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quarta-feira, setembro 30, 2015

Brasileiros na TV por assinatura

Por Ana Claudia

Em 2011 foi sancionada a lei conhecida como Lei da TV Paga, que vem mudando o cenário da TV por assinatura no Brasil. Ela determina que sejam exibidas três horas e meia por semana de programação nacional e consequentemente quadruplicou a veiculação de conteúdos brasileiros entre 2011 e 2014, de acordo com a Agência Nacional do Cinema (Ancine). Há quatro anos atrás percebíamos que a TV era um mercado cheio de produções norte-americanas. Nos dias atuais quando ligamos a televisão notamos mais conteúdos brasileiros.

Com o aumento da produção e da demanda, os canais firmaram parcerias com produtoras de audiovisual, como a AXN que estreou a série Santo Forte. A série é protagonizada pelo ator Vinicius de Oliveira e mostra 13 episódios com uma hora cada. O vice-presidente do grupo Sony no Brasil, Alberto Niccoli Jr está confiante com a qualidade da atração.

“Queremos atingir os fãs de suspense, religião e mosticismo, assuntos que são base para a produção, além dos telespectadores do AXN e possíveis novos que migrarão para o canal. Temos planos e estamos trabalhando em diversos projetos de conteúdo brasileiro, porém ainda não temos nada confirmado. Mas é de interesse do canal dar continuidade ao que estamos começando a fazer com Santo Forte”.

Para alguns diretores e produtores, mais do que uma necessidade ou obrigatoriedade da TV paga, há uma responsabilidade em fazer um conteúdo com qualidade. Os canais precisam ter um cuidado para que o conteúdo seja adequado, fazendo com que eles careçam com essas produções e refletir na audiência.

Nesse mês, o Netflix estreou a série internacional Narcos, dirigida pelo brasileiro José Padilha. A trama em 10 episódios é estrelada pelo também brasileiro Wagner Moura no papel do narcotraficante Pablo Escobar.

Por ser um serviço de vídeos por demanda, o Netflix não é obrigado a seguir a Lei da TV Paga, mas essa situação não deve durar muito mais tempo. No início do mês, durante o Congresso da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), os presidentes da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, informaram que um projeto para regulamentar a cota de programação nacional nos serviços de distribuição de vídeos pela internet está sendo desenvolvido. De qualquer forma, o Netflix já anunciou para 2016 a estréia de 3%, sua primeira série inteiramente brasileira.

Santa Catarina também está de olho no mercado das séries. Incentivado pelo governo estadual o programa Lab Catarina Criativa promoveu em junho o encontro entre produtores e canais de TV. Vinte e cinco propostas foram apresentadas a alguns canais, e a expectativa é de que pelo menos 10 conquistem financiamento. Entre elas estão os seriados de animação infantil Tuca, o Mestre Cuca, do Belli Studio, de Blumenau, e o cômico de ficção ainda sem nome dos cineastas Marcelo Sabiá e Carolina Medeiros, de Urubici, sobre um jovem casal que abre um bistrô na Serra Catarinense.

Matéria original

quarta-feira, setembro 23, 2015

Em plena Oktoberfest, Blumenau terá cerca de 200 eventos culturais

Por Débora Ramos

O Circuito Off Oktoberfest, será lançado pela Fundação Cultural, onde o leitor poderá acompanhar as principais notícias do portal, a Secretaria de Turismo de Blumenau e a Revista Duo, vão oferecer cerca de 203 atrações paralelas à festa. Ao contrário do que se via nas últimas edições, diversos bares, restaurantes, cafés, teatros, botequins, centros culturais, galerias de arte, bibliotecas e associações culturais vão manter a programação normal durante o período da festa, que acontecerá do dia 07 à 25 de outubro.

Alguns eventos ainda não foram divulgados, mas poderão ser acessados pelo público através do aplicativo Blumenau Mais Cultura. Quarenta e sete estabelecimentos – entre eles conhecidos do público como The Basement English Pub, The Wall e o Butiquin Wollstein – estão inscritos na ação.

O diretor de Cultura da Fundação Cultural, Carlos Schrubbe, afima que a ideia é fomentar a economia da cultura, e oferecer ao visitante diversas opções durante a festa mais famosa do Estado:

"Tínhamos essa coisa de o comércio fechar ou reduzir a programação durante a Oktober. Neste ano os locais compraram a nossa ideia e para nós não custa nada projetar essa iniciativa. É importante reforçar a nossa cadeia cultural junto aos turistas e também à sociedade blumenauense" – ressalta.

quarta-feira, setembro 09, 2015

Campanha de vacinação contra a poliomielite segue até o fim de agosto

Por Tatiane Signorelli

No sábado (15) foi o dia D da 36ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite no Brasil. Iniciada no dia 15 de agosto a ação segue até o dia 31. Ainda que a campanha seja divulgada em diversos meios de comunicação, quase a metade das crianças esperadas para tomar a famosa “gotinha” não foram imunizada.

Segundo o Ministério da Saúde aproximadamente 6,4 milhões de crianças entre seis meses e cinco anos incompletos tomaram a vacina. E alerta que não há probabilidades de prorrogação da campanha.
Mesmo que o último caso de paralisia infantil tenha sido em 1989, a vacinação é obrigatória para as crianças dessa idade, embora elas tenham o esquema de vacinação contra a poliomielite completa.

