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sexta-feira, outubro 07, 2011

Gerações Y e Z

Eles estão logados, e você?


Gerações Y e Z: aprender na prática e se comunicar com instantaneidade

Recentemente tive algumas experiências em sala de aula. Ministrei palestras sobre ética e cidadania para alunos do CEDUP Blumenau, através do programa de voluntariado da Junior Achievement.
 
O programa consiste em conversar com os adolescentes– no meu caso alunos de 2 e 3º série do segundo grau – sobre ética e cidadania e servir como exemplo para eles. A Junior Achievement, através de parceria com as empresas, leva os profissionais até a sala de aula para que sejam agentes transformadores, inspiradores e formadores de opinião para esses jovens.

Minha experiência foi muito enriquecedora, pois há tempos não tinha tanta convivência com adolescentes. O que constatei é que se trata de uma geração inquieta, que não tem paciência para longas explicações e gosta de aprender na prática.

Em conversa com alguns professores percebi que há um certo conflito, uma resistência dos profissionais da educação para com a forma com que essa geração se comporta.

Chamou-me muito a atenção quando uma das alunas gritou para uma colega que estava no fundo da sala: “ei, fulana, me responde!”. Então notei que ambas estavam conectadas à internet através de smartphones.

Quando eu e meu colega passamos nosso e-mail pessoal, imediatamente alguns já disseram “encontramos vocês no Facebook, mandamos convite”. Estavam equipados com tablets e notebooks – extra oficialmente, pois a escola em questão não utiliza esses dispositivos em aula.

É algo que até pouco tempo não se via. Me fez despertar para uma realidade que está aqui debaixo de nossos olhos. Se quisermos nos comunicar de forma assertiva com esse público (os das chamadas gerações Y e Z, que já nasceram com as facilidades tecnológicas), seja para vender, seja para informar, temos que estar “antenados” na forma com que eles lidam com as tecnologias, na linguagem. Do contrário não surte efeito.

Eu quando cheguei em casa, tratei de adicionar todos os que me enviaram convite para as redes sociais, postei as fotos e ‘curti’ todos quantos pude. O mínimo que esses jovens e adolescentes esperam é que estejamos logados.

Por Cícero Nogueira
Foto: Google Imagens

quarta-feira, outubro 05, 2011

Geração Y e X, conflito ou amizade ?

Afinal o que são as gerações Y e X ? Os jovens, geralmente são classificados como Y, são mais ativos, tem dinamismo e acompanham diariamente os meios de comunicação. Eles também, muitas vezes, mudam com frequência de emprego, atrás de novas oportunidades e objetivos. O que é bem diferente dos valores da X, que são pessoas mais conservadoras e que valorizam a estabilidade e os anos de trabalho na mesma empresa.

Muitas pessoas revelam que hoje em dia, existem conflitos , mas na realidade, depende muito da empresa onde a pessoa trabalha. Eu me considero a geração Y, mas com um porém, não gosto de mudar de emprego constantemente. Busco novos objetivos, mas prefiro ficar estável, e tenho somente a ideia de mudar, quando surge uma proposta melhor, onde eu tenha mais futuro.

Em relação aos conflitos, “cada caso é um caso”. Na empresa onde trabalho atualmente, não percebo isso, a chamada geração X, é super dinâmica, ativa e também acompanha diariamente os meios de comunicação.

Percebo também que cada vez mais, essa geração antiga está buscando se envolver nas novidades virtuais. Quer aprender a utilizar as redes sociais em geral. Sinto que esses conflitos não são gerais e podem ser minimizados, e por isso com o passar dos tempos, devem estar cada vez menores.

O que ainda falta é um pouco de esclarecimento e talvez vontade de aprender e interagir com esse novo mundo da geração Y, e essa nova maneira de trabalhar. Que atualmente vem mudando muitos conceitos, inovando e melhorando os ambientes profissionais.

Por Camila Tibes

Fotos: Google Images

Baby Boomers x Geração X x Geração Y

Nunca se falou tanto em conflito de gerações como nos dias atuais. Hoje, em uma mesma empresa, há funcionários de diferentes faixas etárias e que, consequentemente, pensam de forma diferente, e têm estratégias e objetivos diferentes.

As três principais gerações que encontramos hoje são as chamadas: Baby Boomer, Geração X e Geração Y. A geração Baby Boomer nasceu entre 1945 e 1964. Depois da Segunda Guerra, houve um aumento significativo na natalidade de países como Grã Bretanha, Estados Unidos, Canadá e Austrália.

A Geração X corresponde aos nascidos após os Baby Boomers, geralmente inclui pessoas nascidas no início dos anos 1960 até o final de 1970 ou até mesmo nos anos de 1980. A Geração Y pode também ser considerada a geração da internet. Ela corresponde os nascidos a partir da década de 1980 até 1990.

