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quarta-feira, novembro 20, 2013

Facilidades 2.0

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Tempo é dinheiro, por que gastá-lo podendo ganhá-lo em casa? Antes era preciso separar um valor x para se locomover. Entretanto, com o surgimento de novas tecnologias agora é possível trabalhar com duas ferramentas: computador e conexão.

Terno, gravata e cabelo penteado com gel não são tão exigidos nos dias atuais, o avanço tecnológico no mercado de trabalho facilitou o cotidiano de todo profissional. É possível perceber muitas pessoas, empregadas, que optam por trabalhar em casa para gerar resultado para a empresa, enviando informações e acertando negócios através da rede.

segunda-feira, novembro 18, 2013

Jornalismo Midiático: Quem muda é você

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Com o aumento da internet os meios de comunicação como rádio, TV e jornais impressos perderam o ibope, afinal, a internet tem sua vantagem e comodidade - é instantânea. Com esse aumento, os meios de comunicação pensaram literalmente para frente e é aí onde surge a convergência. Essas empresas criam então também suas contas na internet, processo este que vem crescendo todo dia mais. Alguns jornais impressos, por exemplo, jogam todo o material que sai no impresso na rede, outros apenas algumas matérias, porém, a maioria usa a internet como ferramenta principal. Ou seja, a informação hoje passa por diferentes canais midiáticos, integrando diferentes meios nesse processo.

sábado, novembro 02, 2013

Rumos do Jornalismo Digital

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Que a internet e as novas tecnologias revolucionaram o cotidiano de todas as pessoas e suas relações, não é novidade. Mas o mercado de trabalho também está em constante transformação. Jornadas não são mais aquelas de oito horas por dia, cinco dias por semana. O posto de trabalho pode ser a própria casa e até as diferentes áreas e empresas podem se misturar num mesmo espaço corporativo.

quarta-feira, outubro 30, 2013

O novo jornalista diante de um pequeno mundo sem fronteiras

Novas rotinas com ferramentas de comunicação
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Ligar o rádio no centro da sala. Sentar-se diante do aparelho de TV. Redigir um texto no computador da empresa até altas horas. Levar o notebook para as férias. Interagir pelo smartphone durante a festinha de aniversário do filho caçula.

Nossa relação com as ferramentas de comunicação foi drasticamente alterada ao longo das últimas décadas, mas ainda exercemos certo fascínio por esses aparelhos que nos instigam e nos acompanham bem além do horário do expediente.

Se tudo mudou na rotina dos mais diversos profissionais no mercado de trabalho, o jornalista do século 21 se vê no olho deste redemoinho tecnológico. Enquanto já atravessamos várias fases do jornalismo, onde foi preponderante ora a boa relação com as fontes, ora o bom domínio das técnicas de apuração e de escrita jornalística, o momento é, contudo, de conhecer cada vez mais o público com que estamos lidando.

Sala e terninho já não fazem mais parte do novo mercado de trabalho jornalístico

No corre corre do dia surge a notícia
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Aquela coisa de sentar na cadeira da redação, ingerindo mais café do que a própria cafeteira, já não faz mais parte dos sonhos de muitos profissionais de comunicação e até mesmo acadêmicos da área. Escolher o emprego ideal é algo que grande parte das pessoas desejam, mas já pensou se além de escolher com o que se quer trabalhar, a gente pudesse também escolher o local?

Prá lá com aquela coisa de terninho e gravata e cabelo bem penteado nos fundinhos de uma sala com 15 m², hoje a perspectiva no mercado de trabalho da comunicação avançou e a vida também. Acesso a computadores, celulares com internet, tablets e outros aparelhos tecnológicos, dão ao profissional uma boa oportunidade de trabalho e até empreendimento. Com o crescimento da internet e a facilidade de publicar conteúdo na web, o jornalismo os cenários prometem mudar e o personagem principal, você, também.

Mundo 2.0: versatilidade é a pedida do momento

“O trabalho será menos rotineiro e será caracterizado por uma volatilidade e a necessidade de uma Hiper-conectividade” (Tom Austin)

Foto: Tracegp
Com um mundo cada vez mais ligado às novas tecnologias, estar conectado a elas é essencial para a sobrevivência no mercado de trabalho. Hoje em dia, a necessidade de qualificação é indiscutível. Se antes, o tempo de carreira determinava o salário e a posição dentro de um emprego, atualmente são as habilidades que determinam o lugar na hierarquia de uma empresa. E a geração Y tem conquistado muitos desses lugares. É comum vermos cada vez mais cargos importantes sendo ocupados por pessoas com menos de 35 anos.

quarta-feira, outubro 17, 2012

Convergência midiática no mundo globalizado

O novo jornalista de web tem a responábilidade analisar além dos padrões normais de informação. Um novo modelo de profissão com mensagens claras e objetivas norteando as expectativas do novo leitor.  A globalização traz uma preocupação a mais para o jornalista, tornar a informação ágil e rápida em um mundo tecnológico. Hoje qualquer pessoa com um celular e uma câmera pode reportar a notícia e compartilhar essa informação para milhares de pessoas.