A Campanha Nacional contra a Poliomielite tem o objetivo de atualizar o calendário vacinal das crianças que não tomaram outra vacina da rede pública. Para que o profissional de saúde acompanhe o histórico de vacinas da criança, é importante que os responsáveis levem a caderneta ao posto de vacinação.

“Até mesmo o pai que não possui mais a caderneta de vacinação do filho e não se lembra quando foi a última dose, deve ir a um posto de vacinação”, disse Antônio Carlos Nardi, secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.

Com quase 100% de eficácia, pode ser aplicada mesmo em crianças com tosse, coriza ou diarreia. Em casos como infecções, febre acima de 38ºC ou hipersensibilidade a algum componente da vacina, o Ministério da Saúde orienta os responsáveis a procurar um médico para uma avaliação.

A paralisia infantil, é uma doença infectocontagiosa grave. Raramente, a criança não vai a óbito quando infectada, porém ela adquire sérias lesões que afetam diretamente o sistema nervoso, provocam paralisia irreversível, principalmente nas pernas.

Matéria Original

sábado, agosto 29, 2015

SC tem a quarta menor polícia do Brasil em relação ao número de habitantes

Por Alexandre Aicardi


Conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa realizada durante o ano de 2014 no país, o Estado possui um policial para cada 574 habitantes, na vigésima quarta posição.

A maior concentração de policiais por número de habitantes fica no Distrito Federal, com um PM para 194 cidadãos e Santa Catarina esta a frente apenas dos estados do Piauí (um policial para 597 habitantes), Paraná (um para cada 630 habitantes) e Maranhão (um para cada 881 habitantes).

Na Polícia Civil, SC é o nono pior do Brasil, com um policial para cada 2.079 habitantes.

Esta pesquisa investigou os 5.570 municípios do país e a partir da coleta de informações sobre nove temas, contemplou questões relacionadas a recursos humanos, educação, saúde, direitos humanos, segurança pública, segurança alimentar, inclusão produtiva, comunicação e informática e vigilância sanitária.

O estudo aponta que o Brasil tem 425.248 policiais militares, equivalente a um policial para cada 473 habitantes e que menos de 10% são mulheres no efetivo da Polícia Militar. Na Polícia Civil, o percentual é de pouco mais de 26%.

No Estado, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) contesta o estudo  e avalia que só o número de habitantes não pode ser o parâmetro considerado  para a definição de quantidades de efetivo policial. Área geográfica, densidade, filosofia de policiamento, incidência criminal, tecnologia disponível e diferentes realidades sócio-culturais também devem ser levados em consideração, conforme entendimento do secretário César Grubba.

Em nota "O parâmetro comumente utilizado por jornalistas, acadêmicos e mesmo órgãos de governo, referindo-se a uma proporção ideal de "um policial para cada grupo de 250 habitantes" não tem qualquer fundamento nem respaldo técnico, logo, não é adotado pela Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina", diz a SSP.

Matéria original e complementar

quarta-feira, agosto 26, 2015

Aprender a contar gastos é uma das melhores formas de enfrentar a crise

Por Francieli Corrêa

A prática de economizar e cortar gastos sempre foi recomendada, mesmo em períodos de alto crescimento, mas com a economia patinando e a crise ganhando força, ela assumiu status de obrigação. Se a escassez de crédito, os juros elevados, a inflação e a diminuição do consumo começam a assustar o empresário, é hora de reduzir as despesas. Isso na verdade, deveria ser constante na vida do empreendedor, mas o dono do pequeno negócio só toma uma atitude quando as coisas começam a apertar de verdade.

O coordenador do Centro de Empreendedorismo da Fecap, Edson Barbero, é ainda mais incisivo na questão de se preparar para a crise. Para o especialista, o empresário costuma até mesmo negligenciar a questão. “Em períodos de bonança, ele não enxerga a água escorrendo, muitas vezes, vagarosamente pelos cantos. Mas tem de cortar sempre. Esse pode ser um aprendizado para as crises econômicas.”

Além de ter noção de que isso é algo importante na vida do negócio, também é preciso saber qual estratégia seguir. O professor dos cursos de MBA da FGV, Márcio Barros Souza, prefere usar o termo racionalização ao invés de corte ou redução.

“Praticamente todas as empresas estão passando por uma revisão. Virou uma obrigação desde o ano passado. Hoje o pequeno ou médio deveria ter uma filosofia de austeridade em qualquer situação.” Basicamente, Souza aponta quatro passos para o empreendedor seguir: colocar tudo na ponta do lápis, categorizar as saídas de caixa, eliminar aqueles gastos postergáveis e rever os estruturais e estratégicos. A tarefa pode parecer simples, mas sua eficácia está nos detalhes. “Só o fato de fazer uma lista de todos os gastos já dá um trabalho relevante”, afirma o especialista.

Para enfrentar esse período, Ciro Pereira, sócio da Naxos, contratou um funcionário para cuidar das melhorias de processo, afim de evitar a perda de materiais e reduzir gastos que muitas vezes não ficam evidentes. A empresa de utilidades domésticas, por exemplo, implementou um sistema capaz de dizer qual transportadora cobra o melhor frete no momento da contratação do serviço. Antes, o processo era manual e gastava-se muito com ligações telefônicas.

