornalista por formação tendem a obedecer à agenda da grande imprensa, enquanto os amadores seguem os impulsos e critérios próprios. Caberá ao webjornalismo a missão de ser imediato factual e ao rádio e a TV ser mais analítico dando mais atenção para os desdobramentos da notícia. Além da credibilidade que as empresas jornalísticas pregam e da ética profissional guiada pelos conceitos do jornalismo para checar antes de publicar.
 
Por Eneias Mutte

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O futuro é dos prodígios!


Quatro gerações diferentes já existem hoje em dia e mais uma se aproxima. Se essa situação é normal pra você, tudo bem. Mas, na verdade, não é e nem será tão simples assim. O conflito de gerações existente nos dias atuais acontece o tempo todo e em qualquer lugar do mundo.

Como assim?

Em um mesmo ambiente de trabalho está a Geração Tradicional, que são os nascidos até a década de 50; a geração dos Baby Boomers, nascidos entre 1951 e 1964; a geração X, nascidos entre 1965 e 1983 e a geração Y representada por todos nascidos depois do ano de 1984.

O turbilhão de ideias, opiniões, os inúmeros 'eu acho' diferentes dessas gerações que surgem em um ambiente de trabalho é o que chamamos de conflito. Como mostrar para o dono de uma empresa, que faz parte da Geração Tradicional, de que a ideia do indivíduo da geração Y de fazer um twitter para divulgar a empresa é a melhor opção? De fato, é complicado, pois tudo isso envolve costumes, cultura e hábitos, todos difíceis de se modificar.

Os filhos da Geração Tradicional eram dedicados e diziam 'amém' para tudo que a autoridade falasse. A maioria dos integrantes dessa geração são pessoas que, na época, eram recém libertados de um período de guerra, autoritarismo e escravidão.

Os Baby Boomers já são diferentes. Eles vem de um período pós-guerra em que o ideal era o otimismo e, ideais e pensamentos positivos povoavam as cabeças e ações desses cidadãos.


A Geração X não tem mais aquela ideia da Geração Tradicional de que autoridade tinha a ver com hierarquia. Na geração X a autoridade se conquista com competência. Já havia um pouco de tecnologia nessa época e, atualmente é a Geração X que domina a maioria das organizações. 

Mark Zuckerberg
A Geração Y é a de meninos e meninas prodígios que nasceram com tecnologia, informação e, consequentemente, mais conhecimento ao seu alcance sem se esforçar pra isso. Já dominam o blog, o Iphone, o twitter, são a geração do mouse. Quando menos se espera, aquele sócio majoritário está sendo substituído por um 'nerd' cheio de ideias e inovações, conhecimento tecnológico para alavancar uma empresa, um site, uma organização. Através das redes sociais, crianças, adolescentes e adultos prodígios, integrantes da Geração Y, se conectam ao mundo e, dessa forma, conectam o mundo a eles. O diretor do site de relacionamentos Facebook, Mark Zuckerberg, é a prova viva de como uma mente nova e aberta a ideias pode criar maravilhas.

Assim, frases como 'no meu tempo era assim' e 'mas meu pai dizia que...' se tornam vagas pro mercado de trabalho. O que tem impacto são as 'retwittadas', o último post de determinado blog e quais candidatos se inscreveram na vaga que foi colocada no facebook.

Postado por Natália Vicentini

Jornalismo digital: A ética prevalece

A Comunicação Social passou por uma considerável mudança nos últimos anos e parece que a tendência é continuar. Deixando de lado o simples formato de informação que circula em jornais impressos, agora a informação pode expandir de forma intensa por diferentes canais e sistemas midiáticos: o jornalismo digital.

Hoje em dia os conteúdos das novas e velhas mídias se misturam, trabalham conjuntas. Há um cruzamento entre redes sociais e de massa, caracterizando a era da convergência midiática.

Em Cultura da Convergência, Henry Jenkins, propõe um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais percebidas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação.