O Ambiente de Trabalho

O mundo que essas três gerações conheceram, a forma como foram criados é muito diferente. Essas diferenças ficam bem claras quando essas gerações se encontram no ambiente de trabalho. Exemplo disso, são alguns fatos que ocorreram em uma empresa que já trabalhei. Quando pessoas mais jovens começavam a trabalhar, eram vistas com uma certa "falta de respeito" pelos mais velhos, como se a idade deles indicassem que eram pessoas incompetentes.

Mesmo quando os "novatos" davam opiniões ou faziam sugestões inteligentes para os problemas da empresa, alguns funcionários mais antigos olhavam com certa descrença, como se as ideias não fossem válidas apenas por serem dos mais jovens.

Esse "preconceito" pode ser considerado uma das características dos Baby Boomers, que valorizam o tempo que permanece em uma mesma empresa. Diferente da Geração Y, que  muda de emprego como troca de camisa. É comum que pessoas acima de 40 ou 50 anos terem passado metade de sua vida trabalhando em uma mesma empresa, por isso não têm confiança quando alguém mais novo passa a fazer parte da equipe.

É difícil uma empresa conseguir equilibrar e manter as diferentes gerações de forma satisfatória. Alguns empregadores não respeitam o jovem no ambiente de trabalho, mesmo que ele tenha a mesma formação e conhecimento técnico (ou até mais).

Mas, a recíproca também vale. Muitos jovens sentem-se “superiores”, consideram que uma pessoa que já passou dos 40 anos, por exemplo, não consegue acompanhá-lo quando o assunto é redes sociais ou criatividade.

Os dois lados têm suas razões, mas o que vemos ainda é o preconceito. Claro, muitas vezes, nenhum conhecimento técnico supera anos de experiência em um mesmo trabalho; e também, muitas vezes, pessoas mais velhas realmente não entendem tanto de redes sociais ou não têm a criatividade tão ágil quanto um jovem de 20 anos.

Há a necessidade de adaptação. Muitas empresas conseguiram um bom equilíbrio entre essas gerações, e eliminaram o chamado “conflito”. Resta às outras seguirem o exemplo. Para crescer, as empresas precisam da experiência dos Baby Boomers e da criatividade da Geração Y.

Por Daiani Caroline Coelho

(Fotos: Google Images)

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O futuro é dos prodígios!


Quatro gerações diferentes já existem hoje em dia e mais uma se aproxima. Se essa situação é normal pra você, tudo bem. Mas, na verdade, não é e nem será tão simples assim. O conflito de gerações existente nos dias atuais acontece o tempo todo e em qualquer lugar do mundo.

Como assim?

Em um mesmo ambiente de trabalho está a Geração Tradicional, que são os nascidos até a década de 50; a geração dos Baby Boomers, nascidos entre 1951 e 1964; a geração X, nascidos entre 1965 e 1983 e a geração Y representada por todos nascidos depois do ano de 1984.

O turbilhão de ideias, opiniões, os inúmeros 'eu acho' diferentes dessas gerações que surgem em um ambiente de trabalho é o que chamamos de conflito. Como mostrar para o dono de uma empresa, que faz parte da Geração Tradicional, de que a ideia do indivíduo da geração Y de fazer um twitter para divulgar a empresa é a melhor opção? De fato, é complicado, pois tudo isso envolve costumes, cultura e hábitos, todos difíceis de se modificar.

Os filhos da Geração Tradicional eram dedicados e diziam 'amém' para tudo que a autoridade falasse. A maioria dos integrantes dessa geração são pessoas que, na época, eram recém libertados de um período de guerra, autoritarismo e escravidão.

Os Baby Boomers já são diferentes. Eles vem de um período pós-guerra em que o ideal era o otimismo e, ideais e pensamentos positivos povoavam as cabeças e ações desses cidadãos.


A Geração X não tem mais aquela ideia da Geração Tradicional de que autoridade tinha a ver com hierarquia. Na geração X a autoridade se conquista com competência. Já havia um pouco de tecnologia nessa época e, atualmente é a Geração X que domina a maioria das organizações. 

Mark Zuckerberg
A Geração Y é a de meninos e meninas prodígios que nasceram com tecnologia, informação e, consequentemente, mais conhecimento ao seu alcance sem se esforçar pra isso. Já dominam o blog, o Iphone, o twitter, são a geração do mouse. Quando menos se espera, aquele sócio majoritário está sendo substituído por um 'nerd' cheio de ideias e inovações, conhecimento tecnológico para alavancar uma empresa, um site, uma organização. Através das redes sociais, crianças, adolescentes e adultos prodígios, integrantes da Geração Y, se conectam ao mundo e, dessa forma, conectam o mundo a eles. O diretor do site de relacionamentos Facebook, Mark Zuckerberg, é a prova viva de como uma mente nova e aberta a ideias pode criar maravilhas.