O empreendimento de Santa Catarina ainda renegociou contratos de telefonia e buscou nacionalizar os fornecedores. “Procuramos cortar despesas e não investimentos”, pontuou Pereira. Segundo ele, a área de desenvolvimento de produtos é algo estratégico. Inicialmente, a Naxos foi criada para vender apenas acendedores de fogão. Outros itens passaram a fazer parte do portfólio, mas a produção continuava terceirizada.

Há três anos, o principal produto da empresa foi copiado pela China e isso resultou em queda nas vendas.  “Passamos a ser indústria, com um portfólio enxuto, e a trabalhar com itens diferenciados para patentear e ter exclusividade nas vendas" explicou. Pereira conta ainda que não cortou a participação do negócio em feiras e espera crescer 15% em comparação com o ano passado, quando faturou R$ 12 milhões.

O coordenador da Fecap, Edson Barbero, ressalta ainda que o empreendedor precisa conhecer bem o próprio negócio para não cortar errado e provocar verdadeiros estragos. Para ele, é temeroso, por exemplo, fazer reduções drásticas de uma só vez. “O drama é grave, mas não podemos deixar a cabeça só dentro da água. Lá na frente haverá momentos de crescimento. O empresário precisa saber que pequena empresa não é corrida de 100 metros, é uma maratona”, afirmou o especialista em negócios.

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O “chorume” que atravessa a internet e impacta nas manifestações

Por Gislene Razini 
As manifestações no domingo, dia 16, impactaram de uma maneira diferente. Os cartazes expostos nas ruas, gritavam por: “Intervenção temporária militar já” e “Porquê (sic) não mataram todos em 1964”. Um ódio que iniciou na internet e ganhou vida - desnecessária. O foco do movimento era justamente rebater a corrupção e mostrar a rejeição da população pela incompetência política, mas parece que não foi bem isso o que aconteceu.

O apelido para essa minoria que espalham esse ódio descontrolado é: "chorume", um líquido de cheiro desagradável e forte, comum nos lixões. Na internet, ele tem o mesmo efeito, estragar o ambiente, o transformando em lixo. Como se o passado de torturas, repressão, estupros e tantas outras algemas impostas durante a ditadura (1964 a 1985), tivesse sido esquecida ou simplesmente apagada da história.

As poucas pessoas que escreveram ter a volta de uma ditadura militar ou desejar a morte da presidenta Dilma, bastou para ganhar a atenção da mídia. Afinal, estes cartazes estavam escritos com letras de forma e canetão (pincel atômico), grandes, para que todos pudessem ler. O fato é que estes “desejos” afastaram muita gente que considerava caminhar junto na manifestação para reivindicar a situação do país. Não caminharam por não compartilharem da mesma opinião do "chorume", e assim, não dar volume para a podridão.

É assustador ver pessoas vestindo a camisa do Brasil e carregar cartazes com desejo de uma intervenção militar, depois de tantos anos lutando pela democracia. A morte? Também não é solução. Até entendemos o "chorume" na internet, pode-se ocultar nomes e rostos, mas ao vivo, é desprezível.

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TCU dá mais 15 dias para governo explicar irregularidades de 2014

Por Thomas Madrigano

Por unanimidade, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu dar mais 15 dias para que o governo explique as contas do ano passado. A Corte aponta 13 irregularidades, das quais as "pedalas fiscais" são o ponto principal. No momento delicado que vive a presidente Dilma Rousseff, uma eventual reprovação das contas poderia reforçar o pedido de impeachment.

O relator do caso, ministro Augusto Nardes, disse que inicialmente era contra a prorrogação do prazo, porém após conversa com o Advogado Geral da União, Luis Inácio Adams, mudou de ideia, já que Adams afirmou que caso o prazo não fosse estendido entraria com recurso que atrasaria ainda mais a conclusão do processo.

 - Na conversa que tive ontem com Adams, quando ele manifestou
o interesse de fazer o agravo, de certa forma íamos precisar de 15 a 30 dias. A jurisprudência do Tribunal de Contas da União estabelece sempre a ideia de dilatação de prazos quando se solicita um agravo - afirmou Nardes.

O novo prazo termina no dia 11 de setembro, e Nardes pretende levar a análise das contas ao TCU no mesmo mês. Em junho, o Tribunal já havia concedido 30 dias ao governo para que irregularidades, como o uso de bancos públicos, por meio de manobras, para coibir despesas atrasadas com programas federais, como o Minha Casa Minha Vida, fossem explicadas. Além disso, coube ao governo dar explanações sobre o fato de não ter contingenciado parte do orçamento.

Restam ser explicadas as irregularidades de decretos de abertura de crédito orçamentário sem prévia autorização do Congresso e desfalques no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O pedido inicial de prorrogação do prazo era de 30 dias, porém o próprio Adams foi ao Congresso defender o prazo de 15 dias. Entretanto, ele nega que a intenção seja de protelar a análise do TCU.

- A afirmação de que a intenção é meramente postergatória não é verdadeira. A necessidade de 30 dias foi apresentada - disse Adams - Estamos tratando aqui de apresentação de esclarecimentos e de defesa em cima de argumentos e acusações que foram feitas particularmente pelo procurador Julio Marcelo, que busca explicitamente criar uma responsabilidade presidencial que extrapola a discussão das contas. Por essa razão, entendemos que o devido processo legal está a exigir uma adequada apresentação de pedido de tempo para que seja ao final julgado com toda a integridade que tem de ter e evidentemente terá.

