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quarta-feira, setembro 26, 2012

Tecnologia no mercado de trabalho é um obstáculo para as gerações?

Choque entre as gerações estão presentes tanto em casa, no trabalho, como no lazer. Faz parte de nosso dia-a-dia, não tem como mudar. A maior diferença que se possa notar no conflito entre as gerações de baby boomers, geração X, Y e Z é na área da tecnologia. Enquanto as últimas três gerações citadas têm uma afinidade muito grande com a tecnologia, envolvendo as mídias digitais como twitter, facebook, orkut, blog, sites, entre outras formas, os baby boomers possuem uma dificuldade mais perceptível em acompanhar as demais.


Não é por falta de querer aprender, mas a cultura da época mais antiga não foi moldada para a atual transformação que nossa geração vem sofrendo. Quem nasceu após a implantação da internet no Brasil, tem a obrigação de saber usar as mídias sociais, e todas as tecnologias que rodeiam nossa realidade. Não é mais questão de diferencial para o mercado de trabalho, e sim de uma base para ele. Entende-se diferencial de mercado, pessoas que buscam aperfeiçoar estes conhecimentos na sua área de atuação.

A cada dia, semana, mês, ano, surge algo novo em nosso meio. Um novo aplicativo para celular, um novo modelo de computador, iPad, tablet, celular, novas mídias digitais, enfim o ser humano sempre está em busca de poder evoluir o que já está a disposição das pessoas e buscar a inovação. É o capitalismo pulsando cada vez mais forte na sociedade. E o mercado de trabalho está de olho nos profissionais que tenham uma maior aproximação neste meio. Neste ponto, as crianças e jovens largam na frente.

Mas os baby boomers e geração “X” tem outras virtudes que são imprescindíveis para um profissional de sucesso: a experiência e a paciência para tomar as decisões certas. Trabalhar com diferentes gerações dentro de um ambiente de trabalho pode significar tanto o sucesso quanto o insucesso. O que vai diferenciar o resultado final nas relações entre as gerações citadas é cada um respeitando as dificuldades de cada indivíduo e contribuir da melhor forma possível em sua função.

Em minha breve experiência no mercado de trabalho, observei já os baby boomers pedirem a geração Y, dicas para aperfeiçoar suas técnicas nas mídias sociais, no caso do exemplo acima, foi para o facebook. Mas não é somente eles que vem até nós. Geralmente os novos (Y e Z), vão até os mais antigos pedirem dicas no âmbito do trabalho e também na vida pessoal. A vida na verdade, é uma troca de experiências entre os diversos seres que constituem nossa sociedade. 

Por Léo Bruno Manke

quarta-feira, setembro 19, 2012

O confronto positivo das gerações


Em minha não tão longa experiência de vida, consigo afirmar seguramente que o intervalo entre uma geração e outra ficou mais curto. Isso significa que estamos convivendo com pessoas de opiniões diferentes em casa,  na escola e principalmente no mercado de trabalho. A partir desse convívio com as três gerações, principalmente na empresa, é que consigo ver o lado bom dessa mistura.

Tenho os   baby boomers que trabalham comigo como meus pais, pois sempre querem cuidar e organizar tudo, não aceitam ideias inconcretas para colocar tudo em funcionamento.  Eu, particularmente me enquadro na criatividade e energia das gerações  X e Y e não dependo da responsabilidade e “pé no chão” para entrar em uma nova aventura que pareça mais promissora e atraente.

Convivo diariamente com as três gerações no meio profissional, por isso sinto-me no direito de afirmar que não há geração melhor ou pior, o que temos hoje é um mercado com pessoas de valores e práticas distintas, cada uma com suas qualidades e defeitos. Devemos ser capazes de equilibrar os conflitos. Talvez em empresas mais tecnológicas, como a que me enquadro atualmente, as pessoas sintam uma necessidade maior de acompanhar a evolução.