A convergência midiática é o resumo desse estilo que embora muitos teóricos acreditam que não é algo novo, todos concordo que se trata de um tema que lida com situações novas a cada dia. “O mercado de trabalho torna-se mais competitivo, pois a tecnologia dá mobilidade e permite multi-funcionalidade aos profissionais da comunicação, na opinião de Fernando Firmino.  O repórter passa a trabalhar para ‘marcas’ e não mais para veículos em particular" Afirma Marcelo Freire,  mestrando em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia.

TV, rádio, jornal impresso, internet, esses diversos meios de mídias, se por um lado unificam as possibilidades no acesso a informação, por outro exige que o jornalista crie uma narrativa própria e adequada para cada meio, pois em sua individualidade cada suporte apresenta características diferentes e tem que ser manuseada dessa forma.

Uma das possibilidades desse meio  é a integração de cada veiculo, a internet por exemplo pode reproduzir as informações dos jornais impressos, revistas e TV. Por sua vez a revista pode reproduzir as informações do rádio, TV, internet e assim consecutivamente com os outros veículos. Diferente do que muitos autores de livros sobre comunicação pensavam as novas possibilidades não interferem umas as outras, mas sim as completam.

Por Jean Volpato

quarta-feira, novembro 23, 2011

A digitalização do jornalismo contemporâneo

Nos últimos anos, o boom da tecnologia digital tem se mostrado cada vez mais intenso. Empresas do mundo inteiro estão conectadas às redes sociais, e é raro encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar em Twitter ou Facebook. Verdade seja dita: a internet deixou de ser uma mera plataforma e se tornou algo muito maior que qualquer um pudesse imaginar.

No jornalismo, essa realidade é ainda mais verossímil. Você pode até se isentar de qualquer contato com o universo virtual, mas precisa, no mínimo, ter algum conhecimento sobre o que acontece no dia a dia da chamada “vida paralela”.

Em se tratando de jornalismo digital, não basta saber: é preciso saber fazer. O usuário 2.0 não quer saber de textos muito longos, parágrafos extensos e conversas desconexas. Para ser bem sucedido na internet, o jornalista contemporâneo e ligado nas exigências do público-alvo sabe que é preciso ser ágil, direto e relativamente conciso. Além disso, o uso da imagem continua tão forte quanto sempre foi: visualizar o que se lê é muito importante. Descrições detalhadas combinadas a fotos de alta resolução concedem credibilidade a textos de internet e, assim, evitam que o leitor se canse rapidamente e desista da leitura.

O ciberespaço possibilita a informação instantânea e de longo alcance, mas os cuidados com a apuração dos fatos são os mesmos. Antes de postar qualquer notícia nas redes sociais ou em sites pessoais, é vital que o profissional de comunicação saiba que aquilo que está propagando é, de fato, verdadeiro. Mesmo sendo uma ferramenta importantíssima para o manuseio da informação, a web deve ser utilizada com prudência e bom senso. De nada adianta lotar o cérebro do leitor com informações, se o que está sendo dito não tem relevância ou veracidade suficientes para impactar a tomada de decisões do mesmo.

Jornalismo Digital na faculdade: limitações incoerentes

Infelizmente, muitas instituições de ensino superior ainda não estão bem informadas sobre a necessidade do uso da internet e das redes sociais pelos cursos de Jornalismo. Como já foi dito, estas plataformas se tornaram essenciais para divulgar serviços, desenvolver ideias e antecipar informações. Convenhamos: qualquer notícia chega primeiro ao Twitter ou ao Facebook, hoje em dia.


Por isso, faculdades do mundo, prestem atenção nas mudanças de comportamento e de hábitos no mercado de seus respectivos cursos. Qualquer estudante que se preze precisa estar de olho no que acontece na internet. Limitar o acesso é limitar, também, a voz de uma geração que tem a faca e o queijo nas mãos.

Por Camila Iara

quarta-feira, novembro 09, 2011

A Popularização e o Controle da Informação

Desde a popularização da internet no final do século passado juntamente com o início do fenômeno da globalização, houve uma intensa mudança na relação da sociedade com os meios de comunicação. Com a grande circulação de capital e informação pautada por evoluções tecnológicas na rede de computadores, o homem está permanentemente ligado a diversos conteúdos. Dessa forma foi criado o termo “convergência midiática” fazendo com que as empresas de mídia criem ações para atender ao seu público e antever as necessidades deles, cobrindo vários espaços e procurando se relacionar com quem é fiel frequentador destes grupos e redes.

