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quarta-feira, setembro 19, 2012

O confronto positivo das gerações


Em minha não tão longa experiência de vida, consigo afirmar seguramente que o intervalo entre uma geração e outra ficou mais curto. Isso significa que estamos convivendo com pessoas de opiniões diferentes em casa,  na escola e principalmente no mercado de trabalho. A partir desse convívio com as três gerações, principalmente na empresa, é que consigo ver o lado bom dessa mistura.

Tenho os   baby boomers que trabalham comigo como meus pais, pois sempre querem cuidar e organizar tudo, não aceitam ideias inconcretas para colocar tudo em funcionamento.  Eu, particularmente me enquadro na criatividade e energia das gerações  X e Y e não dependo da responsabilidade e “pé no chão” para entrar em uma nova aventura que pareça mais promissora e atraente.

Convivo diariamente com as três gerações no meio profissional, por isso sinto-me no direito de afirmar que não há geração melhor ou pior, o que temos hoje é um mercado com pessoas de valores e práticas distintas, cada uma com suas qualidades e defeitos. Devemos ser capazes de equilibrar os conflitos. Talvez em empresas mais tecnológicas, como a que me enquadro atualmente, as pessoas sintam uma necessidade maior de acompanhar a evolução.

O destaque certamente fica para aqueles que tem a capacidade de conviver, respeitar  e aproveitar os pontos fortes de cada geração. Todas as gerações trazem características importantes e relevantes para o mercado. Quando elas aprendem a utilizar o que tem de melhor juntas, consegue-se reunir a experiência dos veteranos baby boomers, a praticidade dos X e a vitalidade e inovação dos Y

Por Juliane Mateus Costa

quarta-feira, outubro 05, 2011

A troca de experiências entre as gerações

Quem ainda não ouviu falar sobre as gerações que surgiram, ao longo da história, os chamados Baby Boomers, gerações X, Y e a mais recente, Z? São grupos de pessoas com especificidades distintas que estão tentando aprender a conviver com as gigantescas diferenças que existem entre elas.
Estas gerações se distinguem em todos os aspectos, desde personalidades, crenças e atitudes. São costumes e valores que influenciam, e muito, nas relações sociais e principalmente no mercado de trabalho, já que há profissionais de diferentes faixas etárias convivendo juntos no mesmo ambiente.

Na empresa onde trabalho, não é diferente. As gerações Baby Boomers, X e Y estão presentes em vários setores. Apesar disso, os conflitos não são tão frequentes. Quando surgem divergências, os chefes que são, em sua maioria, das gerações Baby Boomers e X, tentam resolver sempre da melhor forma possível. Os jovens da geração Y são a maioria na empresa.  Eles sempre tem espaço para explanar suas ideias e por isso estão sempre em busca de novos desafios.

No setor onde trabalho, minha chefe é da geração X, e eu sou da geração Y. E é aí que é possível sentir as diferenças. Eu sou mais impaciente, tento fazer as coisas tudo para já e sou inquieta, especialmente quando temos que aprender a lidar com novos sistemas, novas tecnologias. Quando é necessário fazer algo e dependemos de um sistema que não sabemos mexer, sou eu quem sempre "fuça" e revira todas as funções para aprender a lidar.

Acostumada com esse meu jeito mais "rápido" e "ligado" de ser, segundo ela própria, minha chefe nem sempre perde tempo tentando descobrir como algo funciona. Na maioria das vezes, sou eu quem aprende a lidar com as novas tecnologias e depois repasso as informações.

Em contrapartida, tenho aprendido a ter mais paciência e a ser mais minuciosa e detalhista. Com a geração X aprende-se que nem sempre fazer as coisas "correndo" é a melhor saída. Trocar experiências com as gerações que existem dentro da empresa, é a melhor forma de se desenvolver profissionalmente.
Não só no setor onde trabalho, mas em todos os outros setores é possível ver esta troca de experiência entre as gerações. Prova disso, são os jovens da geração Y, dentro da empresa que assumem cargos de supervisores dos setores. Apesar da geração Y ter características mais individualistas, eles também são inovadores, rápidos e atualizam a gestão da geração X e Baby Boomers com o que está acontecendo no mundo online.

É claro que sempre surgirá algum tipo de conflito e divergência, mas, a experiência e paciência das gerações mais antigas, Baby Boomers e X, e a pró atividade e energia da geração Y, se somam, contribuindo para o crescimento da empresa.

Texto: Stéfany Pessoa
Foto: Divulgação/Google

A geração nossa de cada dia


Dá pra fazer tudo ao mesmo tempo? (Foto: Google Imagens)
Quando o quarteto de rock britânico The Who lançou o single “My Generation”, em 1965, o mundo testemunhava mudanças comportamentais drásticas e transgressoras entre os jovens da época: os cortes de cabelo bem comportados e popularizados pelos Beatles começavam a perder espaço, e o movimento das roupas coloridas, dos cabelos sujos e dos chinelos de dedo dava seus primeiros passos rumo à majestade. Chamados de hippies (termo derivado da palavra em inglês hipster), os adeptos da contracultura acreditavam na preservação ambiental, na prática do nudismo, na libertação sexual e, acima de tudo, na paz e no amor. Diferentemente da geração anterior, estas pessoas questionavam os valores centrais vigentes nos Estados Unidos e não queriam saber de bens materiais. Trabalhar cercado por quatro paredes? Nem pensar. A rebeldia, enfim, reinava.