O destaque certamente fica para aqueles que tem a capacidade de conviver, respeitar  e aproveitar os pontos fortes de cada geração. Todas as gerações trazem características importantes e relevantes para o mercado. Quando elas aprendem a utilizar o que tem de melhor juntas, consegue-se reunir a experiência dos veteranos baby boomers, a praticidade dos X e a vitalidade e inovação dos Y

Por Juliane Mateus Costa

quarta-feira, outubro 05, 2011

A troca de experiências entre as gerações

Quem ainda não ouviu falar sobre as gerações que surgiram, ao longo da história, os chamados Baby Boomers, gerações X, Y e a mais recente, Z? São grupos de pessoas com especificidades distintas que estão tentando aprender a conviver com as gigantescas diferenças que existem entre elas.
Estas gerações se distinguem em todos os aspectos, desde personalidades, crenças e atitudes. São costumes e valores que influenciam, e muito, nas relações sociais e principalmente no mercado de trabalho, já que há profissionais de diferentes faixas etárias convivendo juntos no mesmo ambiente.

Na empresa onde trabalho, não é diferente. As gerações Baby Boomers, X e Y estão presentes em vários setores. Apesar disso, os conflitos não são tão frequentes. Quando surgem divergências, os chefes que são, em sua maioria, das gerações Baby Boomers e X, tentam resolver sempre da melhor forma possível. Os jovens da geração Y são a maioria na empresa.  Eles sempre tem espaço para explanar suas ideias e por isso estão sempre em busca de novos desafios.

No setor onde trabalho, minha chefe é da geração X, e eu sou da geração Y. E é aí que é possível sentir as diferenças. Eu sou mais impaciente, tento fazer as coisas tudo para já e sou inquieta, especialmente quando temos que aprender a lidar com novos sistemas, novas tecnologias. Quando é necessário fazer algo e dependemos de um sistema que não sabemos mexer, sou eu quem sempre "fuça" e revira todas as funções para aprender a lidar.

Acostumada com esse meu jeito mais "rápido" e "ligado" de ser, segundo ela própria, minha chefe nem sempre perde tempo tentando descobrir como algo funciona. Na maioria das vezes, sou eu quem aprende a lidar com as novas tecnologias e depois repasso as informações.

Em contrapartida, tenho aprendido a ter mais paciência e a ser mais minuciosa e detalhista. Com a geração X aprende-se que nem sempre fazer as coisas "correndo" é a melhor saída. Trocar experiências com as gerações que existem dentro da empresa, é a melhor forma de se desenvolver profissionalmente.
Não só no setor onde trabalho, mas em todos os outros setores é possível ver esta troca de experiência entre as gerações. Prova disso, são os jovens da geração Y, dentro da empresa que assumem cargos de supervisores dos setores. Apesar da geração Y ter características mais individualistas, eles também são inovadores, rápidos e atualizam a gestão da geração X e Baby Boomers com o que está acontecendo no mundo online.

É claro que sempre surgirá algum tipo de conflito e divergência, mas, a experiência e paciência das gerações mais antigas, Baby Boomers e X, e a pró atividade e energia da geração Y, se somam, contribuindo para o crescimento da empresa.

Texto: Stéfany Pessoa
Foto: Divulgação/Google

Baby Boomers x Geração X x Geração Y

Nunca se falou tanto em conflito de gerações como nos dias atuais. Hoje, em uma mesma empresa, há funcionários de diferentes faixas etárias e que, consequentemente, pensam de forma diferente, e têm estratégias e objetivos diferentes.

As três principais gerações que encontramos hoje são as chamadas: Baby Boomer, Geração X e Geração Y. A geração Baby Boomer nasceu entre 1945 e 1964. Depois da Segunda Guerra, houve um aumento significativo na natalidade de países como Grã Bretanha, Estados Unidos, Canadá e Austrália.

A Geração X corresponde aos nascidos após os Baby Boomers, geralmente inclui pessoas nascidas no início dos anos 1960 até o final de 1970 ou até mesmo nos anos de 1980. A Geração Y pode também ser considerada a geração da internet. Ela corresponde os nascidos a partir da década de 1980 até 1990.

O Ambiente de Trabalho

O mundo que essas três gerações conheceram, a forma como foram criados é muito diferente. Essas diferenças ficam bem claras quando essas gerações se encontram no ambiente de trabalho. Exemplo disso, são alguns fatos que ocorreram em uma empresa que já trabalhei. Quando pessoas mais jovens começavam a trabalhar, eram vistas com uma certa "falta de respeito" pelos mais velhos, como se a idade deles indicassem que eram pessoas incompetentes.

Mesmo quando os "novatos" davam opiniões ou faziam sugestões inteligentes para os problemas da empresa, alguns funcionários mais antigos olhavam com certa descrença, como se as ideias não fossem válidas apenas por serem dos mais jovens.