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Boa Nota Fiscal de Curitiba devolve 30% do IPTU ao bolso dos contribuintes

Por Flávia Amâncio

Este ano, os curitibanos tiveram uma novidade economicamente vantajosa. Agora é possível que os consumidores solicitem a “Boa Nota Fiscal”, para que recebam descontos de até 30% no IPTU.

A iniciativa é parecida com a Nota Fiscal Paulista, que começou em 2007 e já conquistou os paulistanos, tendo uma alta adesão. Porém, de acordo com Daniel Maurício, diretor de rendas imobiliárias – ISS da prefeitura de Curitiba –, os paranaenses ainda não estão acostumados a pedirem o CPF na nota. “Falta o hábito de as pessoas pedirem a nota. É importante que todos peçam. Além de conseguirem o desconto no IPTU, a prática ajuda na arrecadação da prefeitura”, afirma.

Criada em 2010, a Boa Nota Fiscal, era anteriormente destinada somente a empresas que faturavam mais de R$ 240 mil por ano, mas a Lei nº 18.451 publicada este ano ampliou a obrigatoriedade para todas as empresas fornecedoras de serviço em Curitiba.

O cálculo do crédito é feito em cima do imposto devido sobre o valor do serviço. Por exemplo, num serviço de R$ 1.000, com a alíquota de 5% de ISS (a mais comum), gera R$ 50 de imposto recolhido pelo estabelecimento. Se for uma pessoa física que utilizou o serviço, o cálculo é de 15% sobre o valor do imposto (R$ 50), o que dá R$ 7,50 de crédito. Para pessoa jurídica e condomínios, a conta é de 5% sobre o imposto (R$ 50), resultando R$ 2,50 de crédito.

Para resgatar os créditos, o consumidor terá que fazer um cadastro único no site do programa: Nota Paraná. Com essa ferramenta, é possível controlar os créditos registrados no CPF e fazer o resgate para depósito em conta corrente ou desconto no IPVA a qualquer momento.

Os créditos serão liberados no terceiro mês após a compra. Os valores mínimos de resgate são R$ 25 para depósito bancário, R$ 5 para crédito em celular e qualquer valor para desconto no IPVA. Os créditos expiram em 12 meses.

Matéria original

Poliomielite: Quase metade das crianças não foram vacinadas

Por Janaína Proença

No próximo dia 31 de agosto termina a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Das 12 milhões de crianças entre seis meses e cinco anos que deveriam ser vacinadas, apenas 6,4 milhões compareceram aos postos de saúde até o momento. A campanha que começou no dia 15 de agosto, serve para atualizar o calendário vacinal das crianças, e não há previsão para que seja prorrogada.

A Poliomielite é conhecida popularmente como Paralisia Infantil, e é uma doença infectocontagiosa grave. Pode causar sérios danos ao sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nas pernas e na maioria das vezes não leva ao óbito.

No Brasil, a doença não é registrada desde 1989, porém a prevenção se faz necessária devido aos outros lugares que ainda não conseguiram erradicar a doença, como por exemplo a Ásia e a África. A vacina tem quase 100% de eficácia comprovada, podendo ser aplicada mesmo em crianças com sintomas de diarreia, coriza e tosse. Apenas são indicados para avaliação médica os pacientes que apresentam febre de 38° ou sensibilidade à algum dos componentes da fórmula.

Durante este período de campanha, os postos de saúde também estão oferecendo outras vacinas como: tuberculose, rotavírus, sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba, varicela, meningites, febre amarela, hepatites, difteria e tétano e outras. Para acompanhamento, é importante a apresentação da carteira de vacinação da criança. “Até mesmo o pai que não possui mais a caderneta de vacinação do filho e não se lembra quando foi a última dose, deve ir a um posto de vacinação. Como a campanha serve como reforço da vacinação, todas as crianças devem ser levadas às unidades de saúde para continuarem protegidas da paralisia infantil” complementa o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Antônio Carlos Nardi.

Robin Williams será homenageado em jogo online

Por Jotaan Sérgio 

Robin Williams e sua filha Zelda, em campanha da Nintendo (Foto)
Encontrado morto em sua casa na segunda-feira, o ator Robin Williams, que é fã assumido de jogos eletrônicos, será homenageado no game online World of Warcraft.  Sabendo da paixão do comediante, outros entusiastas de jogos criaram uma petição para que ele receba a homenagem. O abaixo-assinado recebeu o apoio de 10.000 pessoas em menos de 24 horas.

Obras na Avenida Reinaldo Schimithausen em Itajaí, estão atrasadas.

Por Sabrina Santos da Silva

A Avenida Reinaldo Schmithausen é a mais importantes da cidade, onde se encontram várias empresas e industrias. O projeto tem um investimento de 3,26 milhões. Iniciando no acesso a BR-101, com a construção de calçadas padronizadas e ciclovias ao longo de 4,8 quilômetros no bairro Cordeiros em Itajaí.  Até a última semana, 65% das obras já estão prontas e o atraso é de quatro meses em relação ao prazo inicial.

