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quarta-feira, setembro 19, 2012

Liberdade: Ontem, hoje e sempre!


Jovens árabes derrubaram ditaduras através das redes sociais
O trabalho no mundo político é uma verdadeira Torre de Babel. Existe gente de todo tipo, com diversas origens e linhas de pensamento. Sejam do mesmo partido ou de outras agremiações, se vê de tudo. Quando a questão é história, aí a briga está feita. Logo vem aquele bordão "Eu fiz este partido", "Nós construímos este país", "Lutamos para você ter liberdade", e por ai vai.

Na política, diferente de outros campos de trabalho, geralmente a experiência, ou seja, idade é um fator determinante. Aqueles que estão há mais tempo, têm maior influência nas decisões. Ser jovem na maioria das vezes significa ser mudo, ou pouco ouvido, mesmo nos partidos ideologicamente mais à esquerda. Embora muitos jovens tenham interesse em participar da política, o número daqueles que ocupam posições de destaque na direção dos partidos ou nas disputas eleitorias é muito pequeno. Especialmente se comparado com os "bastiões" da luta contra o regime militar nas décadas de 1960 e 1970, aqueles que participaram do início da redemocratização do Brasil na década de 1980 e dos "Caras Pintadas" dos anos 90. E quem está agora na faixa dos 20 anos de idade, o que pode mostrar na era da internet?
O momento da política atual ainda é predominantemente ocupada pelas gerações reprimidas ou limitadas durante o final do século passado. Aos jovens ingressantes na política hoje, resta correr atrás. Ler muito sobre o que aconteceu nas últimas décadas. Ainda assim dirão: "Você lê a história que eu vi, vivi, fiz e escrevi!"

Cabe ao jovem que entra na política mostrar que embora as batalhas de hoje, não sejam tão cruéis quanto aquelas do passado, são tão importantes ou maiores. Entre as grandes lutas nunca antes enfrentadas está a da comunicação em massa através da web. Não sonharam no passada com a quebra da hegemonia dos grandes conglomerados da mídia manipuladora!? Mostra disso é a Primavera Árabe, em que milhões de jovens mulçumanos articularam fora dos grandes meios de comunicação, através das redes sociais da internet, a derrubada de vicerais ditaturas.

Claro que o contexto político do Brasil é outro, mas a olhos vistos, eleição após eleição, a internet, esta poderosa ferramente amplamente dominda pela juventude, está gradativamente ganhando espaço e interferindo nas escolhas do eleitorado. E são estes jovens que buscam seu lugar ao sol na política, que estão prontos para agir na vida virtual e aplicar na vida real da política. Basta que os "bastiões" da liberdade de outrora entendam que é preciso avançar.
Texto: Marlon Thiago Dumke

quarta-feira, setembro 05, 2012

Candidatos de Blumenau aderem às redes sociais

Foto: Juliane M. Costa \ Reprodução blog Usina de ideias
As mídias sociais tornaram-se o foco e o meio pelo qual as pessoas se comunicam sobre qualquer assunto. As redes ditam o quê ou quem está no auge, além da repercussão de informações e opiniões ser imediata, chegam aos smartphones e computadores numa questão de segundos.

Nas eleições municipais 2012 não pode ser diferente: a grande maioria dos candidatos da cidade de Blumenau tem perfis em redes sociais como o Twitter, Facebook e até canais no Youtube.  Apesar de ainda alternarem entre o perfil do candidato e o particular, muitos candidatos a vereador da cidade não deixam de alimentar dados em seus perfis. O candidato pelo Vicente Marquetti (PSDB) é um dos que utiliza o Facebook para disponibulizar vídeos e informações sobre sua campanha.  Altair Pimpão (PV) é outro que frequentemente posta informações de sua campanha a seus seguidores.

O alcance da internet no Brasil foi divulgado recentemente em uma pesquisa do Ibope, em parceria com a Nielsen Online,  afirmando que o número de pessoas com acesso à web no país chegou a 82,4 milhões no primeiro trimestre de 2012: um aumento de 5% em relação ao mesmo período de 2011. Isso indica que aproximadamente 43% dos brasileiros têm acesso à internet.
E  desta forma os candidatos tentam se aproximar de seus eleitores e da imprensa por meio do Facebook, principalmente.  Analistas de mídias sociais acreditam que um simples post nas redes sociais pode decidir uma eleição, seja ele a favor ou contra o candidato, tamanha a influência que as mídias sociais vem exercendo.