Exatos 46 anos se passaram. Hoje, o cenário é um pouco diferente. Os movimentos de comportamento esfriaram e, de repente, a personalidade deu o ar da graça. O que você é já não é definido por aquilo que você faz – são as suas características, preferências e particularidades que vão decidir o tipo de pessoa e de profissional que você vai se tornar.

Conflito de gerações

Na época da explosão populacional, depois da Segunda Guerra Mundial, quem dominava o espaço profissional eram os Baby Bommers. Estes profissionais formam a primeira geração que cresceu em frente à televisão, e que valoriza a experiência, o relacionamento duradouro e o padrão de vida estável; prefere qualidade à quantidade, não se influencia facilmente por outras pessoas e é firme e maduro nas decisões que toma. Os Baby Boomers podem ser classificados como opostos – mas, veja bem, dependentes - da Geração Y.

Conhecida pelos modos despojados, as roupas descoladas e a constante inquietação frente a tudo que acontece a seu redor, a Geração Y soma a fé nas conquistas rápidas e o sucesso prematuro às suas principais vertentes. À primeira vista, a tribo parece confiante demais, individualista demais, intrometida demais. Não se engane: estas pessoas estão tão conectadas a si próprias e fazem tantas coisas ao mesmo tempo, que é quase impossível acompanhar seus ritmos (a não ser, é claro, que você seja um deles). Este traço multifuncional é tão cotado e presente nas empresas contemporâneas, que não é raro presenciar pedidos de ajuda do chefe ao funcionário.



A Geração X, por sua vez, segue por outro caminho. Politicamente apáticas e refletindo a desilusão da geração anterior, estas pessoas buscam o equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal, sem dar muita importância para as formalidades no ambiente de trabalho. Ao mesmo tempo, mantêm a fidelidade aos seus ideais pessoais, e não aos da organização. Profissionais X também não veem com bons olhos um currículo de 20 anos de trabalho para a mesma empresa.

Preocupada com a conectabilidade com os demais indivíduos de forma permanente é a Geração Z, conhecida por ser tecnológica e virtual. Os adolescentes são adeptos a este tipo de personalidade, que emprega a vida dependente do computador, do celular, dos videogames e das TVs de alta definição. A vida destes jovens é regada a muita informação, num ambiente fácil, bem desenvolvido e habitado pelos amigos. O paradoxo é inevitável: ao mesmo tempo em que estão conectados a um número imensurável de pessoas, estão isolados e completamente sozinhos em seus mundinhos particulares.

E eu, onde fico nessa história?

Estamos em 2011. A internet, as redes sociais e o compartilhamento de informações frescas e rápidas nunca estiveram tão febris, e a vontade de crescer profissionalmente em um ambiente que consiga suprir nossas necessidades pessoais nunca esteve tão viva. Podemos pensar no mundo como um só corpo “hospedando” um número bastante significativo de ramificações geracionais. No fim do dia, os empreendedores e gestores precisam abrir os olhos e enxergar com clareza o que todo mundo vê: são as empresas as responsáveis pelo conforto do profissional em seu ambiente de trabalho.

Não é necessário desperdiçar tempo e dinheiro com um consultor organizacional, quando a resposta está bem diante de seus olhos. Por isso, fica a dica para os executivos e chefes do mundo todo: procurem descobrir qual é a melhor forma de se relacionar com seu funcionário. Não espere que ele vá lhe dizer o que há de errado na empresa, sabendo que não vai adiantar. Como já dizia a canção do The Who, mencionada no início deste texto: “Espero morrer antes de ficar velho”. Acredite: seu funcionário também pensa assim. Por isso, esteja aberto a novas sugestões de diretrizes e desista da ideia de que mudanças são ruins. Pelo contrário – elas são necessárias.

Por Camila Iara

Baby Boomers x Geração X x Geração Y

Nunca se falou tanto em conflito de gerações como nos dias atuais. Hoje, em uma mesma empresa, há funcionários de diferentes faixas etárias e que, consequentemente, pensam de forma diferente, e têm estratégias e objetivos diferentes.

As três principais gerações que encontramos hoje são as chamadas: Baby Boomer, Geração X e Geração Y. A geração Baby Boomer nasceu entre 1945 e 1964. Depois da Segunda Guerra, houve um aumento significativo na natalidade de países como Grã Bretanha, Estados Unidos, Canadá e Austrália.

A Geração X corresponde aos nascidos após os Baby Boomers, geralmente inclui pessoas nascidas no início dos anos 1960 até o final de 1970 ou até mesmo nos anos de 1980. A Geração Y pode também ser considerada a geração da internet. Ela corresponde os nascidos a partir da década de 1980 até 1990.