Assim, frases como 'no meu tempo era assim' e 'mas meu pai dizia que...' se tornam vagas pro mercado de trabalho. O que tem impacto são as 'retwittadas', o último post de determinado blog e quais candidatos se inscreveram na vaga que foi colocada no facebook.

Postado por Natália Vicentini
Conflito no trabalho
O mercado de trabalho conta com profissionais de várias gerações, e as diferenças entre eles vão muito além da idade. Cada profissional carrega características específicas da geração a que pertence. Atualmente estão no mercado de trabalhos às gerações X, Y e os baby boomers.

A geração Baby Boomer surgiu depois da Segunda Guerra Mundial. São pessoas que hoje estão com mais de 45 anos. Valorizam muito a experiência e o tempo de trabalho numa empresa por, isso gostam de empregos que tragam estabilidade. Preferem produtos de qualidade, ao invés da quantidade.

Da década de 70, veio a geração X. São pessoas de 40 a 45anos. A Geração X viveu períodos de crises intensas, inflação, viram a AIDS chegar. São apegados a títulos e cargos, gostam de deixar claro sua posição, que para ele mérito e gostam da hierarquia, pois justificam seu cargo.

A geração X viu a tecnologia chegar e a internet se popularizar. Estão conectados, mas inovação não é uma necessidade. Diferente dos nascidos entre 1980 e 2000, a geração Y.

Essa geração nasceu com a democracia, com uma economia melhor estruturada. Sempre conectados à internet. São imediatistas procuram informação fácil e imediata, vivem em redes de sociais. Mandam Scrap e talvez nem saibam o que é telegrama. No trabalho valorizam a realização profissional, gostam de ser valorizados e reconhecidos. Não hesitam em mudar de emprego se o atual não corresponde as suas expectativas.

Essa diferença de gerações pode gerar conflitos. Uma pessoa da geração X não gosta de ter um chefe da geração Y, uma pessoa mais nova. Já a impaciência da geração Y com reuniões pode ser entendida pelo seu chefe (geração X) como falta de respeito. Alem do fato de estar sempre conectado e fazer varias coisas ao mesmo tempo não ser bem visto pelos mais velhos.

Por Eneias Mutte

Comportamento de Gerações

Quando o jovem começa em uma empresa, precisa aprender a lidar com as com picuinhas do mundo corporativo. O relacionamento com seus colegas, até a adaptação as tarefas, tudo deve ser pensado nesse processo de aprendizado, presente desde o processo seletivo até os últimos dias na organização.

 Uma das situações que mais pesa ao jovem é o relacionamento com pessoas de gerações diferentes.A maioria dos diretores e presidentes de empresas de grande porte e multinacionais nasceram antes de 1940 os chamados veteranos, são considerados rígidos e seguidores das regras aos mínimos detalhes.
A uma geração que segue os modismos e estão no auge de seu esplendor financeiro e intelectual chamados de baby Boomers, tem de 40 a 60 anos e tem como objetivo crescimento pessoal, saúde e bem estar.Indivíduos nascidos entre 1960 e 1980 são conhecidos por geração X.

Para essas faixas de pessoas a família e os amigos são as coisas mais importantes da vida.                                                                            
Geração Y valoriza mais ambiente de trabalho agradável que salário Essa geração foi a primeira a utilizar a tecnologia de ATM e internet Banking. A galera jovem causa espanto em muito adulto experiente, nasceram entre 1980 e 2000 são chamados de geração Y. São otimistas, não passaram por guerras nem grandes crises. Desde que nasceram utilizam computadores e celulares para tudo o que fazem, e estão sempre fazendo duas coisas ao mesmo tempo.
A geração X batalhou uma vida inteira para conseguir seu espaço e são fieis as empresas, a muitos ficam anos na mesma função não se preocupam em correr  atrás de novas oportunidades 

  Essas idéias e princípios diferentes de cada geração levam a uma agitação entre as gerações mais novas. O jovem agarra a primeira oportunidade que paga mais, não cria vínculos com empresas, para ele o que importa é a galera. Cabe ao gestor das grandes empresas a difícil tarefa de ser o intermediário dessas gerações, pois uma não vive sem a outra. O mundo dos jovens é mais complexo do que o dos adultos, mas estão mais preparados para enfrentá-lo e tem em suas mãos ferramentas melhores. Tem facilidades que seus antecessores do mercado sequer imaginavam que iriam existir.

Por:Wilson Pereira Junior

Gerações conflitantes

Há alguns anos, distanciava-se uma geração da seguinte por um espaço de tempo de cerca de 25 anos, segundo alguns especialistas. Este espaço de tempo está diminuindo cada vez mais. Hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada 10 anos. É cada vez mais comum ver pessoas de diferentes gerações convivendo e conflitando no mesmo ambiente de trabalho ou lazer.