Esse "preconceito" pode ser considerado uma das características dos Baby Boomers, que valorizam o tempo que permanece em uma mesma empresa. Diferente da Geração Y, que  muda de emprego como troca de camisa. É comum que pessoas acima de 40 ou 50 anos terem passado metade de sua vida trabalhando em uma mesma empresa, por isso não têm confiança quando alguém mais novo passa a fazer parte da equipe.

É difícil uma empresa conseguir equilibrar e manter as diferentes gerações de forma satisfatória. Alguns empregadores não respeitam o jovem no ambiente de trabalho, mesmo que ele tenha a mesma formação e conhecimento técnico (ou até mais).

Mas, a recíproca também vale. Muitos jovens sentem-se “superiores”, consideram que uma pessoa que já passou dos 40 anos, por exemplo, não consegue acompanhá-lo quando o assunto é redes sociais ou criatividade.

Os dois lados têm suas razões, mas o que vemos ainda é o preconceito. Claro, muitas vezes, nenhum conhecimento técnico supera anos de experiência em um mesmo trabalho; e também, muitas vezes, pessoas mais velhas realmente não entendem tanto de redes sociais ou não têm a criatividade tão ágil quanto um jovem de 20 anos.

Há a necessidade de adaptação. Muitas empresas conseguiram um bom equilíbrio entre essas gerações, e eliminaram o chamado “conflito”. Resta às outras seguirem o exemplo. Para crescer, as empresas precisam da experiência dos Baby Boomers e da criatividade da Geração Y.

Por Daiani Caroline Coelho

(Fotos: Google Images)

O domínio da Geração Y

Eles nasceram no meio da revolução da internet. São multitarefas, adoram trocar ideias, sonham em conciliar lazer e trabalho e são extremamente ligados às tecnologias e às novas mídias. Além disso são impacientes, preocupados com si próprio e acham possível construir um mundo melhor. A geração Y, nascida entre os anos 1980 e 2000, debate sobre qualquer tema e faz as coisas do seu jeito. É assim que eles estão virando de cabeça para baixo o mercado de trabalho.
Esses jovens não tem bandeiras e não são como os das décadas de 60 e 70, mas estão provocando uma revolução com a mesma força daquelas vividas na história. Eles sabem que as normas do passado não funcionam nesse milênio e, sozinhos, estão inventando as novas.

Dentro de todos os supostos “problemas” criados por eles o mais crítico deles é o emprego. Na empresa onde trabalho é possível notar essa diferença. Os setores ficam bem dividos. A parte administrativa concentra um grupo maior de baby boomers. Tem aqueles da geração Y perdidos no meio. Mas, por ser uma empresa de comunicação a idade não é um grande problema. Pois todos estão antenados nas novas mídias e nas novas tecnologias. A parte mais ligada ao jornalismo é recheado de jovens Ys. Os colegas de trabalho estão sempre conectados a tudo que tem de novo no meio. E o compartilhamento das informações colobora para que os novatos não se sintam excluidos e também aprendam a estar mais ligados.

Mas não são todas as empresas que conseguem se adaptar com essa garotada. Principalmente o setor de RH tem as maiores dificuldades. A geração Y não veste a camisa com a mesma gama que os baby boomers– nascidos entre 40 e 60. Os jovens irreverentes fazem o que sentem prazer. Eles têm pressa em ser reconhidos profissionalmente e por isso não esperam por promoção, pulam de emprego para outro. Pelos mais experientes são considerados desatentos, superficiais, egoístas, distraídos, mas isso tudo é um diferencial.

Antigamente trabalhar horas demais era dedicação. Para a geração Y é incompetência. Por mais que amem o trabalho, eles têm uma vida fora dele e preferem não trocá-la por nada. Por isso, tudo é muito instântaneo. Mas, apesar dos vários “apelidos”, são profissionais estremamente éticos e priorizam as relações humanas.

Por terem nascidos em “berço digital”, os jovens dessa geração preferem mandar um e-mail do que telefonar. Para eles seria muito melhor se as reuniões nas empresas fossem pelo skype, twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que possibilitasse essa conversa pela internet. Essa foi a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com o pai filmando seus primeiros segundos de vida. E a internet também possibilitou a esses jovens capazidades para, enquanto estudam, por exemplo, ler notícias, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa de quem está ao lado. Para eles a velocidade é outra. São motivados por desafios e necessitam obter resultados quase que imediatos. Isso os deixa vários pontos a frente no mercado.
E por causa deles, as empresas estão se reorganizando. A importância de seus valores e a vida pessoal, características próprias desses profissionais, fazem com que as organizações comecem a flexibilizar as hierarquias, agindo em rede e priorizando a ética e a responsabilidade social. E, se antigamente a questão era saber equilibrar a vida íntima com a profissional, hoje isso não é nem sequer questionado. A vida fora do escritório é muito mais importante. E assim eles vivem mudando constantemente o mundo e acreditam que o futuro será brilhante.