Caroline Rhenns (PP), a candidata a vereador mais jovem de Blumenau também é adepta das mídias sociais como auxílio a disputa. É certo  a internet permite ao candidato conhecer mais seu público e passar a tratá-lo de maneira mais próxima, diferente de como ocorre na televisão ou no rádio.
Por Juliane Mateus Costa

domingo, outubro 02, 2011

Redes Sociais se tornam aliadas dos Políticos


 A internet e as redes sociais vieram como uma revolução na política do Brasil pois, escândalos que antigamente demorariam meses, talvez anos para serem descobertos, agora aparece em segundos diantes dos nossos olhos, tudo isso graças a web.

As pessoas costumam dizer que no passado não havia tanta corrupção como existem nos dias de hoje mas a verdade é que existiam sim, a diferença é que as informações eram “colocadas para de baixo do tapete”, agora com o avanço das mídias digitais, não tem como esconder as informações e o mais assustador, elas demoram somente alguns segundos para aparecerem nos sites,a internet se tornou uma ferramenta indispensável, através do Twitter podemos começar manifestações sem sair de casa.

Um exemplo recente disso foi a ação anticorrupção que saiu do virtual e foi as ruas se tornando real ,um grupo inconformado com tanta corrupção na política brasileira, usaram as redes sociais para conseguir mais pessoas, no Facebook juntaram mais de 30 mil pessoas.

Além desse lado, a web 2.0 pode ser um aliado aos políticos, que descobriram nessa ferramenta uma maneira de se promoverem,os responsáveis pelo marketing do político ou candidato é que geralmente cuidam dessa parte.
São criados perfis nas redes sociais, a onde o político sabe o que o seu eleitor pensa e o que ele quer.

Vale lembrar que no Brasil só em Agosto foram registrados 2,2 milhões de novos acessos a internet  nosso país  lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, com isso cresce a procura por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais, cirando sites, blogs, e outros contatos com os eleitores.


O PT saiu na frente dos outros partidos, ao manter um portal com vários colaboradores para a toda hora, alimentarem ferramentas todas as redes sociais, com informações, notícias e videos com matérias sobre as pessoas do partido, com isso quando os internautas forem pesquisar em sites de busca sobre o candidato,mostre somente coisas positivas sobre o politico.


Foto: Google Imagens

Por: Jaade P. de Andrade Soares

 

terça-feira, setembro 27, 2011

Raimundo Colombo é o político catarinense mais influente no Twitter

As mídias sociais são as ferramentas de comunicação mais usadas  pelos políticos atualmente.

A senadora Marina Silva, por exemplo, mantém contato com seus seguidores na internet e organiza fóruns de discussão e debates pela rede. Uma excessão é a presidente Dilma já utilizou o Twitter na época da campanha eleitoral, mas depois cancelou a conta.

Em Santa Catarina,  segundo divulgação feita pelo jornalista Rafael Martini , o Governador Raimundo Colombo é o usuário do Twitter com maior influência. Essa informação foi repassada pela empresa de consultoria Twitalyer.

Colombo tem mais de 17 mil seguidores e,  através de posts no microblog,  ele divulga a sua agenda,  viagens, projetos,  resumos  de eventos em que participou, etc. Os assuntos postados e o seu próprio nome  são os de maior repercussão nos Topc Trends catarinenses.

Quando um político abre as portas de seu gabinete, da sua intimidade, relatando esses passos via twitter, precisa saber administrar o lado ruim de tanta exposição.
Precisa saber que a internet é uma via de mão dupla por onde vêm críticas, questionamentos, reivindicações e até provocações. Claro que ele não administra isso sozinho, divide a tarefa com os assessores de imprensa que tem se especializado em redes sociais e comunicação via web.
Para as pessoas próxima a Colombo, não é novidade ele estar nas mídias socíais, algum tempo ele mesmo era responsável pela sua conta no Orkut, respondendo todos os recados li postados.