Nós sabíamos que seria um desafio mexer na mobilidade urbana da avenida. O que era para ser uma obra nos passeios, acabou uma obra de infraestrutura”. Afirmou o engenheiro da Secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão Amarildo Madeira para o O Sol Diário.

Alguns motivos do atraso na obra são citados pelo engenheiro. O primeiro é o remanejamento das linhas rede elétrica, gás e de telefonia que passavam pela avenida, em alguns pontos foi necessário realizar a drenagens. Além dos problemas encontrados, como o uso da calçada para estacionar os carros e muros construídos em áreas públicas. Madeira explica que o lado Sul da via já esta praticamente concluído e o Norte está em fase inicial.

Segundo o Secretário de Obras Tarciso Zanelato, a revitalização do asfalto, canteiros centrais e luminárias para as calçadas e ciclovias devem ser concluídas em uma semana, o que já está deixando muitos moradores que utilizam a bicicleta como meio de locomoção animados. “Por ser um local perigoso para ciclistas e pedestres as obras estão melhorando a vida de quem passa diariamente pelo local.” Argumenta o auxiliar de galvanização Derivaldo Silva de Oliveira de 32 anos, que mora e trabalha no bairro, Derivaldo aprovou a revitalização da avenida, tem apenas uma reclamação: a falta de áreas de estacionamento ao longo da via.

Fonte Oficial

Zoo Pomerode poderá ter que pagar taxa de importação de animais

Por Bruna de Miranda


Na semana passada, a segunda turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), informou que o zoológico de Pomerode deveria pagar aproximadamente R$27,4 mil como taxa de PIS/Cofins- Importação pelas três girafas que habitam o zoológico desde 2007. 

A decisão do STJ ainda não está confirmada, mas se isso ocorrer, o zoológico recorrerá da decisão primeiramente ao Supremo Tribunal de Justiça, e se necessário, posteriormente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o advogado do zoológico, as girafas vieram da África do Sul por uma troca realizada com o Aquário de Dallas, nos Estados Unidos, e não houve transação financeira envolvida. 

O gerente do Zoo Pomerode, Maurício Braun, explica que a taxa de ICMS foi cobrada quando os animais estavam na alfândega, vindo para a cidade: “A gente soube dessa tributação antes de os animais chegarem. Então, conseguimos na Justiça Federal uma liminar impedindo essa cobrança” conta ele.

Maurício defende que o valor a ser pago no imposto pode ser investido em melhorias na estrutura do zoológico, o que atrairia maior turismo e geraria bom retorno a cidade. Ele explica que já são pagos impostos demais para preocupar-se com quanto custa uma girafa.  O biólogo do local, Cláudio Hermes Maas concorda e diz: “Não há como estipular o valor de um animal. São seres vivos.”

No ano passado o casal de girafas teve um filhote. A jovem fêmea de nome Ethemba, que vem da palavra zulu “Esperança”, nasceu no zoológico. Junto com os pais, ela é uma das principais atrações do local.

– Os zoos hoje não são apenas locais de visitação turística. Mas também um grande centro genético, que estuda e pesquisa os mais diferentes tipos de animais – explica o biólogo Cláudio Hermes Maas.

A importação, principalmente de machos, é bem comum entre os zoológicos. Esse procedimento é realizado com a intenção de gerar filhotes de dois animais que não sejam parentes.

Confira a matéria original aqui.

Uma esperança para a minoria

Por Pâmela Consenso

Florianópolis criou um ambulatório de atendimento exclusivo para transgêneros. Enquanto a expectativa de vida do brasileiro se aproxima dos 75 anos, pessoas trans (transgênero, transexual e travesti) não costumam passar dos 35. E o principal motivo para isso é a violência. Em cinco anos, o Brasil registrou 486 mortes de transexuais. Esse dado torna o país um dos mais transfóbicos do mundo. Grande parte da população trans deixa de procurar atendimento médico público por vergonha, medo ou preconceito. O ambulatória busca acolher essas pessoas, chamando elas pelo nome que escolheram.

E a qualidade do serviço já é elogiada pelos usuários. Christian Mariano, por exemplo, nasceu menina, mas há três anos descobriu-se homem e começou tratamento hormonal para fazer a transformação física. “Poder ter atenção à hormonoterapia para homens trans e cuidar de outros assuntos é o diferencial desse espaço”, disse Christian, que já passou por situações de preconceito e garante que poder ser chamado pelo nome que escolheu faz muita diferença.

Elder Inácio veio do Pará para receber o atendimento. Há poucos meses na cidade, ele diz que o espaço é o início para tudo. “Estou feliz que essas portas estejam se abrindo para isso”, comemorou.

A meta é expandir o serviço para outros municípios. Por enquanto Florianópolis é a única cidade do Estado com esse tipo de atendimento. Ao total, são sete os ambulatórios desse tipo pelo país. O serviço é gratuito, oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com exceção de alguns hormônios usados em tratamentos. Os agendamentos para o atendimento podem ser feitos através da Associação em Defesa dos Direitos Humanos com Enfoque na Sexualidade (ADEH) pelo telefone (48) 3371-0317 ou no próprio local.

