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quarta-feira, abril 13, 2011

Análise do site da Revista Claudia

A Revista Claudia é uma publicação mensal da Editora Abril, seu portal online  é um site voltado ao publico feminino, que aborda os assuntos mais relevantes da vida da mulher como: Moda, Beleza, Sexo, Família e Filhos, Carreira entre tantos mitos que envolvem esse universo.

De acordo com a análise realizada no site da Revista Claudia, podemos observar que participam das redes sociais visto que logo na Home Page estão localizados os ícones com links para Twitter, Facebook, Orkut entre outros.
 

As matérias no site não utilizam links nem mesmo negritos que pudessem auxiliar o site no crescimento de visitas através dos buscadores.

Quanto à acessibilidade o site utiliza muitos banner's em flash, o que dificulta muito a navegação através de softwares específicos para uso da internet por deficientes fisicos.
 
Os endereços das matérias não são URL amigáveis diminuindo a visualização através de buscas relacionadas aos assuntos específicos tratados pela revista, como este link:  ( http://claudia.abril.com.br/materias/4808/?sh=33&cnl=27 ) . Entretanto quando se fala das áreas da revista estas estão muito bem endereçadas facilitando a navegação por temas, como quando o internauta quer acessar apenas a sessão de saude ele pode digitar: http://claudia.abril.com.br/saude este endereço leva o visitante direto para as matérias de saúde.
 
Já o layout do site é bastante estruturado facilitando a navegação a partir de botões que identificam as diversas áreas do site, e também pelas matérias em destaque na capa, demonstrando na Home Page ainda as matérias mais lidas e as mais recentes.

As matérias tem espaço para comentários, integrando o publico que pode comentar as matérias que desejar.

Na página principal tem uma área com dicas sobre as matérias mais lidas, as mais comentadas e as de maior destaque, este campo pode ser visualizado no canto direito da tela auxiliando a navegação.


Alunas: Danielle, Francine e Katia

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Gerações conflitantes

Há alguns anos, distanciava-se uma geração da seguinte por um espaço de tempo de cerca de 25 anos, segundo alguns especialistas. Este espaço de tempo está diminuindo cada vez mais. Hoje pode-se pensar em uma nova geração a cada 10 anos. É cada vez mais comum ver pessoas de diferentes gerações convivendo e conflitando no mesmo ambiente de trabalho ou lazer.

Em 1945, os Estados Unidos e o restante das Forças Aliadas declararam vitória na Segunda Guerra Mundial. Os soldados voltaram pra casa, a economia americana encontrou uma força renovada ao fornecer mercadorias ao mundo livre para reconstruir suas economias e as pessoas se estabeleceram e começaram a ter filhos. Muitos filhos.

Desta explosão populacional surgiu o que passou a ser chamado de Geração Baby Boomer, expressão que vem de Baby Boom, ou, em tradução livre, Explosão de Bebês.

Essa geração sobreviveu à ditadura militar, viu chegar o rock’n’roll nos anos 50, experimentou todos os tipos de amor e drogas trazidas pelos anos 60.

Os baby boomers fazem parte de uma geração que respeitava e obedecia os pais e os mais velos sem questionar, demonstrando respeito pela família consolidada e “feliz”.

Almejam uma carreira sólida e duradoura em uma empresa de sucesso, apresentam maior preferência por produtos de alta qualidade, ao invés da quantidade e usam as experiências passadas – histórias de êxito dos pais e avós – como lição para o futuro.

Mas um tempo depois a geração dos boomers cresceu e deu à luz a uma nova geração, a Geração X. Eles nasceram aproximadamente entre os anos de 1960 e 1980.

Buscam a individualidade sem abandonar a convivência em grupo, buscam seus direitos e procuram conquistar a “liberdade.

Por sua vez assistiram – e lutaram – as Diretas Já, eram os “caras pintadas”, derrubaram o presidente Collor, sobreviveram à crise da inflação, viram a AIDS chegar e levar o ídolo Cazuza.