Mas devemos saber que o jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e distribuição das notícias. Com isso, as mídias tradicionais, diante de uma nova exigência de mercado, precisam investir em novas tecnologias para acompanhar o ritmo das mudanças.

Fazer o jornalismo on-line  é um desafio diário, pois muita coisa acontece a cada dia, hora, minuto. O verdadeiro jornalismo não acaba,pelo contrário, somente ganha novos instrumentos.

Mas como profissionais da área, devemos saber lidar com essas novas formas de gerar informação, mas sempre lembrando as teorias repassadas a nós, para nossa formação profissional.

Seja no jornal impresso, televisão, rádio ou nas diversas redes que utilizamos na Internet, a ética deve prevalecer. Devemos lembrar que somos formadores de opinião e temos grande responsabilidade social.

Continuar abraçando esta causa é extremamente preciso para que nossa profissão tenha mesma essência: informação, veracidade e qualidade.

As matérias, seja onde será divulgada, deve ser antes de tudo construída com consciência, checagem de dados e informações. Porque nosso trabalho continua sendo a construção e dissiminaçanação da realidade.

Por Aline Marquardt

domingo, novembro 28, 2010

Da Era Gutenberg à convergência das mídias


Gutenberg inventou a primeira
mídia: o impresso
 O Brasil ainda não havia sido descoberto quando o alemão Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg inventou a máquina de imprimir papel. Foi no início do século 14. Nascia a primeira mídia: o impresso.

No final do século 18, o cientista italiano Guglielmo Marconi, inventava o rádio.

Já o ano de 1826 o francês Joseph Nicéphore Niépce formatava aquilo que passaram a chamar de fotografia. Antes disso ela passou por diversos processos. A sua invenção não é atribuída a uma só pessoa.

E em 1920 o inglês John Logie Baird formatou a televisão, usando várias experiências de cientistas antecessores a ele.

E graças à ele, eu, em poucos minutos fiz essa pesquisa. Se não fosse ela, essas quatro parágrafos acima levariam horas para serem produzidos. Ela é velocidade, ele é revolução, ela congrega tudo o que abordei acima. Ela é a internet!

A rede mundial de computadores surgiu em plena Guerra Fria. Criada com objetivos militares, seria uma das formas das forças armadas norte-americanas de manter as comunicações em caso de ataques inimigos que destruíssem os meios convencionais de telecomunicações.

Hoje ela congrega o impresso, o rádio, a fotografia e a televisão. Abalou as estruturas dos meios de comunicações tradicionais que se renderam a ela. Hoje, qualquer emissora de rádio, jornal ou televisão possui seu site na internet. E a convergência das mídias.

Hoje qualquer cidadão, através da internet é emissor e distribuidor de conteúdo. Por ser democrático qualquer um, de posse de um computador pode postar o que quiser. Assim, esbarramos com dois itens primordiais na sociedade: a credibilidade e a ética.

E cabe a nós, jornalistas saber usar esta ferramenta poderosa, mas se pautando nesses dois tópicos.

Este é o meu último trabalho este ano na disciplina de jornalismo digital.

A todos um Feliz Natal e Próspera Ano Novo

Por: José Carlos Goes

Balconistas aprendem como encantar o cliente nas vendas deste Natal


Palestrante Antônio Biz
 Já cansei de entrar em um estabelecimento comercial, olhar os produtos, dar uma volta em toda a loja e ir embora sem ser abordado por um vendedor. É bem verdade que em muitos casos eles estavam ocupados com outros clientes. Mas pelo menos um olhar de atenção e um "momento que já vou lhe atender", seria muito interessante.

Para impedir que isso aconteça neste burburinho de Natal no comércio blumenauense a Câmara de Diretores Lojistas de Blumenau (CDL) tomou uma iniciativa louvável: trouxe um palestrante para motivar vendedores para este Natal.

A palestra foi proferida pelo parapsicólogo Antônio Biz, que conforme noticia o site da CDL provocou diverão e emoção entre os participantes.

Assista abaixo video sobre uma das palestras de Antônio Biz:


Por: José Carlos Goes

quarta-feira, novembro 17, 2010

Convergência midiática: tudo ao seu alcance, aqui e agora.