Alunos trocam os cursinhos tradicionais por plataformas de ensino na internet

Por Carolina Ignaczuk

Foi-se o tempo em que fazer cursos pré-vestibular era um privilégio para poucos. Em um mundo cada vez mais tecnológico, estudantes apostam em aulas online para economizar tempo e dinheiro. Um curso presencial pode custar R$ 30 mil por ano, enquanto isso, as videoaulas contam com anuidades que não passam de R$ 300,00.

Sem condições de pagar por um cursinho, a estudante de medicina Cláudia Rose, 19, optou pelas aulas do site Descomplica, atualmente a maior plataforma de ensino online paga no Brasil. O site que já conta com 8,5 milhões de acessos por mês, também disponibiliza simulados, correção de redações e plantões de dúvidas.

Além do Descomplica, outros sites pagos como o Me Salva!, Stoodi e Kuadro podem auxiliar os alunos durante esse período de preparação. Todos eles possuem canais no YouTube, onde disponibilizam parte de suas aulas para atrair a atenção dos estudantes.

Patrícia Cavalcante, professora da faculdade de educação da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), diz que a escola se tornou desinteressante, pois vê os alunos como passivos. Com isso, é inevitável que eles procurem um material dentro do contexto deles.

Acessar os vídeos de qualquer parte do país, aliado ao conforto e ao baixo investimento, são os motivos que os alunos têm para justificar a preferência pela internet. Esse é o caso da estudante Thamires Silva Rocha, 21, que trocou o cursinho no centro de São Paulo, onde demorava três horas para chegar, pela plataforma de estudo Stoodi. “As seis horas que eu gastava no trânsito são seis horas fazendo exercício. Na videoaula você não perde nada. Se você não entende, pode voltar e repetir de novo”, diz a vestibulanda.

Com explicações didáticas e qualidade educacional, essas plataformas de ensino online provam que a internet pode levar a informação para qualquer lugar do país.

Fonte original

Metropolitano empata, frustra torcida e está eliminado da Série D

Por Sidnei de Souza Batista 

Altino (na foto) marcou o segundo gol, se destacou em campo, mas não evitou a eliminação
Crédito da foto: Sidnei Batista/Metropolitano
Em jogo marcado por poucas emoções, o Metropolitano se despediu de mais uma chance de acesso ao Campeonato Brasileiro da Série C. O Estádio do Sesi registrou a presença de 248 torcedores, que viram o Verdão do Vale ficar no empate com o Foz do Iguaçu em 2 a 2, com gols de Ariel e Altino. O resultado eliminou matematicamente as duas equipes, que nas últimas rodadas cumprem tabela. A sensação de frustração se tornou evidente nos torcedores ao término dos noventa minutos de partida. Esta foi a sétima participação do time blumenauense, mas os resultados seguem abaixo da expectativa dos dirigentes.

Em coletiva após o desfecho do confronto, o técnico Cesar Paulista buscou explicações para a eliminação precoce. “Mais uma vez o time sentiu o lado psicológico”, afirmou o comandante. O Metropolitano até iniciou bem. Com menos de dez minutos, a equipe da casa já mostrava a sua força e vencia por 2 a 0. O primeiro gol foi de Ariel, que aproveitou cruzamento rasteiro e desviou para as redes. No segundo, Altino recebeu assistência e chutou colocado no canto inferior esquerdo para o delírio dos torcedores.

No entanto, um apagão tomou conta do Verdão do Vale e os visitantes aproveitaram dois deslizes defensivos para colocar a igualdade no placar. Léo Maringá acertou falta com perfeição por cima da barreira no ângulo. Cinco minutos depois, Pequi recebeu cruzamento rasteiro e desviou de maneira indefensável ao goleiro Rafael Cordova. Na próxima rodada, o Metropolitano terá pela frente o Volta Redonda, às 18h30, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ).

Mudanças no departamento de futebol

Após uma grande campanha no Campeonato Catarinense, o Metropolitano reformulou grande parte do seu elenco. A aposta do departamento de futebol foi voltada a atletas experientes no cenário catarinense e nacional. Chegaram a Blumenau nomes como Renato Silva, ex-Vasco, Joílson, ex-Botafogo, e Lima, ex-Joinville. Isso ainda teve o incremento de jovens talentos que se destacaram em times do estado. O método adotado não surtiu efeito e a diretoria executiva planeja mudanças no futuro do clube. A primeira deve ser a contratação de um gerente de futebol e Nazareno Silva, com passagens por Inter de Lages e Atlético Tubarão, surge como nome forte. No entanto, algumas reuniões entre os mandatários ainda definirão nos próximos dias o caminho a ser traçado. Além do déficit financeiro, o Metropolitano encerra a temporada com três meses de antecedência no previsto.

Matéria do site oficial
Matéria do Jornal de Santa Catarina

Pesquisa do IBGE aponta que há um PM para proteger 574 catarinenses


Por Aline Christina Brehmer

Uma pesquisa realiza pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que os catarinenses não estão tão seguros quanto desejam. Dados coletados pelo órgão informaram que Santa Catarina é, proporcionalmente, o quarto estados que menos possui policiais militares (PMs) por habitante – sendo que para cada 574 pessoas, há um policial.