O Ambiente de Trabalho

O mundo que essas três gerações conheceram, a forma como foram criados é muito diferente. Essas diferenças ficam bem claras quando essas gerações se encontram no ambiente de trabalho. Exemplo disso, são alguns fatos que ocorreram em uma empresa que já trabalhei. Quando pessoas mais jovens começavam a trabalhar, eram vistas com uma certa "falta de respeito" pelos mais velhos, como se a idade deles indicassem que eram pessoas incompetentes.

Mesmo quando os "novatos" davam opiniões ou faziam sugestões inteligentes para os problemas da empresa, alguns funcionários mais antigos olhavam com certa descrença, como se as ideias não fossem válidas apenas por serem dos mais jovens.

Esse "preconceito" pode ser considerado uma das características dos Baby Boomers, que valorizam o tempo que permanece em uma mesma empresa. Diferente da Geração Y, que  muda de emprego como troca de camisa. É comum que pessoas acima de 40 ou 50 anos terem passado metade de sua vida trabalhando em uma mesma empresa, por isso não têm confiança quando alguém mais novo passa a fazer parte da equipe.

É difícil uma empresa conseguir equilibrar e manter as diferentes gerações de forma satisfatória. Alguns empregadores não respeitam o jovem no ambiente de trabalho, mesmo que ele tenha a mesma formação e conhecimento técnico (ou até mais).

Mas, a recíproca também vale. Muitos jovens sentem-se “superiores”, consideram que uma pessoa que já passou dos 40 anos, por exemplo, não consegue acompanhá-lo quando o assunto é redes sociais ou criatividade.

Os dois lados têm suas razões, mas o que vemos ainda é o preconceito. Claro, muitas vezes, nenhum conhecimento técnico supera anos de experiência em um mesmo trabalho; e também, muitas vezes, pessoas mais velhas realmente não entendem tanto de redes sociais ou não têm a criatividade tão ágil quanto um jovem de 20 anos.

Há a necessidade de adaptação. Muitas empresas conseguiram um bom equilíbrio entre essas gerações, e eliminaram o chamado “conflito”. Resta às outras seguirem o exemplo. Para crescer, as empresas precisam da experiência dos Baby Boomers e da criatividade da Geração Y.

Por Daiani Caroline Coelho

(Fotos: Google Images)

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O futuro é dos prodígios!


Quatro gerações diferentes já existem hoje em dia e mais uma se aproxima. Se essa situação é normal pra você, tudo bem. Mas, na verdade, não é e nem será tão simples assim. O conflito de gerações existente nos dias atuais acontece o tempo todo e em qualquer lugar do mundo.

Como assim?

Em um mesmo ambiente de trabalho está a Geração Tradicional, que são os nascidos até a década de 50; a geração dos Baby Boomers, nascidos entre 1951 e 1964; a geração X, nascidos entre 1965 e 1983 e a geração Y representada por todos nascidos depois do ano de 1984.

O turbilhão de ideias, opiniões, os inúmeros 'eu acho' diferentes dessas gerações que surgem em um ambiente de trabalho é o que chamamos de conflito. Como mostrar para o dono de uma empresa, que faz parte da Geração Tradicional, de que a ideia do indivíduo da geração Y de fazer um twitter para divulgar a empresa é a melhor opção? De fato, é complicado, pois tudo isso envolve costumes, cultura e hábitos, todos difíceis de se modificar.

Os filhos da Geração Tradicional eram dedicados e diziam 'amém' para tudo que a autoridade falasse. A maioria dos integrantes dessa geração são pessoas que, na época, eram recém libertados de um período de guerra, autoritarismo e escravidão.

Os Baby Boomers já são diferentes. Eles vem de um período pós-guerra em que o ideal era o otimismo e, ideais e pensamentos positivos povoavam as cabeças e ações desses cidadãos.


A Geração X não tem mais aquela ideia da Geração Tradicional de que autoridade tinha a ver com hierarquia. Na geração X a autoridade se conquista com competência. Já havia um pouco de tecnologia nessa época e, atualmente é a Geração X que domina a maioria das organizações. 

Mark Zuckerberg
A Geração Y é a de meninos e meninas prodígios que nasceram com tecnologia, informação e, consequentemente, mais conhecimento ao seu alcance sem se esforçar pra isso. Já dominam o blog, o Iphone, o twitter, são a geração do mouse. Quando menos se espera, aquele sócio majoritário está sendo substituído por um 'nerd' cheio de ideias e inovações, conhecimento tecnológico para alavancar uma empresa, um site, uma organização. Através das redes sociais, crianças, adolescentes e adultos prodígios, integrantes da Geração Y, se conectam ao mundo e, dessa forma, conectam o mundo a eles. O diretor do site de relacionamentos Facebook, Mark Zuckerberg, é a prova viva de como uma mente nova e aberta a ideias pode criar maravilhas.

