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quarta-feira, outubro 17, 2012

Convergência midiática no mundo globalizado

O novo jornalista de web tem a responábilidade analisar além dos padrões normais de informação. Um novo modelo de profissão com mensagens claras e objetivas norteando as expectativas do novo leitor.  A globalização traz uma preocupação a mais para o jornalista, tornar a informação ágil e rápida em um mundo tecnológico. Hoje qualquer pessoa com um celular e uma câmera pode reportar a notícia e compartilhar essa informação para milhares de pessoas.

A convergência midiática é o resumo desse estilo que embora muitos teóricos acreditam que não é algo novo, todos concordo que se trata de um tema que lida com situações novas a cada dia. “O mercado de trabalho torna-se mais competitivo, pois a tecnologia dá mobilidade e permite multi-funcionalidade aos profissionais da comunicação, na opinião de Fernando Firmino.  O repórter passa a trabalhar para ‘marcas’ e não mais para veículos em particular" Afirma Marcelo Freire,  mestrando em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia.

TV, rádio, jornal impresso, internet, esses diversos meios de mídias, se por um lado unificam as possibilidades no acesso a informação, por outro exige que o jornalista crie uma narrativa própria e adequada para cada meio, pois em sua individualidade cada suporte apresenta características diferentes e tem que ser manuseada dessa forma.

Uma das possibilidades desse meio  é a integração de cada veiculo, a internet por exemplo pode reproduzir as informações dos jornais impressos, revistas e TV. Por sua vez a revista pode reproduzir as informações do rádio, TV, internet e assim consecutivamente com os outros veículos. Diferente do que muitos autores de livros sobre comunicação pensavam as novas possibilidades não interferem umas as outras, mas sim as completam.

Por Jean Volpato

terça-feira, outubro 02, 2012

Convergência midiática: o jornalismo na internet


Muito se fala em convergência midiática e como será o futuro dos meios de comunicação. Em debates, salas de aulas, no local de trabalho, a discussão gira em torno do avanço tecnológico e da forma com que os meios convencionais vão sobreviver. O jornal impresso, por exemplo, em diversos momentos falou-se que iria acabar, porém ele ainda é bastante presente no dia a dia da sociedade. Além disso, as rádios, TVs e revistas também não perderam suas características principais, apenas se adequaram ao “novo modelo” de transmitir a informação ao público.

Hoje, a tecnologia é uma aliada dos meios de comunicação. O jornal impresso é disponibilizado na internet, as rádios e TVs também estão por lá. Na maioria dos casos, os veículos utilizam seus sites e mídias sociais para aprofundarem os assuntos que já haviam apresentado, mas que por falta de tempo disponível, não puderam trazer mais informações sobre determinado fato. Além disso, os portais são uma forma de manter informados aqueles que não podem, por algum motivo, assistir TV, ou acompanhar as notícias através do rádio.

Isso é o que chamamos de jornalismo em tempo real. Um bombardeio de informações, a qualquer momento do dia, sem pausas para almoço, janta, café e até mesmo para dormir. Porém, vale a pena destacar que na internet todos tem a oportunidade de postar aquilo que bem entender, o que nem sempre pode ser verdade. Ai então é necessário que o leitor tenha discernimento para aproveitar aquilo que realmente possui credibilidade e ética jornalística, daquilo que não possui fontes confiáveis.

A internet chegou como uma aliada, porém o conteúdo que nela é postado deve seguir a risca os mesmos critérios que são utilizados nos meios comuns. A veracidade não pode faltar em momento algum, afinal os sites e mídias são os representantes dos veículos de comunicação na internet.

Postado por Letícia Oberger