Mesmo o melhor resultado, obtido por Brasília – que tem um PM para cada 194 cidadãos – não proporciona sensação de segurança. Apesar da Organização das Nações Unidas (ONU) não fazer nenhuma recomendação quanto ao número ideal de PM por morador, a ideia de ter apenas uma pessoa para proteger outras 500 ou 200 assusta os cidadãos.

Quando o assunto são policiais civis, as estatísticas são mais alarmantes: um policial para cada 2.079 catarinenses. Em um comparativo com 2013, é possível confirmar que a situação não melhorou. Há dois anos haviam 425.248 PMs, o que dava um para cada 473 moradores brasileiros.

Frente aos dados, a Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina (SSP-SC) divulgou uma nota, onde consta que: “Atualmente, há um processo em andamento na Polícia Militar para a inclusão de cerca de 650 novos policiais militares (o processo está na sexta fase do concurso, com previsão de término até outubro). E já foi concluído o processo de concurso público para a Polícia Civil para a inclusão de delegados, agentes, escrivães e psicólogos”.

A boa notícia é que a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica predominou. Segundo a pesquisa, a polícia esteve ativamente presente em 45,2% dos municípios e em 24 das 27 cidades da federação.

A realidade não atinge somente SC. Estados como Paraná e Maranhão também estão abaixo do esperado, com um PM para 630 e 881 habitantes, respectivamente.

Fonte

quarta-feira, maio 25, 2011

Análise - Folha.com

Por Ricardo Lunge

O site de notícias Folha.com traz informações em tempo real. A publicidade é algo que tem em demasia e   abrem emcima da notícia ou no link da mesma.


Tem como ponto forte as suas notícias que são do tamanho ideal para um site de informações . A pirâmide invertida é respeitada sendo poucos parágrafos e toda informação necessária á mais não é colocada no corpo da noticia, existe um subtema que remete a outra página e as frases não são longas.

O lead não copia o título, um ponto importante para atrair o leitor de web. Os títulos das matérias são sem enfeites ou alguma palavra diferente para atrair, são sempre curtas e trazem exatamente o que se trata. também não trazem redundância e começam com palavras que remetem a situação.

Em relação a digitos, numeração e siglas a Folha.com é correta e usa de uma maneira que não confunde o leitor e sim o atrai.

As Url`s são amigáveis e boa a usabilidade. Existe acessibilidade e cada tema ou tipo de matéria é dividido em link`s já na página principal, as divisões das Tag`s traz facilidade ao querer encontrar o assunto desejado.

Não á em demasia as fotos, imagens e vídeos. A questão que o site deixa á desejar é em relação a ter que rolar muito a página para ser analisada, poderia ter mais links, assim matérias que estão embaixo seriam melhor vistas.

A Folha.com está nas principaís mídias sociais como, twitter , facebook ,  e também no Ipad e  Iphone . Traz ainda os RSS`s e uma explicação a aquele leitor que não conhece esta ferramenta.
O layout apesar de ser fácil encontrar o que cada ponto traz ele em relação a questão de organização fica a desejar.

O site ainda conta com link`s para a versão impressa do jornal Folha de São Paulo , o TV Folha e Rádio Folha .

quarta-feira, abril 13, 2011

Análise do Clic RBS

Por Ana Paula B. Garcia, Wilson Pereira Junior, Eneias A. V.  Mutte.

O site do Clic RBS foi o escolhido para a análise a ser feita.
Entre tantas opções,  a escolha foi baseada principalmente no tema. Notícias são importantes para nos matermos atualizados. Como jornalistas, é necessário que estejamos sempre informados,  podendo discutir e debater sobre diversos assuntos. O Clic RBS mantém os jornais do grupo RBS na internet, local onde se encontra o Jornal de Santa Catarina, A Notícia, Diário Catarinense, entre outros.


O site Clic RBS é bem alternativo, possui matérias variadas. Os assuntos vão dos mais pesados, como assassinatos até os mais populares, como notícias de artistas e ex-BBBs.


Na página inicial, onde ficam as manchetes, é possível encontrar apenas algumas delas em negrito. No entanto, todas possuem foto. Para escolher uma matéria que não esteja entre as manchetes, é necessário selecionar o veículo de comunicação vinculado à RBS. Aí então, escolhe-se a notícia.

No caso do ‘Jornal de Santa Catarina’, que também faz parte do Clic RBS, a maior parte das matérias veiculadas em “Edição Impressa”, não possui negrito e nem links. A foto alinhada ao texto nada mais é do que uma propaganda do site e não, algo relacionado ao assunto, como deveria.

Já no caso do ‘A Notícia’, acontece o mesmo, sem negritos ou links. Também não há fotos ou vídeos, nenhum conteúdo extra relacionado ao assunto. Porém, nos dois casos há espaçamento correto entre os parágrafos.


No entanto, as notícias do caderno ‘Casa Nova’, por exemplo, são bem mais corretas e atrativas. Além de possuírem o espaçamento adequado, contém negritos, links interessantes e, inclusive, fotos alinhados ao texto, visualizadas em tamanho maior quando clicadas.

Quanto às url pode se considerar que o Clic RBS tenha URL´s amigáveis. Quando se entra na página é preciso escolher sobre qual você quer informações. Até aí tudo bem, temos links fáceis de lembrar: http://www.clicrbs.com.br/sc/ para o estado de Santa Catarina e
http://www.clicrbs.com.br/rs/ para o estado do Rio Grande do Sul.

