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sábado, novembro 12, 2011

Endividamente da população faz comércio crescer menos neste fim de ano

Que o brasileiro é consumista ao extremo isso é perceptível. Nosso povo não resiste aos apelos do consumo, e sempre que pode estar comprando, o faz. Por conta disso, vive com o orçamento estourado. 

Mas o ano de 2011, apesar de ter começado bem, registrou desaceleração da indústria e uma retração nas vendas do varejo. Vários são os fatores que contribuíram para isso, como a mudança de governo, crise econômica internacional e o endividamento da população. Por vários meses consecutivos, o comércio manteve as vendas frente a 2010 com leve crescimento. Esse fator é explicado pelo presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Jaraguá do Sul, Wanderlei Passold.

De acordo com ele o crescimento das vendas de final de ano em Jaraguá do Sul deve ficar entre 3% e 5% comparado com dezembro de 2010. No ano passado o comércio da cidade cresceu 12%.  Esse endividamento citado inclui a aquisição de imóveis , compra de veículos financiados, eletroeletrônicos e móveis com parcelas de longo prazo.  “ Estamos observando uma mudança de comportamento do consumidor, principalmente da classe C e D que movimenta a economia. Eles compraram sua casa ou seu carro financiado e agora estão pagando as parcelas”, alertou Wanderlei que acrescentou que o natal será de presentes mais baratos e de lembrancinhas.


Ele enfatizou ainda que o índice de pessoas que vão usar o décimo terceiro salário para cobrir contas ou pagar dívidas aumentou, e esse fator também preocupa . A pesquisa da Anefac comprava o que o presidente da CDL de Jaraguá do Sul afirmou. Aproximadamente 60% dos consumidores pretendem usar o décimo terceiro salário para pagar dívida.  A estimativa é 5,26% maior que o registrado no levantamento de 2010. Segundo a pesquisa, 70% dos consumidores têm dívidas no cheque especial e no cartão de crédito, justamente as opções mais caras de financiamento.

Por Jailson Angeli
Fotos: Google images

sábado, novembro 05, 2011

Convergência midiática e mudança de hábitos


A rede mundial de computadores tem provocado uma mudança de hábitos na vida das pessoas. As transformações vão desde a forma que se buscam as informações até como se comunicam. Mas com certeza  o jornalismo em tempo real é o grande responsável por esta era de informações dinâmicas e interativas.

Esse novo momento da comunicação do planeta é bem enfatizado pelo jornalista Marcelo Tas em sua palestra na TEDx. Ele faz uma reflexão sobre a mudaça de meios de comunicação e  mostra como é poderosa a grande rede, que nos permite trocar informações em âmbito mundial em tempo real.  Quando pode-se imaginar que um programa de TV poderia ter interação em tempo real com espectadores, trazendo naquele instante qual o sentimento sobre o programa ou a matéria que está no ar.

O jornalista Luis Nassif em entrevista ao blog Interação Midiática explica que nos anos  90, o jornalismo tinha a chamada relação mão única, ou seja, o leitor aceitava como verdade o que estava escrito. Essa via de mão única provocava um estoque de manipulações dos grandes veículos, governo e do sistema financeiro. Agora,  depois de mais de 15 anos de jornalismo on-line no Brasil pode-se perceber que as alterações mais profundas estão ocorrendo na prática jornalística do que adaptação textual ou de linguagem.

Apesar das resistências pode terminados veículos de comunicãção ou segmentos da sociedade, a convergência midática aos meios de comunicação foi inevitável, depois de sofreram com as perdas de ibope e de assinaturas. As grandes empresas prevendo não poder concorrer com essa nova tecnologia se aliaram a ela, e aí surge a convergência, onde as vária mídias podem ser encontradas na internet. Esse processo ainda vem acontecendo. É uma tendência que já chegou no Brasil, a partir da experiências de empresas estrangeiras e seguidas pelas nacionais.