Assim, frases como 'no meu tempo era assim' e 'mas meu pai dizia que...' se tornam vagas pro mercado de trabalho. O que tem impacto são as 'retwittadas', o último post de determinado blog e quais candidatos se inscreveram na vaga que foi colocada no facebook.

Postado por Natália Vicentini

Três gerações, um mesmo objetivo

Ela chegou para revolucionar, para entrar nas casas, nos bolsos das pessoas. É chegado o momento em que todo o mundo cabe na palma das nossas mãos, nas mesas dos nossos escritórios. Gerações em conflito, da era da máquina de escrever, do jornal impresso, do rádio a pilha, até as mentes acostumadas com a informação rápida, instantânea, ágil, veloz. A internet criou um marco, uma nova era, um encontro de gerações muito diferentes no mercado de trabalho.

Baby Boomers, a Geração X e a Geração Y, todos juntos no mercado de trabalho, com suas crenças e opiniões por muitos momentos divergentes.

  • Baby Boomer: pessoas nascidas entre pessoas nascidas entre 1946 e 1964
  • Geração X: nascidos entre 1960 e 1980, filhos dos Baby Boomers
  • Geração Y: nascidos entre 1980 e 2000, filhos da Geração X, netos dos Baby Boomers

Vivemos em tempos em que a troca de informações é fundamental. Dentro dos escritórios das empresas, a comunicação garante o sucesso dos negócios. Pesquisas recentes revelam que a Geração Y desempenha melhor suas atividades, realizando muitas tarefas ao mesmo tempo, ação esta que desagrada as outras gerações. Essa multitarefa, as multiplas formas de ver e acessar as informações, cria uma nova cultura em plena ascenção.

Antes, vender bem significava atingir o maior número de portas no maior número de ruas  possíveis, hoje a distância não é problema e o segredo de sucesso é usar as mídias. Muitos são os meios de comunicação e formas de divulgação, ser pioneiro no que se faz é a garantia de sucesso do momento.



Em meio a esse emaranhado de novidades, o tradicional ainda é muito presente. A experiência dos mais velhos com as idéias inovadoras dos mais novos. As grandes fórmulas de sucesso misturam ousadia e ações calculadas, focadas e direcionadas a públicos específicos. Cada vez mais os Baby Boomers tem entrado no mundo virtual, aderindo as novas possibilidades. As barreiras são muitas, o avanço cultural acontece em ritmo acelerado. Quanto mais essas gerações conseguirem se integrar e trabalhar juntas, maiores as possibilidades de sucesso de qualquer negócio.

Por Fabrício Theophilo Rigon Pereira
Conflito no trabalho
O mercado de trabalho conta com profissionais de várias gerações, e as diferenças entre eles vão muito além da idade. Cada profissional carrega características específicas da geração a que pertence. Atualmente estão no mercado de trabalhos às gerações X, Y e os baby boomers.

A geração Baby Boomer surgiu depois da Segunda Guerra Mundial. São pessoas que hoje estão com mais de 45 anos. Valorizam muito a experiência e o tempo de trabalho numa empresa por, isso gostam de empregos que tragam estabilidade. Preferem produtos de qualidade, ao invés da quantidade.

Da década de 70, veio a geração X. São pessoas de 40 a 45anos. A Geração X viveu períodos de crises intensas, inflação, viram a AIDS chegar. São apegados a títulos e cargos, gostam de deixar claro sua posição, que para ele mérito e gostam da hierarquia, pois justificam seu cargo.

A geração X viu a tecnologia chegar e a internet se popularizar. Estão conectados, mas inovação não é uma necessidade. Diferente dos nascidos entre 1980 e 2000, a geração Y.

Essa geração nasceu com a democracia, com uma economia melhor estruturada. Sempre conectados à internet. São imediatistas procuram informação fácil e imediata, vivem em redes de sociais. Mandam Scrap e talvez nem saibam o que é telegrama. No trabalho valorizam a realização profissional, gostam de ser valorizados e reconhecidos. Não hesitam em mudar de emprego se o atual não corresponde as suas expectativas.

Essa diferença de gerações pode gerar conflitos. Uma pessoa da geração X não gosta de ter um chefe da geração Y, uma pessoa mais nova. Já a impaciência da geração Y com reuniões pode ser entendida pelo seu chefe (geração X) como falta de respeito. Alem do fato de estar sempre conectado e fazer varias coisas ao mesmo tempo não ser bem visto pelos mais velhos.

Por Eneias Mutte

Comportamento de Gerações

Quando o jovem começa em uma empresa, precisa aprender a lidar com as com picuinhas do mundo corporativo. O relacionamento com seus colegas, até a adaptação as tarefas, tudo deve ser pensado nesse processo de aprendizado, presente desde o processo seletivo até os últimos dias na organização.