Em 1945, os Estados Unidos e o restante das Forças Aliadas declararam vitória na Segunda Guerra Mundial. Os soldados voltaram pra casa, a economia americana encontrou uma força renovada ao fornecer mercadorias ao mundo livre para reconstruir suas economias e as pessoas se estabeleceram e começaram a ter filhos. Muitos filhos.

Desta explosão populacional surgiu o que passou a ser chamado de Geração Baby Boomer, expressão que vem de Baby Boom, ou, em tradução livre, Explosão de Bebês.

Essa geração sobreviveu à ditadura militar, viu chegar o rock’n’roll nos anos 50, experimentou todos os tipos de amor e drogas trazidas pelos anos 60.

Os baby boomers fazem parte de uma geração que respeitava e obedecia os pais e os mais velos sem questionar, demonstrando respeito pela família consolidada e “feliz”.

Almejam uma carreira sólida e duradoura em uma empresa de sucesso, apresentam maior preferência por produtos de alta qualidade, ao invés da quantidade e usam as experiências passadas – histórias de êxito dos pais e avós – como lição para o futuro.

Mas um tempo depois a geração dos boomers cresceu e deu à luz a uma nova geração, a Geração X. Eles nasceram aproximadamente entre os anos de 1960 e 1980.

Buscam a individualidade sem abandonar a convivência em grupo, buscam seus direitos e procuram conquistar a “liberdade.

Por sua vez assistiram – e lutaram – as Diretas Já, eram os “caras pintadas”, derrubaram o presidente Collor, sobreviveram à crise da inflação, viram a AIDS chegar e levar o ídolo Cazuza.

“Ele é apegado a títulos, apegado a cargos, gosta de deixar claro a posição em que está, porque, para ele, é mérito de muito esforço que ele teve”, diz Renato Trindade, presidente da Bridge Research, empresa paulista de pesquisa especializada no público jovem

É também a geração que viu chegar a Internet e a tecnologia tomar conta de tudo. Estão sempre conectados mas não sentem necessidade de buscar inovações a todo momento.

Veio então, a Geração Y, os filhos da Geração X e netos da Geração Baby Boom.

Essa geração - nascidos entre 1980 e 2000 - chegou com a democracia e economia brasileiras no lugar e mais conectados à internet que nunca.

São inquetos, procuram informação fácil e imediata, preferem computadores a livros, preferem emails a cartas, digitam ao invés de escrever, vivem em redes de relacionamento. Não tem medo de seguir em frente e passar para a concorrência se o atual emprego não os agrada.

Quando reunidos no mesmo local de trabalho essas três gerações podem gerar conflitos pois os mais velhos não aceitam ser chefiados pelos mais novos, não admitindo que esses, da Geração Y, possam ter maior conhecimento do mundo globalizado que não conhecem. Assim como os mais novos não querem apenas obedecer ordem e sim participar das decisões da empresa, opinar, discutir.

Para se entenderem, essas gerações precisam apenas se ouvir, discutir sem preconceito e com muito respeito.

Afinal, “idade não é documento”.

Por Monica Souza

Experiência versus Agilidade

As diferentes gerações estão competindo no ambiente de trabalho, onde os mais velhos têm experiência e os mais novos tem idéias. Este ambiente está passando por conflitos devido ao convívio de jovens, adultos e idosos, cada um com suas razões. A razão para tanto conflito pode estar na educação do final do século XX, e começo do XXI, pois a comunicação via computador com o mundo e as noticias chegando instantaneamente, alteram as dinâmicas familiares. Hoje em dia uma familia não se reúne mais para jantar, ou ficar junto por alguns momentos, por exemplo, podem estar todos em casa, de corpo presente, mas ao mesmo tempo distantes, a mãe assistindo a novela, os filhos no computador (geralmente cada um em seu próprio quarto), o pai assistindo o jogo, lendo um jornal na sala ou no escritório, e as vezes pedindo para não ser incomodado que tem trabalho para terminar em casa. O isolamento torna a flexibilidade menor, para viver em grupo.


As novas gerações estão invadindo as empresas de forma rápida e evolutiva, isso é bom para o mundo,  são novas idéias,  tecnologias, modas lançadas e usadas. A geração x pode aprender ainda mais e ter os jovens como aliados.


Jovens vêm desde a infância tendo que aprender a competitividade, estudando muito e já se qualificando com cursos para falar fluentemente no mínimo duas línguas, saber mexer em computador e navegar por vários sites e redes sociais na internet.

A geração y (a partir dos anos 80), já nasceu na era digital  não precisou se adaptar e sim só aprender, por isso,  a diferença com quem talvez ainda está tentando se adaptar as redes sociais (antes dos anos 80).

As empresas em geral valorizam a excelência, o potencial e a responsabilidade no trabalho, não importando se é jovem ou não. E para os funcionários que já estão no mercado há algum tempo, oferecem curso de especialização.