Textos, vídeos, links, fotos e áudio se misturam todos os dias no jornalismo atual. Interatividade é a palavra da moda e traduz a situação da mídia com a qual estamos convivendo.

O papel não deixa de existir, ele se transforma em mídia digital muito mais interativa. Jornais e revistas impresso continuam alimentando o público que opta pelo papel mas, há algum tempo já percebeu a grande procura que existe pelo seu material também na mídia digital. Assim o papel não precisa sumir, ele continua, e a Internet agrega mais valor às informações do veículo jornalístico.

A convergência midiática é muito comum nos dias atuais. Convergência é unir diversos meios de mídias diferentes em um só produto. O Iphone, por exemplo, fornece serviços de telefonia, música, Internet e câmera digital.

Outro exemplo é o recebimento de email, notícias e informações através da telefonia ou o acesso em banda larga feito por empresas de TV por assinatura. Um dos principais motivos para que essa convergência seja possível foi o crescimento do formato digital nas áreas de música, TV, cinema e vídeo. As próprias revistas e jornais hoje em dia são produzidas primeiro no meio digital para depois serem impressas. O aumento e a evolução dos conteúdos digitais foi um fator muito importante para o crescimento da convergência midiática.

O jornalismo em tempo real com o qual nos deparamos a qualquer momento é essa convergência midiática agregada a instantaneidade. O fato em si e sua disseminação por todos os tipos de mídia é hoje, aqui e agora, sejam os receptores leitores, telespectadores, ouvintes ou internautas. Jornalismo em tempo real é o nível máximo de rapidez relativa a fato e transmissão do mesmo.

Com tanta informação, acessibilidade e rapidez de difusão das notícias, fica difícil medir o nível ético em que o jornalismo se encontra. Se hoje qualquer mortal pode filmar um acidente em tempo real e instantaneamente difundir o acontecimento em uma rede social da qual faça parte, a ética se perde aí no meio, não é fiscalizada. Dependemos apenas e somente do bom senso dos 'novos jornalistas', dos jornalistas autônomos, que fazem jornalismo por hobby e que são difusores de informação e não de opinião. Afinal, informação de qualidade nunca é demais.

Postado por Natália Vicentini

Jornalismo na WEB

Em meio a “era digital” o fluxo de informação é imenso. Tantos artifícios exigem uma especificação a mais do usuário: saber filtrar.

Na internet cada um pode ser o que quiser, a liberdade de expressão é usada ao “pé da letra”. Por isso, o cuidado ao consumir todo o tipo de informação deve ser levado em conta. A ética jornalística, geralmente, vem agregada a um nome de prestígio ou marca relevante na internet. Mas o conveniente seria que cada usuário tivesse agregado ao poder de expressão uma responsabilidade com o que é verídico. 

Afinal, na internet há espaço para a prestação de serviço como também para o entretenimento. Basta que essa diferença salte aos olhos de quem está consumindo-a.
No meio digital as coisas acontecem de maneira simultânea. As postagens não têm uma longa vida útil, entretanto ficam armazenadas para serem consultadas a qualquer momento. Para Pollyana Ferrari, autora do livro Jornalismo Digital “para uma ferramenta ser realmente útil, precisa permitir ao usuário completar a tarefa que se propôs”. Está aí um grande desafio na internet...

Cada usuário pode criar e divulgar sua própria notícia. Jerry Lonson, colunista do site On-line Journalism Review, afirma que “Na Web, os visitantes controlam praticamente tudo. Como internauta, cada leitor pode até se transformar em narrador. As histórias não começam e terminam simplesmente. Elas começam onde o usuário quer começar e acabam onde ele termina de ler”.


Com a Web os jornalistas tiveram que criar novas formas de escrever. O escritor deve conhecer o público e manter o foco nas necessidades e expectativas do leitor. Além do texto a internet possibilita um leque de opções ao jornalista para tornar seu conteúdo mais atrativo. Ele pode usar áudio, gráficos, vídeo, links, entre outros recursos que busquem expor a notícia de uma maneira diferenciada aos outros meios de comunicação.