Com essa evolução a profissão de jornalista vive tempos difíceis. O crescimento do jornalismo multimídia vem impactando também as relações trabalhistas, tanto as empresas quanto os jornalistas estão em fase de adequação. O processo de convergência midiática por que passa as empresas jornalísticas, vem produzindo um enxugamento nas redações uma vez que está se criando a figura do jornalista “faz-tudo”.

Outro ponto que contribui para essa adequação trabalhista é o crescimento da quantidade de informações veiculadas por mídias virtuais alternativas, como blogs, Twitter, Facebook, entre outros, o jornalismo deixou de ter a função de selecionar o que é notícia, pois alguns fatos ganham relevância antes da divulgação por mídias tradicionais. 


Quando o assunto é a ética, em qualquer meio de propagação, ela quase está extinta. Como imaginar que o jornalismo possa ser concebido como um serviço social e público, se praticamente toda a atividade de comunicação no Brasil, é monopolizada pelas empresas privadas? E até mesmo as redes sociais, como pode garantir que toda a informação disseminada pelo povo é real?

O grau de controle que o jornalista tem sobre seu produto final dentro de uma empresa de comunicação, seja ela em tempo real ou não, é mais ou menos o mesmo que tem um metalúrgico sobre a decisão de fabricar um automóvel de luxo ou um ônibus.

quarta-feira, outubro 26, 2011

Convergência Midiática: o jornalismo adaptado a internet

Em pouco mais de 20 anos o mundo do jornalismo mudou. Os suportes para as ferramentas que produzem informação deram um salto. As novas tecnologias a serviço do jornalismo são imprescindíveis. Com a convergência midiática a TV, o Rádio e o Jornal Impresso foram parar em apenas um suporte: a internet. E todas essas ferramentas que utilizam uma ou mais mídias exigem novos procedimentos e narrativas para conseguir elaborar e disseminar conteúdo. Isso traz novas oportunidades de negócios.

Com isso, a função jornalista mudou. Há vinte anos era moda se especializar em apenas um tipo de veículo, não que hoje isso esteja errado, mas agora o profissional precisa ser capaz de produzir material informativo em texto, áudio, vídeo, fotografia. Enfim, todas as ferramentas capazes e explorar a tecnologia disponível a seu favor. E em muitos casos, precisa fazer isso simultaneamente. A convergência não é apenas a transposição de um formato para outro, a linguagem é uma questão que também precisa mudar. Afinal cada meio tem a sua peculiaridade. O jornalista precisa dar sentido a tudo aquilo que pública na web e criar mecanismo para fidelizar o leitor/internauta.

Henry Jenkins é o criador desse conceito convergência midiática. Segundo ele, essa é a forma, ou melhor, a tendência com que os meios de comunicação estão aderindo para poder se adaptar a internet. Em seu livro, A Cultura da Convergência, Jenkins escreve que a ideia da convergência midiática serve para traduzir as mudanças nas formas de relacionamento do público com os meios de comunicação. Ele observa ainda que, por enquanto, estamos experimentando esta reconfiguração através da nossa relação com a cultura popular e o entretenimento comercial. Jenkins propõe ainda que, no futuro, as habilidades adquiridas nesses processos apresentarão implicações consideráveis no modo como aprendemos, trabalhamos, participamos de processos, etc.

Esse conceito desenvolvido por Henry Jenkins nos leva a uma pergunta: Essa mudança das mídias tradicionais para a internet é o recente jornalismo em tempo real? É difícil responder. Nenhum pesquisador ainda definiu ao certo que é. Alguns chamam de Webjornalismo, Jornalismo Digital, Jornalismo Online, outros de Jornalismo Eletrônico, Jornalismo de Internet. E todos esses termos têm significados que se confundem de acordo com a interpretação de cada autor.

Mas, é possível notar que essa expressão Jornalismo em Tempo Real é uma figura de linguagem utilizada para associar a proximidade da instantaneidade com que a informação que é transmitida, do momento em que ocorre o fato a ser noticiado ao momento em que chega aos receptores, sejam eles leitores, telespectadores ou ouvintes. O jornalismo em tempo real não necessariamente precisa de comunicação mediada por computadores. Mas, em sua maioria encontra-se na internet, pela interatividade disposta ali. E essa integração facilita muito a vida de quem busca a informação. Porque ao mesmo tempo em que ele lê, ele pode assistir, ouvir e ainda compartilhar.