 Uma das situações que mais pesa ao jovem é o relacionamento com pessoas de gerações diferentes.A maioria dos diretores e presidentes de empresas de grande porte e multinacionais nasceram antes de 1940 os chamados veteranos, são considerados rígidos e seguidores das regras aos mínimos detalhes.
A uma geração que segue os modismos e estão no auge de seu esplendor financeiro e intelectual chamados de baby Boomers, tem de 40 a 60 anos e tem como objetivo crescimento pessoal, saúde e bem estar.Indivíduos nascidos entre 1960 e 1980 são conhecidos por geração X.

Para essas faixas de pessoas a família e os amigos são as coisas mais importantes da vida.                                                                            
Geração Y valoriza mais ambiente de trabalho agradável que salário Essa geração foi a primeira a utilizar a tecnologia de ATM e internet Banking. A galera jovem causa espanto em muito adulto experiente, nasceram entre 1980 e 2000 são chamados de geração Y. São otimistas, não passaram por guerras nem grandes crises. Desde que nasceram utilizam computadores e celulares para tudo o que fazem, e estão sempre fazendo duas coisas ao mesmo tempo.
A geração X batalhou uma vida inteira para conseguir seu espaço e são fieis as empresas, a muitos ficam anos na mesma função não se preocupam em correr  atrás de novas oportunidades 

  Essas idéias e princípios diferentes de cada geração levam a uma agitação entre as gerações mais novas. O jovem agarra a primeira oportunidade que paga mais, não cria vínculos com empresas, para ele o que importa é a galera. Cabe ao gestor das grandes empresas a difícil tarefa de ser o intermediário dessas gerações, pois uma não vive sem a outra. O mundo dos jovens é mais complexo do que o dos adultos, mas estão mais preparados para enfrentá-lo e tem em suas mãos ferramentas melhores. Tem facilidades que seus antecessores do mercado sequer imaginavam que iriam existir.

Por:Wilson Pereira Junior

Gerações conflitantes

Há alguns anos, distanciava-se uma geração da seguinte por um espaço de tempo de cerca de 25 anos, segundo alguns especialistas. Este espaço de tempo está diminuindo cada vez mais. Hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada 10 anos. É cada vez mais comum ver pessoas de diferentes gerações convivendo e conflitando no mesmo ambiente de trabalho ou lazer.

Em 1945, os Estados Unidos e o restante das Forças Aliadas declararam vitória na Segunda Guerra Mundial. Os soldados voltaram pra casa, a economia americana encontrou uma força renovada ao fornecer mercadorias ao mundo livre para reconstruir suas economias e as pessoas se estabeleceram e começaram a ter filhos. Muitos filhos.

Desta explosão populacional surgiu o que passou a ser chamado de Geração Baby Boomer, expressão que vem de Baby Boom, ou, em tradução livre, Explosão de Bebês.

Essa geração sobreviveu à ditadura militar, viu chegar o rock’n’roll nos anos 50, experimentou todos os tipos de amor e drogas trazidas pelos anos 60.

Os baby boomers fazem parte de uma geração que respeitava e obedecia os pais e os mais velos sem questionar, demonstrando respeito pela família consolidada e “feliz”.

Almejam uma carreira sólida e duradoura em uma empresa de sucesso, apresentam maior preferência por produtos de alta qualidade, ao invés da quantidade e usam as experiências passadas – histórias de êxito dos pais e avós – como lição para o futuro.

Mas um tempo depois a geração dos boomers cresceu e deu à luz a uma nova geração, a Geração X. Eles nasceram aproximadamente entre os anos de 1960 e 1980.

Buscam a individualidade sem abandonar a convivência em grupo, buscam seus direitos e procuram conquistar a “liberdade.

Por sua vez assistiram – e lutaram – as Diretas Já, eram os “caras pintadas”, derrubaram o presidente Collor, sobreviveram à crise da inflação, viram a AIDS chegar e levar o ídolo Cazuza.

“Ele é apegado a títulos, apegado a cargos, gosta de deixar claro a posição em que está, porque, para ele, é mérito de muito esforço que ele teve”, diz Renato Trindade, presidente da Bridge Research, empresa paulista de pesquisa especializada no público jovem

É também a geração que viu chegar a Internet e a tecnologia tomar conta de tudo. Estão sempre conectados mas não sentem necessidade de buscar inovações a todo momento.

Veio então, a Geração Y, os filhos da Geração X e netos da Geração Baby Boom.

Essa geração - nascidos entre 1980 e 2000 - chegou com a democracia e economia brasileiras no lugar e mais conectados à internet que nunca.

São inquetos, procuram informação fácil e imediata, preferem computadores a livros, preferem emails a cartas, digitam ao invés de escrever, vivem em redes de relacionamento. Não tem medo de seguir em frente e passar para a concorrência se o atual emprego não os agrada.

Quando reunidos no mesmo local de trabalho essas três gerações podem gerar conflitos pois os mais velhos não aceitam ser chefiados pelos mais novos, não admitindo que esses, da Geração Y, possam ter maior conhecimento do mundo globalizado que não conhecem. Assim como os mais novos não querem apenas obedecer ordem e sim participar das decisões da empresa, opinar, discutir.