O Governador agora esta também com uma conta no Google+, para se conectar com  mais pessoas. Com isso facilita que as pessoas que não tem tempo de vêr TV, posso se conectar e ficar sabendo de todo o trabalho do Governo. Um dos exemplos, é que hoje foi divulgado no Google+ o projeto da quarta ligação da Ilha de Florianópolis ao continente. 


Por: Rosangela Lara
Fotos: Google Imagens

sexta-feira, setembro 23, 2011

Política e a Web 2.0

Desde a segunda metade desta década, mudanças vêm ocorrendo na web, no jornalismo e no modo de se comunicar na rede. Simplesmente divulgar conteúdo já não é o bastante, e agora, além de se fazer conteúdo, e inovar, e necessário também interagir. Foi com este intuito que surgiram as redes sociais, que definem a Web 2.0. Ao invés de vir como uma substituta da “web comum”, a Web 2.0 surge para agregar algo de novo ao que estamos habituados, e complementar aquilo que já temos.

Dessa forma, está se tornando possível que haja uma maior comunicação entre os usuários da rede, com maior intensidade que existia até certo tempo atrás. Além de se compartilhar informações, também se faz presente atualmente o debate relacionado a estas. Hoje em dia, uma ideia não fica sozinha na internet. Surgirão palpites, sugestões de melhoria e iniciativas de execução desta ideia, tudo baseado em comentários daqueles que ficaram sabendo.

Pensando assim, muitas pessoas passaram a explorar esta nova web e utilizar estas novas ferramentas. Começando com os usuários mais freqüentes da web, os chamados “internautas”. São aqueles usuários mais comuns, que acessam de suas próprias casas. No entanto, essas ferramentas posteriormente passaram a ser utilizadas por empresas, companhias, bem como instituições, como governos.

Facebook, Orkut, Twitter, são as chamadas redes sociais que surgiram nesta primeira década do milênio, modificando a web. O primeiro tem um caráter mais de “reunião de amigos”, proposta com o qual foi criado. Porém, com seu avanço, tornou-se a rede mais utilizada no mundo, com personalidades criando perfis para divulgar seu material e ser “curtido”, na linguagem do site; o Orkut é semelhante ao Facebook, mas tem um foco mais social e simples, e já está caindo em desuso, após uma grande popularidade. As limitações do site fizeram com que os usuários migrassem para redes mais complexas e abrangentes, onde perfis mais elaborados pudessem ser criados. E por último, o Twitter, a rede social do momento, que tem um conceito mais informativo. Os usuários buscam esta rede para postar suas idéias, divulgar seus conteúdos, e assim, colocá-los para debate. O imediatismo do site também é um diferencial, com postagens na hora, e cobertura de grandes eventos, que são discutidos e analisados em primeira mão pelos usuários.
                                              
Políticos do Brasil nas redes sociais

Com a disseminação das redes sociais, até mesmo os políticos tiveram sua atenção voltada para as constantes mudanças da web e avanço da web 2.0. Para se aproximar do seu público, grandes personalidades deste segmento procuraram criar perfis no Facebook, perfil próprio no Twitter, a fim de manter contato com aqueles que fazem suas carreiras: os eleitores.

Como grande diferencial nas campanhas eleitorais recentes, o twitter foi a ferramenta mais utilizada pelos políticos no ano de 2010. Marina Silva, acumulou votos da maioria jovem no país. Com uma campanha, vista por muitos como inovadora, a candidata do PartidoVerde (na época) recrutou ainda mais eleitores na rede social. Bem como JoséSerra, com updates diários em seu perfil.

Dessa forma, e usado de maneira mais sábia, o twitter contribuiu para a campanha destes candidatos, a nível nacional. O mesmo se repetiu nas campanhas estaduais, com governadores, senadores, e deputados. Mesmo após as eleições e o período de campanhas, os políticos continuam a se conectar, com o intuito de manterem-se antenados com o que a população pensa, e assim, estar mais próximo da comunidade e quebrar o estigma com que são vistos, geralmente de maneira ruim pela sociedade.