Os jovens estão dominando o mercado de trabalho devido as suas especializações e um novo comportamento profissional. hoje temos pessoas com 25 anos,que são advogados, dentistas, empresários, jornalistas, médicos, e vários outros, que desempenham um ótimo oficio.

O que determina a diferença das gerações é o medo, a insegurança dos mais velhos e a inexperiência dos mais jovens. Mas a geração x se atualizando e a geração y escutando tudo fica em um nível de competição equilibrado.

O que as empresas esperam agora é a união da experiência (geração x), com a agilidade (geração y), para um desenvolvimento ainda maior.



 
Por Laide Braghirolli - Acadêmica de Jornalismo

terça-feira, novembro 30, 2010

Gerações: Diversidade é aproveitada por empresas

Eu sou da geração Y, e você?

Há um tempo atrás, as distâncias entre uma geração e outra era de aproximadamente 25 anos. Especialistas afirmam que este tempo está diminuindo cada vez mais e que hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada dez anos.

Por isso que as diferentes gerações estão tendo que conviver cada vez mais juntas, suportando a diferença entre elas, seja em casa, no trabalho e até mesmo na universidade.

Há três gerações conhecidas hoje: baby boomer, X e Y. Pensando-se no meio empresarial, a diferença entre um profissional e outro de acordo com a geração que pertence, gera muitos conflitos.

A geração baby boomer, é do profissional que enfrentou todas as crises que aconteceram depois da Segunda Guerra mundial. Com isso, tem facilidade em projetar cenários e planejar retomadas. Eles são os profissionais que ocupam os postos de maior responsabilidade na empresa, onde as decisões finais são tomadas.

A geração X tem um pouco de receio ao compartilhar suas ideias e experiências por ter medo de perder a confiança por seus trabalhos. Este profissional tem a grande vantagem de ter atravessado crises e de contar com um conhecimento muito mais amplo de tecnologia.

Esta geração pode se dar bem na supervisão de projetos já testados, pois possui uma grande habilidade de aprender com as velhas experiências.

Já a geração Y é a mais recente. Foi a primeira a conviver com a tecnologia dentro das escolas. Videogames, computadores, internet e inovações a cada dia que chega. São acostumados com a rápida circulação de informações.

É uma geração que faz questão de mostrar sua opinião. É por causa deste perfil que estes profissionais podem se destacar em trabalhos que envolvam a inovação e a busca de novas estratégias para a empresa.

Devido às diferenças, o mercado profissional começa a definir funções distintas para cada geração dessas citadas, onde o perfil melhor se encaixa.

Assim, as empresas tiram proveito da grande quantidade de experiências e perfis diferentes e, ao mesmo tempo, ameniza o conflito entre os funcionários.

Por Aline Marquardt

Interagindo na rede


A tecnologia se desenvolve com a velocidade da luz...

"É decisiva para criar marcas de tempo”diz o educador Mário Sérgio Cortella, e completa "O intervalo entre uma geração e outra ficou mais curto, hoje, já se pode falar em uma nova geração a cada dez anos."

E a juventude vem com tudo, destemidos e principalmente com pressa, de viver e acessar, já nasceu antenada e não conseguem entender como as pessoas conseguiam sobreviver sem o Google.

“Se não tem no Google é porque não existe!" quando alguém soltou essa frase, achei ótima, porque se alguém em algum lugar do mundo, colocou algo parecido com o que procura em uma página, lista de discussões, fóruns, ou qualquer coisa que guarda histórico acessível por http, o Google encontra para
você (pode imaginar o tamanho do banco de dados para comportar isso?).

Atualmente a rede está cada vez mais popular, o acesso é fácil, notebooks, wi-fi.Por exemplo, nunca foi tão simples e rápido produzir e editar vídeos, publicar e divulgar trabalhos, opiniões, músicas, enfim interagir com o mundo do audiovisual.

O que tornou as pessoas mais descoladas e exibicionistas, por exemplo, os sites de relacionamento contribuíram com o desenvolvimento da fotografia, de vídeos caseiros ou independentes, onde o internauta, posta seus melhores ou piores momentos (dependendo é claro da personalidade e criatividade de cada um) para grupos de amigos, conhecidos, família e profissionais.

A melhor idade também se rende a internet, interagindo com os mais jovens. O mais incrível disso tudo é
ensinar os seus avós, a acessar a internet, navegar na rede e romper o receio á tecnologia, trocando
informações e experiências.


Por Priscila Gilinski.







domingo, novembro 28, 2010

Conflitos entre gerações

Ainda existem pessoas que acreditam que ficar vinte anos em uma empresa é questão de orgulho. Mas para a geração mais jovem, o importante é estar atualizado. Eles defendem a idéia de que é preciso mudar, inovar, buscar sempre novas oportunidades. Esta é considerada a geração Y, que faz uso constante das tecnologias e se adapta a elas com grande rapidez.