Para se entenderem, essas gerações precisam apenas se ouvir, discutir sem preconceito e com muito respeito.

Afinal, “idade não é documento”.

Por Monica Souza

terça-feira, novembro 30, 2010

Gerações: Diversidade é aproveitada por empresas

Eu sou da geração Y, e você?

Há um tempo atrás, as distâncias entre uma geração e outra era de aproximadamente 25 anos. Especialistas afirmam que este tempo está diminuindo cada vez mais e que hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada dez anos.

Por isso que as diferentes gerações estão tendo que conviver cada vez mais juntas, suportando a diferença entre elas, seja em casa, no trabalho e até mesmo na universidade.

Há três gerações conhecidas hoje: baby boomer, X e Y. Pensando-se no meio empresarial, a diferença entre um profissional e outro de acordo com a geração que pertence, gera muitos conflitos.

A geração baby boomer, é do profissional que enfrentou todas as crises que aconteceram depois da Segunda Guerra mundial. Com isso, tem facilidade em projetar cenários e planejar retomadas. Eles são os profissionais que ocupam os postos de maior responsabilidade na empresa, onde as decisões finais são tomadas.

A geração X tem um pouco de receio ao compartilhar suas ideias e experiências por ter medo de perder a confiança por seus trabalhos. Este profissional tem a grande vantagem de ter atravessado crises e de contar com um conhecimento muito mais amplo de tecnologia.

Esta geração pode se dar bem na supervisão de projetos já testados, pois possui uma grande habilidade de aprender com as velhas experiências.

Já a geração Y é a mais recente. Foi a primeira a conviver com a tecnologia dentro das escolas. Videogames, computadores, internet e inovações a cada dia que chega. São acostumados com a rápida circulação de informações.

É uma geração que faz questão de mostrar sua opinião. É por causa deste perfil que estes profissionais podem se destacar em trabalhos que envolvam a inovação e a busca de novas estratégias para a empresa.

Devido às diferenças, o mercado profissional começa a definir funções distintas para cada geração dessas citadas, onde o perfil melhor se encaixa.

Assim, as empresas tiram proveito da grande quantidade de experiências e perfis diferentes e, ao mesmo tempo, ameniza o conflito entre os funcionários.

Por Aline Marquardt

domingo, novembro 28, 2010

''Lojas'' virtuais vendem mais

O fim do ano se aproxima. E com ele as compras de Natal. Muitas pessoas já adiquiriram o presente dos filhos, dos pais, dos avós e dos amigos. Dentre estas pessoas que já estão com os presentes em mãos, boa parte delas não ficou batendo perna em lojas, não ficou horas nas filas do caixa e o melhor: não pagou preços absurdos.

Uma novidade e uma maneira para se livrar de tantas complicações na hora de comprar os presentes – e claro, ainda pagar um preço bacana –, são as compras virtuais.

Com o objetivo de fazer as pessoas conhecerem mais sua cidade e o que há de melhor nela, o site de compras Peixe Urbano chama a atenção e se destaca no Brasil. Criado em março deste ano por aqui, o site já está presente em 56 regiões do país trazendo o de melhor – e ótimos preços – para os moradores de determinadas cidades.

Sites desse gênero foram criados nos Estados Unidos em 2008. E até que por aqui não demorou muito para chegar, apenas dois anos. O que, comparado às outras coisas, chegou praticamente na velocidade da luz. Um outro site que se destaca na rede é o das Lojas Americanas . Nele há diversos produtos e sempre há promoções, principalmente na categoria CDs, DVDs e Blu-Ray.

A audiência destes sites é de 5,6 milhões de internautas. E com a chegada do Natal – e Ano Novo – a expectativa é que aumente ainda mais e que as vendas ultrapassem R$ 15 bilhões. Ou seja, se depender destes sites de compras, as lojas tradicionais precisam criar uma nova maneira de chamar a atenção do público, pois estes sites já chamarem, e muito.

por Lucian Cesar da Silva.

Conflitos entre gerações

Ainda existem pessoas que acreditam que ficar vinte anos em uma empresa é questão de orgulho. Mas para a geração mais jovem, o importante é estar atualizado. Eles defendem a idéia de que é preciso mudar, inovar, buscar sempre novas oportunidades. Esta é considerada a geração Y, que faz uso constante das tecnologias e se adapta a elas com grande rapidez.


Temos também a geração X, a que fica entre a Y e a Baby Boomer. Essa galera aprendeu com a forma conservadora dos mais velhos, conseguiu mudar um pouco esta postura, e agora, tenta adaptar-se a nova geração. A geração X tenta buscar um equilíbrio entre a garotada que inova tudo e aprende com mais facilidade, e os mais velhos que defendem idéias conservadoras.

É difícil dizer quem está certo e quem esta errado pois cada pessoa tem sua bagagem cultural. Enquanto os mais antigos acreditam que o modo certo é como aprenderam em sua época, a juventude trata esta geração como ultrapassada.