Por Matheus Gritten
Fotos: Divulgação

quarta-feira, setembro 21, 2011

Políticos do Brasil não sabem usar rede sociais

O passo principal para a grande revolução das mídias veio em 2004, quando surge a Web 2.0, termo usado para designar a segunda geração de comunidades e serviços e trazendo aplicativos baseados em tecnologia da informação e rede sociais. Os impactos da internet nas empresas e práticas jornalísticas foram rapidamente percebidos com a popularização da web 2.0. O envolvimento de cidadãos comuns, antes considerados meros leitores, na publicação e edição de conteúdos jornalísticos tem se tornado uma prática cada vez mais comum.

Além disso, muita coisa vem mudando nesses tempos de internet, e agora vemos cada vez mais políticos aderirem as novas redes sociais para se comunicarem com seu eleitorado. Para a geração que cresceu assistindo propaganda política na TV, comandadas pelos mestres da publicidade, ter acesso direto aos seus candidatos representa um grande passo.

Um dos maiores exemplos de sucesso dessa nova propaganda eleitoral é o do Presidente dos EUA. O Twitter foi uma das ferramentas escolhida por Barack Obama para apresentar suas idéias durante o período que precedeu as eleições.

O governo americano também tentou, sem muito sucesso, abrir um canal de opinião para a população para a definição da nova “cara” do governo no século 21. Mesmo tendo atingido apenas algumas milhares de pessoas, muitas delas com algum envolvimento político, a ação é positiva e pode abrir caminhos futuros para essa relação.

No Brasil, algumas medidas vêm acontecendo como a liberação do uso de e-mail, blogs, sites de relacionamento e até do Twitter nas campanhas eleitorais. Alguns políticos, como o ex- governador de São Paulo José Serra pode ser seguido no Twitter.

Para o superintendente de jornalismo e esportes da Rede TV!, Américo Martins, os políticos do Brasil não utilizam corretamente as redes sociais. Ao participar de um painel Congresso de Comunicação Mega Brasil, ele citou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como exemplo de figura pública que soube se inserir na nova plataforma de mídia.

No Brasil, durante as eleições do ano passado, não vi isso (a interação dos candidatos com os internautas presentes nas redes sociais). "O que acompanhei foram políticos conservadores querendo ter o mesmo discurso tradicional, que usa em outros lugares, nas redes sociais", avaliou Martins, durante sua apresentação no evento realizado em São Paulo.

Além do Brasil, o profissional da Rede TV!, com passagem pela BBC, disse que a região do Reino Unido também sofre com os mesmos problemas quando o tema é a forma com que os políticos encaram as redes sociais. "Eles estão na plataforma, mas querem impor suas mensagens. Não dá certo", declarou

Nos resta agora acompanhar as próximas eleições e ver como se dará a campanha on line. Será que entrarão os marketeiros de plantão com sua força? Ou veremos um debate mais aberto com os candidatos? É esperar pra ver! O que conta mesmo é que os canais estão aí, acessíveis a todos e, com isso, torna-se cada vez mais fácil questionar, debater e esclarecer questões.

Jailson Angeli

Napoleão Bernardes: comunicação e interatividade na política blumenauense

O vereador Napoleão Bernardes é um dos políticos blumenauense mais preocupados com a comunicação nas mídias sociais. Ele está presente nas principais redes sociais, como Twitter, Facebook, FormSpring, Flickr e Youtube.

O político tem um site de fácil navegabilidade, com design agradável e que permite interatividade com o internauta. Através de sua assessoria de comunicação são postadas diariamente notícias, pronunciamentos, fotografias e vídeos relacionados a ele – com formato de blog.

Durante sua candidatura a Deputado Estadual, Napoleão publicou um Diário de Candidatura, onde manteve seus eleitores informados sobre suas ideias, propostas e sua agenda.



Vereador Napoleão Bernardes
Bernardes durante Festa da Igreja Luterana de Itoupava Seca: perfil do Flikr constantemente atualizado
 
Bernardes tem uma trajetória no mínimo curiosa. Aos 17 anos fez história como o mais jovem candidato a vereador de Blumenau.

Advogado formado pela Furb e mestre em Ciência Jurídica pela Univali, é  um exímio comunicador tendo atuado nas Rádio Nereu Ramos e Clube Blumenau, TV Galega e TV Legislativa .

Em 2008 elegeu-se vereador com mais de seis mil votos.

Veja vídeo com discurso na Câmera Municipal de Blumenau:



por Cícero Nogueira