Temos também a geração X, a que fica entre a Y e a Baby Boomer. Essa galera aprendeu com a forma conservadora dos mais velhos, conseguiu mudar um pouco esta postura, e agora, tenta adaptar-se a nova geração. A geração X tenta buscar um equilíbrio entre a garotada que inova tudo e aprende com mais facilidade, e os mais velhos que defendem idéias conservadoras.

É difícil dizer quem está certo e quem esta errado pois cada pessoa tem sua bagagem cultural. Enquanto os mais antigos acreditam que o modo certo é como aprenderam em sua época, a juventude trata esta geração como ultrapassada.

Se os conflitos entre as gerações ocorressem somente nas famílias entre pais, netos e avós, estes poderiam ser resolvidos mais facilmente. 
No entanto, a dificuldade maior é sentida quando esse tipo de conflito começa a ocorrer nos ambientes de trabalho.
As diferentes gerações muitas vezes não se entendem. A Baby Boomer, geração dos mais velhos, aquela que valoriza a experiência, constantemente tem problemas com a geração Y, formada por jovens de até trinta anos. Os mais velhos defendem seu modo conservador, os jovens defendem a atualidade, as tecnologias e inovações. E quem fica mais confusa ainda é a geração X, que fica entre as outras duas.  Esta, não consegue defender nenhum dos dois lados pois um está muito ultrapassado e o outro muito adiantado.

Este é um problema constante na atualidade. Nas empresas existem psicólogos específicos para resolver problemas de conflitos organizacionais. É comum haver conflitos entre pessoas de diferentes idades, pois gerações diferentes têm visões de mundo diferentes.
 O que os especialistas em terapia de grupo e psicólogos recomendam é o diálogo.

É preciso que um se coloque no lugar do outro, pelo menos para amenizar um pouco os conflitos. Esta é uma das dicas para manter a harmonia no ambiente de trabalho apesar das diferenças entre as gerações.

Por: Julcimery Schreiber

Gerações unidas jamais serão vencidas

O intervalo de tempo entre uma geração e outra, que há algum tempo era de cerca de 25 anos, segundo alguns especialistas, está diminuindo cada vez mais. Hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada 10 anos. É cada vez mais comum ver pessoas de diferentes gerações convivendo no mesmo ambiente, seja no trabalho – em diferentes empresas – ou em casa.


Existe a geração chamada “baby boomer”, que é daquelas pessoas que nasceram logo após a Segunda Guerra Mundial – época em que, terminada a guerra, os soldados voltaram para casa e houve um “boom” de bebês, você deve imaginar por quê. A geração baby boomer, que hoje são as pessoas que tem aproximadamente 65 anos, é a das pessoas que passaram pela ditadura militar, da Jovem Guarda, rock’n’roll e lutou, literalmente pelos ideiais.

“A ideia da geração ‘baby boomer’ foi construir uma carreira que fosse sólida, na qual a gente tivesse uma fidelização ao trabalho. Uma carreira que nos realizasse, e não necessariamente nos oferecesse apenas um aporte material”, afirma o educador Mário Sergio Cortella.

A educação era bem mais rígida. Nas empresas, os “baby boomers” geralmente ocupam cargos de chefia, presidência. São a geração que se acostumaram com o respeito aos pais e com a autoridade dos mais velhos.

O fim dos anos 60 dá lugar a outra geração. É a chamada geração X. É a geração que assistia ao movimento das Diretas Já. Essa geração conheceu a AIDS – e ficou com medo dela, que levou um ídolo: Cazuza. Essa geração derrubou um presidente e viu a tecnologia chegar.

É a geração da inflação, por isso existe aquele sentimento de trabalhar para ganhar mais dinheiro. “Ele é apegado a títulos, apegado a cargos, gosta de deixar claro a posição em que está, porque, para ele, é mérito de muito esforço que ele teve”, diz Renato Trindade, presidente da Bridge Research, empresa de pesquisa que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia

Como afirma Alessandro Lima, CEO (Chief Executive Officer) da E.Life, essa geração não é tão apegada à tecnologia e inovações em informática como a próxima geração, a geração Y.

Essa geração nasceu com o Brasil “pronto”: com economia e política já instituídos. Essa geração conhece o mundo por meio da internet. E como conhece...!

É uma geração com uma inclinação maior para pensar as ações em relação a quanto prazer elas possam dar. Em relação ao trabalho, é um jovem que procura algo em que ela possa participar junto com o chefe ou outros colegas, não simplesmente obedecer ordens, ele quer participar. Esse jovem da geração Y não está tão preocupado com estabilidade. Ele quer aliar as ofertas financeiras com novas experiências, novos caminhos.