Por Erivelton Schmidt
Foto: Divulgação

quarta-feira, abril 13, 2011

Análise do site da Revista Claudia

A Revista Claudia é uma publicação mensal da Editora Abril, seu portal online  é um site voltado ao publico feminino, que aborda os assuntos mais relevantes da vida da mulher como: Moda, Beleza, Sexo, Família e Filhos, Carreira entre tantos mitos que envolvem esse universo.

De acordo com a análise realizada no site da Revista Claudia, podemos observar que participam das redes sociais visto que logo na Home Page estão localizados os ícones com links para Twitter, Facebook, Orkut entre outros.
 

As matérias no site não utilizam links nem mesmo negritos que pudessem auxiliar o site no crescimento de visitas através dos buscadores.

Quanto à acessibilidade o site utiliza muitos banner's em flash, o que dificulta muito a navegação através de softwares específicos para uso da internet por deficientes fisicos.
 
Os endereços das matérias não são URL amigáveis diminuindo a visualização através de buscas relacionadas aos assuntos específicos tratados pela revista, como este link:  ( http://claudia.abril.com.br/materias/4808/?sh=33&cnl=27 ) . Entretanto quando se fala das áreas da revista estas estão muito bem endereçadas facilitando a navegação por temas, como quando o internauta quer acessar apenas a sessão de saude ele pode digitar: http://claudia.abril.com.br/saude este endereço leva o visitante direto para as matérias de saúde.
 
Já o layout do site é bastante estruturado facilitando a navegação a partir de botões que identificam as diversas áreas do site, e também pelas matérias em destaque na capa, demonstrando na Home Page ainda as matérias mais lidas e as mais recentes.

As matérias tem espaço para comentários, integrando o publico que pode comentar as matérias que desejar.

Na página principal tem uma área com dicas sobre as matérias mais lidas, as mais comentadas e as de maior destaque, este campo pode ser visualizado no canto direito da tela auxiliando a navegação.


Alunas: Danielle, Francine e Katia

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Conflito no trabalho
O mercado de trabalho conta com profissionais de várias gerações, e as diferenças entre eles vão muito além da idade. Cada profissional carrega características específicas da geração a que pertence. Atualmente estão no mercado de trabalhos às gerações X, Y e os baby boomers.

A geração Baby Boomer surgiu depois da Segunda Guerra Mundial. São pessoas que hoje estão com mais de 45 anos. Valorizam muito a experiência e o tempo de trabalho numa empresa por, isso gostam de empregos que tragam estabilidade. Preferem produtos de qualidade, ao invés da quantidade.

Da década de 70, veio a geração X. São pessoas de 40 a 45anos. A Geração X viveu períodos de crises intensas, inflação, viram a AIDS chegar. São apegados a títulos e cargos, gostam de deixar claro sua posição, que para ele mérito e gostam da hierarquia, pois justificam seu cargo.

A geração X viu a tecnologia chegar e a internet se popularizar. Estão conectados, mas inovação não é uma necessidade. Diferente dos nascidos entre 1980 e 2000, a geração Y.

Essa geração nasceu com a democracia, com uma economia melhor estruturada. Sempre conectados à internet. São imediatistas procuram informação fácil e imediata, vivem em redes de sociais. Mandam Scrap e talvez nem saibam o que é telegrama. No trabalho valorizam a realização profissional, gostam de ser valorizados e reconhecidos. Não hesitam em mudar de emprego se o atual não corresponde as suas expectativas.

Essa diferença de gerações pode gerar conflitos. Uma pessoa da geração X não gosta de ter um chefe da geração Y, uma pessoa mais nova. Já a impaciência da geração Y com reuniões pode ser entendida pelo seu chefe (geração X) como falta de respeito. Alem do fato de estar sempre conectado e fazer varias coisas ao mesmo tempo não ser bem visto pelos mais velhos.

Por Eneias Mutte