Uma coisa é certa, a internet exige ainda mais criatividade dos profissionais do jornalismo. Nela os usuários têm o poder com apenas um click e opções é o que não faltam. Eles não se inibirão ao procurarem informação mais adequada ou completa. Afinal, no universo digital eles são livres e sem identidade declarada.

Por Danielle Silvano de Oliveira

Comércio Virtual - Compra Coletiva

Chega ao mercado a Compra Coletiva, novo tipo de serviço que tem ganhado espaço no mercado e que tem sido considerado o novo modelo de e-commerce no mundo. Uma ação simples, porém criativa, comprar em grande quantidade para ter vantagens na negociação.

Porém, os compradores podem nem se conhecer, mas possuem interesse pelo mesmo produto. O site faz a oferta, geralmente com desconto significativo, que pode passar de 80%, então os consumidores compram, e são serviços dos mais variados tipos, como restaurantes, salões de beleza, shows, teatros.

Negócio que começou em 2008 nos Estados Unidos e está ganhando o mundo, o tipo de venda baseada no conceito de oferecer preço muito menor para ganhar no volume de compradores pegou o internauta brasileiro de jeito.


Entre os sites de compra coletiva podemos citar o Peixe Urbano, Clickon,Citybest, Mega Oportunidade e o Zipme que é um site agregador, que reúne todos os sites de compra coletiva e mostra todas as ofertas do dia, por cidade.


Esta também torna-se uma grande oportunidade para esta Natal, comprar produtos de qualidade por um preço bem menor que o comércio comum. Além de oferecer super descontos e opções diversificadas, a praticidade e a oportunidade de um bom negócio são aliadas neste tipo de compra.


Mas a tradicional compra no comércio de rua e shoppings também esperam ansiosos o período considerado mais lucrativo, o Natal.

Em Blumenau, o comércio já iniciou a temporada de Natal. As lojas já estão com enfeites alusivos a data e variedade de produtos. A Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade espera que as vendas no Natal deste ano sejam 12% maiores do que em 2009.

Com a chegada do décimo terceiro salário, um impulso para o comércio, a expectativa é grande. Até o dia 24 de dezembro a correria atrás dos presentes deve permanecer, após o Natal, ocorrem as trocas dos presentes e logo após as tradicionais liquidações.
Comércio aquecido, boas oportunidades e clientes satisfeitos, uma combinação perfeita.
Confira na reportagem

Por Monique Becker

quarta-feira, novembro 10, 2010

Jornalismo: renovação e confiabilidade na internet

De tempos em tempos, renovam-se as maneiras de fazer algo. Com a comunicação, não é diferente. A forma com que as pessoas se comunicam muda de geração para geração. Mudam as gírias, seus significados, a até o modo de pensar e agir.

Atualmente, estamos vivendo algo ainda maior. Além da influência cultural, a tecnologia está nos levando a um patamar diferente na hora de expressar pensamentos, produzir e divulgar notícias.

É o jornalismo sendo renovado.

Isto é um grande desafio, tanto para jornalistas que já atuam desde o tempo da máquina de escrever, até para os estudantes, que discutem a convergência midiática em sala de aula, tentando se preparar para um futuro que não é possível prever. A adaptação é obrigatória. Ao mesmo tempo em que as notícias devem ser publicadas em tempo real, através da internet, a produção do material jornalístico também é feita através da rede.
E isto pode ser prejudicial, por desqualificar o jornalista. Além de abrir portas para qualquer um publicar o que bem entender, o jornalista perde a confiabilidade do leitor.

A nova geração comunicadora deve se desvincular da comodidade. Muitos deixam de ir à campo, porque as informações estão a um clique.
Ao se tornar um profissional, o estudante deve tornar-se uma referência, indo atrás das informações pessoalmente, para que ele se torne também uma fonte de consulta confiável.