São 3 diferentes tipos de pensamento convivendo, trabalhando e pensando juntos. Algumas vezes há alguns conflitos entre essas gerações.

O pessoal da geração Y consegue, muitas vezes, fazer mais coisas ao mesmo tempo. Como trabalhar e escutar música, por exemplo. O que é visto como falta de comprometimento da parte da geração X ou dos “baby boomers”.

Porém, a harmonia prevalece, pois todas as gerações dependem umas das outras, principalmente no que se diz respeito a empregos e desenvolvimento profissional.

Por Bruna Carolina de Souza

Fonte das imagens http://sites.google.com/site/tempozero2012/baby-boomers-gerao-x-e-net

Geração Y e o mercado de trabalho

Conhecendo um pouco de cada geração:
Tradicionais (até 1945): é a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicado, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos.

Baby Boomers (1946 a 1964): são os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e , mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Tem relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros.

Geração X (1965 a 1977): nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década d 80, também se tornaram céticos e superprotetores.

Geração Y ( a partir de 1978): com o mundo relativamente estável, ele cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividade que não faz sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridade como se eles fossem um colega de turma.

Várias gerações misturadas, mas no mercado de trabalho a geração Y são pessoas que lutam por direitos iguais e almejam grandes posicionamentos dentro das empresas. Querem ser livres em todos os sentidos e lutam por um mundo melhor. São impacientes, preocupados com si próprios e em pouco tempo vão tomar conta do planeta.

A geração Y sabe que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos. O lado negativo dessa geração: folgados, distraídos, superficiais e insubordinados, eles são pessoas que hoje em dia têm entre 20 e 30 anos. Que nasceram na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, estão acostumados a pedir e ter o que querem.

As empresas podem ser afetadas, pois, aquelas que são familiares e os controladores são da “Velha Guarda”ainda vivem da lembrança de que “no meu tempo era bem mais fácil” e está colocando dentro da empresa, já em processo de liderança, filhos ou parentes dentro do perfil Y, que desejam “liberdade” de expressão e ideias no local de trabalho.

O volume de pessoas da geração Y é grande e deve ser olhado com atenção, e se a alta direção da empresa (as grandes) ou os donos (médias e pequenas) não forem suficientemente hábeis para usar a parte positiva do comportamento dessa geração, pode se estabelecer uma gestão não muito favorável para o empreendimento. Entregar o volante e o acelerador para a “geração Y” sem um prévio planejamento da sucessão pode ser visto como um risco, mas um bom diálogo sobre as diferenças faz a diferença.

 
Por Eliane Pereira

quinta-feira, novembro 25, 2010

O menino chegou para ser o chefe

Pense no mundo em 1940. Agora pense no mundo em 2010. Atualmente, vivemos em um mundo altamente dinâmico, evolutivo e instável.

Os próximos cinco anos mudarão mais que os últimos trinta. Esta aceleração da mudança nos trouxe a necessidade de adaptação em vários campos da nossa vida, desde a forma de pensar, de se vestir, até a forma de agir.

Esta necessidade de mudar e adaptar-se são fatos. Porém, a forma como encaramos a situação e os resultados perante ela se tornam diferentes de pessoa para pessoa, e de geração para geração.

Quem nunca se deparou com uma pessoa de uma geração mais antiga, que por necessidade teve que aprender (com sacrifício), a usar um computador, e que até hoje ainda não o domina? E com aquela criancinha de três anos que, sem ninguém ensinar, já impressiona usando tal maquina? São pessoas que nasceram em diferentes épocas, e por isso, pensam diferente.

Assim como na vida, nas empresas é cada vez maior a interação entre as pessoas de diferentes gerações. O intervalo de tempo entre elas está diminuindo. E isto está trazendo conflitos dentro do mercado de trabalho, que está abrigando três gerações diferentes.

Os “baby boomers”, nascidos logo após a Segunda Guerra, aprenderam a valorizar a estabilidade e a experiência. A geração X, que nasceu entres os anos 60 e 70, viu a tecnologia chegar a suas casas e hoje valoriza as posições que ocupa. Já a geração Y, dos anos 80, quer mesmo é ir atrás da própria felicidade, sem medo de correr riscos.

A mentalidade organizacional e empreendedora de pessoas que pertencem à geração de “baby boomers” evolui e se adapta de forma diferente da geração X, e ainda mais da geração Y.

É como se a geração Y estivesse com a mania de olhar para fora da empresa, pensar nos seus sonhos e objetivos, e não se importar em criar laços, criar vínculos com a organização. Ela não tem a necessidade de se sentir segura no emprego, ou de “vestir a camisa” da empresa. Se há uma oferta de um concorrente que supri as metas e objetivos, ela não se sentirá mal em abandonar a empresa e perseguir seus sonhos.