Se os conflitos entre as gerações ocorressem somente nas famílias entre pais, netos e avós, estes poderiam ser resolvidos mais facilmente. 
No entanto, a dificuldade maior é sentida quando esse tipo de conflito começa a ocorrer nos ambientes de trabalho.
As diferentes gerações muitas vezes não se entendem. A Baby Boomer, geração dos mais velhos, aquela que valoriza a experiência, constantemente tem problemas com a geração Y, formada por jovens de até trinta anos. Os mais velhos defendem seu modo conservador, os jovens defendem a atualidade, as tecnologias e inovações. E quem fica mais confusa ainda é a geração X, que fica entre as outras duas.  Esta, não consegue defender nenhum dos dois lados pois um está muito ultrapassado e o outro muito adiantado.

Este é um problema constante na atualidade. Nas empresas existem psicólogos específicos para resolver problemas de conflitos organizacionais. É comum haver conflitos entre pessoas de diferentes idades, pois gerações diferentes têm visões de mundo diferentes.
 O que os especialistas em terapia de grupo e psicólogos recomendam é o diálogo.

É preciso que um se coloque no lugar do outro, pelo menos para amenizar um pouco os conflitos. Esta é uma das dicas para manter a harmonia no ambiente de trabalho apesar das diferenças entre as gerações.

Por: Julcimery Schreiber

Geração Y e o mercado de trabalho

Conhecendo um pouco de cada geração:
Tradicionais (até 1945): é a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicado, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos.

Baby Boomers (1946 a 1964): são os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e , mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Tem relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros.

Geração X (1965 a 1977): nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década d 80, também se tornaram céticos e superprotetores.

Geração Y ( a partir de 1978): com o mundo relativamente estável, ele cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividade que não faz sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridade como se eles fossem um colega de turma.

Várias gerações misturadas, mas no mercado de trabalho a geração Y são pessoas que lutam por direitos iguais e almejam grandes posicionamentos dentro das empresas. Querem ser livres em todos os sentidos e lutam por um mundo melhor. São impacientes, preocupados com si próprios e em pouco tempo vão tomar conta do planeta.

A geração Y sabe que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos. O lado negativo dessa geração: folgados, distraídos, superficiais e insubordinados, eles são pessoas que hoje em dia têm entre 20 e 30 anos. Que nasceram na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, estão acostumados a pedir e ter o que querem.

As empresas podem ser afetadas, pois, aquelas que são familiares e os controladores são da “Velha Guarda”ainda vivem da lembrança de que “no meu tempo era bem mais fácil” e está colocando dentro da empresa, já em processo de liderança, filhos ou parentes dentro do perfil Y, que desejam “liberdade” de expressão e ideias no local de trabalho.

O volume de pessoas da geração Y é grande e deve ser olhado com atenção, e se a alta direção da empresa (as grandes) ou os donos (médias e pequenas) não forem suficientemente hábeis para usar a parte positiva do comportamento dessa geração, pode se estabelecer uma gestão não muito favorável para o empreendimento. Entregar o volante e o acelerador para a “geração Y” sem um prévio planejamento da sucessão pode ser visto como um risco, mas um bom diálogo sobre as diferenças faz a diferença.

 
Por Eliane Pereira

quinta-feira, novembro 25, 2010

O menino chegou para ser o chefe

Pense no mundo em 1940. Agora pense no mundo em 2010. Atualmente, vivemos em um mundo altamente dinâmico, evolutivo e instável.

Os próximos cinco anos mudarão mais que os últimos trinta. Esta aceleração da mudança nos trouxe a necessidade de adaptação em vários campos da nossa vida, desde a forma de pensar, de se vestir, até a forma de agir.

Esta necessidade de mudar e adaptar-se são fatos. Porém, a forma como encaramos a situação e os resultados perante ela se tornam diferentes de pessoa para pessoa, e de geração para geração.

Quem nunca se deparou com uma pessoa de uma geração mais antiga, que por necessidade teve que aprender (com sacrifício), a usar um computador, e que até hoje ainda não o domina? E com aquela criancinha de três anos que, sem ninguém ensinar, já impressiona usando tal maquina? São pessoas que nasceram em diferentes épocas, e por isso, pensam diferente.

Assim como na vida, nas empresas é cada vez maior a interação entre as pessoas de diferentes gerações. O intervalo de tempo entre elas está diminuindo. E isto está trazendo conflitos dentro do mercado de trabalho, que está abrigando três gerações diferentes.

Os “baby boomers”, nascidos logo após a Segunda Guerra, aprenderam a valorizar a estabilidade e a experiência. A geração X, que nasceu entres os anos 60 e 70, viu a tecnologia chegar a suas casas e hoje valoriza as posições que ocupa. Já a geração Y, dos anos 80, quer mesmo é ir atrás da própria felicidade, sem medo de correr riscos.

A mentalidade organizacional e empreendedora de pessoas que pertencem à geração de “baby boomers” evolui e se adapta de forma diferente da geração X, e ainda mais da geração Y.