No site há ainda links para todos os veículos do grupo e por editorias. Continuamos ainda tendo URL´s amigáveis, mas elas também levam à página e pareciam não funcionar muito bem, pelo menos durante o tempo em que tentamos acessar, digitando o link direto no navegador.


Um exemplo é o link http://www.clicrbs.com.br/sc/#radios - não direcionou para páginas com as rádios. Na primeira tentativa, uma mensagem de erro é exibida, página não encontrada. Na segunda, nos direciona à página inicial.

Já as URL´s que levam às matérias dos jornais, são muito grandes e difíceis de lembrar. Como exemplo, veja o link da matéria do Diário Catarinense sobre o aumento do transporte coletivo: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18%C2%A7ion=Geral&newsID=a3273479.xml

Clic RBS e a inclusão social

As deficiências mais comuns são: Visão: Pode ser cegueira, miopia, acuidade visual fraca, visão embaçada.
Motora: incapacidade de usar um mouse,diminuição do tempo de resposta,controle motor com limitações.
Cognitiva: incapacidade do aprendizado, distração, incapacidade de memorização ou de assimilar grandes quantidades de informações.
Audição: Surdez 

Cada uma destas categorias de deficiências exigem diferentes tipos de adaptações. O Clic RBS é de fácil navegação e recentemente foi reformulado para acessar todas suas informações com menos clicks possíveis.

A maioria das informações é bem dividida e de fácil leitura para uma pessoa sem limitações. Mesmo que se tenha a capacidade motora prejudicada, é possível navegar tranquilamente pelo site.

Quem tem surdez pode perceber mais dificuldades, uma vez que a maioria dos vídeos não possui legendas. Já para os cegos, a navegação é impossível. Com o programa de voz Dosvox consegue-se apenas saber em que página de acesso se encontra e alguns itens da primeira barra de ícones do site.

Análise do Site R7

Por Adriana Schimila, Eliane Pereira e Monique Becker

O site R7.com estreou em 27 de setembro de 2009 às 20 horas. R7 ou R7.com é um megaportal de notícias e entretenimento das muitas plataformas da Record.

Possui conteúdo e vídeos da Record News, Rede Record, Record Internacional e suas afiliadas. São produzidas em média mais de mil notícias todos os dias pelo R7, elaboradas por 150 jornalistas e mais de 350 profissionais ao todo, divididos por equipes presentes em todo o território nacional.

site está bem estruturado e condiz com o que oferece: notícias da Rede Record . Mas possui publicidade em formato pop up o que dificulta a navegação, cada vez que você passa o mouse sobre a propaganda, uma janela se abre.



Dividido em editorias a página oferece praticidade na busca de informações, além de links para blogs e rádios. O site R7.com também dá ao internauta a disponibilidade de e-mail. Nas matérias muitas imagens e na maioria das vezes vídeos feitos pelos repórteres e âncoras da TV Record ou pelos blogueiros do site. A página oferece ainda espaço para busca de matérias antigas e é atualizado constantemente, minuto a minuto.

São poucos os recursos do site adequados para os portadores de necessidades especiais. As matérias que tem vídeos, exemplo a editoria de esporte, não tem legenda o que desfavorece os deficientes auditivos, porém auxilia os que têm dificuldades visuais.

Para um bom funcionamento, interação, e socialização das informações as redes devem estar interligadas, o site ao twitter, este ao Facebook, e ao Orkut. No site R7 as redes estão visivelmente bem localizadas. Logo acima da barra de início e depois, abaixo, na lateral esquerda do site.

Twitter: Com 443.739 seguidores (09/04/2011) o twitter do R7 é dinâmico nas tuitadas, repostas rápidas e diárias. Na BIO foi colocado o link que remete ao site, poderiam aproveitar o espaço e colocar o link da ferramenta do Facebook. Interligar todas as ferramentas sociais é a máxima do momento. O articulador deverá estar atento às repostas e as discussões que são fornecidas. A logo da empresa está presente (da mesma forma) em todas as ferramentas remetendo o a imagem a ao portal de notícias. Fortalecendo e registrando na memória dos usuários a marca da empresa.

Facebook: com 84.713 seguidores também está bem articulado. Na página de informações alguns links remetem a outras ferramentas: site, blog, twitter. Há um tópico de discussões que é bem acessado. No mural os usuários curtem , protestam e avaliam as informações e noticias fornecidas acabam gerando mais acessos e adeptos a rede do R7. O Orkut, com 211.778) segue o mesmo exemplo, com mais fotos e tópicos de conversa entre os seguidores.

Alguns dados básicos no uso das ferramentas sociais.

Senhas: Alterar sempre que necessário. Cada social mídia deverá ficar responsável pela rede e projeto, repostas e afins. Atenção: se houver mudança de pessoa responsável deverá ser alterada a senha para evitar futuros problemas.

Em relação a usar CAIXA ALTA nos textos. O recomendado é usara apenas para destacar alguma situação muito importante. Caixa alta nos textos dá sempre a impressão que alguém está gritando, conforme as regras do mundo cibernético.


Google Alerta: Criar e gerenciar o alerta, qualquer assunto relacionado a Rede Record R7 que cair na rede é enviado diariamente para o e-mail de quem é encarregado por administrar as redes.