 
Já a geração X, mais conservadora, valoriza a experiência. Não há como evitar o conflito.
As companhias buscam dinamismo, criatividade e resultados.  Para as gerações de vanguarda, é necessário ter boas idéias, buscar energia e não criar raízes, ou aceitar o fato de ter um gestor de 30 anos ou menos!

O Jornal da Globo fez uma série especial sobre Gerações, que você pode conferir abaixo.






Por Francielle Buzzi

quarta-feira, novembro 24, 2010

Conflitos de Gerações nas Empresas

Choques de culturas são constantes em nossa convivência diária. Dentro das gerações o processo é o mesmo: mudam os valores, aumentam as estranhezas. Esse é um dos grandes problemas de relacionamento que ocorrem nas empresas nos dias de hoje.

Jovens, classificados como Y, são hiperativos, dinâmicos e os meios de telecomunicações são seus companheiros diários. Esses jovens mudam com freqüência de empregos, atrás de novas oportunidades e objetivos. Isso tudo contraria os valores da geração X, mais conservadores e que valorizam a estabilidade e os anos de empresa. Acima dessa geração ainda há a dos “Baby Boomers”, classificados por aqueles que participaram da Guerra do Vietnã, a primeira geração que cresceu em frente à televisão.

Essas três gerações são como uma pirâmide, que juntas formam uma empresa e que devem permanecer unidas para gerar um crescimento. A questão é que essa “integração” muitas vezes gera conflitos. A maneira de trabalhar dessas gerações é distinta. O grupo Y, por exemplo, nasceu e cresceu acompanhando os avanços da tecnologia. Em função disso, eles fazem várias funções ao mesmo tempo: trabalham ouvindo música, conectados a redes sociais, entre outros. O grupo X, por sua vez, ao se depararem com essas cenas acham que o funcionário não está produzindo e às vezes levam tal atitude à falta de educação.

O gerente executivo da Serasa Experian, Elcio Trajano, explica essa forma de agir dos jovens: “Ele nasceu, cresceu, com estímulos, de música, internet, com amigos no colégio, isso vem para organização, é a extensão do dia a dia. É o que faz ter prazer, então ele está trabalhando aqui, é lógico, no seu local de trabalho, mas escutando uma música, escutando um som que ele gosta e isso só colabora, só estimula”.

Com a forma de se comunicarem e fazerem acontecer, os jovens estão ultrapassando as idades e chegando aos topos das corporações. A princípio há uma rejeição por parte dos mais velhos em serem chefiados por jovens com até 30 anos. Mas conforme vai passando o tempo os que querem se inovar precisam aceitar e incorporar as mudanças do mercado.



Confira a matéria do Jornal da Globo sobre o assunto:




Por: Danielle Silvano de Oliveira

quarta-feira, novembro 17, 2010

Conflito: Novas gerações no mercado de trabalho

Conflitos sociais sempre existirão em qualquer lugar do mundo e os corporativos são os que mais dão dor de cabeça. Como conviver com as diferenças entre sexo, raça, credos, orientação sexual, idade e os mais diversos perfis no mercado de trabalho? Eis o conflito das gerações.

Em algum momento de sua vida você deve ter se perguntado: O que estou fazendo aqui? Novas gerações surgem com a cabeça voltada para o mundo, pessoas extremamente ativas e ligadas a novas tecnologias e informações. Pessoas que conseguem acompanhar a velocidade do mundo digital. Para muitos, eles até falam outra língua, e falam mesmo, a linguagem das novas gerações denominadas X e Y.

Para o pessoal Y, o trabalho deve ser relevante. Para a geração X, liberdade é o fundamental.

Os mais antigos acreditavam que fazer carrerira na empresa e permancer nela por vários anos, era o objetivo a ser buscado. As novas gerações pulam de empresa em empresa buscando desafios e a oportunidade de explorar seus conhecimentos. E quando essas três gerações trabalham juntas é que percebemos o quanto os valores de cada um pode ser afetado.

Aceitar que o novato dê ordens a alguém que faz parte da empresa a séculos é o correto? Se ele estiver preparado para isso o jeito é ceder.

Ser demitido do lugar onde você dedicou anos de sua vida porque alguém mais capacitado preencheu sua vaga é o fim do mundo? Pode até ser, pra você, porque para o mercado novas contratações significam mais rendimento e visão de mercado. E essa rotatividade vai aumentar com o grau de globalização, onde novos conflitos surgirão.


Independente das diferenças, existem algumas linhas que podem e devem ser seguidas, ou seja, as coisas em comum ou os valores que são universais. Valores, esses, denominados regras ou normas da empresa. E são elas que determinam qual será o comportamento do indivíduo na empresa ou no mercado de trabalho.

Se a normatização não funcionar, vale o bom senso. Conviver em paz faz bem em qualquer ambiente, seja no trabalho, na faculdade... Sempre existirá alguém mais "ligado" que você. E viva a diversidade!

Por Rose Leite