Entretanto, tanta facilidade de publicar conteúdo na web e fazer essa convergência entre as três mídias tradicionais, tem criado no jornalismo grandes desafios, principalmente quanto a relação ética. A instantaneidade é a principal característica da web. Mas não podem ser esquecidas as lições básicas de se fazer jornalismo, como a de se checar as informações enviadas. A pressa leva a graves deslizes éticos. Não foi difícil verificar informações equivocadas, dados publicados sem a devida apuração ou o uso de informações falsas enviadas pelos internautas, igualmente sem a devida verificação. Um bom exemplo foi o portal UOL, maior da América Latina., que publicou uma montagem enviada por um leitor.

"O compromisso fundamental do jornalista é com a veracidade no relato dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela precisa apuração e pela sua correta divulgação” - Artigo 4º do Capitulo II do código de ética.

Erivelton Schmidt
Fotos: Divulgação

A convergência midiática e o estudante de jornalismo

Para muitos estudantes de jornalismo o assunto "Convergência Midiática", não é novidade, mas ainda há muito que ser analisado, praticado e experimentado, pois é a hora de novas aprendizagens exigidas na profissão. Todos devem acompanhar as transformações, a maneira como circulam e são utilizadas todas as informações que estão ao redor.

De tempos em tempos surge uma nova formar de se comunicar, temos o Youtube, Flickr, fotologs, sites, blogs, a internet possui as mais diferentes mídias, sejam elas novas ou velhas conhecidas nossas, de maneira conjunta, convergente.

Existem várias opções, texto, vídeo, áudio, fotos, alguns com tudo junto, para formar um mundo completo e cada vez mais atraente na comunicação. Hoje em dia, uma empresa de comunicação, seja de rádio, impresso ou televisão, tem quase como obrigação disponibilizar seus conteúdos em um próprio site ou em redes sociais.

Aos poucos os veículos de comunicação vêm mudando a sua rotina na produção das notícias jornalísticas, utilizando diversas ferramentas para a construção dela. O conteúdo está mais atraente, mais chamativo, pois uma mesma matéria é apresentada em diferentes formatos, ela possui ao mesmo tempo texto, uma galeria de fotos, um ou mais vídeos ou áudio, tornando-se assim mais completa.

Nos dias atuais as maneiras de se fazer notícias não faltam, a produção de um conteúdo inédito, por exemplo, pode vim através de um celular, um acessório útil na vida de todos, que pode ser uma grande ferramenta de comunicação. Com uma câmera fotográfica e filmadora, o aparelho se torna o próprio instrumento de produzir notícia.

Por isso o jornalista multimídia, deve estar atento a essas novas técnicas e maneiras de se fazer notícia que estão surgindo, sempre é claro estando atento a ética acima de tudo. O jornalismo atualmente não é baseado somente em escrita, muitas vezes um vídeo ou gravação pode valer muito mais.


Por Camila Tibes

(Fotos: Google Images)

A fragilidade e a força da informação na internet

Com o surgimento de redes sociais como o Twitter, Facebook e o recente Google+, todos os tipos de informações correm livremente pela rede. A mobilidade da informação permite que um fato seja publicado no momento que ele esteja acontecendo. Atualmente temos celulares com acesso a internet 3G, smartphones, iPhone, Blackberry, tablets de diversas plataformas, netbooks e wireless gratuitas em locais públicos. A facilidade de ser fonte e a necessidade de dá-las em primeira mão, aumenta a chance de não passar a situação correta para quem está lendo. Diversas vezes fatos são inventados, e a imprensa noticia erroneamente o “acontecido”.

Um exemplo recente de quando isso acontece é o caso do comediante da Rede Record, Amin Khader. Surgiu um boato no Twitter de que Khader havia morrido em seu apartamento, vítima de um infarto. Vários portais da internet, inclusive o R7 (que pertence à Record), confirmaram a morte do comediante. O fim da picada foi quando os apresentadores do programa Hoje em Dia, da própria Record, deram ao vivo a notícia da morte de Amin. Eventos como este mostram a fragilidade que temos de aderir a notícias falsas, vindas da rede.

Em Blumenau, vimos que o jornalismo digital fez a diferença em um momento difícil para a cidade, que foi as cheias de setembro. Com a dificuldade da circulação de jornais, televisões fora do ar, a população teve apenas dois meios para se informar: as rádios e a internet.

Um meio de comunicação que usa as redes sociais para tapar buracos de pauta são os portais. É compreensível quando a informação é usada apenas como ideias para pauta. Mas temos visto muitos destes portais usar a informação de um Tweet, ou de uma citação no Facebook, na íntegra, sem ao menos checar com a possível fonte. Além de perder a qualidade da notícia, por se tratar do assunto de forma tão superficial e mal feita, fere os princípios do jornalismo e faz a empresa de comunicação perder a credibilidade.


Por: Guilherme Lemos
Fotos: Divulgação