É como se a geração Y estivesse com a mania de olhar para fora da empresa, pensar nos seus sonhos e objetivos, e não se importar em criar laços, criar vínculos com a organização. Ela não tem a necessidade de se sentir segura no emprego, ou de “vestir a camisa” da empresa. Se há uma oferta de um concorrente que supri as metas e objetivos, ela não se sentirá mal em abandonar a empresa e perseguir seus sonhos.

 
Já a geração X, mais conservadora, valoriza a experiência. Não há como evitar o conflito.
As companhias buscam dinamismo, criatividade e resultados.  Para as gerações de vanguarda, é necessário ter boas idéias, buscar energia e não criar raízes, ou aceitar o fato de ter um gestor de 30 anos ou menos!

O Jornal da Globo fez uma série especial sobre Gerações, que você pode conferir abaixo.






Por Francielle Buzzi

quarta-feira, novembro 24, 2010

Conflitos de Gerações nas Empresas

Choques de culturas são constantes em nossa convivência diária. Dentro das gerações o processo é o mesmo: mudam os valores, aumentam as estranhezas. Esse é um dos grandes problemas de relacionamento que ocorrem nas empresas nos dias de hoje.

Jovens, classificados como Y, são hiperativos, dinâmicos e os meios de telecomunicações são seus companheiros diários. Esses jovens mudam com freqüência de empregos, atrás de novas oportunidades e objetivos. Isso tudo contraria os valores da geração X, mais conservadores e que valorizam a estabilidade e os anos de empresa. Acima dessa geração ainda há a dos “Baby Boomers”, classificados por aqueles que participaram da Guerra do Vietnã, a primeira geração que cresceu em frente à televisão.

Essas três gerações são como uma pirâmide, que juntas formam uma empresa e que devem permanecer unidas para gerar um crescimento. A questão é que essa “integração” muitas vezes gera conflitos. A maneira de trabalhar dessas gerações é distinta. O grupo Y, por exemplo, nasceu e cresceu acompanhando os avanços da tecnologia. Em função disso, eles fazem várias funções ao mesmo tempo: trabalham ouvindo música, conectados a redes sociais, entre outros. O grupo X, por sua vez, ao se depararem com essas cenas acham que o funcionário não está produzindo e às vezes levam tal atitude à falta de educação.

O gerente executivo da Serasa Experian, Elcio Trajano, explica essa forma de agir dos jovens: “Ele nasceu, cresceu, com estímulos, de música, internet, com amigos no colégio, isso vem para organização, é a extensão do dia a dia. É o que faz ter prazer, então ele está trabalhando aqui, é lógico, no seu local de trabalho, mas escutando uma música, escutando um som que ele gosta e isso só colabora, só estimula”.

Com a forma de se comunicarem e fazerem acontecer, os jovens estão ultrapassando as idades e chegando aos topos das corporações. A princípio há uma rejeição por parte dos mais velhos em serem chefiados por jovens com até 30 anos. Mas conforme vai passando o tempo os que querem se inovar precisam aceitar e incorporar as mudanças do mercado.



Confira a matéria do Jornal da Globo sobre o assunto:




Por: Danielle Silvano de Oliveira

Gerações em conflito

                                                       
Você sabe o que é a geração Y? São aquelas pessoas que tem até 30 anos, e são conhecidas por terem muitas ideias e também muita energia. No mercado de trabalho ela convive com as gerações X e baby boomer. Essa convivência muitas vezes é conflituosa, e as empresas têm que ter um certo jogo de cintura para lidar com a situação.

Quem pertence a geração X tem de 30 a 45 anos e é conhecido por trabalhar duro para ter segurança financeira. Os baby boomers são aqueles que nasceram logo após o fim da Segunda Guerra. Nos Estados Unidos, com a volta dos soldados para casa, muitas mulheres engravidaram. Houve um "boom" de bebês. Por isso, a geração que aí começou é chamada de "baby boomers". O baby boomer se preocupa em construir uma carreira sólida na qual ele fosse fidelizado ao trabalho. São os que se preocupam em permancer muito tempo numa empresa. Os Y, quando não estão satisfeitos, buscam outro emprego. Isso não é muito bem visto pelos baby boomers.

Outro grande conflito que acontece, é quando alguém da geração Y entra numa empresa para um cargo de chefia, no qual alguém das gerações X e baby boomer é subordinado. “Isso é um nó, quando um Y chefia até um Baby Boomer”, afirma a presidente do Grupo Foco, Eline Kullock, em série de reportagens produzida pelo jornal da Globo.

A geração X fica no meio do conflito entre os baby boomer e os Y, e sentem insegurança. O X tem medo de perder o emprego para pessoas que aparentam ter mais energia, e que podem eventualmente trazer mais inovação.
As empresas precisam aprender a lidar com esses conflitos, e quando eles são resolvidos, ótimos resultados são obtidos. Os mais velhos sempre podem ensinar aos mais novos, e vice-versa. Quando as divergências são solucionadas, todos, de uma forma ou de outra, saem ganhando.

Por João Paulo Souza