“Ele é apegado a títulos, apegado a cargos, gosta de deixar claro a posição em que está, porque, para ele, é mérito de muito esforço que ele teve”, diz Renato Trindade, presidente da Bridge Research, empresa paulista de pesquisa especializada no público jovem

É também a geração que viu chegar a Internet e a tecnologia tomar conta de tudo. Estão sempre conectados mas não sentem necessidade de buscar inovações a todo momento.

Veio então, a Geração Y, os filhos da Geração X e netos da Geração Baby Boom.

Essa geração - nascidos entre 1980 e 2000 - chegou com a democracia e economia brasileiras no lugar e mais conectados à internet que nunca.

São inquetos, procuram informação fácil e imediata, preferem computadores a livros, preferem emails a cartas, digitam ao invés de escrever, vivem em redes de relacionamento. Não tem medo de seguir em frente e passar para a concorrência se o atual emprego não os agrada.

Quando reunidos no mesmo local de trabalho essas três gerações podem gerar conflitos pois os mais velhos não aceitam ser chefiados pelos mais novos, não admitindo que esses, da Geração Y, possam ter maior conhecimento do mundo globalizado que não conhecem. Assim como os mais novos não querem apenas obedecer ordem e sim participar das decisões da empresa, opinar, discutir.

Para se entenderem, essas gerações precisam apenas se ouvir, discutir sem preconceito e com muito respeito.

Afinal, “idade não é documento”.

Por Monica Souza

Experiência versus Agilidade

As diferentes gerações estão competindo no ambiente de trabalho, onde os mais velhos têm experiência e os mais novos tem idéias. Este ambiente está passando por conflitos devido ao convívio de jovens, adultos e idosos, cada um com suas razões. A razão para tanto conflito pode estar na educação do final do século XX, e começo do XXI, pois a comunicação via computador com o mundo e as noticias chegando instantaneamente, alteram as dinâmicas familiares. Hoje em dia uma familia não se reúne mais para jantar, ou ficar junto por alguns momentos, por exemplo, podem estar todos em casa, de corpo presente, mas ao mesmo tempo distantes, a mãe assistindo a novela, os filhos no computador (geralmente cada um em seu próprio quarto), o pai assistindo o jogo, lendo um jornal na sala ou no escritório, e as vezes pedindo para não ser incomodado que tem trabalho para terminar em casa. O isolamento torna a flexibilidade menor, para viver em grupo.


As novas gerações estão invadindo as empresas de forma rápida e evolutiva, isso é bom para o mundo,  são novas idéias,  tecnologias, modas lançadas e usadas. A geração x pode aprender ainda mais e ter os jovens como aliados.


Jovens vêm desde a infância tendo que aprender a competitividade, estudando muito e já se qualificando com cursos para falar fluentemente no mínimo duas línguas, saber mexer em computador e navegar por vários sites e redes sociais na internet.

A geração y (a partir dos anos 80), já nasceu na era digital  não precisou se adaptar e sim só aprender, por isso,  a diferença com quem talvez ainda está tentando se adaptar as redes sociais (antes dos anos 80).

As empresas em geral valorizam a excelência, o potencial e a responsabilidade no trabalho, não importando se é jovem ou não. E para os funcionários que já estão no mercado há algum tempo, oferecem curso de especialização.

Os jovens estão dominando o mercado de trabalho devido as suas especializações e um novo comportamento profissional. hoje temos pessoas com 25 anos,que são advogados, dentistas, empresários, jornalistas, médicos, e vários outros, que desempenham um ótimo oficio.

O que determina a diferença das gerações é o medo, a insegurança dos mais velhos e a inexperiência dos mais jovens. Mas a geração x se atualizando e a geração y escutando tudo fica em um nível de competição equilibrado.

O que as empresas esperam agora é a união da experiência (geração x), com a agilidade (geração y), para um desenvolvimento ainda maior.



 
Por Laide Braghirolli - Acadêmica de Jornalismo