Esse artigo que escrevo deve nos levar a reflexão sobre o bombardeio de informações que temos na net e de que forma, nós com o jornalistas podemos utilizar para nosso trabalho. As redes sociais são uma excepcional ferramenta e a interatividade nas publicações também nós trazem o feedback interessante. Apesar de achar interessante acho o sistema frágil pois não sabemos da veracidade de quem está interagindo. Acredito no formato mas defendo o aprimoramento com responsabilidade.





Por Jailson Angeli
Imagens: Google imagens

quarta-feira, outubro 05, 2011

Organizações devem prezar por valores universais

Antes de mais nada quero dizer não sou um profundo conhecedor desse assunto, porém a convivência entre pessoas de diferentes idades no ambiente de trabalho me chama atenção. O que sei é o que presencio ou ouço. Acredito que conflitos pessoais sempre existirão, mas não somente entre diferentes gerações. Os perfis e culturas nas organizações é o que ocasiona as diferenças de opinião e pensamento. Leva-se em consideração também que existem profissionais de diferentes raças, orientação sexual, religiões, entre tantas outras diversidades a serem consideradas no mundo corporativo.


Se formos reparar bem, no Brasil ainda há uma grande hegemonia de brasileiros trabalhando nas empresas e este não é o cenário em países como Estados Unidos ou da Europa. E se aqui temos conflitos imagine as discussões entre o que é certo ou errado nos outros países.

Por esta razão acredito que o conflito entre gerações nas empresas é um tema importante e deve ser assim entendido por elas. Penso que as empresas devem atentar para sistemas de gestão que considerem não apenas ferramentas para geração BB, Y ou X, mas sim para o relacionamento com o ser humano.
Quanto mais buscarmos por diferenças e particularidades, mais as acharemos e corremos os risco de construir modelos complexos.

O principal conflito que observo na minha atividade profissional, é a resistência as mudanças. Colegas de trabalha que são de gerações mais antigas tem dificuldando de acompanhar as transformações e de se adpatar ao novo. O rádio é um dos segmentos que mais evoluiu com a chegada das tecnologias, e profissionais com mais tempo de mercado e adptados aos sistemas antigos ficam deslocados. E é essa demora para se atualizar que faz com que as empresas do segmento contratem jovens dinâmicos e atualizados á modernidade. Quando esses dois profissionais dividem o mesmo ambiente, neste instante que observamos claramente as diferenças de gerações e o conflito é inevitável. Um apreendeu a trabalhar com a máquina de escrever e sem recursos tecnológicos. O outro entende de computador, redes sociais e é completamente ligado a inovação. Muitas vezes, se o gestor não souber como lidar com as duas gerações, a empresa acaba sendo prejudicada.


Se as diferenças existem na convivência, mas há sempre algumas linhas mestras. Coisas em comum, valores universais, ou qualquer outro nome que possamos dar a este conjunto de “normas” ou “regras” que são valorizados ou respeitados pela grande maioria dos grupos. E é neles que as ferramentas de gestão devem estar focadas: no que é comum entre os diversos grupos, sejam eles quais forem.



Por Jailson Angeli

quarta-feira, setembro 21, 2011

Políticos do Brasil não sabem usar rede sociais

O passo principal para a grande revolução das mídias veio em 2004, quando surge a Web 2.0, termo usado para designar a segunda geração de comunidades e serviços e trazendo aplicativos baseados em tecnologia da informação e rede sociais. Os impactos da internet nas empresas e práticas jornalísticas foram rapidamente percebidos com a popularização da web 2.0. O envolvimento de cidadãos comuns, antes considerados meros leitores, na publicação e edição de conteúdos jornalísticos tem se tornado uma prática cada vez mais comum.

Além disso, muita coisa vem mudando nesses tempos de internet, e agora vemos cada vez mais políticos aderirem as novas redes sociais para se comunicarem com seu eleitorado. Para a geração que cresceu assistindo propaganda política na TV, comandadas pelos mestres da publicidade, ter acesso direto aos seus candidatos representa um grande passo.

Um dos maiores exemplos de sucesso dessa nova propaganda eleitoral é o do Presidente dos EUA. O Twitter foi uma das ferramentas escolhida por Barack Obama para apresentar suas idéias durante o período que precedeu as eleições.