Em sala de aula, a produção de muitos artigos é feita através de informações procuradas na rede. Isto pode tanto ser encarado como falta de ética jornalística, ou de seriedade na hora de produzir trabalhos para a faculdade. A comodidade e a falta de recursos para ir direto à fonte também são motivos válidos para que isto aconteça.

Este costume deve ser discutido e perdido, já que ao publicar seu trabalho na internet, ele corre o risco de divulgar informações frias. E se está informação está errada, dificilmente será corrigida. Com a velocidade da rede, ela pode dar a volta ao mundo em pouco tempo. Por isso é importante a discussão do jornalismo na internet. É preciso lutar para que o jornalismo digital conquiste também a confiança que grandes veículos impressos conseguiram.

Postado por Francielle Buzzi

O avanço da comunicação

A transmissão de informações é fundamental desde o surgimento do homem. A divulgação de formas de sobrevivência, as imposições de poder pelo imperialismo, a organização de tropas para grandes guerras. Hoje em dia, a transmissão de informações a todas as pessoas é fundamental para o fluxo econômico e social do mundo. Muitos foram os avanços, permitindo mecanismos mais modernos e ágeis de divulgação dos fatos. O imediatismo toma conta do nosso cotidiano, cujas informações chegam por diferentes formas a todos os cantos do planeta. Antes o controle sobre o conteúdo pelos grandes veículos, agora a validação pelos usuários permite a visualização por outros pontos de vista sobre uma mesma situação.

A geração atual conheceu e manipulou diariamente os jornais impressos. Ouviram rádio e assistiram pela televisão as grandes coberturas e furos jornalísticos. Viram entre as grandes matérias, notícias como a popularização dos computadores, a criação de redes de dados sem fio no mundo, no Brasil. As primeiras ligações, os primeiros notebooks, o acesso a internet por dispositivos móveis. Aos poucos novas tecnologias foram produzidas, não é mais algo para as grandes elites – todos podem ter um computador. Mais computadores, mais usuários, mais informações na rede. Todos acabam aderindo aos perfis sociais e acompanhando notícias pelos grandes portais e blogs.

Com tantos usuários na rede, grandes veículos, canais de comunicação menores e até particulares anônimos, começam a criar e gerar (muitas) informações. Toda essa massa de dados gera questões quanto ao foco dos internautas sobre que canais seguir. As informações são as mais factuais possíveis. Com os jornais e revistas on-line, programas de TV e rádio transmitidos pela rede, somados as informações geradas pelos perfis acabam gerando grandes furos de reportagem. Após a copa do mundo, o anuncio do novo técnico da seleção brasileira, a vitória da nova presidente eleita, o soterramento de chilenos em uma mina, são alguns dos eventos que se tornaram públicos antes pela rede, antecipando-se aos veículos tradicionais de notícias.

Os jornais, revistas, rádios e televisão como conhecíamos, precisaram mudar e se adequar - e o estão fazendo. Sobreviverão e terão espaço aqueles que além de gerarem conteúdo em seus veículos, o disponibilizarem em ambientes virtuais de forma dinâmica e interativa, abrindo espaço para que seu público acompanhe e principalmente, opine. A interferência dos usuários é fundamental para direcionar os avanços a serem promovidos. Mais do que simplesmente receber as informações, palpitar e participar do processo permite aos veículos direcionarem melhor os próximos passos.

A análise dos usuários não restringe-se apenas aos veículos mas ao conteúdo gerado. Permitindo uma visão crítica, tem acesso sobre diferentes perspectivas de uma mesma situação. Os comentários e relevância dos fatos induzem veículos a novas posturas. O controle e relevância da ética mais do que nunca são vitais para a sobrevivência. Caem no descrédito aqueles que forem tendenciosos, antes perceberem essas tendências não era tão simples, agora diferentes opiniões são postadas lado a lado. Até então conhecidos como público, agora são chamados de usuários. Os veículos estão mudando e se adaptando as novas tendências. O tempo tem um novo significado – os jornalistas quem o digam.

Por: Fabrício Theophilo Rigon Pereira