O governo americano também tentou, sem muito sucesso, abrir um canal de opinião para a população para a definição da nova “cara” do governo no século 21. Mesmo tendo atingido apenas algumas milhares de pessoas, muitas delas com algum envolvimento político, a ação é positiva e pode abrir caminhos futuros para essa relação.

No Brasil, algumas medidas vêm acontecendo como a liberação do uso de e-mail, blogs, sites de relacionamento e até do Twitter nas campanhas eleitorais. Alguns políticos, como o ex- governador de São Paulo José Serra pode ser seguido no Twitter.

Para o superintendente de jornalismo e esportes da Rede TV!, Américo Martins, os políticos do Brasil não utilizam corretamente as redes sociais. Ao participar de um painel Congresso de Comunicação Mega Brasil, ele citou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como exemplo de figura pública que soube se inserir na nova plataforma de mídia.

No Brasil, durante as eleições do ano passado, não vi isso (a interação dos candidatos com os internautas presentes nas redes sociais). "O que acompanhei foram políticos conservadores querendo ter o mesmo discurso tradicional, que usa em outros lugares, nas redes sociais", avaliou Martins, durante sua apresentação no evento realizado em São Paulo.

Além do Brasil, o profissional da Rede TV!, com passagem pela BBC, disse que a região do Reino Unido também sofre com os mesmos problemas quando o tema é a forma com que os políticos encaram as redes sociais. "Eles estão na plataforma, mas querem impor suas mensagens. Não dá certo", declarou

Nos resta agora acompanhar as próximas eleições e ver como se dará a campanha on line. Será que entrarão os marketeiros de plantão com sua força? Ou veremos um debate mais aberto com os candidatos? É esperar pra ver! O que conta mesmo é que os canais estão aí, acessíveis a todos e, com isso, torna-se cada vez mais fácil questionar, debater e esclarecer questões.

Jailson Angeli

sábado, setembro 17, 2011

Blumenau aprende a conviver com a enchente

Acompanhando a imprensa na semana de 7 de Setembro, desenvolvendo minha função no rádio, e agora lendo meus colegas no blog, levo mais um susto em relação a força da natureza. Agradeço por minha cidade, Jaraguá do Sul, não ter sofrido com a enchente e me solidarizo com as famílias atingidas em Blumenau e na região do Alto Vale do Itajaí.

Apesar de ter sido solicitado falar sobre as enchentes aqui nesta postagem, gostaria de enaltecer e enfatizar a força do povo de Blumenau. A história da cidade se confunde com as catástrofes climáticas. Foram diversas de destruições, desde a época da chegada do Dr. Blumenau até as de 1983, 1984 e 2008. Essa de 2011, observo que a cidade voltou a funcionar logo após. Será que Blumenau aprendeu a lidar com as enchentes? Talvez sim. Como disse, acompanhei pela imprensa, e apesar de se tratar de uma enchente, em pouco tempo a cidade voltou a carga normal. Faço um comparativo com 2008, onde muitas casas foram destruídas e vidas se foram. Volto no tempo e faço lembrar as enchentes para chegar ao ponto principal dessa postagem. Por tantas vezes a cidade destruída e o povo reergueu. Um povo trabalhador, empreendedor e com auto estima que supera a escuridão da destruição. Esse poder de reação é o exemplo que fica para o Brasil. A união e a solidariedade é característica particular dessa gente. Cidades que foram destruídas como Blumenau no passado, demoraram décadas para reconstruir.

Citamos o passado, destacamos o presente e agora vamos pensar no futuro. Ações deverão ser feitas pelos órgãos competentes visando evitar esses problemas . Existem tecnologias e maneiras de amenizar a destruição. Agora é a vez de quem lidera tomar atitude. O povo Blumenauense tem se defendido das catástrofes, mas não pode ficar esperando pela próxima. A esperança que um dia esse problema seja minimizado está nas pessoas.

Por Jailson Angeli